É um lugar-comum dizer-se que a Avenida da Ponte (Av. D. Afonso Henriques na toponímia oficial), no Porto, é uma ferida aberta na freguesia da Sé: é-o desde 1952, ano em que o bairro foi esventrado para se abrir uma ligação rodoviária desafogada entre a estação de São Bento e a ponte D. Luís. Agora que no tabuleiro superior da ponte só passa o metro, a avenida perdeu muita da sua importância para
A ler no PNED:
«Quem acompanhou o combate de diversas associações e cidadãos contra a forma como se destruíram os jardins dos Aliados e a sua calçada portuguesa sabe com que arrogância, autoritarismo, desprezo e até chacota várias "autoridades" e "personalidades" se referiram a essas associações e cidadãos por mais do que uma vez, e como até, muitos meses depois, chegam a invocar o
Sem grande tempo para blogar (ultimamente), aqui deixo o destaque da PNED (Porto e Noroeste em Debate, lista mantida pela Campo Aberto), hoje selecionado pelo José Carlos Marques
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«Destaque: Árvores a mais, árvores a menos.
Não é no Noroeste, é em Cascais, mas é sempre animador ver que há cidadãos que decidem não aceitar passivamente a destruição de árvores centenárias: Cascais: moradores do
Alerta via A Baixa do Porto
Condenados? Jardim da Alameda S. Dâmaso (11. 2006) e Largo do Toural (09.2006).
«Notícia JN: Revolução no Largo do Toural com a assinatura de Siza
Meus caros,
Será que não se aprende nada nessa nossa abençoada terra?
O que mais me estranha é como a coisa é feita.
1. Escolhe-se o arquitecto - assim, alguém o faz;
2. Encomenda-se o projecto - assim, como ele
Vidago
A propósito das obras que decorrem no Parque das Termas e no Hotel Palace de Vidago, recebemos do Eng. Jorge Moreira da Costa [contacto: jmfcosta(at)fe.up.pt] um artigo que merece a mais ampla divulgação:
........Era uma vez uma empresa chamada Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas. Embora fossem todas estâncias termais, Melgaço estava ali, no meio, provavelmente por soar melhor. Vidago e
Visitando uma exposição de arquitectura, pode apreciar-se, reunido em ponto pequeno num único salão, aquilo que à escala real obrigaria a uma visita demorada a lugares diversos em pontos afastados da cidade. Há uma leitura unificadora que permite construir uma imagem simplificada de um certa realidade urbana, o que em si mesmo nada tem de errado: o mundo, afinal, só se deixa perceber em pequenas
Na berlinda "o plano dos arquitectos Álvaro Siza e Juan Hernandez de Léon para o reordenamento do percurso entre os museus do Prado, Thyssen e Reina Sofia" (DN) que implicará a "mexida" (ou não) em 738 árvores centenárias. Cara baronesa estamos consigo!
Foto (LUIS MAGÁN) in EL PAIS
24 de Abril: Carmen Thyssen planta cara a Gallardón por la reforma del paseo del Prado : «"Quieren ponernos una
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