George, e a Idade do Lobo - Tartaruga

Ronaldo Angelini @ Bafana Ciência Categorias: Artigos, Ciência Geral, George, conservação, ilhas galápagos, tartarugas
Imagem exclusiva Bafana Ciência No artigo anterior falei sobre as tartarugas gigantes das Galápagos e citei de relance o Lonesome George ou George, o Solitário. Trata-se de um macho que vive na Estação de Pesquisa Charles Darwin (EPCD) e é o último espécime de Geochelone abingdoni (veja foto), uma das 11 espécies de tartarugas gigantes das Galápagos. George foi levado para um cativeiro da EPCD em 1971 e viveu apertado até a chegada da Dra. Linda Cayot em 1988 que, encontrando-o acima do peso, começou um longo e paciente trabalho para que ele conseguisse se reproduzir. George foi primeiramente submetido a uma dieta rigorosa, pois répteis obesos têm menores chances de procriarem. Depois foi colocado num cativeiro maior, que o obrigava a caminhar bastante para obter seu novo alimento, que sempre era servido longe dele. by Net by Net Quando George entrou em forma, recebeu a companhia de duas fêmeas da espécie G. becki, que viviam no vulcão do Lobo na ilha de Isabela e que são morfologicamente bem ...

Gigantes pela própria natureza

Ronaldo Angelini @ Bafana Ciência Categorias: Artigos, Bafana Divulga, Charles Darwin, Ciência Geral, Divulgação Científica, Ecologia, História da Ciência, Manejo de Recursos, Turismo, especiação, ilhas galápagos, tartarugas
Imagem exclusiva Bafana Ciência As ilhas Galápagos, que pertencem ao Equador e se situam no chamado “meio do mundo” têm um símbolo inequívoco que lhes fornece o nome: as tartarugas gigantes. Há dois significados para Galápagos em espanhol: cágado e sela, já que os grandes cascos destes répteis lembram uma sela de cavalo. Independente disto, estes animais realmente são gigantes pela própria natureza: os machos alcançam um metro e meio e cerca de 250 kg (junte apenas 4 e você tem uma tonelada). Foram servidas em banquetes para quase todos os navegantes que visitaram as ilhas, começando pelo Frei Tomas de Berlanga, arcebispo do Panamá, que durante uma viagem ao Peru em 1535, perdeu-se para descobrir oficialmente as ilhas. Não se tem certeza se o Frei disse que “Deus escreve certo por linhas tortas”, já que ele achou as ilhas pouco convidativas, apesar de entrar para a história por este acontecimento. Imagem exclusiva Bafana Ciência Outro visitante inusitado das Galápagos foi Robinson Crusoé, cujo nome real era Alexander Selkirk ...
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