No começo deste mês de março em “Noviorque” (by Paulo Francis) ocorreu a Conferência Internacional do Clima de 2008 (confira aqui), que aprovou a Declaração de Manhattan. O leitor que acompanha assuntos sobre o aquecimento global, mas não é um voraz internauta, deve estar se perguntando como esta notícia lhe passou despercebido, já que a mídia em geral quase não deu nenhum destaque para esta reunião com cerca de 500 autoridades (13 países) e 29 instituições, incluindo as mais famosas (Harvard, Pauster de Paris, etc…).
Bom, é que a Declaração de Manhattan diz que além de não haver consenso entre os especialistas sobre o aquecimento global, afirma que “não há nenhuma prova convincente de que as emissões de CO2 das atividades industriais, passadas e presentes, sejam a causa das variações climáticas catastróficas”.
Ainda, a Declaração aponta que os novos regulamentos que restringirão as emissões de CO2 retardarão também o desenvolvimento das nações, sem impacto significativo nas variações climáticas, ...
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