Estas árvores -tílias em Ramalde e plátanos no Passeio Alegre - são árvores condenadas. O seu destino foi traçado por pessoas que, apesar de terem olhos não vêem; são incompetentes; aparentemente desconhecem e não cumprem o Regulamento Municipal dos Espaços Verdes (RMEV)- disponível para consulta na página web da CMP (doc) ; gastam o nosso tempo, a nossa paciência e o nosso dinheiro.
O que
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Se me pedissem para escolher uma árvore, uma apenas, a que mais me importa e a de que mais gosto, não hesitava, claro. É este liquidâmbar que vi crescer e me entra por assim dizer pela casa, agora que subiu e ultrapassou a altura do terceiro andar onde vivo. Gosto dele de todas as maneiras, em todas as estações, em todas as alturas do dia e da noite: com folhas e sem elas, ao sol, à chuva e em
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Ao lado das gledítsias (Gleditsia triacanthos)- que nesta altura do ano também estão cheias de pequenas flores esverdeadas- uma robínia (Robinia pseudoacacia) com os seus vistosos cachos de perfumadas flores brancas. Pertencem ambas à família das Fabaceae > mas a subfamílias diferentes. Fotos Abril /Maio (Ramalde)
Robinia pseudoacacia no Dias com árvores: Robinia no Palácio de Cristal
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Ramalde rural - os últimos lavradores.
Corre um brando Outubro. Na horta, arrancadas as canas que suportaram o feijão, foi dada a vez às pencas que crescem viçosas estando já boas para serem cortadas: trabalho de que se encarrega a incansável srª M. Numa pequena fogueira, o sr. L. queima o que não serviu para o composto: vimes e restos de madeiras. Homem espadaúdo, ninguém adivinha que já
Se há tique que caracterize os responsáveis pelos organismos públicos em Portugal é a tentação de privatizar em seu proveito aquilo que deveria estar à disposição de todos; a isso se acrescenta a convicção, partilhada pelos índios das histórias aos quadradinhos, de que quem fotografa o que é nosso nos está a roubar um pedaço da alma. Assim, a solene proibição de fotografar (mesmo sem flash) é o
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As flores da tília são branco-amareladas, em grupos de 5 a 10 num pedúnculo comum soldado a meio de uma bráctea; têm 5 sépalas, 5 pétalas e numerosos estames. A floração não dura muito tempo, por isso as flores se dizem efémeras: colhem-se da árvore durante o mês de Junho, mais cedo ou mais tarde conforme a região, devendo ser secas à sombra e conservar-se longe da luz e do ar.
Fotos:
Fazendo jus a alguns dos seus outros nomes - espinheiro-alvar e espinheiro-branco- os pilriteiros estão, por cá, em plena floração. Pertencente à extensíssima família das Rosáceas, este Crataegus florido foi a descoberta da semana. O facto de estar nas imediações de uma construção- já parada há anos...- levam-me a publicar as fotografias, chamando assim a atenção para a beleza do seu porte.
Já aqui falámos desta espécie de Viburnum, chamando particularmente a atenção para as suas inflorescências em forma de coroa constituída por vistosas flores falsas com função meramente decorativa rodeando as flores férteis.
Este belíssimo Viburnum plicatum encontra-se numa ruela do Bairro das Campinas (perpendicular à av. Vasco da Gama). A sr. Florinda, sorrindo satisfeita quando lhe elogiei
Este post foi modificado...«Domingo de Ramos as pessoas levam à missa, ramos de alecrim que o Sr. Padre benze. Os agricultores com esse alecrim fazem cruzes que colocam nos campos para abençoar as searas. As outras pessoas colocam raminhos desse alecrim na lapela do casaco dos amigos ou padrinhos e dizem: "Verde és, verde cheiras, ficas preso até Quinta-feira". (...) »
Hoje, aqui na freguesia
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