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Archive for the Subjectivismo moral

Matriz do 4º teste de Filosofia do 10º ano (turmas B, D, E e F)

Temas: Os valores. Ética: o problema da natureza dos juízos morais. Teoria dos Mandamentos Divinos. Subjectivismo Moral. Relativismo Moral Cultural. Objectivismo Moral. Continue a ler Matriz do 4º teste de Filosofia do 10º ano (turmas B, D, E e F)

Objectivismo Moral

Muitos filósofos defendem que a ética é objectiva e que o valor de verdade dos juízos morais é independente quer das preferências e sentimentos pessoais quer dos costumes sociais. Defendem também que a ética é independente da religião e que a verdade ou falsidade dos juízos morais não deriva da vontade de Deus. Discordam portanto do Subjectivismo Moral, do Relativismo Moral Cultural e da Teoria Continue a ler Objectivismo Moral

Actividades para a aula de substituição de 5ª (turmas D e E do 10º ano)

Leia da página 137 à página 142 do manual e responda às seguintes questões: 1. Distinguem-se duas formas de relativismo moral. Indique quais. 2. Quais são as ideias comuns a essas duas perspectivas? 3. Qual é a tese do Subjectivismo Moral acerca da natureza dos juízos morais? 4. Como é que, do ponto de vista do Subjectivismo Moral, se pode avaliar o desacordo entre uma pessoa X que julga a Continue a ler Actividades para a aula de substituição de 5ª (turmas D e E do 10º ano)

Subjectivismo moral (3): Haverá provas em ética?

Para mais informações sobre este livro ver aqui e aqui. «Se o subjectivismo ético [ou moral] não é verdadeiro, porque razão se sentem algumas pessoas atraídas por ele? Uma das razões tem que ver com o facto de a ciência fornecer o nosso paradigma de objectividade, e quando comparamos a ética à ciência, à ética parecem faltar as características que tornam a ciência tão irresistível. Por exemploContinue a ler Subjectivismo moral (3): Haverá provas em ética?

Subjectivismo moral (2): Será a ética subjectiva?

Esta fotografia da NASA foi retirada daqui. «Um juízo moral - ou qualquer outro tipo de juízo de valor - tem de ser apoiado em boas razões. Se alguém disser que uma determinada acção seria errada, pode-se perguntar porque razão seria errada e, se não houver uma resposta satisfatória, pode-se rejeitar esse conselho por ser infundado. Neste aspecto, os juízos morais são diferentes de meras Continue a ler Subjectivismo moral (2): Será a ética subjectiva?

Subjectivismo moral (1): A verdade dos juízos morais depende da opinião pessoal?

Utilizamos palavras como “bem”, “mal”, “altruísmo”, “egoísmo” e “solidariedade”, por exemplo, para caracterizar certas acções, pessoas ou situações. Expressamos, então, “juízos de valor”. Quando estes se referem àquilo que devemos ou não fazer, ao que está certo ou errado, chamam-se “juízos morais”. Nestes dias, perante as imagens avassaladoras da destruição provocada pelo sismo no Haiti, o Continue a ler Subjectivismo moral (1): A verdade dos juízos morais depende da opinião pessoal?

Será verdade que ninguém quer ser injusto?

“Todo o confronto é fruto de um mal-entendido; se as partes em disputa se conhecessem uma à outra, o confronto cessaria. Nenhum homem, no fundo, tenciona cometer injustiças; é sempre por uma imagem distorcida e obscura de algo moralmente correcto que ele batalha: uma imagem obscura, difractada, exagerada da forma mais assombrosa pela natural obtusão e egoísmo, uma imagem que se distorce dez vezes mais pelo acirramento da contenda, até tornar-se virtualmente irreconhecível, mas ainda assim a imagem de algo moralmente correcto. Se um homem pudesse admitir perante si próprio que aquilo pelo que luta é errado e contrário à equidade e à lei da razão, admitiria também, por conta disso, que a sua causa ficou condenada e desprovida de esperança; ele não conseguiria continuar a lutar por ela.”

Thomas Carlyle, Selected Writings, retirado do site Citador.


O autor apresenta diversas proposições que resultam de generalizações. Identifique essas proposições.

Tente encontrar contra-exemplos e discuta a validade das generalizações.


De acordo com Caryle, quando as pessoas agem de modo errado e injusto nunca o fazem voluntariamente, pois o que queriam fazer era - na perspectiva delas - algo certo e justo. Concorda com Caryle? Porquê?


Pode-se dizer que o autor defende uma forma de subjectivismo moral? Porquê?

(O desenho chama-se "E.T." e é da autoria de Helena Monteiro, que pode conhecer no blogue Traços e Cores.)

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