Transtorno obsessivo-compulsivo é genético

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Medicina, Pesquisa, UFMG, evento
Eu já imaginava… Estudos realizados por pesquisadores de diferentes países mostram que mutações genéticas desempenham um papel importante no desenvolvimento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). “Não temos dúvidas de que a doença tenha origem genética. Inicialmente os especialistas acreditavam que o distúrbio possuía origem psicológica. Mas, atualmente, cresceu bastante o número de evidências que mostram uma pré-disposição genética para o TOC. Isso nos ajuda a compreender melhor a doença, e, consequentemente, tratá-la do modo adequado”, analisa Humberto Correa, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estima-se que o distúrbio afeta cerca de 2,5% da população mundial. “Suspeitamos, ainda, de que existam vários genes associados ao TOC”, completa o professor. Ele enfatiza que o transtorno é relativamente um “novato” em estudos genéticos, sendo extremamente importante compreender bem as informações por meio da análise das famílias e da genética para avaliar o papel de interações entre a genética e o ambiente no TOC. Palestra sobre a doença em MG Pesquisadores da UFMG estudam há quatro anos a relação existente entre o desenvolvimento do TOC e fatores genéticos. Um grupo de 60 pacientes participa de uma série de exames, entrevistas e questionários sobre histórico familiar no Ambulatório de TOC do Serviço de Psiquiatria da ...

Antônio Lopo Montalvão e a Arqueologia Brasileira: Uma Breve História

Elton Luiz Valente @ Geófagos Categorias: André Prous, Antônio Lopo Montalvão, Arqueologia, Ciência Geral, Ciência Geral, Dom Quixote, Erich von Däniken, Ficção Científica, Filosofia, João Guimarães Rosa, João da Ana, Livros, Mantena, Museu de História Natural, Quaternário, Revista do Brasil Remoto, UFMG, Zé Limeira, arte popular, arte rupestre, história da arqueologia, misturismo, mitologia, montalvanismo, pleistoceno, plioceno, zé-limeirismo
Por Elton Luiz Valente Gostaria de oferecer aos Geófagos uma curiosidade histórica, na figura de um ilustre e lendário mineiro chamado Antônio Lopo Montalvão (Nhandutiba, 1917 - Montalvânia,1992). De caráter popular, era um autodidata, idealista, arqueólogo, filósofo, historiador e visionário. Assim, através do Geófagos, pretendemos render-lhe uma pequena homenagem. No post anterior tratei de algumas considerações sobre a arqueologia brasileira, que tem em Minas Gerais uma coleção bastante diversificada de sítios arqueológicos, sobretudo na Depressão do Rio São Francisco, nas áreas de relevo cárstico que margeiam a Serra do Espinhaço. A história da arqueologia no Brasil e principalmente em Minas Gerais é tangenciada pela história de Montalvão. Dono de uma biografia ímpar sob muitos aspectos, Antônio Lopo Montalvão nasceu em 1917, em Nhandutiba, distrito rural do município de Manga, no norte de Minas Gerais. Por volta dos vinte anos foi parar em Buenos Aires, fugindo de uma confusão em que se metera em Goiânia. Voltou para sua terra natal em 1949 com um projeto: fundar a cidade de Montalvânia. “Eu pensava na Nova Tróia, fadada aos descendentes de Enéias“, dizia. Construiu o centro da cidade em 1952, na confluência dos rios Cochá e Poções, afluentes do Rio Carinhanha, a 80 km ...
Design by j david macor.com.Original WP Theme & Icons by N.Design Studio
Entries RSS Comments RSS Login