Comprado em Villar d'Allen (e fotografado em casa já ao lusco-fusco; clicar na foto para ver plantas ao sol): Elaeagnus x ebbingei > >, Justicia brandegeana >, Nandina domestica > (duas variedades, sendo uma delas a chamada Fire power),vincas, diascas > (os miosótis foram-me oferecidos ;-)
A ruralidade aparente desta cena é desmentida pelo exotismo das belas-donas que acompanham o muro e pela gigantesca Araucaria bidwillii que remata a perspectiva. O cão não guarda qualquer rebanho, e o que se cultiva nestes terrenos, e se esconde na estufa entrevista à esquerda, não são produtos hortícolas mas sim plantas ornamentais. Estamos em Villar d'Allen, a quinta histórica mais notável e
Enquanto o espectáculo das camélias faz os últimos ensaios para a temporada de 2006-07, com as sasanquas já a florir, há na Quinta de Villar d'Allen outros atractivos em cartaz: dálias, gardénias, lírios-de-palmeira (Yucca gloriosa), sálvias, santantoninhos (Cuphea ignea), belas-donas (Amaryllis belladona), flores-caracol (Vigna caracalla), malmequeres e margaridas várias e centenas de outras
A notícia, um pouco atrasada, mereceu primeira página no caderno Local Porto do Público de ontem: a Quinta de Villar d'Allen acaba de ser classificada pelo IPPAR como imóvel de interesse público. Protege-se deste modo a relíquia que constituem os seus jardins, recheados de variedades portuguesas de camélias, e a mata, refúgio de numerosas espécies ali plantadas por Alfredo Allen no que hoje
A portuense camélia recupera prestígio de outros tempos (por Francisco Mangas no DN) «"O perfume delas é talvez a cor", escrevia o poeta Pedro Homem de Mello a propósito das camélias. Planta de origem distante, prefere a sombra à luz da manhã, que povoa os jardins públicos e privados do Porto desde há muitas décadas. Em largos períodos do século XX, marcado pela guerra, perdeu admiradores e o
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