Estou a tentar colocar “tags” em todas as fotografias no Aperture. Um pouco todos os dias e se calhar, vou publicar umas fotografias de arquivo.
Esta é de Setembro de 2002. A Dunja (este nome saiu de um romance, não me lembro qual, talvez de Paul Auster) era uma cadela Grand Danois. Lê-se Dunia, entretanto adulterado por todos para Duna. Era amiga. Já morreu e o nosso pequeno jardim ainda tinha grama.
Parte do que sobrou das festividades. Planeei tratar de parte da junça, mas passei o dia de S. João a limpar e a fazer tristes remendos no triste jardim. Esta é a cova menor, para a que tinha debaixo do Ácer, a terra nem chegou. Com um cão como o nosso, de facto não se pode ter nada. Depois do foguetório é isto. E como se sabe, estamos num país em que nenhum motivo é pequeno demais para uma sessão de foguetório.
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