Blogs de Ciência

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Archive for the radioactividade

Reino dos faraós datado com mais precisão

A primeira datação por carbono 14 sobre o conjunto de dinastias dos faraós egípcios foi finalmente realizada por uma equipa de investigadores europeus e israelitas. Não traz alterações notáveis relativamente à cronologia já estabelecida, a partir de documentos epigráficos e cálculos astronómicos, mas assinala uma viragem, já que os especialistas em Egipto Antigo nunca pediram ajuda de físicos para obter datação por carbono 14. Ler o resto da notícia. (Retirado do CiênciaHoje, 22 de Junho de 2010).
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Vê-se à segunda (5): Radioactividade segundo os Kraftwerk (ah! e Henri Becquerel)


A 1 de Março de 1896, o físico francês Henri Becquerel descobria a radioactividade (ou, pelo menos, dava um grande contributo nesse sentido). Esse trabalho valeu-lhe o Prémio Nobel da Física em 1903, que partilhou com Marie e Pierre Curie. O primeiro vídeo de hoje explica-nos mais a fundo o que aconteceu e explora ainda o trabalho que Ernest Rutherford (Nobel da Química em 1908)  desenvolveu com substâncias radioactivas.

Quem decidiu, em 1975, contar a sua versão sobre a radioactividade foram os alemães Kraftwerk, num álbum conceptual que também dedica algumas letras à actividade da rádio. Aqui fica uma das aparições ao vivo dos grandes teóricos da música electrónica.

«Radioactivity is in the air for you and me
Radioactivity discovered by madame curie»

Publicado por Sílvio Mendes

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Imagens que marcam a história: Madame Curie

Esta imagem retrata Madame Curie no laboratório. Apesar de não ser a primeira a contribuir para o avanço da ciência, tornou-se a primeira mulher a sair da obscuridade e a ganhar o Prémio Nobel da Física, em conjunto com o marido, pela descoberta da radioactividade. Em 1911 ganha o Prémio Nobel da Química, pela descoberta de dois elementos químicos: o polónio e o rádio, sendo a primeira pessoa a ganhar dois prémios nobel em duas áreas distintas da ciência.


A revista New Scientist elegeu Madame Curie a mulher mais influente da ciência. A sondagem pretendia sublinhar o contributo das mulheres para a investigação científica. A sondagem acabou também por mostrar a falta de modelos femininos modernos que inspirem as jovens a enveredar pelo campo da ciência (IOL, 2 de Julho de 2009)

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Ciclo do urânio


Esta infografia contém informação importante para compreender o ciclo do urânio e permite entender o que é o urânio enriquecido que tantas vezes se ouve falar nas notícias. Para entender melhor o que são isótopos e o que significa o urânio-235 ou urânio-238, recomendo a leitura destes posts:
Infografia: Mário Cameira. Fonte

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Isótopos, estabilidade e decaimento radioactivo

Átomos do mesmo elemento químico podem ter um número diferente de neutrões. As diferentes versões possíveis para cada elemento são chamadas isótopos. Conhecem-se 80 elementos com pelo menos um isótopo estável. O estanho, Sn, é o elemento com mais isótopos estáveis, 10.

Quantos isótopos pode um elemento ter? Será que cada átomo pode ter um num qualquer de neutrões?
Não! Há combinações de protões e neutrões que são estáveis. Elementos mais leves tendem a ter igual número de protões e neutrões, mas os elementos pesados precisam, aparentemente, de mais neutrões do que protões para que o seu núcleo seja estável. Quando esta estabilidade não é conseguida, os isótopos podem existir por algum tempo, mas são instáveis.

O que significa ser instável? Os átomos partem-se quando não têm o número certo de neutrões?
De certo modo, sim. Os átomos instáveis são radioactivos: o seu núcleo decai, emitindo radiação sob a forma de partículas ou ondas electromagnéticas.
Para exemplificar esse decaimento, indico mais adiante uma aplicação Java que mostra uma tabela com alguns isótopos e a forma como decaem.
Há várias formas de um átomo radioactivo decair. Por exemplo, o trítio ou hidrogénio-3, tem demasiados neutrões para ser estável.

O que acontece então? Expulsa um neutrão?
Não, os neutrões estão fortemente “fixados” no núcleo. O que acontece pode ser visto na aplicação Java (clique na imagem). Clique no trítio. O que observa? Pois é, um neutrão transformou-se num protão! Conseguiu-se, desta forma, que um isótopo instável do hidrogénio se convertesse num isótopo estável de hélio, o hélio-3. Explore a aplicação, vai reparar que muitos isótopos são estáveis, enquanto que outros têm vidas mais ou menos longas, convertendo-se noutros elementos.

Mas assim não se perdeu massa?
Não! Analisemos em maior pormenor o que aconteceu. Se reparar, o e o têm o mesmo número de massa, o que é bom, pois a massa tem que ser conservada. Há, no entanto, um problema: A carga eléctrica tem que ser conservada e isso, à primeira vista, parece que não sucedeu. O hidrogénio tem apenas um protão e o hélio tem dois, portanto parece que se criou carga positiva.

Como explicar isto?
Quando ocorre a transformação, também é libertado um electrão, que tem uma massa muito reduzida e que tem carga negativa, que cancela a do protão. Este processo tem o nome de decaimento beta e, neste contexto, o electrão é conhecido por

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Simulador: Fissão nuclear

Com este simulador pode dar início a uma reacção em cadeia do átomo de urânio, ou introduzir isótopos de urânio não radioactivos de modo a prevenir essa mesma reacção.

Pode também ficar a perceber o modo como a radioactividade é utilizada para produzir energia num reactor nuclear. Controle a potência de funcionamento do reactor, impedindo que os neutrões prossigam a reacção em cadeia.

Clique na imagem para iniciar a simulação. Caso não tenha JAVA instalado, pode obtê-lo na barra lateral deste blogue.

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