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The Longest Way 1.0 — One Year Walk–Beard Grow Time Lapse
The Longest Way 1.0 - one year walk/beard grow time lapse from Christoph Rehage on Vimeo.
Christoph Rehage set out on his 26th birthday, in November 2007, to walk all the way from China to Germany. He also decided not to cut his hair or shave his chin. Starting off as shiny as Mr. Clean, he took daily photos of himself (at arm's length) to show the progress toward a furry head and face.
Rehage quit walking after 11½ months (and 4,646 km) and decided to go back to school. At home, he cut together a time-lapse video of his self-portraits, and it quickly caught on. What starts out with a melancholy title sequence, setting up an archetypal young man's spiritual quest through travel, kicks into gear at 45 seconds when the flip book of shots begins and his beard starts to grow. But it's more than just a shot-a-day look at his face; what's happening in the scenes around him makes this special. In less than three minutes, we get a unique traveler's tale — the joy, anguish, exhaustion and even heartbreak of a young man walking, very much alive.
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Conheça as pinturas rupestres de Florianópolis
Ai, ai. Que lugar, não? A maioria das pessoas vai para a Ilha de Santa Catarina – nome da ilha que faz parte de Floripa – em busca de sol, praia e água fresca. Mas o local está repleto de pinturas rupestres.
A Praia do Santinho, por exemplo, recebeu esse nome devido a uma pintura que lembrava um santo. Porém… Como estamos no Brasil… Alguém roubou a pedra com a inscrição.
No Morro das Aranhas, ponta sul da praia, ainda existem algumas protegidas por uma estrutura patrocinada pelo resort Costão do Santinho. Aliás, uma delas é o símbolo do mega hotel.
Tirei fotos de duas. Uma os cientistas acreditam que representa uma máscara usada pelos habitantes antigos da região. A outra parece ondas do mar.
Existem vários tipos de pinturas – com diferentes materiais e técnicas. Essas foram feitas meio que cavocando a pedra – uma espécie de gravura – que recebeu tinta. Uma pena que a pedra está descascando, apagando a arte.
A data das pinturas em questão são uma incógnita. Podem ter desde quatro mil anos até terem sido feitas depois de Cristo – o que os pesquisadores consideram mais provável.
Próximo ao local, existem algumas pedras extremamente polidas. Elas eram usadas pelos antigos habitantes da ilha – quem sabe os mesmos que fizeram as pinturas rupestres? – para afiar instrumentos.
Fiquei apaixonada pela ilha. Ela é uma espécie de Telêmaco Borba – cidade onde nasci, no Paraná – com praias ainda preservadas. Poxa, na beirinha da água a vida marinha aflorava. Peixes e caranguejos passavam pelo meu pé. Um amor.
Por isso, faço um apelos. Não compre terrenos – ilegais – em áreas de preservação. Não jogue lixo na praia e nas ruas. Não saqueie as pinturas rupestres. Se é que existe um turismo “de preservação”, é esse que devemos fazer.
Vai para Floripa? Outras praias também têm pinturas rupestres como Campeche – leia aqui uma curiosidade francesa que escrevi sobre o lugar – e Barra da Lagoa. Estava super ansiosa para contar tudo isso aqui!
Obs.: Clique nas fotos para ampliar. A última acima é a vista que temos do lugar onde estão as pinturas. Só que a foto não captou exatamente a cor do mar. Ele estava completamente verde e transparente no raso. Mais ao fundo, totalmente azul. Lindo de morrer!
Posted in arte, ciência, meio ambiente, Rede Ecoblogs…
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Oi pessoal, nos desculpem a demora. Muita correria e canseira. A vida no mar, descansa a cabeça mas o corpo velho de guerra, já não é mais aquele…. Enfim, nossa última visita em Galápagos foi para uma de suas inúmeras pequenas ilhas, a Bartolomé. Bem, no caminho até lá, no barco, muitas fragatas (Fregata minor e Fregata magnificens) nos seguiram, voando ao lado da janela da cozinha do barco, esperando que o cozinheiro jogasse-lhes restos de comida. Ele estava de bom humor, elas comeram bem e bastante.
Ainda, passamos próximos a uma outra pequena ilha chamada “Dafhne Maior” que lembra exatamente um vulcão, mas ninguém tem permissão de aportar nela.
Em Bartolomé, o espetáculo é realmente incrível. Há 17 vulcões extintos na ilha, incluindo um submerso pela alta maré, os outros formam uma verdadeira aula de geologia vulcânica que detalharei mais tarde pra vocês quando finalmente estiver de volta ao Brasil.
A todos que por aqui passaram nestes dias em que o Bafana tornou-se um “foto-blog” o nosso muito obrigado. Semana que vem escreverei, com mais calma, sobre a viagem… ainda tem a ida ao pé do vulcão Cotopaxi que nos deixou literalmente sem fôlego. Também daremos dicas pra quem se arriscar nesta aventura formidável. Um verdadeiro tour-acadêmico e científico.
Três lendas sobre a Araucária
O site TeBol, da cidade de Telêmaco Borba - onde nasci! - colocou um link para este blog! Como agradecimento, posto três versões de uma lenda sobre a Araucária e a Gralha-Azul. Para quem não sabe, ambas são símbolos na minha terrinha, o lindo-maravilhoso-sensacional Estado do Paraná. Elas foram publicadas no Guia de Árvores do Brasil, da Online Editora.
A união entre a Araucária e a Gralha-azul
De acordo com estudiosos, a Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus) é dispersora da Araucaria angustifolia. Ela transporta as sementes para se alimentar em outro local. Possui o hábito de esconder no solo os frutos para comer depois e acaba, involuntariamente, plantando-a. Por isso, os dois símbolos do Paraná são protagonistas de inúmeras lendas. Confira três versões:
● Certo dia o caçador de uma tribo encontrou uma onça no local onde estava, também, a curandeira da tribo inimiga. Como ele era apaixonado por ela, matou a onça e se aproximou da curandeira que, ao se assustar, desmaiou. Em seguida, os índios da tribo contrária o encontraram à beira do rio com a curandeira nos braços e pensaram que ele havia feito mal à ela. Por isso, o mataram a flechadas. Devido ao amor de ambos, ele se transformou em Araucária e ela na Gralha-azul. As gotas de sangue que pingaram com a flechada tornaram-se os pinhões que o pássaro enterra; as flechas, os espinhos; e o índio, a árvore.
● Descansando em um galho de Araucária, a Gralha-negra acordou com o som dos golpes do machado. Para não presenciar a morte do pinheiro, voou para as nuvens. No céu, uma voz pediu para ela voltar aos pinheirais, pois seria revestida de azul-celeste e passaria a plantar Araucárias. Conforme o desejo sublime, retornou e começou a espalhar a semente da árvore.
● Um Gralha-parda sempre se lamentava humildemente para Deus dizendo que nada valia, que seu trabalho se restava a estragar plantações. Deus, ouvindo o pedido do pássaro, entregou um pinhão para a ave que o prendeu no bico e martelou contra um galho até lascar. Depois, comeu a melhor parte e depositou o restante do pinhão em uma cova rasteira e mal coberta de terra. Quando a podridão consumiu a haste, o broto já havia germinado e nasceu um lindo pinheirinho. Repetidas vezes a Gralha fez isso com as sementes que Deus lhe dava até cobrir o Paraná de pinheiros. Para premiar a ave, Deus a deu uma plumagem da
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Continue a ler Três lendas sobre a AraucáriaFloreana e Santa Fé
Dia 10/07
No dia 10 fomos à Ilha Floreana (mais duas horas de barco) e, subindo a montanha pudemos observar as diferenças das “zonas vegetacionais”. Na parte alta chovia e fazia frio, mas próximo ao litoral, além da vegetação ser mais baixa, fazia um calor danado. Um problema de Floreana, foi a introdução de muitas espécies exóticas (mamona, por exemplo) e hoje é bem difícil eliminá-las.
Na foto, estou entre rochas vulcânicas na parte alta da ilha e que serviram como abrigo para os primeiros habitantes: a Família Villamil em 1750. Depois circundamos a ilha para um mergulho. Vimos tubarões e tartarugas marinhas, além de inúmeras espécies de peixes.
Dia 11/07
Fomos à Santa Fé, uma ilha com alta população de leões marinhos (Zalophus wollebaeki) que ficam tomando sol, enquanto o cheiro deles (de peixe) atrai muitos mosquitos, que servem de alimento à pequenos lagartos (na foto, a fêmea toma conta de seu ninho).
Em Santa Fé, também pudemos observar a iguana terrestre (Conolophus pallidus), uma espécie endêmica desta ilha. Ela se alimenta principalmente de cactus mas come também pequenos arbustos.
Medicina do Viajante mostra como fazer uma trip saudável
Depois de escrever, meu lazer preferido é… VIAJAR! Eu me realizo em viagens. Vivo sonhos. Vejo outros modos de vida. Aliás, quero logo colocar o pneu na estrada… Nem que seja por dois dias e com o computador a bordo. Se você também é apaixonado por uma mochila nas costas, principalmente por roteiros repletos de mato e afins, saiba a importância de consultar o Emílio Ribas - para quem vive na capital São Paulo.
Existem cidades, estados brasileiros e países do mundo todo que exigem mochileiros literalmente vacinados. Geralmente, quando a área visitada ou o país do qual é proveniente possui surto ou risco de alguma doença infecciosa. Certa vez, quando era menor, qual não foi a minha preocupação - logo eu que sou super organizada para esses assuntos - ao saber que a área que visitava oferecia risco de pegar febre amarela ou, pior, hanseníase! Descobri pelas placas na estrada do local!
Não seja um desavisado. O Instituto de Infectologia do Hospital Emílio Ribas possui um serviço especial para os viajantes. Oferece consultas, dicas, vacinas e mostra os locais com riscos. Visite aqui o site. Abaixo, recomendações que retirei do endereço eletrônico. Simples e eficientes:
Cuidados com água e alimentos: quando e porque?
A diarréia é o problema médico mais frequente entre os viajantes. Embora a grande maioria destes episódios seja autolimitada, eles podem ocasionar sérias restrições às atividades de pessoas que estejam viajando. São geralmente produzidas pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminados. Precauções em relação à água e alimento ainda são a principal forma de se evitar este desconforto.
Água mineral:
As águas engarrafadas somente serão consideradas seguras se suas fontes estiverem livres de contaminação. Existem alguns exemplos de água engarrafada produzindo surtos de diarréia e até mesmo veiculando os agentes de cólera. Entretanto, na maioria das vezes, é considerada uma fonte segura, pois seu pH ácido dificulta o crescimento de bactérias e sua adulteração é mais difícil. Quando a água engarrafada não estiver disponível ou você não conhecer a sua procedência, as medidas abaixo deverão ser tomadas.
Métodos de tratamento da água:
Atualmente, vários métodos de tratamento de água estão disponíveis.
1. Calor
Ferver a água pelo período de 1 minuto é suficiente para a desinfecção, mesmo em grandes altitudes. Bebidas como café e chá são geralmente seguras, se preparadas com água em ebulição.
2. Métodos químicos
Os derivados do
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Continue a ler Medicina do Viajante mostra como fazer uma trip saudávelViagem a Galápagos: Chegada
Dia 07/06:
Com os Cartões de Ingresso no bolso, nossos aventureiros percorrem de avião os 900Km que separam as Ilhas do continente, com direito a várias fotos aéreas!
O pouso foi tranquilo nas Galápagos. O destino agora é cidade de Puerto Ayora na Ilha de Santa Cruz, para chegar lá pegam um ônibus lotado, depois embarcam numa balsa para atravessar um pequeno canal que corta a ilha e a seguir, mais 45 minutos de asfalto. Como a expectativa em explorar a ilha era grande, não perderam tempo, foram logo conhecer as famosas tartarugas gigantes do gênero Geochelone numa fazenda particular (três dólares a entrada).
Dia 08/06:
Na mesma Ilha de Santa Cruz na Estação de Pesquisa Charles Darwin a Adriana ficou encantada com os cactos gigantes (a comida preferida da tartaruga) que é criada e monitorada na estação.
O mercado de peixes da Ilha de Santa Cruz é animadíssimo e como não bastassem as donas de casa e os pescadores, tem ainda pelicanos e leões marinhos, para quem “raspas e restos interessam“. Estes bichos são folgados…!!
Fantasmas com ouro em Bonito
Como todo lugar mágico, Bonito - cidadezinha do Mato Grosso do Sul - está repleto de histórias. Mais que isso, algumas são lendas vivas. Cá entre nós e baixinho, os moradores garantem que elas influenciam, ainda hoje, a vida das pessoas. “O enterro” é um exemplo…
Durante a Guerra do Paraguai, iniciada em 1864, soldados paraguaios - que vinham lutar em terras brasileiras - traziam ouro para garantir o sustento, trocas-trocas e afins. Muitas batalhas se deram onde hoje fica o estado do Mato Grosso do Sul.
Durante os confrontos, os paraguaios enterravam o metal para não perdê-lo ou serem roubados. Procuravam uma Figueira típica da região - não a dos famosos figos nem as das praças públicas de São Paulo - e escondiam o ouro sob a sombra ou a uma determinada distância da árvore. Na volta das lutas, desenterravam e seguiam com o metal.
Entretanto, diversos soldados paraguaios morreram antes de alcançar seu tesouro. Assim, a Guerra acabou em 1870. Mas… os espíritos deles continuam vagando por Bonito em busca dos ouros. Pessoas juram - de pés juntos - que encontraram o precioso metal enterrado aos pés das Figueiras. Porém não adianta voar para lá atrás do seu brilho dourado.
Não é qualquer um que consegue descobri-lo. Apenas quem possui bom coração - alma inocente e pura - é levado pelos espíritos ao local do desenterro. Muitas pessoas do bem dormiram nos seus quartos e acordaram acima do tesouro no quintal. Outros foram instruídos por meio de sonhos ou visões. Gananciosos enlouqueceram, ricos empobreceram, ambiciosos amarguraram e entristeceram.
Se a lenda é verdadeira ou não, somente os bonitenses com seu ouro desenterrado de uma Figueira podem responder…
Por que uma Figueira? Ela foi escolhida pela sua durabilidade e “inutilidade”. Pode sobreviver mesmo se for atingida por raios, queimadas ou inundações. Sua raiz também é muito forte. Cortada, demora anos para apodrecer - quando não nasce novamente. Porém, devido à consistência, sua madeira é desprezada.
Obs.: Na foto, eu fazendo flutuação no Rio da Prata. Inseri o texto inspirado no post do blog Uma Malla pelo Mundo. Clique aqui.














