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Archive for the vulcão

Mayon de novo em erupção


Mais 3 mil pessoas que vivem perto do vulcão Mayon, nas Filipinas, foram removidas das suas casas sexta-feira, 18 de Dezembro.

Outras dez mil devem sair nos próximos dias. A actividade do Mayon tem vindo a aumentar, com fortes explosões.

Em camiõess das forças de defesa, os moradores foram levados a refúgios habilitados em edifícios públicos situados fora da zona de  perigo, estabelecida num raio de 8 quilómetros em torno do Mayon.

Segundo o Instituto Filipino de Vulcanologia, as explosões deixaram nuvens de cinza de até dois quilómetros de altura e causaram os maiores tremores desde que o vulcão despertou, na segunda-feira 14 de Dezembro.

Desde então foram registradas cerca de cinquenta explosões no Mayon, o mais activo dos 22 vulcões das Filipinas. As autoridades do país, consideram que a entrada em erupção do vulcão pode ser perigosa e continuam a evacuar milhares de pessoas, com apoio do Exército.

O governo da província de Albay decretou na quinta-feira o toque de recolher a partir da meia-noite em toda a zona situada em um raio de 8 quilómetros em torno ao vulcão, considerada de risco.

Situa-se entre a placa Euroasiática e  a Filipina, numa fronteira com potencial altamente destrutivo – uma zona de subdução num limite convergente onde as duas placas colidem.

Fonte  ”http://pt.wikipedia.org/wiki/Vulc%C3%A3o_Mayon

http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Mayon_Volcano&printable=yes

Tagged: "Actividade Vulcânica", Filipinas, Geologia, Mayon, subducção, Vulcão Continue a ler Mayon de novo em erupção

Aprenda a Fazer um vulcão de Dicromato de Amonio



O dicromato de amônio é um solido alaranjado que ao ser oxidado libera N2 e H2O formando oxido de cromo. Durante essa reação seu volume aumenta cerca de 30 vezes e ao liberar os gases, um pouco de oxido de cromo entra em suspensão no ar, lembrando cinzas expelidas por vulcões.
Lembrando que a semelhança com o vulcão é somente visual, o mecanismo que leva o vulcão entrar em erupção é completamente diferente do da oxidação do dicromato de amônio.


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Yellowstone – Beleza Perigosa


 

O Parque Nacional de Yellowstone, o mais antigo parque nacional do mundo, está localizado nos Estados Unidos da América e cobre uma área de 8987 km2. Yellowstone é um ponto quente, com uma pluma de magma que se ergue do manto, penetrando em rochas ácidas. Apesar da actual aparência pacífica da paisagem, Yellowstone sofreu períodos de violência extrema no último milhão de anos. Esse passado resultou na presença de milhares de fontes termais, fumarolas, géiseres e caldeiras naturais. (Exame de Biologia e Geologia – 1ªfase /2009 – GAVE)

Nos anos 1960, enquanto estudava a história vulcânica do Yellowstone National Park, Bob Christiansen, da United States Geological Survey, ficou intrigado com algo que, curiosamente, ainda não tinha preocupado ninguém: não conseguia encontrar o vulcão do parque. Sabia-se há muito tempo que Yellowstone tinha natureza vulcânica – só isso podia explicar todos aqueles géiseres e outras características fumegantes – e se há coisa que caracterize bem os vulcões, é a sua capacidade de dar nas vistas. Mas Christiansen não conse­guia encontrar o vulcão em lado nenhum. Sobretudo, não conseguia encontrar uma estrutura a que chamamos caldeira.

 

Perfil da caldeira vulcânica

Perfil da caldeira vulcânica

 A maior parte de nós, quando pensa em vulcões, pensa naqueles de forma cónica tradicional, como o Fuji ou o Kilimanjaro, que surgem quando o magma se acumula numa pilha simétrica. Estas podem formar-se muito rapidamente. Em 1943, em Parícutin, no México, um agricultor ficou espantado ao ver fumo a sair de um determinado sítio nas suas terras. Passada uma semana, era o di­vertido e perplexo proprietário de um cone com 152 metros de altura. Ao fim de dois anos já se elevava a 430 metros, e tinha mais de 800 metros de diâme­tro. No total, devem existir cerca de dez mil destes espalhafatosos vulcões es­palhados pela Terra, estando quase todos extintos, à excepção de umas poucas centenas. Mas existe uma outra espécie de vulcão, menos famosa, sem forma­ção de montanha. São vulcões tão explosivos que podem rebentar de uma só vez, numa única e violenta erupção, deixando atrás de si uma vasta depressão côncava: a caldeira. Yellowstone pertencia obviamente ao segundo tipo, mas Christiansen não conseguia encontrar a caldeira em sítio nenhum.

Localização e idade (M.a) dos centros vulcânicos

Localização e idade (M.a) dos centros vulcânicos

Por coincidência, na mesma altura a NASA decidiu testar câmaras de gran­de altitude, tirando fotografias de

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Vulcões extinguiram os “pré” dinossauros


Esqueça o que aprendeu na escola. Há um mês eu já havia dado a dica – leia aqui – de que não foi um meteoro o culpado pelo fim dos dinossauros. Cientistas têm evidências de que espécies de répteis e animais marinhos que viveram antes dos dinossauros também “sumiram” devido a gigantescas erupções vulcânicas.

Na sexta-feira (dia 29), pesquisadores da Universidade de Leeds, Reino Unido, em colaboração com a universidade chinesa de geociências Wuhan, publicaram um artigo na revista Science afirmando que sabem o momento exato da erupção – ocorreu há 260 milhões de anos.

O vulcão estava localizado na  província de Emeishan, no sudoeste da China. Ele cuspiu cerca de meio milhão de quilômetros cúbicos de lava – o que corresponde a cinco vezes o  tamanho do País de Gales.

De maneira extremamente simplificada, vou explicar como os pesquisadores descobriram. Quando a gente olha uma montanha cortada no meio, observamos várias faixas de terras de diferentes cores. Na China, os cientistas observaram uma faixa de rocha magmática – de lava solidificada. Ela fica entre rochas sedimentares – material depositado pela água, vento ou geleiras. Essas sedimentares têm fóssil de vida marinha.

A camada de rochas fossilizadas, imediatamente após a erupção, mostra por meio de fósseis e a ausência deles a extinção em massa de diferentes formas de vida. Segundo os pesquisadores, ela liga claramente o início da erupção com uma grande catástrofe ambiental.

Mas como a tragédia teve um efeito global? No início da erupção, quando a lava encontrou o mar raso, houve uma violenta explosão. Ela espalhou dióxido de enxofre na estratosfera – camada da atmosfera que atinge 50 km de altura. Uma nuvem massiva se espalhou por todo o planeta. Resfriando e, talvez, causando até chuva ácida.

Para saber mais, em inglês, veja o site da Universidade de Leeds e o artigo na revista Science. Aliás, indico também a leitura desta matéria escrita pelo meu colega Peter Moon, na revista Época, sobre a extinção dos dinossauros.

Obs. 1: Hoje, publiquei um post no blog Papo de Homem sobre orgasmo. Mulheres com QE alto são privilegiadas.

Obs. 2: A queda do avião Airbus, da Air France, pode ter sido causada por raios. Leia aqui como se proteger deles. Agora, vamos refletir. Será que o aquecimento global tem piorado as tempestades? Recentemente, um piloto disse que

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Vesúvio pode entrar em erupção a qualquer momento


Quando visitei a Itália queria muito ir até Pompéia. Conhecer a cidade destruída pelo vulcão Vesúvio, em 79 d.C. Não deu tempo. Infelizmente, terá que entrar para minha crescente lista de infinitos lugares para ver antes de morrer.

Bom, o fato é que esses dias conferi um ótimo documentário feito pela Discovery Channel sobre o vulcão. O Vesúvio continua “acordado”, por isso é monitorado 24 horas por dia de diversas maneiras – com câmeras, sismógrafos, etc.

A situação é alarmante. De acordo com o programa, os cientistas acreditam que o Vesúvio tem uma periodicidade. Além de entrar em atividade todo século, o problema é que… a cada cerca de dois mil anos explode com intensidade máxima como na época de Pompéia.

Fazendo as contas… Se os pesquisadores estiverem corretos, esse dia está chegando! Só que, atualmente, mais de três mil pessoas vivem próximas ao gigante. Nápoles é vizinha dele – veja imagem que fiz acima.
 
Como funciona a explosão de um vulcão

De maneira super simplificada, quando as placas tectônicas se movem, podem mandar magma para o vulcão. Dependendo da força da pressão exercida, o vulcão é “destampado”.

Em seguida, uma coluna de cinzas sobe mais que 10 quilômetros acima dele. Ao ficar muito mais pesada que o ar, despenca a uma velocidade maior que 100 km/h. Em segundos, essa cinza quente enterra toda uma cidade e queima tudo por onde passa. Depois, o magma desce a “montanha”.

Para saber mais, selecionei links bacanas:

O site italiano Vesuvioinrete possui webcams ao vivo do Vesúvio. Veja aqui.

A Itália está repleta de vulcões! A maioria localizado na região esquerda da “bota”. Conheça eles aqui.

O site Global Volcanism Program, em inglês, é bem didático e fácil de entender. Tem tudo sobre vulcões.

A página da Universidade Tecnológica de Michigan é completa, mas um pouco bagunçada. Em inglês.

Para que gosta de desgraças, recomendo o site da Estratégia Internacional para Redução de Desastres ou International Strategy for Disaster Reduction, em inglês.

Posted in ciência Tagged: geologia, Itália, vulcão
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Veja vulcões ao vivo e a cores


Sensacional - porque moro longe! A internet nos proporciona momentos únicos…

Não precisamos mais viajar para ver vulcões “trabalhando”. Alguns centros de pesquisa e monitorização dessas atividades da natureza instalaram câmeras que focam por 24 horas os gigantes. Basta entrar nos endereços dos sites: Apolo 11 - que reuniu vulcões de todo o mundo - e Centro Nacional de Prevención de Desastres (CENAPRED) - do México.

Neste exato instante, o segundo site exibe alerta amarelo para o vulcão Popocatépetl - ativo, localizado a 60 km da capital Ciudad de México. Isso significa que a população próxima deve ficar esperta - no linguajar chulo. Literalmente, se preparar para evacuar a área. Veja aqui o que os moradores devem fazer - em espanhol.

Um amigo meu escalou um vulcão. Disse que foi uma das coisas mais maravilhosas que já fez. Eu ainda vou ver um de pertinho… Tête-à-Tête…

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