A descoberta do DNA

Esse texto foi adaptado pelo meu pai, Isaias Edson Sidney. E como ele mesmo disse: “Foi o 


artigo que deu ao mundo o conhecimento da descoberta de como funciona a estrutura do 


DNA e mudou tudo.”


ESTRUTURA MOLECULAR DE ÁCIDOS NUCLEICOS, UMA ESTRUTURA PARA O ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO, de J.D. Watson e F.H.C. Crick(*)



…”Nosso desejo é sugerir uma estrutura para o sal de ácido desoxirribonucleico (DNA). Esta estrutura apresenta características novas de grande interesse biológico.”…




Vale a pena conferir no seu blog TRAPICHE DOS OUTROS

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Fundação Rotary abre inscrições para bolsistas educacionais

A Fundação Rotary está com inscrições abertas para seu programa de Bolsas Educacionais 2013. A iniciativa visa promover relações amistosas entre os povos de diferentes partes do mundo através de financiamento de estudos em graduação e pós-graduação, além de intercâmbios profissionais.

Para se inscrever no programa os interessados deverão entrar em contato com o Centros Rotários locais onde terão de fazer o envio do formulário de inscrição disponível no site do órgão. Em Fortaleza, há alguns centros onde os candidatos poderão se inscrever. 

Clique aqui para preencher o formulário de inscrição.

A fundação explica que há dois tipos diferentes de bolsas. Uma relaciona-se ao programa de mestrado, com duração de 15 a 24 meses e um limite de 12 bolsas por Centro Rotary e outra destina-se ao programa de aperfeiçoamento profissional, que possui duração de 3 meses e disponibiliza até 50 bolsas. 

Entre os critérios de seleção estão proficiência em inglês; capacidade de liderança. Para o curso de aperfeiçoamento profissional exige-se mínimo de cinco anos de experiência , além de formação acadêmica; para o curso de mestrado, o período mínimo de experiência será de três anos , além de diploma de bacharelado ou equivalente. 

De acordo com a comissão organizadora da seleção as inscrições dos candidatos de Fortaleza devem ser feitas em inglês e as informações enviadas até 8 de junho de 2013. Os candidatos residentes em Fortaleza deverão enviar os dados para os seguintes e-mails: pedroivoviana@gmail.com e julio@lossio.net

Clique aqui para visualizar os centros Rotary em Fortaleza e demais Estados.

Por questões de segurança, a Fundação pede que os inscritos também façam o envio dos documentos pelos Correios para a Secretaria da Governadoria: Rua dos Crisântemos, Q 5 Nº 146, Ponta d’Areia—São Luís-MA. CEP 65075-000
Para mais informações, entre em contato através do número: (98) 3235.1559 ou acesse o site da fundação na internet.

FONTE: http://concursoseempregos.opovo.com.br/universidades/noticias/2013/05/145,4255629/fundacao-rotary-abre-inscricoes-para-bolsistas-educacionais.html

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O Aquecimento Global em números

O Aquecimento Global em números - capa

 

Acho que uma das maneiras mais eficazes de se resumir dados de forma simples e clara é através de um infográfico. E como esse é o objetivo de qualquer iniciativa de divulgação científica, resolvi fazer um infográfico sobre o Aquecimento Global. E claro que para isso não é necessário nenhuma habilidade com a ajuda das ferramentas modernas. Se quiser fazer um parecido (existem vários temas e tipos de gráficos diferentes) é só ir em Infogr.am e ter os dados e referências em mãos.

Se você gostar não deixe de compartilhar o post ou a figura. Coloque em um post no seu blog, distribua no Facebook, twitter…o importante é repassar informação relevante com referências. Algo que está cada vez mais em falta hoje em dia.

 

O Aquecimento Global em números

 

 

 


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PREFÁCIO A “DOIS DEDOS DE CONVERSA SOBRE O DENTRO DAS COISAS”


Meu prefácio ao livro de Bruno Nobre e Pedro Lind, da nova editora Frente e Verso, que vai ser lançado amanhã, pelas 18h30m, na Livraria Férin, em Lisboa:

Bruno Nobre e Pedro Lind têm em comum o facto de pertencerem à mesma geração – a geração que tem hoje trinta e poucos anos – e de terem feiro um doutoramento em Física. E têm em comum o gosto pela troca de ideias e posições. Os dois apresentam-se, nas páginas deste livro, com atitudes opostas perante o divino: o primeiro, padre jesuíta, é evidentemente crente, ao passo que o segundo se declara convictamente ateu. A conversa entre eles anda à volta das relações entre ciência e religião, da realidade dos milagres e do lugar de Deus no mundo, da origem e destino do ser humano, dos valores e do sentido da vida, da fé e do seu proselitismo, do racionalismo e do relativismo. A forma é a epistolar. Os argumentos são esgrimidos pelos dois em prosa sábia, fluida e elegante. Ao contrário do que é costume nos debates entre nós, cada um escuta o outro com atenção e responde-lhe com honestidade. É um prazer, depois da agradável leitura, escrever um prefácio, na companhia inspiradora do Doutor João Lobo Antunes.
Nas suas primeiras cartas o Bruno e o Pedro interrogam-se sobre a compatibilidade entre ciência e religião. A respeito desta questão, o físico e teólogo Ian Barbour (com obras clássicas sobre o tema, que de resto o presente livro não se esquece de citar [1]) ensaiou uma tipologia que sistematiza as diversas posições. A primeira é a visão de incompatibilidade e conflito, defendida entre outros pelo físico Francis Crick, o descobridor da estrutura do ADN, e, mais modernamente, pelo biólogo Richard Dawkins, o polemista que apoiou a ideia dos autocarros britânicos com anúncios ateus. A segunda é a da compatibilidade entre ciência e religião por estas serem “magistérios distintos”. Esta é a tese defendida, entre outros, pelo teólogo protestante Karl Barth, e pelo biólogo Stephen Jay Gould: ciência e religião perseguem objectivos diferentes, usando meios diferentes, pelo que pouco terão a dizer uma à outra. A terceira é uma visão que, afirmando ainda a compatibilidade, vai mais longe, vendo na ciência e na religião uma certa margem de sobreposição: as duas podem, por isso, ganhar ao falar uma com a outra. Defendem uma posição desse tipo John Polkinghorne, que de professor de Física passou a padre anglicano vendo conexões entre a teoria do caos e a teologia natural, ou o físico Fritjof Capra, que descortina conexões entre a física moderna e religiões orientais.

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Precisamos de nomes. Muitos nomes.

(parte 2 de uma postagem dividida em duas partes)

Vamos supor, então, que as modificações propostas pela sistemática filogenética sejam universal e irrestritamente aceitas. Vamos supor que todos os grupos merofiléticos (parafiléticos ou polifiléticos) sejam invalidados, e tenhamos apenas grupos monofiléticos. Neste cenário distante e, por certas razões que poderemos comentar em outra ocasião, impraticável, teremos uma vantagem inegável, nomeadamente o fato de que a classificação biológica refletiria da forma mais fiel possível a história evolutiva dos organismos, mas teremos também um problema gigantesco: precisaremos de nomes, muitos nomes.

Por quê? Em primeiro lugar, por uma razão que mesmo quem tem familiaridade com a sistemática filogenética costuma esquecer com certa frequência, e que devemos constantemente relembrar: a sistemática filogenética prescinde de categorias taxonômicas. Para uma melhor compreensão do que acabei de alegar, vamos distinguir categoria taxonômica de táxon. Quando, por exemplo, lemos Filo Mollusca, Ordem Primates ou Classe Anthozoa, temos a definição da categoria taxonômica, seguida pelo táxon. Assim, em Filo Mollusca, Filo é a categoria taxonômica, enquanto Mollusca é o táxon.

Acontece que essas categorias taxonômicas (Domínio, Reino, Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie) são elementos da sistemática lineana, clássica, e não existem (ou não precisam existir) na sistemática filogenética. Apenas o táxon existe. Quando, por exemplo, eu falo Tetrapoda, me referindo ao grupo (provavelmente) monofilético de todos os vertebrados de quatro patas, você poderia perguntar “mas Tetrapoda é o quê? Classe? Ordem? Subordem? Superfamília?”. Bem, Tetrapoda não é nada. Ou, para corrigir o erro matemático da frase anterior, não há nenhuma categoria taxonômica associada a Tetrapoda. Devemos apenas compreender que Tetrapoda é um clado, um grupo monofilético, contido em outros clados (como, por exemplo, Vertebrata) e contendo outros clados (como, por exemplo, Amniota).

Ainda usamos bastante as categorias taxonômicas, e os poucos livros-texto que as eliminaram costumam confundir os alunos, que usam as categorias taxonômicas como verdadeiras muletas (algo que te ajuda a começar a caminhar mas que, se você se mantiver apegado a elas, vai impedir seu progresso futuro). Até hoje, por exemplo, qualquer verbete sobre um organismo vivo na Wikipédia requer uma “taxocaixa”, ou seja, uma caixa (no canto superior direito da página) com as categorias taxonômicas daquele organismo, de Domínio a Espécie. Mas, imaginando um futuro onde esses resquícios da sistemática lineana sejam abolidos, podemos antecipar que a eliminação das categorias taxonômicas trará uma série de vantagens, mas com ela uma série de problemas e complicações.…

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Dia da Física – 19/05

Em 2005 foi declarado pela UNESCO como Ano  Internacional da Física, em homenagem aos 100 anos das publicações dos artigos revolucionários de Albert Einstein. Em 1905 Einstein publicou o artigo que explicou o efeito fotoelétrico e introduz o conceito do fóton (o quantum de luz), explicou a origem do movimento Browniano (movimento de partículas em suspensão em um líquido), reforçando a hipótese da existência dos átomos, que naquele momento não estava bem estabelecida ainda.  Contudo, os mais famosos foram os artigos que ele apresentou a Teoria da Relatividade Restrita e a equivalência entre massa e energia, a famosa equação  E=mc2

No dia 19 de maio de 2005 a Sociedade Brasileira de Física declarou o dia 19 de maio como o dia da Física, devido ao fato de 19/05 lembrar o ano de 1905.

Parabéns para todos nós físicos !!!!

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