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	<title>Blogs de Ciência</title>
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	<description>Blogs de Ciência - Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)</description>
	<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 19:44:00 +0000</pubDate>
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		<title>Em poucas áreas se mente tanto&#8230;</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/em-poucas-reas-se-mente-tanto.html</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 19:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helena Damião</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[<div align="right"><em>“... em poucas áreas se mente tanto </em></div><div align="right"><em>como na política educacional e escolar”.</em></div><div align="right"> </div><div align="right"><em>D. Schwanitz</em>, 2004.</div><div align="right"> </div><div align="left"><a href="http://dererummundi.blogspot.com/2008/06/basta-de-exames-fceis.html?showComment=1214350980000">Noutro texto</a> afirmei que a facilidade, ou o facilitismo, dos exames nacionais, promovido pelos responsáveis por políticas e medidas educativas, não é um cenário exclusivo do nosso país, estando descrito na literatura internacional. Um leitor lembrou que o assunto deveria ser desenvolvido. “Confesso”, escreveu ele, “que estou farto de ler conversa fiada sobre o assunto e se há trabalhos que identificam e caracterizam o problema, o melhor é ler esses trabalhos e tirar deles conclusões mais precisas.<br /><br />Acontece que a época do ano lectivo não é propícia a uma revisão desses trabalhos para, com base neles, escrever um texto síntese que já se vai exigindo na reflexão sobre a avaliação externa que se faz no nosso país. Prometendo voltar ao assunto, com outros fundamentos, aqui deixo a observação de D. Schwanitz (2004, 26-28) sobre a situação na Alemanha, que, não sendo igual à nossa, muito tem a ver com ela, particularmente neste momento em que, de modo supeito, as médias dos exames de matemática sobem cerca de 75%, como o Carlos Fiolhais assinalou no texto hoje publicado neste blogue.<br /><br />“Na Alemanha, as escolas padecem de uma contradição atormentadora: é suposto os alunos aprenderem o mesmo em todo o lado para assegurar que as habilitações escolares – com destaque para as de acesso ao ensino superior – tenham um nível ao menos aproximadamente homogéneo. No entanto, cada estado federal define a sua própria política escolar cujas características dependem respectivamente do partido que o governa (…).</div><div align="left"><br />As notas não constituem parâmetros absolutos, mas sim de comparação; tal como o dinheiro, tornam comparável o incomparável (…). No entanto, isso foi escamoteado. As notas foram inflacionadas. Foi como com a inflação do dinheiro: toda a gente tinha a carteira recheada de notas de mil, mas não conseguia comprar nada com elas (…). As notas passaram a estar para a escola como as frases feitas estão para a linguagem: deixaram de ter qualquer significado.<br />Com isto, nas escolas as normas desmoronaram-se. Para os adolescentes que, por natureza tendem para um pensamento fortemente normativo, tal foi um pretexto para desdenharem da sua escola; não podiam identificar-se com uma instituição destas. O desprezo também tomou conta dos professores, os quais foram entregues a um destino terrível.”<br /><br />Não se use esta passagem para relativizar o nosso (in)sucesso em matemática ou noutras áreas disciplinares, mas para se perceber que há países ocidentais onde, apesar da tendência dos mais altos responsáveis pelo ensino para manipular resultados da avaliação externa (e, até, da avaliação interna), existe uma discussão importante sobre o assunto. Intelectuais da craveira de Schwanitz envolvem-se nela, denunciando abertamente as estratégias e os resultados da manipulação. Trata-se de um trabalho crítico sistemático que contribui para que a verdade sobressaia no meio da confusão deliberada dos discursos político-partidários. Este é um trabalho que, com grande urgência, precisa de ser feito em Portugal.</div><div align="left"> </div><div align="left"><strong>Referência da obra citada:</strong></div><div align="left">- Schwanitz, D. (2004). <em>Cultura: Tudo o que é preciso saber</em>. Lisboa: Dom Quixote.</div>]]></description>
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		<title>Piercings para grávidas</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 17:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você engravidou e está desesperada porque não quer perder o piercinzinho sexy ou metal do umbigo, relaxe. O site Pregnancy Piercings - clique aqui para conhecer - comercializa essas jóias fabricadas especialmente para grávidas.
As principais diferenças dos demais modelos são o tamanho e o material usado. Como é feito de plástico, pode ser cortado de acordo com cada umbigo. As duas [...]]]></description>
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		<title>Fórum Estética Viva 2008</title>
		<link>http://cantinhodasaromaticas.blogspot.com/2008/07/frum-esttica-viva-2008.html</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 13:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Alves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Congressos]]></category>

		<category><![CDATA[conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui convidado para participar como orador na quarta edição do Fórum Estética Viva, que terá lugar de 25 e 26 de Outubro de 2008, no Centro de Congressos de Lisboa, realizada num ambiente exclusivamente profissional. Nesta edição, a grande novida...]]></description>
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		<title>Biocombustíveis e preço dos alimentos</title>
		<link>http://mitos-climaticos.blogspot.com/2008/07/biocombustveis-e-preo-dos-alimentos.html</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 11:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui G. Moura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiente e sustentabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Um leitor atento, relativamente aos “irresponsáveis que parecem só ficar satisfeitos se os países mais avançados regredirem para os níveis de desenvolvimento do <a href="http://mitos-climaticos.blogspot.com/2008/07/blog-post_03.html"><strong>Zimbabwe</strong></a>” chamou a atenção para uma notícia do <em>PUBLICO.PT</em>” que se transcreve a seguir.<br /><br />«<strong>Banco Mundial</strong> : <em>Biocombustíveis fizeram preços dos alimentos disparar 75 por cento desde 2002<br /></em><br />4.07.2008<br /><em>PUBLICO.PT</em><br /><br />Os biocombustíveis forçaram os preços dos alimentos a aumentar 75 por cento desde 2002, segundo um relatório confidencial do Banco Mundial, que os responsabiliza pela crise alimentar.<br /><br />O jornal britânico “The Guardian” publica hoje excertos do relatório.<br />O relatório, concluído em Abril mas que ainda não foi publicado, diz que o aumento dos preços da energia e dos fertilizantes foi responsável por um acréscimo de apenas 15 por cento nos preços dos alimentos.<br /><br />Este documento, da autoria de Don Mitchell, economista sénior do Banco Mundial, contradiz a tese norte-americana de que os biocombustíveis contribuíram com menos de três por cento do aumento dos preços dos alimentos.<br /><br />Por isto mesmo, vários analistas acreditam que o relatório ainda não foi divulgado para evitar embaraçar a administração Bush. “Iria colocar o Banco Mundial num ‘hot-spot’ político com a Casa Branca”, comentou ontem um analista, citado pelo “The Guardian”.<br /><br />Segundo o Banco Mundial, o aumento dos preços dos alimentos colocou 100 milhões de pessoas em todo o mundo abaixo do limiar de pobreza. Bush aponta o aumento da procura na Índia e China como causas do aumento dos preços. Mas o Banco Mundial não concorda.<br /><br />“O rápido crescimento dos rendimentos nos países desenvolvidos não originou grandes aumentos no consumo mundial de cereais e não foi um factor responsável pela grande subida dos preços”, revela o estudo.<br /><br /><strong>A aposta da União Europeia e dos Estados Unidos nos biocombustíveis</strong> teve, de longe, o maior impacto nos “stocks” alimentares e nos preços. A União Europeia tem como meta dez por cento de biocombustíveis nos transportes, até 2020. Mas este objectivo está debaixo de críticas.<br /><br />Biocombustíveis distorceram o mercado, diz relatório “Sem o aumento dos biocombustíveis, os ‘stocks’ mundiais de trigo e milho não teriam registado um declínio tão acentuado e o aumento dos preços devido a outros factores teria sido moderado”, conclui o relatório, citado pelo “The Guardian”.<br /><br />O relatório explica que a produção de biocombustíveis distorceu o mercado: os cereais destinados à alimentação passaram a ser usados para produzir combustível – mais de um terço do milho norte-americano é agora usado na produção de etanol – e os agricultores têm sido incentivados a dedicar solo agrícola para a produção de biocombustíveis. Além disso geraram especulação financeira no sector dos cereais.<br /><br />O Governo britânico prepara-se para publicar o seu próprio relatório sobre o impacto dos biocombustíveis, o “Relatório Gallagher”.»]]></description>
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		<title>&#8220;Surpresa: os alunos já são bons a Matemática&#8221;</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/surpresa-os-alunos-j-so-bons-matemtica.html</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 09:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Fiolhais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Sistema educativo]]></category>

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		<description><![CDATA[É este o grande título de primeira página do "Público" de hoje. Seria bom se fosse verdadeiro. Infelizmente, não é. O título é irónico, porque os números por cima do título não mentem. É verdadeiramente impossível que, em escassos três anos (de 2005 a 2008), a média dos alunos internos no final do secundário tenha passado de medíocre (8,1 valores) para bom (14 valores) porque os sistemas educativos não mudam assim facil e rapidamente. São precisas mudanças bem feitas, que não tem havido, e muitos anos de esforço conjunto e coordenado, que também não tem havido, para haver uma subida, que nunca poderia ser de seis valores (cerca de 75 por cento!)<br /><br />Não se pode comparar o incomparável e os exames deste ano não podem ser comparados com os exames de anos anteriores. Eles foram manipulados para dar esta subida anómala, que é, portanto, puramente virtual: é a ilusão de uma subida. O ilusionismo está pois instalado ao mais alto nível do Estado, à semelhança do que acontece nos estados totalitários. A verdade sobre a educação está a ser oculta num estado democrático. Espero que a democracia resista.]]></description>
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		<title>Revolução cultural à portuguesa</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/revoluo-cultural-portuguesa.html</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 09:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Rerum Natura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Sistema educativo]]></category>

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		<guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8194926647666006484.post-5906835898593655062</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://bp0.blogger.com/_PtPNUMoshEs/SG9Bz2Po2wI/AAAAAAAAAz4/7EKhCOBJ3bE/s1600-h/china.jpg"><img src="http://bp0.blogger.com/_PtPNUMoshEs/SG9Bz2Po2wI/AAAAAAAAAz4/7EKhCOBJ3bE/s400/china.jpg" alt="" border="0" /></a><br />Novo post de Rui Baptista sobre o estado da educação nacional:<br /> <p><b><i>                </i></b><i>“O que em sociedade desagrada aos grandes espíritos é a igualdade de direitos e, portanto, de pretensões, em face da desigualdade de capacidades” </i>, Schopenhauer.</p>      <p><i></i><b></b>Em meados do século passado (1966), a República Popular da China, o maior e mais populoso território do planeta, vivia o agitado período de uma revolução cultural que fez ruir os pilares do conhecimento científico e o arquétipo do ensino universitário. Desta forma, em substituição de médicos de formação universitária, surgiram os chamados médicos de pés descalços, de formação rudimentar, também referenciados como médicos camponeses.</p>    <p>Em Portugal, em finais desse mesmo século, tem de se responsabilizar a tutela ministerial da altura por ter consentido, ou mesmo promovido, a formação de docentes deficientemente preparados para leccionar o 2.º ciclo do ensino básico, através de diplomas de licenciatura “à la minute” obtidos em escolas superiores privadas por antigos professores do ensino primário com o antigo 5.º ano dos liceus e um curso médio de 2 anos. Diz a sabedoria popular, “cada roca com o seu fuso, cada terra com o seu uso”.  Sendo Portugal um pequeno e democrático país, como aceitar o mesmo fuso para rocas tão diferentes e o mesmo uso para terras tão distintas?</p>    <p>No findar de cada ano civil, as casas comerciais fecham, por dias, as respectivas portas para balanço, ou seja para avaliar os “stocks” de mercadorias existentes, assim como providenciar e programar as necessidades futuras. O sistema educativo nacional tem prescindido desses úteis balanços. Anos atrás, na opinião de Manuel Isidro Alves, reitor da Universidade Católica, “<i>o poder político não conseguiu programar o sistema, foi ao sabor das ondas e, assim, resolveu problemas em lugar de programar politicamente um sistema</i>”, tornando-se, assim, prosélito da “mão invisível”, descrita por Adam Smith em “<i>A Riqueza das Nações</i>”.</p>    <p>Desta forma, os erros acumularam-se de ano para ano. Estando até então a ensinança do 2.º ciclo do básico a cargo exclusivo de licenciados universitários, não pode deixar de surgir a inevitável  pergunta: Será justo que os direitos sejam repartidos agora entre estes e aqueles antigos professores do ensino primário ou diplomados por escolas superiores de educação sobejando os deveres para os licenciados universitários? Será justo o desrespeito pelo princípio sagrado de iguais deveres para iguais direitos, defendidos em sociedades democráticas e consagrados nos Estados de direito?</p>    <p> Dito de uma forma mais simples: Será possível melhorar o ensino pela diminuição da exigência na formação de um quadro docente? Fará sentido o ensino politécnico preparar professores para ministrarem simultaneamente, por exemplo, Matemática e Ciências da Natureza, no 2.º ciclo do básico, quando a universidade entende que estas duas licenciaturas por si outorgadas devem ser diferenciadas cabendo a cada uma delas, apenas, a leccionação de cada uma dessas matérias?</p>    <p>E porque, como se trata de melhorar o estado do ensino, o que dizer das “Novas Oportunidades” que, em meia dúzia de meses, se substituem ao ensino convencional, que exige uma aprendizagem que  demora anos e anos, para fornecer diplomas do ensino básico e até secundário? Ou que dizer do acesso ao ensino superior, em que foi substituído o sério exame “ad hoc”, feito a nível nacional, que exigia dos candidatos uma apreciável cultura geral e, de certa forma, específica do curso superior a frequentar, por um simulacro de prova de acesso para maiores de 23 anos levada a cabo por escolas superiores privadas e até oficiais carentes de alunos que lhes mantenham as portas abertas para não entrarem em falência?</p>    <p>Os cábulas que frequentaram o ensino normal anos a fio sem conseguir o simples diploma do ensino básico e, muito menos, o diploma de estudos secundários, são bafejados pela sorte de trabalhar (ou melhor, fingir que trabalham) nas empresas dos seus progenitores e esperar pelos festejos dos 23 anos de idade para entrar no ensino superior. Ou seja, a simples data de nascimento passou a substituir diplomas escolares de acesso a este grau de ensino que, em grande parte, se mediocrizou.</p>    <p> Aliás, em inícios deste século, manifestava-se, nas colunas do jornal “<i>Público</i>”, onde é colunista com assento habitual, o professor de Direito da Universidade de Coimbra Vital Moreira contra o facilitismo de que enfermava já então o ensino superior e o respectivo acesso da forma expressiva de que aqui quero dar conta: <i>“A ideia de democratizar o ensino superior pela via da banalização do acesso pela crescente degradação da sua qualidade não é somente um crime contra a própria ideia de ensino superior, é também politicamente pouco correcta”.</i></p>    <p><i> </i>Em presença de um ensino degradado para níveis de pouca credibilidade pedagógica, humanística e científica, é licito que o país ou mesmo qualquer simples cidadão recriminem o actual poder político por não levar em linha de conta a boa doutrina de uma figura de peso na vida académica portuguesa e, também, no Partido Socialista que está no governo.</p>]]></description>
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		<title>Asteróide, meteoróide, meteoro, meteorito! Como? Diga lá outra vez!</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 00:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Portela</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[07 - universo]]></category>

		<category><![CDATA[12 - gravitação]]></category>

		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Meteoróides são fragmentos de material que vagueiam pelo espaço, derivam de asteróides ou de cometas. São bastante menores do que um asteróide e bastante maiores que uma molécula.Ao entrar na atmosfera de um planeta, o meteoróide ou asteróide ...]]></description>
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		<title>Aqui ter Dragões: Introdução ao Pensamento Crítico</title>
		<link>http://cienciaepsicologia.wordpress.com/2008/07/04/aqui-ter-dragoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 22:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Brian Dunning é o autor do site Skeptoid, dedicado à divulgação do pensamento crítico, combatendo assim as idéias pseudocientíficas que costumam aparecer em nosso cotidiano, como a face em Marte como sinal da existência de uma civilização antiga, abduções alienígenas e caçadores de fantasmas.
Recentemente foi publicado pelo autor um vídeo de 40 minutos destinado ao [...]]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>O planeta arrefeceu desde o perjúrio de Hansen</title>
		<link>http://mitos-climaticos.blogspot.com/2008/07/o-planeta-arrefeceu-desde-o-perjrio-de.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui G. Moura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiente e sustentabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Comemorou-se em Junho de 2008 o 20º aniversário do perjúrio de James Earl Hansen no Congresso dos Estados Unidos da América que conduziu ao mote do «global warming» que tanto tem prejudicado a Humanidade.<br /><br />Nessa altura, em 1988, James E. Hansen previu que dentro de 20 anos, isto é, em 2008, a temperatura média global estaria cerca de 1 ºC acima do valor desse ano. É pois altura de comparar a previsão com a realidade a uma distância de 20 anos.<br /><br />Os valores das anomalias medidas por satélites <a href="http://vortex.nsstc.uah.edu/data/msu/t2lt/tltglhmam_5.2"><strong>MSU</strong></a>* indicam (em ºC):<br /><br /><strong>Trópicos</strong><br />Junho 2008 (- 0,334) / Junho 1988 (- 0,090)<br /><br /><strong>Hemisfério Norte</strong><br />Junho 2008 (+ 0,004) / Junho 1988 (+ 0,140)<br /><br /><strong>Hemisfério Sul</strong><br />Junho 2008 (- 0,232) / Junho 1988 (+ 0,060)<br /><br /><strong>Global</strong><br />Junho 2008 (- 0,114) / Junho 1988 (+ 0,100)<br /><br />Já os valores das anomalias medidas por satélites RSS* indicam (em ºC):<br /><br /><strong>Trópicos</strong><br />Junho 2008 (- 0,116) / Junho 1988 (- 0,141)<br /><br /><strong>Hemisfério Norte</strong><br />Junho 2008 (+ 0,154) / Junho 1988 (+ 0,166)<br /><br /><strong>Hemisfério Sul</strong><br />Junho 2008 (- 0,089) / Junho 1988 (+ 0,012)<br /><br /><strong>70ºS / 80ºN</strong><br />Junho 2008 (- 0,035) /Junho 1988 (+ 0,091)<br /><br />Excluindo a discrepância nos Trópicos entre MSU e RSS, em 2008, obtiveram-se sempre resultados abaixo dos valores de 1988. Ou seja, o falhanço das previsões foi flagrante.<br /><br />*MSU: microwave sounding unit.<br /><br />*RSS: rotating shadowband spectrometer.<br /><br />Fonte: <a href="http://www.climateaudit.org/?p=3231"><strong>Climate Audit</strong></a> (ver as figuras de Steve McIntyre).]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>À porta</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Contra o Mundo Moderno]]></category>

		<category><![CDATA[erbicidas]]></category>

		<category><![CDATA[milho transgénico]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma destas noites, cruzei-me com um funcionário da câmara de Matosinhos, vestido para a guerra química, com roupa fluorescente. Levava às costas um sulfatador e atacava furiosamente as ervas daninhas das bermas e dos passeios da nossa rua. Hoje cruzei-me com uma carrinha da Câmara de Matosinhos, com um enorme depósito cheio de erbicida, também [...]]]></description>
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		<title>Segunda Lei de Ohm</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanks.e@gmail.com</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<div>Como já vimos antes, George Ohm realizou diversos experimentos envolvendo a eletricidade. Muitos destes experimentos estavam relacionados à <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/05/vestibular-faculdades-resistencia.html">resistência elétrica</a>, e nestes, ele verificou que a resistência (R) de um resistor é diretamente proporcional ao comprimento (l) do <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/05/vestibular-faculdades-resistor.html">resistor</a>, inversamente proporcional à área da secção transversal (A) e depende do material do qual o resistor é feito. Esta relação é conhecida como a Segunda Lei de Ohm.<br /><br />Considerando os resistores como sendo fios, podemos simplificar o estudo das grandezas que influem na resistência elétrica.<br /><br />Observe a ilustração:</div><div>  </div><div>  </div><p><a href="http://bp1.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaLwxIO2zI/AAAAAAAAAZU/ON57oohfo4A/s1600-h/fio.gif"><img src="http://bp1.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaLwxIO2zI/AAAAAAAAAZU/ON57oohfo4A/s400/fio.gif" alt="" border="0" /></a></p><div>  </div><div>  </div><p>Temos um resistor representado por um fio de comprimento l e secção transversal de área A (constante).</p><div>  </div><p>Pela Segunda Lei de Ohm podemos afirmar que:</p><div>  </div><p>1) Sendo dois resistores constituídos pelo mesmo material, e com a mesma área de secção transversal, o primeiro com comprimento l e o segundo com comprimento 2l. Se a resistência do primeiro for R a do segundo será necessariamente 2R.</p><p><a href="http://bp1.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaLhhCTXqI/AAAAAAAAAZM/IHRodt_LCbE/s1600-h/comprimento.gif"><img src="http://bp1.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaLhhCTXqI/AAAAAAAAAZM/IHRodt_LCbE/s400/comprimento.gif" alt="" border="0" /></a></p><div>  </div><div>2) Sendo dois resistores constituídos pelo mesmo material , e com o mesmo comprimento, o primeiro com área de secção transversal A e o segundo com área de secção transversal 2A. Se a resistência do primeiro for R a do segundo será necessariamente R/2.</div><p><a href="http://bp0.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaLZen_lmI/AAAAAAAAAZE/QdPeDdnCNvA/s1600-h/area.gif"><img src="http://bp0.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaLZen_lmI/AAAAAAAAAZE/QdPeDdnCNvA/s400/area.gif" alt="" border="0" /></a></p><div>  </div><p>A Segunda Lei de Ohm é escrita na forma:</p><p><a href="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaKiPgSGyI/AAAAAAAAAY8/eB1NQrVlbk4/s1600-h/formula.gif"><img src="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGaKiPgSGyI/AAAAAAAAAY8/eB1NQrVlbk4/s400/formula.gif" alt="" border="0" /></a></p><div>  </div><div>  </div><p><br />A resistividade é uma característica do material com que é feito o resistor.</p><br /><p><a href="http://www.efeitojoule.com/">Efeito Joule</a><br /></p><p></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/efeitojoule/~4/322174683" height="1"/>]]></description>
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		<title>Exercício resolvido: Corrente Elétrica 01</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanks.e@gmail.com</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<div>Exercício de física resolvido. Questão que exige conhecimentos de eletrodinâmica: carga elétrica, condutor, corrente elétrica.<br /><br />(Corrente Elétrica 01)<b> </b>a seção normal de um condutor é atravessada pela quantidade de carga ∆Q=1,2.10<sup>-3</sup>C no intervalo de tempo ∆t=1,5.10<sup>-2</sup>s.<br /></div><div><div><br />a) Qual a intensidade da corrente elétrica que atravessa essa seção normal?<br /><br />b) Se os portadores de carga são elétrons, quantos elétrons atravessam essa seção normal nesse intervalo de tempo?<br /></div><br /><br /><div><a href="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SFbhVfa18nI/AAAAAAAAAXE/ZDC85Jo1mBE/s400/barra.gif"><img src="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SFbhVfa18nI/AAAAAAAAAXE/ZDC85Jo1mBE/s400/barra.gif" alt="" border="0" /></a>Resolução</div></div>  <p> </p>      <p>a) a corrente elétrica é dada por:<br /><a href="http://bp3.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SEdLay676HI/AAAAAAAAAWE/Vq2PvrQIPNY/s400/corrente+eletrica.gif"><img src="http://bp3.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SEdLay676HI/AAAAAAAAAWE/Vq2PvrQIPNY/s400/corrente+eletrica.gif" alt="" border="0" /></a></p>  <p>logo:</p><p><a href="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGms-0DoZ5I/AAAAAAAAAZk/kSy-f661mGA/s1600-h/corrente+eletrica.gif"><img src="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGms-0DoZ5I/AAAAAAAAAZk/kSy-f661mGA/s400/corrente+eletrica.gif" alt="" border="0" /></a></p>  <p> </p>  <p><br /></p><p>b) sabendo que o número de elétrons é dado por:</p>  <p><a href="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGmt7EMraHI/AAAAAAAAAZs/pKQs-dnG-Jk/s1600-h/numero.gif"><img src="http://bp2.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGmt7EMraHI/AAAAAAAAAZs/pKQs-dnG-Jk/s400/numero.gif" alt="" border="0" /></a></p>  <p>então:</p><p><a href="http://bp3.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGmuEm8m8WI/AAAAAAAAAZ0/vgxYDO_eFuo/s1600-h/numero+1.gif"><img src="http://bp3.blogger.com/_yhcFVb0usrM/SGmuEm8m8WI/AAAAAAAAAZ0/vgxYDO_eFuo/s400/numero+1.gif" alt="" border="0" /></a></p>  <br /><br /><div>Voltar para <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/06/exercicios-resolvidos-vestibular.html">Exercícios Resolvidos</a><br /><br /></div><br /><div><a href="http://www.efeitojoule.com/">Efeito Joule</a><br /></div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/efeitojoule/~4/323756147" height="1"/>]]></description>
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		<title>Descoberta técnica para detectar partículas cósmicas exóticas</title>
		<link>http://blog-ciencia.blogspot.com/2008/07/descoberta-tcnica-para-detectar.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 19:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Ciência</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos realizados por cientistas brasileiros estão mostrando que algumas partículas exóticas, previstas por modelos que fogem do padrão da física de partículas, podem ser detectadas por telescópios de neutrinos.As descobertas são fruto de um p...]]></description>
		<wfw:commentRss>http://blog-ciencia.blogspot.com/2008/07/descoberta-tcnica-para-detectar.html/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>AS TAÇAS DA IRA</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/as-taas-da-ira.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 16:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Rerum Natura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://bp2.blogger.com/_PtPNUMoshEs/SG5YBwrLKwI/AAAAAAAAAzw/3OK66-Q7YVw/s1600-h/capa.jpg"><img src="http://bp2.blogger.com/_PtPNUMoshEs/SG5YBwrLKwI/AAAAAAAAAzw/3OK66-Q7YVw/s400/capa.jpg" alt="" border="0" /></a>Informação recebida da Livraria Minerva de Coimbra:<br /><br />A Livraria Minerva promove no próximo dia 8 de Julho mais uma sessão das Terças-Feiras de Minerva, desta vez intitulada “As Taças da Ira — As Invasões Francesas: Coimbra e o Baixo Mondego”.<br /><br />A sessão reunirá numa mesa redonda vários especialistas a propósito das comemorações dos 200 anos das Invasões Francesas, e decorre na Livraria Minerva (Rua de Macau 52, Bairro Norton de Matos), pelas 21h30.<br /><br />Estarão presentes a autora do livro “As Taças da Ira”, Helena Rainha Coelho, a historiadora Isabel Nobre Vargues e o linguista José Carlos Seabra Pereira.<br /><br />“As Taças da Ira”, com chancela das Edições MinervaCoimbra, é um romance histórico cuja acção decorre durante as invasões napoleónicas.<br /><br />A acção decorre entre 1799 e 1817, em Coimbra e na Figueira da Foz. Desde a tomada do forte de Santa Catarina aos franceses, por um grupo de voluntários que saiu de Coimbra chefiado pelo estudante Zagalo, engrossando-se o grupo em Montemor-o-Velho e depois na Figueira, não mais as milícias de paisanos e o Corpo Voluntário dos Académicos — o famoso batalhão Académico — deixaram de ter um papel relevante durante as três invasões francesas. Lentes e estudantes trocaram os trajes académicos, os fatos talares, pela farda de soldados e oficiais, tornando-se valorosos militares.<br /><br />A invasão e o saque de Coimbra pelos soldados franceses, o desembarque das tropas inglesas em Lavos, a peste que, entretanto, grassou por toda a região, com especial incidência na Figueira da Foz, onde os empestados se refugiaram em demanda de auxílio, são episódios reais que se vão entrelaçando na trama do destino das personagens criadas por Helena Rainha Coelho. Os tempos cruciais em que estas vivem acabam por influenciar os seus destinos dramáticos e as suas paixões desmedidas.<br /><br />Embora sejam obras autónomas, este romance, “As Taças da Ira”, completa a saga iniciada com “O Tutor”, ambos com chancela das Edições MinervaCoimbra.<br /><br />http://minervacoimbra.blogspot.com<br /><br />Livraria Minerva<br />Rua de Macau, 52 (Bairro Norton de Matos)<br />3030-059 Coimbra<br /><br />Contactos:<br />Tel: 239 701117 / 239 716204<br />Fax: 239 717267<br />Email: <a  rel="nofollow" id="emailShroud0" stoDom="gmail.com" stoUser="minervacoimbra" href="http://www.somethinkodd.com/emailshroud/emailaddress.php?domainName=gmail.com&#38;userName=minervacoimbra&#38;ver=2.1.0" >minervacoimbra</a>]]></description>
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		<title>Tattoos científicas</title>
		<link>http://xisxis.wordpress.com/2008/07/04/tatuagens-ciencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[tatuagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu coleguinha Carl Zimmer atualizou seu blog hoje com mais uma tatuagem inspirada na bela ciência. Aliás, essas tattoos fazem sucesso. Tanto que o divulgador científico criou o link Carl Zimmer&#8217;s Science Tattoo Emporium - clique aqui para se inspirar e fazer a sua. Todos os posts possuem uma fotinho de tatuagem. Não é uma graça? E um pouquinho [...]]]></description>
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		<title>Liga Moebius</title>
		<link>http://matematica.over-blog.com/article-20981897.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ferro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
    O &#34;Desafios Matemáticos!&#34; vai ser reformulado e só conterá artigos relativos ao Ensino Superior.
    
    Brevemente irá estreiar o blog &#34;Liga Moebius&#34; para os alunos do Básico e do Secundário. A Liga Moebius é um grupo ...]]></description>
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		<title>Os Problemas da Filosofia</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/os-problemas-da-filosofia.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Desidério Murcho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://bp3.blogger.com/_6C9fNcWQIW0/SG43wYliQ7I/AAAAAAAAAQY/HOjK7bfIYgM/s1600-h/problemasfil.png"><img alt="" src="http://bp3.blogger.com/_6C9fNcWQIW0/SG43wYliQ7I/AAAAAAAAAQY/HOjK7bfIYgM/s400/problemasfil.png" border="0" /></a>Acabo de saber que a minha tradução do clássico de Russell, <em>Os Problemas da Filosofia</em>, editada pelas Edições 70, está já disponível nas <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2478297&#38;sid=1312101661042237195108167&#38;k5=278D6A28&#38;uid=">livrarias brasileiras</a>. Em Portugal deverá estar disponível em breve. Além de traduzir, escrevi uma introdução (que espero ajudar a compreender melhor as ideias e argumentos apresentados por Russell), assim como algumas notas explicativas.<br /><br />Espero que estudantes, professores e público em geral goste desta edição, que fiz com muito carinho por gostar imenso da prosa de Russell e da solidez do seu pensamento.<br /><br />Para esta edição tive a colaboração crucial do meu amigo e colega Sérgio R. N. Miranda, da UFOP, que traduziu um prefácio alemão de Russell; da Palmira e do Carlos, companheiros deste blog, no que respeita ao esclarecimento da relação entre Einstein, o éter e a experiência de Michelson-Morley; e também de Kenneth Blackwell e Sheila Turcon, dos Arquivos de Bertrand Russell da Biblioteca da Universidade de McMaster (Canadá).<br /><br /><a href="http://criticanarede.com/problemasdafilosofia.html">Aqui</a> encontra-se um excerto da minha algo longa introdução, assim como um excerto do próprio texto de Russell. Como sempre, todas as críticas e sugestões são bem-vindas.<br /><br />Por ser uma obra clássica e ao mesmo tempo introdutória, este livro é não só do interesse de professores e estudantes de filosofia, mas também do público em geral interessado em saber um pouco mais de filosofia. Russell escreve com humor e precisão, e argumenta o tempo todo, incitando-nos a argumentar com ele e contra ele. Entre os temas abordados neste livro estão os universais, a natureza da lógica, a natureza da verdade, o cepticismo e a existência do mundo exterior, o valor da filosofia, as descrições definidas, o a priori, a natureza do conhecimento, o idealismo e a indução, entre outros.<br /><br />Agradeço também publicamente ao editor das Edições 70, Pedro Bernardo, que me deu esta oportunidade única de trabalhar num livro adorável. António Sérgio tinha traduzido a mesma obra, publicada pela Almedina, nos anos quarenta do séc. XX, mas usava infelizmente uma linguagem muito barroca e contrária ao estilo ático de Russell. Era tempo de dar aos leitores portugueses uma nova versão, que espero esteja à altura do original. Soube também que um colega brasileiro fez uma tradução no Brasil, que todavia não chegou a ser publicada em livro. Na Inglaterra, este livro tem estado continuamente disponível, em reimpressões sucessivas, desde que foi originalmente publicado, em 1912.]]></description>
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		<title>Formalismo no ensino</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/formalismo-no-ensino.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Desidério Murcho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Ensino]]></category>

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		<description><![CDATA[O <em>post </em>da Helena “<a href="http://dererummundi.blogspot.com/2008/06/exame-sem-erros-porm-errneos.html">Exames sem Erros, Porém Erróneos</a>” suscitou alguns comentários muito interessantes que apontam para o facto de algumas pessoas terem começado a dar-se conta do fenómeno a que chamo “<a href="http://criticanarede.com/html/ed29.html">formalismo</a>”. O formalismo é a marca distintiva do ensino português, mas não se pense que isso é surpreendente. Todo o ensino tende para o formalismo e só professores realmente competentes e cientes da tendência podem combatê-la. O formalismo surge quando o ensino está desligado de tudo, não está integrado na vida, surge como uma excrescência que nada tem a ver com coisa alguma: uma mera formalidade para ter notas e ir à vida que a morte é certa.<br /><br />As ideologias do “eduquês” que invadiram o Ministério da Educação procuram combater este conhecido fenómeno, mas combatem-no mal. Assim, em vez de se procurar estratégias para mostrar a verdadeira natureza e importância da matemática ou da geografia, eliminam-se quase todos os conteúdos destas disciplinas reconhecíveis como tal, e enche-se o currículo dos estudantes de vacuidades escolares que têm muito a ver com a vida… mas só aparentemente. Isto porque o problema é o modo como se aborda seja o que for na escola, e não os conteúdos em si. Por exemplo, os estudantes não precisam que lhes ensinem a usar o “chat” na Internet, nem precisam que lhes ensinem as abreviaturas usadas nos “chats” e nos telemóveis. Mas se tal coisa começasse a ser ensinada, seria o maior dos tédios para os estudantes e eles nada aprenderiam, apesar de ser algo ligado à vida, se, como é previsível, a abordagem fosse formatada pelo formalismo prevalecente.<br /><br />Não é fácil fazer um diagnóstico iluminante do formalismo, mas pelo menos as seguintes parecem propriedades dominantes:<br /><br /><strong>1)</strong> Incapacidade para explicar realmente a razão de ser das coisas. Em vez disso, afirma-se categórica e autoritariamente que é assim e pronto. Por exemplo, em vez de se explicar cuidadosamente por que razão a multiplicação de um número positivo com um negativo dá um número negativo, limitamo-nos a fazer os estudantes decorar que “mais com menos dá menos”. É por causa deste aspecto que muitos partidários do “eduquês” se insurgem contra a memorização, mas isto é um disparate (que resulta precisamente de formalismo, ironicamente). Aquilo que qualquer especialista competente da educação sabe e afirma é que a memorização não pode substituir a compreensão, e não que a memorização tem de ser eliminada do sistema de ensino. Mas como os maus técnicos de educação sofrem eles mesmos de formalismo, não sabem muito bem por que razão devemos “ser contra” a memorização, e acabam por trocar as tintas.<br /><br /><strong>2) </strong>Incapacidade para escolher os conteúdos relevantes. Em qualquer área de estudos há pormenores que nunca mais acabam. E que são irrelevantes no seguinte sentido: se um estudante for correctamente exposto às matérias e métodos realmente fundamentais, poderá descobrir por si as outras ou poderá compreender um livro que as explique. É crucial escolher os conteúdos que têm uma ligação maior ao estádio cognitivo dos estudantes e que ao mesmo tempo são centrais. Caso não se faça isto, mais uma vez temos uma memorização acéfala de pormenores completamente irrelevantes. O exemplo que melhor conheço disto é a lógica aristotélica. Em si, esta lógica estuda apenas 256 formas argumentativas válidas, com apenas 4 formas proposicionais (não interessa agora explicar o que são formas argumentativas e proposicionais). Ora bem, ao longo dos séculos de mau ensino medieval, transformou-se esta lógica minúscula num bicho-de-sete-cabeças, com inúmeras falsas subtilezas e conteúdos. Resultado: os professores que decoraram várias irrelevâncias querem depois transmiti-las aos alunos, e são capazes de andar um semestre inteiro a leccionar pormenores sem qualquer interesse. No final, os alunos decoraram várias coisas, mas não aprenderam o que realmente conta. Em contraste, eu ensino esta lógica apenas numa semana (quatro horas de aulas), depois de os alunos saberem lógica de predicados. Nada há de fundamental nesta lógica que eles não saibam ou não compreendam se forem ler um livro que fale dos vários pormenores que não estudaram; porque estudaram o que conta.<br /><br /><strong>3)</strong> Incapacidade para fazer perguntas com elevado grau de discriminação cognitiva. (Por “grau de discriminação cognitiva” refiro aqui a capacidade para distinguirmos os estudantes que compreendem realmente as coisas dos que não as compreendem mas as memorizaram.) Ao fazer exames o formalismo reaparece. Como? Fazendo-se perguntas que não testam realmente a compreensão que o estudante tem das matérias ou das metodologias, mas antes a mera memorização acéfala. O que significa que os alunos podem acabar os seus estudos com óptimas classificações sem no entanto fazerem a mais pequena ideia da realidade do que estudaram: aprenderam apenas a memorizar e repetir mantras sem sentido. No caso da lógica isto é particularmente evidente, como sublinhei no livro <em><a href="http://criticanarede.com/lds_lugarlogica.html">O Lugar da Lógica na Filosofia</a></em>. Pensemos no seguinte: uma definição correcta de argumento dedutivamente válido é que se trata de um argumento no qual é impossível as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa. Se fizermos perguntas do género “Defina argumento dedutivamente válido”, não saberemos distinguir um aluno que realmente compreende a definição de um que apenas a decorou. Solução? Fazer perguntas que exijam que o aluno domine realmente a noção; por exemplo, se perguntarmos “Pode um argumento dedutivamente válido ter conclusão falsa? Porquê?”, a probabilidade de um aluno que não domina a noção conseguir responder adequadamente é mínima. E é possível fazer perguntas de resposta múltipla com o mesmo grau de discriminação ou com um grau aproximado.<br /><br /><strong>4)</strong> Transposição para o ensino do formalismo herdado. Muitos de nós fomos educados no formalismo, nomeadamente académico: dissertações de mestrado e doutoramento que nada realmente dizem, que são meros resumos do que outros escreveram, sem que o autor compreenda realmente o que está a resumir; aulas intermináveis na faculdade em que o professor só está preocupado em fingir-se superior mas quase nada do que diz ele compreende cabalmente; repetição acéfala dos chavões académicos da moda ("paradigma", "construção", "identidade", etc.) sem que se pare para pensar no que estamos realmente a dizer. Como quase todos fomos vítimas deste ensino, é natural que ao ensinar perpetuemos a fraude. Para impedir isso é preciso um envolvimento activo tanto nas matérias da nossa especialidade como na actividade de ensinar, coisa que exige trabalho, amor e profissionalismo. Quando se ensina não podemos esquecer que estamos a lidar com pessoas, e se tivermos um profundo desprezo por quem estamos a ensinar é natural que não tenhamos qualquer motivação para tentar fazer melhor do que nos fizeram a nós.<br /><br />Comecei por afirmar que todo o ensino tende para o formalismo. Esta afirmação é uma especulação empírica que resulta da minha observação assistemática das coisas, tanto no presente quanto na história do ensino. A ser verdadeira esta especulação, importaria tentar descobrir porquê. Penso que há uma boa hipótese de trabalho: isso acontece porque as sociedades humanas são tipicamente profundamente hierárquicas e autoritárias; a liberdade é uma coisa relativamente nova; a tradição e a autoridade sempre modelaram as relações humanas, e por isso também o ensino. Acontece que a filosofia grega introduziu novidades cruciais no mundo, novidades que deram origem à ciência: a liberdade de pensar, a paridade entre seres humanos, a substituição da tradição e da autoridade pela prova e pela argumentação. É essa revolução que custa a ser feita, mas enquanto não for feita o ensino não poderá atingir a qualidade que todos desejamos.]]></description>
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		<title>A verdade sobre a intuição</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 12:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Mulheres, socorro! Eles estão descobrindo os nossos segredos! Um estudo realizado pela Universidade Linköping, da Suécia, mostra que a intuição tem base neurobiológica. O pior é que a explicação é simples e lógica. 
O cérebro humano tem um sistema para receber e analisar as impressões sensoriais conscientes e inconscientes. Nas inconscientes, elas são comparadas com imagens e [...]]]></description>
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		<title>Tom Waits e o hospital</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 12:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia Ao Natural</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Se há uma verdade sobre os portugueses, é que nos babamos por escutar o que os outros têm a dizer sobre nós.E se esses outros forem estrangeiros a baba é diluvial.Nem que sejam alarvidades.Ou realidades.Entre o final de um cigarro e o início do o...]]></description>
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		<title>Calorias</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 08:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ciencia Ao Natural</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Aparentemente a escolha alimentar não se baseia no valor calórico da mesma...Pelo menos é o que afirma a "amostra" americana que falou...]]></description>
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		<title>James Prescott Joule</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 08:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanks.e@gmail.com</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<div>James Prescott Joule nasceu em dezembro de 1818, em Salford, Inglaterra. Era filho de um importante cervejeiro de Manchester, e sempre manifestou interesse pelas máquinas e pela Física. Joule teve contato com grandes físicos como John Dalton que lhe ensinou ciências e matemática.<br /></div><br /><div>Joule estudou a natureza da <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/04/corrente-eletrica.html">corrente elétrica</a>. Após inúmeros experimentos ele descobriu que, quando um <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/04/eletrizacao-condutores-e-isolantes.html">condutor</a> é aquecido ao ser percorrido por uma corrente elétrica, ocorre uma transformação de energia elétrica em energia térmica. Este fenômeno é conhecido como <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/04/efeito-joule.html">Efeito Joule</a> (que dá nome ao blog) em sua homenagem.</div><br /><div>Interessado pelo estudo do calor, Joule também realizou vários experimentos nesta área, estes o ajudaram a determinar  uma relação para a equivalência entre o trabalho mecânico e o calor. O que ajudou na formulação da teoria da conservação da energia (Primeira Lei da Termodinâmica), contribuição que impulsionou o estudo da termodinâmica.<br /></div><br /><div>Ele trabalhou com o Físico William Thomson (Lord Kelvin) realizando experimentos termodiâmicos. Juntos chegaram ao efeito Joule-Thomson que relaciona a temperatura e o volume de um gás.<br /></div><br /><div>Na época suas teorias eram bem polemicas, pois, acreditava-se que o calor era um fluido chamado “calórico”. Joule propôs uma mudança neste conceito dizendo que, o calor era na verdade uma das formas da energia e que estava ligado ao estado de agitação das <a href="http://www.efeitojoule.com/2008/04/atomo-eletrons-protons-e-neutrons.html">moléculas</a>.<br /></div><br /><div>A própria ciência sofria várias mudanças. Uma delas diz respeito a responsabilidade social da ciência, foi nesta época que o homem percebeu que a ciência não é apenas uma forma de organização do conhecimento. Outra mudança importante foi com relação a visão do homem em relação a natureza. Antes a ciência se preocupava em explorar a constituição da natureza, mas agora, o homem percebeu que pode extrair energia da natureza e transformá-la. O homem começa a dominar as fontes de energia da natureza, o vento, a água, o vapor... etc. Todas estas mudanças fazem parte da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u10188.shtml"> Revolução Industrial</a>.<br /></div><br />A unidade de medida joule (J).<br /><br /><div>O joule, que tem como símbolo a letra J, é a unidade de medida de energia e trabalho no sistema internacional de unidades. As experiências e, grandes contribuições de James Joule para a Física trouxeram-lhe reconhecimento. Joule morreu em outubro de 1889 em Sale, Inglaterra, e após sua morte, foi feita esta homenagem.<br /></div><br /><div>Um joule pode ser definido como, o trabalho necessário para exercer uma força de um newton por uma distância de um metro (N.m). Outra definição para joule é, o trabalho realizado para produzir um watt de energia durante um segundo (W.s).<br /></div><br /><div>O <a href="http://rainhadecopas.org/meme/1806-carnaval-cientifico-um-cientista-na-minha-vida/">Atila</a> propôs uma postagem coletiva sobre cientistas, e no blog do <a href="http://brontossauros.blogspot.com/"> Carlos Hotta </a> você tem um ótimo <a href="http://brontossauros.blogspot.com/2008/06/carnaval-cientfico-um-cientista-em.html"> resumo destes artigos.</a><br /></div><br /><div><a href="http://www.efeitojoule.com/">Efeito Joule</a><br /></div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/efeitojoule/~4/326442034" height="1"/>]]></description>
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		<title>Mercúrio revisitado</title>
		<link>http://blog-ciencia.blogspot.com/2008/07/mercrio-revisitado.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Ciência</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Análise de imagens captadas pela sonda Messenger revela nova face do planeta mais próximo do Sol.O sobrevôo recente do planeta Mercúrio por uma sonda pode ajudar os especialistas a conhecer melhor esse planeta. A missão Messenger, lançada pela ag...]]></description>
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		<title>O BATALHÃO ACADÉMICO DE 1808</title>
		<link>http://dererummundi.blogspot.com/2008/07/o-batalho-acadmico-de-1808.html</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 23:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Fiolhais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[relação escola-comunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://bp2.blogger.com/_OIeHHjRt3gQ/SGz0rtOOrCI/AAAAAAAABBQ/iZ-8pzp8OuU/s1600-h/Aliciao...jpg"><img src="http://bp2.blogger.com/_OIeHHjRt3gQ/SGz0rtOOrCI/AAAAAAAABBQ/iZ-8pzp8OuU/s400/Aliciao...jpg" alt="" border="0" /></a><br /><p>Minha crónica no "Público" de hoje (a imagem de cima reproduz uma tapeçaria de Portalegre, feita em 1961, existente no Tribunal da Figueira da Foz e que ilustra o Batalhão Académico de 1808, com o sargento Zagalo fardado no centro, os estudantes à sua volta e os populares dos dois lados; a Torre da Universidade, o castelo de Montemor e o Castelo de Santa Catarina da Figueira da Foz, este com a bandeira francesa, são visíveis em segundo plano):<br /></p>    <p>Fez a 27 de Junho 200 anos que o Batalhão Académico, formado por estudantes da Universidade de Coimbra, tomou aos invasores franceses o Forte de Santa Catarina, na Figueira da Foz. Em 1 de Agosto próximo fará 200 anos que o general inglês Arthur Wellesley, mais tarde Duque de Wellington, começava a desembarcar com as suas tropas na Praia do Cabedelo, na Figueira da Foz, prenunciando o fim da Primeira Invasão francesa comandada pelo general Andoche Junot. Os dois eventos, tão próximos no espaço e no tempo, estão decerto ligados. A Universidade e a sociedade estavam, ontem como hoje, fortemente ligadas uma à outra.</p>  <p>A expedição estudantil começou no dia 25 de Junho, às ordens do sargento de Artilharia e estudante de Matemática Bernardo António Zagalo. Eram só escassas dezenas os alunos que se tinham alistado, de capa e batina, mas o grupo foi sendo engrossado quando atravessou os campos do Mondego por numerosos paisanos, camponeses de foice e gadanha nas mãos, que, chamados pelos sinos da Torre e das igrejas, queriam ajudar na revolta. O batalhão ficou com mais futricas que doutores. Foi talvez por isso que o ocupante não ofereceu grande resistência, tendo rapidamente a bandeira lusa substituído a francesa no forte figueirense. Pela proeza, o sargento Zagalo foi passados poucos meses promovido a capitão.</p>  <p>O chefe do forte ocupado pelas tropas de Napoleão era um tenente português, um dos nacionais simpatizantes e colaboradores com o inimigo. Havia para esse acto exemplos mais altos, o maior dos quais poderá ter sido a “dupla traição” (à pátria e ao marido) cometida pela Condessa de Ega, que foi amante de Junot durante a Invasão...</p>  <p>O Batalhão não foi o único contributo da Universidade para o esforço de guerra. O Laboratorio Chimico, que tinha sido estabelecido pelo Marquês de Pombal em 1772 quando reformou a Universidade, foi usado a partir de Junho de 1808 para fabricar pólvora. Ainda hoje se pode ver nesse espaço – que alberga o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, recentemente distinguido  com o Prémio Europeu de Museu de Ciência do Ano - a pia da pólvora. Dirigiu as operações o lente de Química Tomé Rodrigues Sobral, o “mestre da pólvora”, que haveria de ser alvo de vingança durante a Terceira Invasão, quando os franceses lhe queimaram a casa com todos os seus haveres.</p>  <p>A Real Imprensa da Universidade também ajudou ao imprimir em 11 de Agosto do mesmo ano uma <i>Exortação do General Comandante do Exército Português aos seus soldados:  A Providência vos destina hoje a dar a esses Francezes a mais energica lição; e á vossa Patria a alegria do triunfo. Lembrai-vos, que sois Portugueses, que sois filhos de Heroes: séjamos Heroes como elles. Vamos, Soldados, pôr o último remate a esta luta horrível. Vencer, ou morrer, he a nossa obrigação</i> (a grafia é da época, não respeitando por isso os acordos ortográficos posteriores).</p>  <p>A Convenção de Sintra entre a Inglaterra e a França pôs termo à Primeira Invasão em 30 de Agosto, depois das batalhas da Roliça (17 de Agosto) e  do Vimeiro (21 de Agosto). E, a 29 de Setembro, para <i>agradecimento pela feliz restauração destes Reinos, como em especial na conservação e segurança da Universidade, e cidade de Coimbra,</i> realizou-se uma cerimónia na Sala dos Capelos, oficiada pelo lente de Prima de Teologia Frei Joaquim de Santa Clara.  O Paço da Universidade alumiou-se nessa noite e, conforme informava o jornal <i>Minerva Lusitana</i>, <i>ali se recitarão muitas composições poéticas d’antemão preparadas, e muitos sonetos e motes, que se lhes davão, aluzivos a tão lisonjeiras circunstancias</i>. </p>  <p>Houve depois outros Batalhões Académicos, nomeadamente os que lutaram pelos liberais durante a Guerra Civil. Mas o Batalhão de 1808, por estes dias comemorado em Coimbra, Montemor e Figueira, teve o mérito de ser o primeiro. Hoje já não há batalhões académicos, mas ainda há a Filarmónica União Verridense, a mais antiga do país, que, criada em Junho de 1808, se estreou na praia com a recepção às tropas inglesas.</p>]]></description>
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		<title>Super Blog awards: vota ai nesse Mambo !!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 21:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>NEBIOQ-UP</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Super Blog awards]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><div>         </div><div><p><a title="Super Blog Awards &#124; Inscrição" href="http://www.superbock.pt/registo.aspx"><img src="http://icorli9e.files.wordpress.com/2008/07/spreg.jpg?w=498" alt="" /></a></p>    <p>As votações para o Super Blog Awards já começaram e para votar necessitam de se <a title="Super Blog Awards &#124; Inscrição" href="http://www.superbock.pt/registo.aspx">registar no site</a>. Sei que ninguém gosta de ceder dados mas pelo menos é para o bem da cerveja portuguesa e da ciência dos pequeninos.<br /><em><strong><br /></strong> P.S O blog está inscrito na categoria “Educação e Ambiente” .</em></p> </div>       </div><div>Nebioq_UP...promovendo a Bioquimica e os Bioquimicos...</div>]]></description>
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		<title>Extinção da vida selvagem seriamente subestimada +</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 20:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um herbicida tem arruinado quintais de vegetais no Reino Unido
É mais um daqueles produtos seguros da Dow. Estas empresas criam deliberadamente um Mundo horrível, o que é preciso é facturar. Guardian.
O novo filme da Pixar Wall-E ofendeu a direita radical norte-americana
Para estes notáveis pensadores, o excesso de consumo e destruição ambiental são &#8220;valores&#8221; dos &#8220;liberais [...]]]></description>
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		<title>Game - NanoQuest</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uákiti Pires - 大尉(Taichou)</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente achei mais um empolgante jogo de nanotecnologia, espero que gostem!Enrredo:Estamos em 2008, em Dublin. Você é um estagiário no centro de nanotecnologia da investigação ao lado do Pr D’Arcy, inventor da "Quantum Scalling Machine". Enqu...]]></description>
		<wfw:commentRss>http://nanowow.blogspot.com/2008/07/game-nanoquest.html/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Darwin e as desprezíveis Galápagos - I</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 17:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronaldo Angelini</dc:creator>
		
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Quando Charles Darwin (1809-1882) chegou às Galápagos em 15 de setembro de 1835 pareceu relativamente desapontado com o que viu. Apesar de já conviverem com pelo menos 200 exilados deportados do Equador, então colônia inglesa, as aves locais não fugiam dos homens quando os avistavam. Darwin cutucou uma delas com seu rifle e achou que [...]]]></description>
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		<title>Einstein em Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 16:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Fiolhais</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<a href="http://bp3.blogger.com/_OIeHHjRt3gQ/SGz9t32abVI/AAAAAAAABBg/s_GYL18_X3c/s1600-h/einstein+%2B+lisbon.jpg"><img src="http://bp3.blogger.com/_OIeHHjRt3gQ/SGz9t32abVI/AAAAAAAABBg/s_GYL18_X3c/s400/einstein+%2B+lisbon.jpg" alt="" border="0" /></a><br />Na Internet encontram-se verdadeiras pérolas. Encontrei, por exemplo, no Flickr esta fotografia de um prédio em Lisboa. Não é "Photoshop", mas sim um instantâneo de uma fachada do Teatro da Trindade, no Chiado...]]></description>
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		<title>Elementar, meu caro Watson?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 15:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nurit Bensusan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#34;Elimine o imposs&#237;vel, e o que restar, por mais improv&#225;vel que pare&#231;a, deve ser verdade.&#34;&#160; Com essas palavras,&#160;Sherlock Holmes partia para desvendar os mist&#233;rios que assombravam a Inglaterra vitoriana....
</p><p><a href="http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta/post.asp?cod_post=111920">Leia mais</a></p><p><a href="https://seguro.oglobo.com.br/assinatura/">Assine O Globo</a> e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa</p>      ]]></description>
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