Jul 19
Ilha Bartolomé
Ronaldo Angelini @ Bafana Ciência Categorias: Artigos, Ciência Geral, Ecologia, Turismo, ilhas galápagos, viagem
Oi pessoal, nos desculpem a demora. Muita correria e canseira. A vida no mar, descansa a cabeça mas o corpo velho de guerra, já não é mais aquele…. Enfim, nossa última visita em Galápagos foi para uma de suas inúmeras pequenas ilhas, a Bartolomé. Bem, no caminho até lá, no barco, muitas fragatas (Fregata minor e Fregata magnificens) nos seguiram, voando ao lado da janela da cozinha do barco, esperando que o cozinheiro jogasse-lhes restos de comida. Ele estava de bom humor, elas comeram bem e bastante.
Ainda, passamos próximos a uma outra pequena ilha chamada “Dafhne Maior” que lembra exatamente um vulcão, mas ninguém tem permissão de aportar nela.
Em Bartolomé, o espetáculo é realmente incrível. Há 17 vulcões extintos na ilha, incluindo um submerso pela alta maré, os outros formam uma verdadeira aula de geologia vulcânica que detalharei mais tarde pra vocês quando finalmente estiver de volta ao Brasil....




Depois de escrever, meu lazer preferido é… VIAJAR! Eu me realizo em viagens. Vivo sonhos. Vejo outros modos de vida. Aliás, quero logo colocar o pneu na estrada… Nem que seja por dois dias e com o computador a bordo. Se você também é apaixonado por uma mochila nas costas, principalmente por roteiros repletos de mato e afins, saiba a importância de consultar o Emílio Ribas - para quem vive na capital São Paulo.
Existem cidades, estados brasileiros e países do mundo todo que exigem mochileiros literalmente vacinados. Geralmente, quando a área visitada ou o país do qual é proveniente possui surto ou risco de alguma doença infecciosa. Certa vez, quando era menor, qual não foi a minha preocupação - logo eu que sou super organizada para esses assuntos - ao saber que a área que visitava oferecia risco de pegar febre amarela ou, pior, hanseníase! Descobri pelas placas na estrada do local!
Não seja um desavisado. O Instituto de Infectologia do Hospital Emílio Ribas possui um serviço especial para os viajantes. Oferece consultas, dicas, vacinas e mostra os locais com riscos. Visite 



Como todo lugar mágico, Bonito - cidadezinha do Mato Grosso do Sul - está repleto de histórias. Mais que isso, algumas são lendas vivas. Cá entre nós e baixinho, os moradores garantem que elas influenciam, ainda hoje, a vida das pessoas. “O enterro” é um exemplo…
Durante a Guerra do Paraguai, iniciada em 1864, soldados paraguaios - que vinham lutar em terras brasileiras - traziam ouro para garantir o sustento, trocas-trocas e afins. Muitas batalhas se deram onde hoje fica o estado do Mato Grosso do Sul.
Durante os confrontos, os paraguaios enterravam o metal para não perdê-lo ou serem roubados. Procuravam uma Figueira típica da região - não a dos famosos figos nem as das praças públicas de São Paulo - e escondiam o ouro sob a sombra ou a uma determinada distância da árvore. Na volta das lutas, desenterravam e seguiam com o metal.
Entretanto, diversos soldados paraguaios morreram antes de alcançar seu tesouro. Assim, a Guerra acabou em 1870. Mas… os espíritos deles continuam vagando por Bonito em busca dos ouros. Pessoas juram - de pés juntos - que encontraram o precioso metal enterrado aos pés das Figueiras. Porém não adianta voar para lá atrás do seu brilho dourado.
Não é qualquer um que consegue descobri-lo. Apenas quem possui ... 

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