Out 21
Set 19
Persepolis
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Varia, marjane satrapi, persépolis, sibdpSet 18
Texto sobre nada
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Google, Varia, estatísticas
Ando na fase menos hortícola desde que me comecei a interessar por estas coisas. Não tenho tempo para nada e já se sabe, sem tempos livres, não há ocupações dos tempos livres. Tenho passado os dias a carregar coisas (livros e coisas piores, no sentido de mais pesadas) e mesmo no jardim, o que fiz recentemente foi carregar vasos bem grandes de um lado para outro (porque onde estavam, o canídeo andava a entreter-se a arruinar tudo o que podia).
Pelo que tenho observado das estatísticas, a partir de certa quantidade de conteúdo, é praticamente indiferente escrever no blogue ou não. Passou a ter vida própria. Quem manda visitantes é o Google, o resto é muito residual. Mesmo quando por algum motivo tenho links no Abrupto, poucos são os que clicam para ver o que é (uns 100 em três dias, supostamente de um universo de quase 10.000 visitas). O internauta é parodoxalmente um ser desinteressado.
Se olhar para as estatísticas agora… vou olhar… reparo que desde Março de 2006 foram 693.624 visitantes, dos quais 282.795 únicos. Ao ritmo presente, lá para o início do próximo ano farei o meu primeiro milhão (sempre quis dizer isto). E não significa nada, ...
Ago 25
112
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: 112, Ciência Geral, Varia
Telefonei duas vezes para o 112 em dois dias. Primeiro, um ébrio radical deitado numa das faixas de rodagem da Rotunda da Boavista.
Segundo, uma discussão familiar de caixão à cova, que diga-se de passagem já não é a primeira, na nossa rua. Mas desta vez, dentro da nossa casa, ouvia-se o berreiro (apenas uma voz masculina, supostamente num teatro com mulher e uma criança). Perguntam-me se alguém se vai apresentar…
Quem eu?
Em face dos factos, apenas desejava que aparecesse alguma autoridade, para verificar se estava tudo nos conformes da lei. Desinteresse total. A polícia não pode fazer nada. Chega, bate à porta. Se ninguém abrir a porta, não pode fazer nada. Não vai arrombar a porta, blá, blá…
Portanto, segundo o meu interlocutor, a polícia em presença de um desalmado berreiro, limita-se a não fazer nada. Bom, assim sendo, agradeci muito e disse-lhe para fazer de conta que eu não tinha dito nada. Enfadado, pediu-me rua e freguesia.
Passados cinco minutos, três viaturas (como eles dizem) e número correspondente de agentes (uns seis), incluindo um feminino, com mais tacto para a coisa. Mas entretanto estava tudo mais calmo, eu pelo menos não ouvia nada dentro de casa. ...
Ago 20
Wall E
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Varia, Wall-e, pixarJun 20
Mai 19
O arco-íris e a oliveira
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Oliveira, Plantas, Varia, arco-íris, olea europeaAbr 15
Mar 18
Chanson de La Palisse
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Varia
Messieurs, vous plaît-il d’ouïr
l’air du fameux La Palisse,
Il pourra vous réjouir
pourvu qu’il vous divertisse.
La Palisse eut peu de biens
pour soutenir sa naissance,
Mais il ne manqua de rien
tant qu’il fut dans l’abondance.
Il voyageait volontiers,
courant par tout le royaume,
Quand il était à Poitiers,
il n’était pas à Vendôme!
Il se plaisait en bateau
et, soit en paix soit en guerre,
Il allait toujours par eau
quand il n’allait pas par terre.
Il buvait tous les matins
du vin tiré de la tonne,
Pour manger chez les voisins
il s’y rendait en personne.
Il voulait aux bons repas
des mets exquis et forts tendres
Et faisait son mardi gras
toujours la veille des cendres.
Il brillait comme un soleil,
sa chevelure était blonde,
Il n’eût pas eu son pareil,
s’il eût été seul au monde.
Il eut des talents divers,
même on assure une chose:
Quand il écrivait en vers,
il n’écrivait pas en prose.
Il fut, à la vérité,
un danseur assez vulgaire,
Mais il n’eût pas mal chanté
s’il avait voulu se taire.
On raconte que jamais
il ne pouvait se résoudre
À charger ses pistolets
quand il n’avait pas de poudre.
Monsieur d’la ...
Mar 09
Sobre a blogosfera
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Varia
Estive a ler um texto sobre a blogosfera no Bomba Inteligente e tenho outra tese que nem invalida a da Carla Quevedo: Talvez não exista só uma blogosfera.
Olho para o “blogroll” e dali apenas leio três blogues: Combustões (daí ter lido o texto no Bomba Inteligente), Portugal dos Pequeninos e Abrupto. E leio blogues todos os dias. A Barriga de Um Arquitecto, Dias Com Árvores, O Elogio da Sombra, A Sombra Verde, Está de Velho… e muitos de fora…
Já li outros regularmente, A Blasfémia, O Insurgente… Mas para candidatos a “establishment” e mediocridade já me basta o dia-a-dia. E no entanto, este último que é um exemplo acabado de tudo o que diz a Carla Quevedo e mais, figura na lista do Bomba Inteligente. A blogosfera pouco de novo trouxe ao país, incluindo ideias. Porque haveria? Pode ser por vezes prestidigitação e misticismo, mas magia não é de certeza.
Outra tese: A blogosfera está completa e absolutamente sobrestimada em Portugal. Quem souber ler as estatísticas dos blogues, há muito que sabe que aqueles 1000 visitantes significam mesmo muito pouco. Desses 1000, talvez 100 interessem, e desses, a esperança ...
Mar 09
Sobre a blogosfera
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Varia
Estive a ler um texto sobre a blogosfera no Bomba Inteligente e tenho outra tese que nem invalida a da Carla Quevedo: Talvez não exista só uma blogosfera.
Olho para o “blogroll” e dali apenas leio três blogues: Combustões (daí ter lido o texto no Bomba Inteligente), Portugal dos Pequeninos e Abrupto. E leio blogues todos os dias. A Barriga de Um Arquitecto, Dias Com Árvores, O Elogio da Sombra, A Sombra Verde, Está de Velho… e muitos de fora…
Já li outros regularmente, A Blasfémia, O Insurgente… Mas para candidatos a “establishment” e mediocridade já me basta o dia-a-dia. E no entanto, este último que é um exemplo acabado de tudo o que diz a Carla Quevedo e mais, figura na lista do Bomba Inteligente. A blogosfera pouco de novo trouxe ao país, incluindo ideias. Porque haveria? Pode ser por vezes prestidigitação e misticismo, mas magia não é de certeza.
Outra tese: A blogosfera está completa e absolutamente sobrestimada em Portugal. Quem souber ler as estatísticas dos blogues, há muito que sabe que aqueles 1000 visitantes significam mesmo muito pouco. Desses 1000, talvez 100 interessem, e desses, a esperança ...
Abr 27
Flora danica
Categorias: Livraria, Varia
A Flora Danica é um atlas botânico da flora dos territórios da Dinamarca em 1874 (que incluiam a Islândia, Ilhas Faroé e Gronelândia). Foi iniciado em 1753 por G. C. Oeder, na altura professor de botânica no Real Instituto de Botânica da Dinamarca e demorou 123 anos a ser completado.
A obra é constituida por 51 partes e três suplementos, num total de 3240 gravuras em cobre que depois de impressas eram coloridas à mão. Um trabalho científico verdadeiramente monumental.
Em 1790 o príncipe Frederik da Dinamarca, ordenou que se fizesse um serviço de jantar em porcelana decorado com cópias exactas da Flora Danica, diz-se que para oferecer à imperatriz da Rússia, Catarina II, que nunca o recebeu pois faleceu em 1796.
Para o trabalho, que mais que decorativo se queria cientificamente correcto, chamaram Johann Christoph Bayer, que já Oeder tinha contratado em 1769 para trabalhar no livro. O serviço de 1802 peças, das quais restam ainda cerca 1500, foi terminado em 1802. Ainda hoje está a uso em algumas ocasiões oficiais no Palácio Christiansborg em Copenhaga....


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