Afastar insectos das frutíferas

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Pragas e doenças, Técnicas e dicas, fruteiras, insectos
Mr. Denis, director da Eschola de Arboricultura do parque da Tête-d’Or, em Lyon, acaba de descobrir um meio de afastar das árvores fructiferas os insectos, que, na epocha da floração, perfuram o ovario das flores, para n’elle deporem os seus ovos. O meio a que Mr. Denis allude consiste em borrifar as arvores, no momento em que as flores estão a desabrochar, com um liquido composto de agua e vinagre na proporção de 1 litro deste para 2 d’aquella. de Oliveira Junior, José Duarte. “Chronica Horticolo-Agricola”. Jornal de Horticultura Pratica. Maio de 1873. Vol. IV: 213-220.

Aprendendo com José Marques Loureiro (2)

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, josé marques loureiro, sementes
(…) as novas sementes se devem guardar em saccos1, pendurados em logares arejados, misturando-se-lhes, a ellas, alguma cinza de lenha. Assim se podem conservar muitos annos2, a salvo do bicho e do bolor, que são as duas causas que lhes prejudicam a nascença. Loureiro, José Marques. “Das sementeiras de hortaliças e da maneira de as cultivar”. Jornal de Horticultura Pratica. Maio de 1873. Vol. IV: 113-115. 1 Tendo em conta o ano, seria interessante descobrir a que tipo de saco se refere o autor. 2 José Marques Loureiro assegura que nascem perfeitamente ao fim de 15 anos, pois experimentou. Em publicação francesa leu que nascem ao fim de 20 anos.

Ainda as armadilhas para moscas

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Pragas e doenças, Técnicas e dicas, armadilha para moscas
Armadilha para moscas O apparatus que podem observar na fotografia é de facto a primeira de uma série de armadilhas para moscas que irei experimentar. Esta, não é com água de demolhar bacalhau… Nem com vinagre e açucar… Já estão a ver o quadro — mandei uma mija para dentro de uma garrafa, à qual adicionei água. É menos mau do que muitos possam pensar. No entanto tem um pequeno defeito que já constatei ao fim de 24 horas: Não funciona. Ter apanhado apenas uma infeliz mosca foi deveras decepcionante!

Armadilhas para moscas

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, armadilhas, moscas
O leitor Vasco Silva sugere utilizar uma garrafa vazia de água ou de um refrigerante. Fazem-se cinco ou seis furos de cerca de 1cm, no terço superior. Enche-se um terço da garrafa com água de demolhar bacalhau e coloca-se a tampa. A Irina Maia (Hortelã Verde), prefere uma garrafa de plástico de cor viva com os mesmos cinco ou seis buracos. Dentro, uma mistura de vinagre e açucar. Utiliza esta técnica especificamente para a Mosca-do-Mediterrâneo, que ataca designadamente laranjas.

Borra de café na horticultura

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, azoto, café, fertilizante, nitrogénio
A borra de café é uma excelente fonte de nitrogénio (azoto) e pode ser utilizada directamente em volta das plantas, principalmente vegetais de crescimento rápido. Também se pode misturar na terra dos canteiros ou dos vasos novos. Para conseguirmos um líquido fertilizante, basta diluir umas 100-150 gramas de borra em dez litros de água. Em alternativa, pode-se compostar, o que vai adicionar nitrogénio à pilha. Como se não bastasse, certas pragas não gostam de café (cafeína para ser exacto), entre elas os caracóis e lesmas. Uma solução muito concentrada de cafeína — 1 a 2%, mata 60% ou 95% dos caracóis e lesmas respectivamente (um café expresso tem cerca de 0,1% de cafeína). A borra não mata, mas actua como repelente. A borra de café é bastante ácida, dependendo do seu tipo de solo, pode ter que contrariar esta questão, por exemplo com cinza, folhas ou serrim. Por fim, não encontrei estudos científicos que confirmem todas estas técnicas, mas já arranjei um café que me irá fornecer a borra (que habitualmente vai para o lixo) para experimentar.

Compostar o pó do saco do aspirador

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, compostagem
O título diz tudo. É mais uma ideia para uma lista crescente de materiais a compostar. E numa nota menos positiva, a juntar às saquetas de chá, o melhor é não tentar compostar os filtros de café. Reparo que também não se decompõem e provavelmente até são feitos do mesmo material de muitas saquetas de chá. Eventualmente são biodegradáveis, mas não no espaço de tempo que nos interessa.

Secadores de luvas

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, faça você mesmo, luvas, reutilização
Luvas a secarJardinar depois da chuva, além de necessário, pode ser divertido, mas no fim temos as luvas completamente encharcadas. Dois pequenos vasos usados onde se fazem quatro cortes em “v”, que junto com os furos normais de drenagem, farão o ar circular, serão os seus secadores de luvas perfeitos. Basta encaixar uma luva no fundo de cada cada vaso e deixar secar.

Evitar gatos e pássaros nas sementeiras

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Gatos, Horta, Técnicas e dicas, pássaros, sementeira
Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal as jovens plantas começem a sair da terra. Não se deve utilizar ramos de coníferas ou outras árvores de folha persistente, para não obscurecer a terra.

A evitar no compostor

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, composto
Estive a retirar composto do compostor e duas coisas saltam à vista: As cascas de ovo não se degradam em tempo útil. Esmagadas até podem ajudar a dar consistência mais solta à terra, mas à primeira vista é material que se calhar vou evitar compostar (já perceberam que não compostam). Pior são as saquetas de chá. Acho que devo ter centenas pelo meio do composto. Nem se degradam as saquetas, nem se degrada o fio. A menos que na embalagem diga especificamente que são biodegradáveis (ou compostáveis), é de as manter totalmente arredadas do compostor.

Plantação de árvores não adicionando matéria orgânica

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas, plantação
A Universidade de Nebraska, nos EUA, dá uma indicação útil bastante curiosa para a plantação de árvores. Curiosa porque contradiz o que tenho lido e feito regularmente: Não adicione matéria orgânica ao solo quando plantar árvores. Não ajuda a planta a estabelecer-se e pode criar condições que encorajam as raízes a permanecer no buraco, em vez de se espalharem pelo solo circundante. Cave um buraco grande, mas encha-o com a terra que foi de lá retirada.

Rotação de culturas

Administrator @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Horta, Técnicas e dicas, rotação
Se os vegetais anuais são cultivados no mesmo local, ano após ano, há o risco de doenças e pestes se instalarem no solo, tornando-se um problema. A terra também fica esgotada de determinados nutrientes, o que também contribui para diminuir o vigor da colheita. Um sistema preferível e tradicional, é mover as diferentes culturas dentro da área de cultivo.

Qualidade das ferramentas

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas
Tesoura mal afiada Uma tesoura de poda, deve estar em perfeitas condições, em qualquer circunstância. Não deve ser utilizada para cortar mais do que o que pode (esse diâmetro, se não estiver nas especificações, saberão qual é facilmente) e deve ser afiada, limpa e oleada regularmente. Desse modo, o corte será limpo e sem esforço. Na fotografia vemos uma tesoura mal afiada e a fazer cortes longe do ideal. Para mim, uma ferramenta para trabalhar no jardim, tem de ter qualidade. Não sou adepto do pechisbeque e do aço chinês. Uma boa ferramenta, dura uma vida, mas mesmo essas, ou especialmente essas, devem ser usadas para o fim a que se destinam.

Arrancar ervas daninhas em Março

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas
Se repararem, em Março as ervas daninhas começam a despontar em força. Devem ser arrancadas antes que se estabeleçam. Desse modo, depois temos mais tempo para a jardinagem que realmente interessa e que todos gostamos.

Repelente para ovinos, caprinos e ruminantes

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Técnicas e dicas
Num recipiente adequado, dissolve-se dejetos de cão com água. Salpicam-se as plantas a proteger com a mistela. Repete-se de 15 em 15 dias, ou se chover. Não é a solução mais sanitária do Mundo, mas funciona.

Gorgulho

Categorias: Pragas e doenças, Técnicas e dicas
Gorgulho Segundo aprendi recentemente nos comentários, para evitar esta peste, pode-se congelar o feijão durante uma semana imediatamente após a colheita. Depois seca-se o feijão como habitualmente, ao Sol. Estrago Gorgulho Estrago provocado pelo gorgulho.

Influência da cobertura do solo sobre a sua fertilidade

Categorias: Técnicas e dicas
Cobrindo o solo com uma camada ainda que pouco espessa, de palha, de folhas secas ou de estrume, reduz-se consideravelmente a evaporação da água que ele embebe. A cobertura protege o solo contra o embate directo das gotas de chuva e das águas da rega, prolonga a mobilização da terra e obsta imenso ao desenvolvimento de plantas adventícias, aumentando o efeito da provisão dos princípios nutritivos do solo. Jornal Horticolo-Agricola, Fevereiro de 1905.

Como obter pimentos mais picantes

Categorias: Horta, Técnicas e dicas
Segundo a Organic Gardening, o picante dos pimentos é uma forma de protecção da planta contra mamíferos. Os pássaros não possuem os receptores orais capazes de detectar o picante e em condições naturais são os grandes aliados dos pimentos na dessiminação das sementes. Para se conseguir pimentos mais picantes, o truque é regar menos. Se regar a cada três ou quatro dias, passe a regar apenas uma vez por semana, ensopando bem a terra, mesmo que a planta pareça desanimada. O stress irá fazer com que sejam despoletados os mecanismos de defesa, produzindo mais capsaicina (a substância pungente). Sobre a capsaicina (Wikipedia) A capsaicina combate as células cancerosas (SPCNA)

Leite para prevenir doenças nos tomateiros

Categorias: Técnicas e dicas
A dona Gayla Trail diz no seu You Grow Girl, que rega os tomateiros durante a sua época de crescimento com água misturada com leite, com excelente resultados. Costuma diluir leite (eventualmente estragado) numa proporção de 50:50 e borrifa nas folhas ou rega com esta solução. Também faz notar que é a única vez que molha as folhas dos tomateiros, que como se sabe não gostam de humidade excessiva nas folhas.

Rega das árvores

Categorias: Técnicas e dicas
Há pessoas que não sabem, diz o senhor N. Audran, no “Lyon Horticole”, que a água que é necessária para a alimentação das plantas é principalmente tirada do solo pelas radículas, isto é, pelas raízes mais novas. Se estas pessoas conhecessem esta simples particularidade da vida vegetal, concerteza quando regassem uma árvore não lançariam a água directamente no pé, salvo no caso que este tivesse as raízes aprumadas. Geralmente, quando se rega, faz-se uma pequena caldeira perto do pé da árvore e ali se lança a água, exactamente no sítio onde ela é menos útil. Má prática. Para se regar uma árvore, deve-se fazer a caldeira a distância do tronco e regar aí. Quanto mais grossa for a árvore, tanto mais afastada deve estar a caldeira do seu centro. Jornal Horticolo-Agricola, Junho de 1906

Remédio para combater a ferrugem e as manchas castanhas das folhas

Categorias: Técnicas e dicas
A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumelo* Uromyces, cujo micélio desorganiza os tecidos parenquimatosos, combatem-se bem, tratando as plantas preventivamente, seringando-as uma vez por semana com uma calda de sulfato de cobre, preparada da maneira seguinte: 100 litros de água 1 quilo de sulfato de cobre 2 quilos de cal extinta 1 quilo de açucar Jornal Horticolo-Agricola, Julho de 1905 * Se fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras actualizei.

Etiquetar as plantas

Categorias: Técnicas e dicas
Etiqueta num vaso A natureza é muito diversa, eu gosto da diversidade e de a saber identificar. Acho geniais os nomes científicos das plantas e nem que seja em homenagem a Lineu e tantos outros que se deram ao trabalho, tento colocar etiquetas em todas as minhas plantas. Por isso e porque a memória não chega para tudo. Quando se usam aquelas de enterrar como a da fotografia, o nome deve ser escrito a partir do topo. Na primeira linha o nome comum, na segunda linha a designação científica. Dessa forma a parte mais importante ficará visível e sempre fora da terra (o nome comum, pelo menos o género e também o epiteto específico).

O cânhamo contra as lagartas das couves

Categorias: Horta, Técnicas e dicas
Para livrar as couves e outras plantas hortenses de serem roídas pelas lagartas, aconselha a “Revue Horticole” semear o cânhamo* nas hortas, em volta dos canteiros onde se cultivam aquelas plantas. O cheiro desagradável que exala o cânhamo parece que faz afugentar aquela praga, que tantos estragos causa nas couves, repolhos e outras plantas das hortas. Jornal Horticolo-Agricola, Dezembro de 1906 * Não sei é ilegal a cultura do cânhamo em Portugal. A Wikipedia diz que era desde 1971 mas que essa lei foi revogada pela UE, que inclusivamente subsidia a sua cultura.

As folhas do tomateiro como insecticida (2)

Categorias: Técnicas e dicas
As folhas do tomateiro verdes ou mesmo secas fervem-se em água, depois de bem fervidas, passa-se tudo por um pano. Ao líquido junta-se-lhe mais folhas e volta ao lume a ferver bem, até que o cozimento fique espesso, depois guarda-se em frasco bem rolhado. Quando se quer empregar, deita-se 20g deste cozimento num litro de água e emprega-se. Jornal Horticolo-Agricola, Janeiro de 1906

Flor de laranjeira

Categorias: Plantas, Técnicas e dicas
Flor de laranjeira Quando as laranjeiras passarem esta bonita e cheirosa fase e os frutos atingirem o tamanho de uma bolinha de chumbo (já está um na fotografia), deve-se pulverizar com calda bordalesa (sulfato de cobre e cal). É uma atitute preventiva, perfeitamente aceite nos métodos de cultivo biológicos. Três pulverizações por ano evitarão muitas doenças e parasitas.

Sementeiras sucessivas

Categorias: Horta, Jardim, Técnicas e dicas
Em muitas hortícolas, é possível realizar sementeiras sucessivas de modo a prolongar a colheita e evitar excesso de géneros num tempo muito curto. Por exemplo, pode-se semear semanalmente durante todo o mês de Abril, ou quinzenalmente entre Abril e Maio. No entanto, isto requer um terreno preparado, organização e método. No jardim, a mesma técnica pode ser usada com flores, conseguindo sucessivas vagas de cor durante mais tempo.

Evitar piolhos nas favas

Categorias: Horta, Técnicas e dicas
Afídios nas favas Quando as favas atingem a altura desejada e já têm as flores desenvolvidas, deve-se cortar a ponta (um ou dois andares de folhas). Desse modo, sem folhas tenras, evita-se a colonização por afídios. Este ano resolvi fazer a experiência e deixei um grupo que cresceu espontaneamente sem este tratamento. O resultado foi nenhum piolho nas que cortei e as outras ficaram como esta da fotografia. Entretanto cortei as pontas e acabei com os piolhos, felizmente a colheita deste grupo está praticamente feita.

Solução de enraizamento

Categorias: Técnicas e dicas
Segundo a revista “Gardener’s World” deste mês, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro. Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução. O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra em muitos produtos comerciais de enraizamento. Dissolvendo-se na água cria um estimulante natural para o desenvolvimento de novas raízes.

Caçar lesmas e caracóis

Categorias: Pragas e doenças, Técnicas e dicas
O “Jornal Horticolo-Agricola” de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas. Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade de lesmas e caracóis. Repetiu a experiência, espalhando pequenos montes de cenouras em vários pontos da horta. Calculou que no espaço de dois dias matava 460 caracóis e lesmas no espaço de um metro quadrado.

Destruição de lesmas

Categorias: Pragas e doenças, Técnicas e dicas
O “Jornal Horticolo-Agricola” de Outubro de 1904, citando o “Journal de la Société Centrale d’Horticulture du Nord”, publicado em Lille (França), descreve um método algo bizarro de acabar com as lesmas. Num barril que conteve óleo, retira-se um dos topos que servirá de tampa e faz-se um furo onde caiba uma vara. Enche-se um terço com fuligem de chaminé e o resto com urina humana. Deixa-se a macerar durante oito dias, se possível mais, mexendo todos os dias com a vara. Espalha-se a mistura pelo terreno em dias chuvosos.

Coentros e anis contra o pulgão-lanígero-das-macieiras

Categorias: Técnicas e dicas
No blogue da Biorege, descobri uma receita para controle de uma forma mais natural. Ferver uma parte de folhas de coentros e uma parte de sementes de anis em duas partes de água. Esta solução pulverizada é muito eficaz contra pulgão-lanígero-das-macieiras e ácaro-vermelho-de-aranha. Não tenho os ingredientes, se alguém experimentar gostaria de saber os resultados. Também gostaria de sugestões para lidar com o problema antes que o meu pai vá ao grémio e acrescente mais alguns químicos ao arsenal.
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