«Tive uma vez um ciclamen num vaso. Quando eu chegava a casa a partir de algum tempo as flores viravam-se para mim, seguindo os meus movimentos. Que extraordinário, pensava eu então, bastante comovida. Mas um dia descobri que o anidrido carbónico que eu exalava era o que as movia. Fiquei desolada. Mas sem razão. Tudo o que é vivo quer viver.»
Ana Hatherly, 445ª tisana
«Tive uma vez um ciclamen num vaso. Quando eu chegava a casa a partir de algum tempo as flores viravam-se para mim, seguindo os meus movimentos. Que extraordinário, pensava eu então, bastante comovida. Mas um dia descobri que o anidrido carbónico que eu exalava era o que as movia. Fiquei desolada. Mas sem razão. Tudo o que é vivo quer viver.»
Ana Hatherly, 445ª tisana
No Parque de S. Roque são agora vários os canteiros forrados com esta herbácea vivaz, rasteira, muito ramificada, de flores solitárias viradas para cima e aconchegadas nas folhas. Diz-se que aguenta bem o frio, não se lhe conhecem predadores sérios e multiplica-se facilmente por separação de ramos enraizados ou por estacas.
O género Lysimachia tem cerca de 150 espécies, umas 11 europeias -
Anagallis monelli - Parque das Dunas da Aguda
As plantas que vivem nas dunas experimentam por rotina uma versão branda de nomadismo no deserto: permanentemente expostas ao sal, a amplitudes térmicas elevadas e à falta de água, têm ainda de resistir ao vento agreste que as faz adormecer no topo de um monte de areia, rebolar duna abaixo durante o sono e acordar com o mar ao pé a sussurar-lhes
Este é o título de uma novela de aventuras, que decorrem no cenário da Revolução Francesa, escrita em 1905 pela Baronesa Emmuska Orczy. O enredo, que os críticos literários consideram de qualidade inferior, sem rigor histórico e socialmente condenável, foi contudo um sucesso no seu tempo, adaptado posteriormente ao cinema e televisão. O herói é uma figura esquiva, solitária, gaiata para afastar
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