Atlas da Várzea - ProVárzea/IBAMA

sadeckgeo @ Sadeck - Geotecnologias Categorias: Amazônia, Atlas, Atlas da Várzea, Cartografia, Ciência Geral, Estudos Estratégicos, GIS, IBAMA, Iniciativas Promissoras, Mapas, Mapas temáticos, Monitoramento & Controle, Publicação, SGI, SIG, Sistema Geográfico de Informação, Sistema de Informação Geográfica, Tutoriais & E-Books, provarzea
O projeto ProVárzea/IBAMA, ao longo dos seus levantamentos e estudos pôde desenvolver com grande propriedade documentos cartográficos de extrema importância para a região Amazônica, esses documentos foram aglomerados e deram origem ao Atlas da Várzea, o livro apresenta grande importância por revelar a diversidade biológica que está diretamente relacionada com a grande diversidade de ambientes extremamente dinâmicos, que são determinados principalmente pelo regime hidrológico da região e se justifica por fazer análises dos maiores rios do mundo, que estão no centro da maior floresta tropical do planeta e ainda estão em uma região de grande dinâmica geomorfológica. Os recursos naturais da várzea devem ser criteriosamente gerenciados, para que ocorra o desenvolvimento de sua sociedade local, sem que ocorram impactos negativos sobre os diversos ambientes naturais daquela região. Gostaria aqui de parabenizar os técnicos do ...

Bagres da Amazônia (”et eu” 1)

Ronaldo Angelini @ Bafana Ciência Categorias: Amazônia, Artigos, Bafana Divulga, Citações, Divulgação Científica, Ecologia, IBAMA, Manejo de Recursos, Modelagem, Pesca, Publicações, bagres, ecopath, jaraqui, manejo pesqueiro, modelagem ecológica, piramutaba, provarzea, África
Várzea Amazônica et al. é a abreviação da expressão latina et alicui que significa “e colaboradores”. Explico: na maioria das revistas científicas a citação de um trabalho com mais de dois autores é feita usando-se o sobrenome do primeiro autor acompanhado de et al. (por exemplo, Silva et al. 2007, só pra escrever um dos sobrenomes mais populares do Brasil). Uma vez ouvi não sei onde a expressão “et eu”. Morri de rir. É usada pejorativamente contra o manjado tipo de professor-pesquisador que não cansa de dizer “Eu isso, Eu aquilo, Eu aquele outro, Eu, Eu, Eu….”. Também é usado para cientistas que só enxergam o próprio umbigo na hora de escrever: você lê o paper e o cara se cita toda hora. Bem, nem sempre é tão pecado assim. Pode ser que ele seja um dos poucos a tratar daquele assunto usando uma abordagem recente ou diferente. (Hum….). Certa vez li em uma revista científica famosa um trabalho de 30 páginas de um pesquisador estrangeiro que admiro. Havia 15 citações e 14 se referiam ...
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