Superstições medievais

Carlos Pires @ CADERNO DE SOCIOLOGIA Categorias: Cartoon/BD, Ciência Geral, Diversidade cultural, Senso Comum, superstição
"Na Idade Média, numa época de pouca divulgação cultural ou científica, o povo imaginava monstros e coisas maravilhosas, bem como uma série de criaturas fabulosas a viver nos oceanos. Considerava-se que a Terra e o Mar eram dois mundos paralelos, pelo que certos animais terrestres já conhecidos teriam certamente os seus correspondentes a viver no mar. Mas foi apenas com os primeiros relatos dos descobrimentos que surgem referências escritas a diversos monstros marinhos. Dizia-se que os monstros marinhos engoliam os barcos, o calor fazia ferver as águas, os homens e os animais eram monstruosos." [Dizia-se, por exemplo, que havia homens sem cabeça e serpentes gigantescas.] Leia mais no blogue: Olinda Gil - DIÁRIO DE UMA PROFESSORA, http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/10/08/MONSTROS-MARINHOS-_2D00_-A-AMBI_C700C300_O-VENCEU-O-MEDO-NOS-DESCOBRIMENTOS.aspx

Superstições

Carlos Pires @ CADERNO DE SOCIOLOGIA Categorias: Cartoon/BD, Ciência Geral, Senso Comum, superstição
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Casamento anfíbio

Felipe Epaminondas @ Ciência e Psicologia Categorias: Ciência, Ciência Geral, Comportamento, Curiosidades, Humor, Psicologia, Psiquiatria, superstição, videos
Quando reforçados após um comportamento, no futuro a probabilidade do mesmo comportamento se repetir em uma situação parecida aumenta - e isso pode acontecer mesmo quando o nosso comportamento não tem nenhuma relação funcional com o reforço, apenas temporal (ou seja, emitimos um comportamento e acidentalmente somos reforçados). Isso é comum para humanos, animais e qualquer organismo, mas nós somos os únicos seres capazes de relatar essas experiências para outros da mesma espécie, podendo gerar consequências muito bizarras como nesse vídeo: more about "Frogs marry to bring rain | Video | R…", posted with vodpodEm um conto de fadas se você beija um sapo e ele vira príncipe. Aqui no norte da Índia se você casa dois sapos, você recebe chuva! Os residentes dessa vila seguem esta tradição em busca de uma estação de chuva - dois sapos com seus vestes cerimoniais são segurados em um prato para a cerimônia que os une em matrimônio.“ As mulheres dançam para celebrar a festa, as pessoas servem doces para distribuir felicidade e ainda muita reza para que seu Deus os homenageiem com boas chuvas para suas colheitas. Na minha visão é apenas ...

Criacionismo no governo brasileiro

Italo M. R. Guedes @ Geófagos Categorias: Ciência Geral, Ciência Geral, Criacionismo, Marina Silva, charlatanismo, educação, pseudo-ciência, superstição
Há alguns dias escrevi este post sobre a inexistência de efeitos maléficos de culturas transgênicas sobre insetos polinizadores. Há lá um trecho que expressa bem minhas idéias sobre uma parte considerável da “intelectualidade” de esquerda brasileira, cito-me: “Assim, revivendo a tradição inquisitorial, uma porção da população brasileira que gosto de chamar de dogmáticos verdes não só se opõe ao plantio de espécies transgênicas, como se opõe mesmo à pesquisa com organismos transgênicos, como se nosso depauperado país pudesse se dar ao luxo de deixar de produzir conhecimento científico (é óbvio que este temor e aversão à ciência é típica de fundamentalistas religiosos)”. Uma das grandes opositoras à pesquisa com organismos geneticamente modificados no Brasil tem sido a ministra do meio-ambiente, Sra. Marina Silva. Agora, desgostoso mas de forma alguma surpreso descubro, através dos blogs Ciência em Dia e Idéias antigas, que a Senhora Ministra é uma ardente defensora da superstição conhecida como criacionismo e da idéia de que esta idiotice seja ensinada nas escolas já que, segundo sua gabaritada opinião, a seleção natural não é competente para explicar a natureza. Fica bem claro quem são e o que pensam os dogmáticos verdes, são dogmáticos mesmo, ...
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