Jul 02
Videogames viciam?
Felipe Epaminondas @ Ciência e Psicologia Categorias: Ciência, Ciência Geral, Comportamento, Psicologia, Psiquiatria, Saúde, jogos, mmorpg, videogame, videos, vício, world of warcraft
É muito comum vermos notícias e pesquisas relacinadas aos jogos de videogame como estimuladores de violência entre seus usuários. No Brasil, alguns jogos até mesmo chegaram a serem proibidos pelo conteúdo violento, como o Carmageddon e, mais recentemente, o Counter-Strike e o Everquest.
Hoje existe uma nova onda de jogos, que se diferenciam dos clássicos: os MMORPGS, ou RPGs online de múltiplos jogadores. Nestes jogos você cria um personagem e participa de, literalmente, outro mundo: os mapas são gigantescos e as milhares de pessoas que participam do jogo são outros jogadores de várias nacionalidades. Este tipo de jogo costuma incentivar a disputa através da cooperação; os jogadores formam grupos, ou guildas, e se unem para alcançar diversos objetivos ou batalhar com outras guildas. Este estudo chegou a mostrar que os jogadores de mmorpgs não seriam tão agressivos pela cooperação entre eles.
Neste tipo de jogo, a verdadeira preocupação não é a violência, é o vício. Joshua Smyth recrutou 100 estudantes universitários para jogarem um entre quatro tipos de jogos, selecionados aleatoriamente. Eles jogavam os jogos quando quisessem, em um laboratório do campus. O requerimento era que jogassem pelo menos uma hora por semana. E o resultado foi:
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“Uma novidade pode reforçar o arsenal da medicina contra a depressão. Grupos de pesquisadores estão testando a eficácia de marcapassos no controle dos sintomas da doença, [...] Embora ainda experimentais, os estudos têm apresentado resultados animadores.
O objetivo da implantação dos marcapassos é o mesmo dos medicamentos orais usados hoje contra a enfermidade. As duas estratégias têm como finalidade reequilibrar a concentração no cérebro de substâncias associadas às emoções.“
Eu achei essa idéia tão absurda que juro que nem soube por onde começar a comentar, escrevi e apaguei este primeiro parágrafo umas três vezes pois em todas acabei sendo “radical” demais ou ofendendo alguém. Melhor apenas defender minha postura:
Eu não acredito que a depressão seja de origem genética nem que seja uma doença. Mas eu acredito que nosso corpo possui uma estrutura biológica herdada filogeneticamente para sentir, e em nossa ontogenia, ou seja, durante nosso desenvolvimento, esse corpo vai se adaptando ao meio que vivemos e em conjuntos de situações mais complexas como na perda de um ente querido, dificuldades financeiras, dificuldades de relações interpessoais, entre vários outras possíveis situações agravantes, acabamos adotando comportamentos rotulados como ...
“Como vocês podem ver pela sua resistência violenta à injeção forçada de um coquetel de drogas psicotrópicas, o paciente é claramente psicótico!”

“Esta droga está em fase experimental. A indústria farmacêutica está testando qual o preço máximo a cobrar por ele.“
No 
Apesar de sua conhecida cena do “gel de cabelo” em Quem Vai Ficar Com Mary, ela relata que não aguenta germes ou “fluidos” de outras pessoas. Ela diz que esfrega maçanetas de porta com tanta força para limpá-las que chega a sair tinta. Ela também lava as mãos e o chão “muitas vezes” todos os dias e chega a usar os cotovelos para abrir portas, para assim não pegar germes nas mãos.
David Beckham
David Beckham também tem seus problemas. Ele odeia números impares e é obcecado por simetria - se tem algo em trio, ele esconde o terceiro fora de seu campo de visão. Se vê algo meio torto, não descansa antes de ...
Ao contrário dos fenômenos paranormais inexplicáveis, mas que todos dizem sentir, o déjà-vu (lit. "já vi") é algo que sempre me afetou, basicamente porque eu já senti isso algumas vezes. Bom cético que sou, eu sempre recusei me aceitar que isso era algo sobrenatural, mas como eu não enfiei a cabeça nas neurociências, eu nunca fui atrás de saber exatamente o que causava isso. Os motivos pelo qual eu sempre suspeitei do déjà-vu é porque eu já tive essa sensação em lugares em que eu nunca havia estado antes, incluindo em outros países ou com outras pessoas. Interessante que a primeira coisa que me passou pela cabeça nesses casos foi que eu havia sonhado com aquilo! Como eu não acho que eu consigo prever o futuro, a segunda coisa racional que eu pensava era que aquilo era uma sensação induzida pelo meu próprio cérebro, provavelmente uma falha doida que me fazia pensar que eu já tinha passado por uma experiência nova pela qual eu nunca havia passado.Então eu fiquei feliz em saber que pesquisadores conseguiram descobrir que
A revista Science da semana passada noticiou a descoberta, feita pelo neurofarmacologista
Gilles Trehin é portador da 

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