Set 26
Set 22
Você é um Autoholics Anonymous?
Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Comportamento, data comemorativa, dica, meio ambiente, poluição
Em plena segundona, ainda com a preguiça do final de semana, vamos deixar o possante em casa. Afinal, hoje é o Dia Mundial Sem Carro - me lembrou o Dia da Carona Solidária, veja aqui. Eu deixei o meu. Juntei o útil ao agradável, afinal, segundas-feiras são os dias do rodízio. Na Terra da Garoa, pela manhã, havia um trânsito insuportável. Uma rota de 20 minutos, levaria 45. Mais que o dobro. Agora, o período da tarde achei mais sossegado…
Aproveitando o ensejo, nesta data querida, quero lançar uma campanha: exija uma ciclovia e viva mais sadia. Concordo, a rima ficou péssima. Mas o motivo é nobre. Andar de bicicleta pela cidade. Mas sem emoção, correr o risco de ser atropelada ou assaltada. Vamos fazer da magrela nosso meio de transporte.
Eu também quero andar pela cidade como os transeuntes fazem em Londres ou Paris. As calçadas são largas, limpas, planas. Os motoristas e pedestres respeitam o trânsito. O metrô está para essas cidades como os buracos para São Paulo. Tropeçou? Caiu em um. Fiquei pouco tempo em ambas - somando dá menos que duas semanas. Foi o suficiente. Sabe do que mais sinto falta? Caminhar, à noite e durante o dia, sem preocupações....
Set 06
Armazenar CO2 é um risco
Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Gás Carbônico, meio ambiente, poluição, site
O amigo e geólogo Hélio Shimada passou um link interessante. O site do inglês The Institute of Science in Society (ISIS) – olha, meu nome! – afirma que armazenar CO2 em grandes profundidades é um imenso risco. Polui o planeta da mesma maneira que soltá-lo no ar.
Algumas empresas – que receberam até investimentos para fazer a chamada Carbon Capture and Storage (CCS) – capturam o CO2 para colocá-lo em até 3 km abaixo da terra. Acreditam que, dessa maneira, são “limpas”. Pois a poluição que iriam gerar ficaria, teoricamente, guardada para nunca mais voltar.
Só que o documento mostra que esse CO2 pode se dissolver e dispersar na água do mar, lagos, lagoas e rios. Prejudicando, fundamentalmente, a vida marinha. Pior que isso, esses locais de armazenamento são impossíveis de controlar ou fiscalizar. Leia mais aqui, um texto grande em inglês.
Ago 21
Daqui dois anos a Terra viverá uma mini era do gelo
Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência, Ciência Geral, aquecimento global, meio ambiente, poluição, sustentabilidade, universidade
Aquecimento Global é balela, ao menos para Víctor Manuel Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica (IGf) da Universidade Nacional do México (UNAM). Li uma matéria no IG e não resisti. Fui pesquisar! Segundo dados de satélites analisados por ele, desde 2005, começou um pequeno e discreto esfriamento global terrestre devido à atividade solar diminuída.
Esse período deve começar daqui dois anos e durará entre 60 e 80. A conseqüência imediata será a seca. Herrera afirma que é normal a variação de temperatura da Terra, que o aquecimento global deve ser analisado como uma interferência da ação humana e da atividade do Sol e não como um cataclismo terrestre. O metano estava em mais abundância no ar, o que pode ter provocado os dados equivocados do aquecimento. Agora que está voltando ao normal, viveremos a mini era do gelo.
Então, por que o Perito Moreno, na Argentina, está derretendo? Herrera diz que esse é um processo natural causado pela temperatura e precipitação do rio. Sei que milhares de pessoas irão chiar, mas faz o sentido. É fato que a temperatura terrestre aumentou devido à ação humana. O que não significa que essa tendência irá continuar. Inclusive, que ...
Ago 19
As árvores comem produtos da poluição +
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Hipertexto, Transgénicos, caça, caçadores, masanobu fukuoka, milionários, oceanos, poluição, príncipe carlos, trans, árvores
Caça em Zona de Protecção Especial
É na Ria de Aveiro. A única espécie que medra neste país é a dos energúmenos e dos broncos. O resto são palavras de circunstância. JN.
Polémica na abertura na abertura da caça
Agora esses cidadãos exemplares e de instintos nada primários, chamam a si “a principal salvaguarda da reprodução e da protecção do património natural”. JN.
Milionários a comprar ecosistemas inteiros
Telegraph.
Zonas mortas nos oceanos em expansão
São zonas privadas de oxigénio, onde a vida não existe. Physorg.
Ministro inglês desafia Príncipe Carlos a provar que os transgénicos são uma ameaça
Este ministro do ambiente é a prova viva da promiscuidade entre indústria e política. Tem a cartilha toda. Em vez de exigir que a indústria prove que não existem malefícios, quer que se prove que existem (mas o tempo só corre a favor de um lado); e ainda lança o velho “quem está contra os transgénicos está a ignorar os países mais pobres”. Isto é dito sem se rir, como se a Monsanto fosse alguma benemérita que só quer alimentar os famintos. BBC. Uma outra visão, algo crítica da monarquia, sobre os transgénicos. Guardian.
Masanobu Fukuoka morre aos 95 ...
Ago 14
Cetesb e Reino Unido fazem acordo climático
Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, São Paulo, desenvolvimento sustentável, meio ambiente, poluição, sustentabilidade
A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), órgão vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA), assinou contrato com o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido para implementação do Projeto de Apoio à Política Climática do Estado de São Paulo. O intuito é criar as bases para a elaboração oficial do inventário paulista das emissões de gases do efeito estufa, referência para a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas em tramitação.
A partir dele a Cetesb quer estabelecer e mensurar ações para reduzir a poluição e criar um padrão comparativo. Também, fortalecer a posição brasileira no compromisso do Protocolo de Kyoto - que já não deu certo e ”apenas é bom para o sistema financeiro”, leia aqui. Mas a idéia de reduzir os gases do efeito estufa é ótima para meus olhos e meu nariz. A saúde agradece.
Depois, o passo será a criação de um plano - nada mirabolante - que reúna e sistematize todas as formulações de políticas estaduais relacionadas à redução de emissões de gases do efeito estufa. No site da SMA é possível ver a condição do tempo em São Paulo neste exato momento. Agorinha, onde estou, marca “boa”. Gostei também do Projeto Ecoturismo na Mata Atlântica....
Jul 17
Sampa terá integração carro-metrô e bicicleta-metrô
Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, aquecimento global, meio ambiente, poluição, sustentabilidade
Sem dúvida, a melhor notícia do dia! Sei que ainda não dá para dizer isso, mas posso desafogar? ADEUS TRÂNSITO, POLUIÇÃO, ESPIRROS, OLHOS ARDENDO E GORDURINHA INDESEJADA! Sim à baldiação na Sé às seis da tarde! Isso tudo porque o Metrô lançará, ainda neste ano, o projeto-piloto do programa “Metrô Fácil Estacionamento“.
Funciona assim:
Ao pagar o valor do estacionamento com o cartão, o veículo terá direito a 12 horas de estadia e o passageiro a duas viagens - ida e volta - dentro desse mesmo período. Caso ultrapasse as 12 horas, será cobrado R$ 1 a mais por hora. Até o momento, o valor da integração não foi definido, mas a idéia é que seja algo que incentive a integração metrô-carro.
Além de receberem carros, os estacionamentos contarão com espaços para motos e bicicletas. A estação Corinthians-Itaquera terá 250 vagas na primeira fase. Posteriormente, mais 300, totalizando 550 lugares. Na estação Imigrantes, estarão disponíveis aos usários 117 vagas. Por enquanto, só haverá o esquema nessas duas estações.
O cartão poderá ser adquirido e carregado com créditos no próprio local do estacionamento ou em todas as estações do Metrô e postos autorizados da SPTrans. O Metrô pretende instalar 16 estacionamentos, que serão implantados em pontos ...
Jun 21
Alterações climáticas? Que alterações climáticas? +
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: China, Ciência Geral, Hipertexto, Marte, alterações climáticas, amy stein, carvão, co2, floresta chuvosa, george w. bush, mars phoenix, melancias, poluição, príncipe carlos
Indústria do óleo de palma a destruir a floresta chuvosa
Mas há alguma coisa que não esteja a ser destruída? Garden Mandy.
Só a China aumentou a poluição mundial de CO2 em 2%
The Daily Green.
O Cedro-do-Líbano preferido do Príncipe Carlos teve de ser abatido
Tinha 200 anos. No seu lugar há agora uma espécie de casa da árvore e um carvalho já se desenvolve. Telegraph.
Água em Marte
Assim parece.
Melancias quadradas
Ou cúbicas, se desejarem.
Amy Stein
Blogue de uma das fotógrafas emergentes nos EUA.
Montanhas sem topo
Se uma árvore sem copa é indecente, o que se chamará a uma montanha? National Geographic.
Alterações climáticas? Que alterações climáticas?
O bom velho George W. Bush tem quatro soluções para a crise dos combustíveis: Furar, furar, furar e furar. Sempre brilhante o velhão de guerra. Realmente quando se fala deste senhor tem de se tremer. TreeHugger.
Jun 18
O lixo urbano ao lado de quem?
Ricardo Raele Categorias: Ambiente, Ciência Geral, Política, consumo, ecologia humana, empresas, energia, poluição, sustentabilidade
Muito se fala sobre a riqueza da natureza. Sobre seu valor monetário. Ecológico. Uma árvore pode ser vendida e transformada em dinheiro, pode ainda ser mantida em pé, no intuito de cumprir seu papel na teia da vida, nitrogenando o solo, dando abrigo aos pássaros e frutos aos homens... Hoje em dia, diversas correntes de cientistas e economistas debatem sobre a proximidade entre a ecologia humana e a economia, dado que estão umbilicalmente conectadas. A economia é o estudo dos recursos escassos, das trocas materiais e energéticas entre os homens. A ecologia também, embora enfoque um ponto de vista mais abrangente e inclui todos os organismos vivos na "economia" de energia e materiais orgânicos e inorgânicos do planeta Terra.Concorco completamente com a visão de que economia e ecologia humana estão muito, muito próximas. Creio que não há solução para o problema econômico do ser humano sem considerar-se a ecologia. Na natureza todos os organismos vivos, absolutamente todos, fazem parte de um ciclo material movimentado pela energia solar, basicamente. Na natureza não há exclusão. Todos participam. Na ecologia natural não há idéia de lixo. Os organismos e dejetos são reciclados, dando oportunidade para a vida dos organismos que virão....
Mai 29
Entendendo a contaminação de solos como uma bomba relógio
Carlos Pacheco @ Geófagos Categorias: Ciência Geral, Ciência Geral, Ciência do Solo, Geoquímica, agricultura, bombas químicas de tempo, contamição, degradação do solo, desenvolvimento sustentável, meio ambiente, poluição, vulnerabilidade de solos, água
Quando os solos recebem cargas de contaminantes, seus diversos componentes atuam no sentido de diminuir a mobilidade dessas substâncias. Isso caracteriza as barreiras geoquímicas de GLAZOVSKAYA (1990). Porém, os contaminantes outrora acumulados, se incorporados continuamente, atingirão a carga crítica do solo em questão. Essa carga crítica pode ser definida como sendo a quantidade máxima de um certo contaminante que um ecossistema pode suportar sem graves danos às suas funções ecológicas (NILLSSON & GREENFELT, 1988).
A liberação dos contaminantes nos solos e sedimentos pode ocorrer quando: (1) teores de contaminantes superam a carga crítica do solo ou (2) a carga crítica do solo é reduzida devido a mudanças nas condições ambientais, modificando a capacidade de retenção de compostos ou elementos químicos individuais. Possíveis fatores de modificação são mudanças climáticas, acidificação, erosão, mudanças no uso da terra, entre outras (SMIDT, 1991). Uma vez liberados, os químicos podem atingir os suprimentos de água superficiais e subterrâneas ou serem absorvidos pelos vegetais via solução do solo. Pode-se antever então a possiblidade de entrada dessas substâncias na cadeia alimentar causando risco a toda biota.
Geralmente as mudanças ambientais causadoras da liberação dos químicos são lentas, e os fatos acima descritos, então, caracterizam as chamadas ...
Mai 11
Degradação química do solo
Carlos Pacheco @ Geófagos Categorias: Ciência Geral, Ciência Geral, Ciência do Solo, Contaminação, Geoquímica, compostos químicos, degradação do solo, meio ambiente, poluentes químcos, poluição, solo, água
Compostos e elementos químicos a muito tempo são utilizados pelo homem, mas o uso desses compostos tem se expandido consideravelmente a partir da revolução industrial. Isso significa que os contaminantes derivados da indústria, agricultura e atividades domésticas foram se acumulando por um longo período de tempo em solos e sedimentos. Alguns contaminantes são acumulados em áreas localizadas (como depósitos de resíduos industriais e domésticos), mas outros se encontram difusamente distribuídos (como a deposição atmosférica).
O lançamento de poluentes químicos pode ser pontual, como na disposição de resíduos agrícolas, urbanos ou industriais. Outra forma de lançamento é a difusa, como a partir das chaminés de grandes indústrias ou escapamento de veículos automotores. Esse lançamento também pode ser classificado como “mais abrangente” quando se trata da poluição causada pela aplicação de corretivos de solo, fertilizantes ou outros condicionadores de solo. A entrada de substâncias químicas no solo pode ser classificada como: (1) deliberada como é o caso da atividade agrícola, já incluídos a aplicação de biossólidos provenientes de estações de tratamento de esgotos (ETE), estercos, fertilizantes, defensivos, corretivos e irrigação ou (2) acidental, que pode acontecer pela emissão atmosférica de resíduos industriais e urbanos, atividades de mineração e outras fontes.
Na poluição ...
Mai 07
A poluição interfere com a capacidade das abelhas e outros insectos encontrarem as flores +
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Angola, Ciência Geral, Hipertexto, abelhas, bob geldof, little sparta, poluição
Há quem leve o relvado mesmo a sério
Nem uma inundação impede de cortar a relva.
Little Sparta
O jardim de Ian Hamilton Finlay. É pena que as fotografias não abundem.
A poluição interfere com a capacidade das abelhas e outros insectos encontrarem as flores
Washington Post.
As melhores coisas da vida não são coisas
Kunstbetrieb.
Angola é governada por criminosos
Bob Geldof diz algo que nunca passou pela cabeça de ninguém. Bem, pelo menos nunca passou na cabeça do BES que o cantor tivesse o desplante de dizer algo que toda a gente sabe… É o apelidado tiro pela culatra (mas já vieram a terreiro demarcar-se). Público.
Destruição dos mangais amplificou efeitos do ciclone na antiga Birmânia
BBC.
Abr 29
Desmatar para plantar?
Ricardo Raele Categorias: Ciência Geral, Política, consumo, desmatamento, ecologia humana, poluição
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse na sexta-feira (25) que a "pressão insustentável" sobre os recursos naturais não é resposta à crise mundial dos alimentos. Para Marina, destruir ecossistemas para plantar "só adia a crise por um tempo".A declaração foi uma resposta à defesa que o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, fez na quinta-feira (24) do desmatamento como mecanismo "inevitável" para enfrentar a alta global no preço dos alimentos. (fonte UOL)Acerta a ministra ao reagir à declaração absurda de Blairo Maggi. Está claro que ele se posiciona para defender interesses particulares de uma elite agropecuária e ruralista que desconhece por completo o significado da palavra ecologia. Prova inconstável disso se dá nas palavras mais do que pertinentes do coordenador da campanha Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário. Eis suas sábias palavras "... A oposição entre preservação da floresta e produção de alimentos é uma falsa dicotomia, 'é graças às chuvas produzidas na Amazônia que as terras férteis do Centro-Sul são irrigadas'. "Desmatar é um tiro no pé.""A verdade é que todo mundo fala em preservar o meio ambiente mas se recusa a aceitar que é preciso pensar ...
Abr 14
O interior e a demagogia +
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Hipertexto, Lua, interior, poluição, portugueses, suécia, árvores
As flores já não cheiram tão bem
Um estudo sugere que a poluição anda a acabar com o cheirinho da Primavera. Yahoo! News.
Descoberta a árvore mais antiga do Mundo
Na Suécia e com uns 8.000 anos. Nesse tempo os humanos andavam literalmente de cueiros. The local.
O interior e a demagogia
Mais uma no alvo. Henrique Pereira dos Santos no Ambio.
Mapa da Lua em alta definição
Gizmodo.
Os portugueses e os seus trajes, desenhados num livro de 1896
Biblioteca Nacional Digital. Está colossal, é para ver de uma ponta a outra. Isto veio via Drawn, um excelente blogue canadiano (que por sua vez viu no BlibliOdissey — as imagens foram “limpas” neste último).
Abr 09
Desafios tecnológicos subestimados pelo IPCC +
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Hipertexto, aquecimento global, arquitectura, browser, camino, carbono, energia, hortas urbanas, internet, poluição
Browsers para o Macintosh
O meu preferido de longa data: Camino. Faz o que quero, rapidamente, num interface simples.
Pegada de carbono dos EUA
A cor do mapa não é propriamente uma novidade, mas surpreendeu-me de certa forma o peso da costa leste. Wired.
Cul-de-sac
São aquelas ruas que não vão dar a lado nenhum, terminam num pequeno largo com casas a toda a volta. Não dá para a densidade de construção que os promotores querem hoje. Outro artigo também no TreeHugger.
Ecover não tão inócuo
Esta marca vende-se no nosso país e é utilizada na nossa casa. Pessoalmente já não tenho ilusões, mas desagrada-me que o detergente da louça tenha um produto potencialmente cancerígeno. TreeHugger.
Middlesbrough abraça hortas urbanas em grande escala
Guardian.
Desafios tecnológicos subestimados pelo IPCC
Controlar as emissões não será tão fácil como se diz nos relatórios do IPCC (criticados pelos Henriques Raposos deste Mundo por serem alarmistas). Dito de outra forma, a magnitude das alterações climáticas é optimista, na melhor das hipóteses. Nature.
Instalada com sucesso a maior turbina de marés
Foi na Irlanda do Norte. ENN.
“Buracos negros” da internet
Em tempo real, zonas do Mundo onde a internet está em baixo.
Abr 05
Aposta chinesa nos biocombustíveis pode destruir o que resta da floresta da China
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: China, Ciência Geral, Hipertexto, biocombustíveis, ecologistas, floresta, iluminação, poluição, árvores
Sun Calc
Um “gadget” para dizer que tipo de Sol temos no jardim. Como a questão do Sol é um pouco subjectiva quando se começa a falar de Sol parcial ou sombra parcial, essa subjectividade deve estar subjacente ao Sun Calc. Por outras palavras: Mais um pinchabelho a não comprar. Dvice.
A região mais poluida da Europa
Fica entre Frankfurt e Amsterdão. É o corredor do carvão e do aço alemão, mas fiquei surpreendido pelos níveis de poluição em Amsterdão. Deutsche Welle.
A lâmpada do futuro
Parece. É de uma empresa chamada Luxim. ZDNet.
Primeira viagem de um cargueiro com “vela” auxiliar foi um sucesso
A vela parece um parapente e permitiu poupar 20% do combustível. TreeHugger.
Aposta chinesa nos biocombustíveis pode destruir o que resta da floresta da China
SciDev.
Ainda sobre a opção dos ecologistas terem filhos
Tem lógica e também penso parecido. Salon.
Les Arbres
Um poema de Anatole France. Abrupto.
Abr 04
Actividade solar sem relação com alterações climáticas +
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: China, Ciência Geral, Hipertexto, alterações climáticas, fotografia, george steinmetz, grã-bretanha, laika, poluição
Novas moedas inglesas espantosamente bonitas
A Grã-Bretanha tem muitos defeitos e de cabeça devo conseguir dizer uns 100 ou mais, mas além dos jardins, têm muito nível. A julgar pelo aspecto das novas moedas, continuam a não estar muito interessados no euro. A nova nota de cinco dólares dos EUA, também é espantosa, pelos seus próprios motivos. H&FJ.
My Urban Farm
Um blogue no espírito “grow your own”.
Tiny Farm Blog
Fotografias aéreas de desertos
De George Steinmetz.
Actividade solar sem relação com alterações climáticas
Os cépticos andam a ficar sem teorias. Ah, mas a imaginação é ilimitada, estou certo que ainda vão lavrar algumas bem boas. BBC.
Fotografias da incrível poluição na China
Independentemente das alterações climáticas e dos Henriques Raposos deste mundo, isto é o caminho correcto que se quer para a humanidade? Parasitismo isso sim. De qualquer modo, todas as previsões relativas às alterações climáticas são ingenuamente optimistas. Este slideshow é grande mas vale a pena ver até ao fim. NBC11.
Quem se lembra da cadela Laika?
Lembro-me dela dos livros de astronomia para crianças e adolescentes. Por alguma razão, até hoje acreditei que a cadela tinha sobrevivido. Mas claro que não. O lançamento do ...
Abr 01
Ciência Ambiental por completo
Carlos Pacheco @ Geófagos Categorias: Ciência Geral, Ciência Geral, Ciência ambiental, Ciência do Solo, Contaminação, ciências ambientais, conservação, meio ambiente, poluição, preservação, problemas sociais, qualidade da água, qualidade do ar, qualidade do solo, sócio-econômico, água
Caros leitores,
Tantas vezes vejo nos notíciários, em conversa com profissionais da área e até mesmo em comunicados científicos um profundo desconhecimento sobre a verdadeira ciência ambiental. Quando se pensa em ambiente logo associamos a ele o verde de uma floresta ou os tons azulados da água. Isso é um reflexo puro e simples das conotações colocadas pelos grandes veículos de comunicação sobre o ambiente como meio físico ou biótico. Quando se inicia os estudos de disciplinas que se enquandram especificamente no campo das “ambientais” logo se vê que os pilares básicos para qualquer pesquisa na área são os três meios: físico, biótico e para surpresa de muitos o sócio-econômico ou antrópico, chamem-no como quiserem. Em suma isso significa que uma ação ambiental efetiva deve sempre envolver os três meios. Ou seja, não existe preservação, conservação ou planejamento ambiental, bem como quaisquer outros trabalhos correlatos sem que haja um envolvimento desses meios. Na minha opinião, inclusive, a esses três meios deveriam ser dadas importâncias iguais em trabalhos ambientais. Mas isso é uma discussão futura. Hoje o que temos visto é uma atribuição exacerbada de questões relacionadas aos meios físico e biótico. Mas pensemos bem se esse tipo de abordagem funciona. Imaginemos temas relacionados à qualidade da água em centros urbanos. É possível resolver os problemas de saneamento básico, de ...
Mar 23
“Outsourcing” ambiental
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ambiente e sustentabilidade, China, Ciência Geral, aquecimento global, efeito de estufa, poluição
A debandada das empresas americanas para a China, inicia-se pouco tempo depois do Massacre de Tianamen, digamos há 15 anos. Chamam a isso “real politik”.
Desde essa data até aos dias de hoje, a maior parte da produção americana de bens de consumo é realizada na China, Índia e Sudeste Asiático. Desde essa data até aos dias de hoje, os EUA mantiveram-se firmemente no primeiro lugar como país com mais emissões de gases com efeito de estufa. Todos os números apontam para 25% do total mundial (para 5% da população).
Hoje, a China deve já poluir mais que os EUA, mas seria interessante saber quanto adicionar aos 25% dos EUA em emissões realizadas na China e outras paragens do Mundo. Não me admiraria muito que se os EUA sozinhos fossem responsáveis por 40-45% das emissões poluentes mundiais. Vivem há muito tempo acima das possibilidades com petróleo barato e a servirem de banco mundial com a sua poderosa máquina de imprimir dólares.
Hoje o petróleo está caro e o dólar ainda bem acima do valor real, vale pouco. Está na hora de os americanos começarem a assentar os pés na terra. De um ponto de vista, os tempos são interessantes, mas ...
Mar 14
Relações humanas
Ricardo Raele Categorias: Ciência Geral, Psicologia, crônica, ecologia humana, poluição
De vez em quando, voltando do trabalho eu vejo as avenidas que beiram os rios. Elas estão lotadas de carros. O ar, claro, está cheio de fumaça e o rio de sujeira. E me pergunto, para que fazemos tudo isso, para que tanto trabalho, se, juntos, não construimos uma vida plena? Como é possível viver em uma cidade tão podre e se contentar com a própria casa e com o próprio carro, como se fossem esses os grandes troféus de uma carreira profissional. Não pode ser tão pequeno assim. Trocar a vida, o precioso tempo de uma existência para se ter uma casa bonita e dois carros na garagem enquanto se destrói o tempo e a natureza. O carro e casa deveriam estar em função da natureza e não a natureza em função deles. Está tudo errado. As pessoas não enxergam isso por que reconhecer isso demanda coragem. Coragem para negar uma forma de viver, de sentir e se relacionar com os outros. As pessoas tem medo. Nesse mundo as pessoas vivem com medo. Medo de adoecer, medo de serem traídas, medo de amar. Para que exista uma civilização sustentável é preciso primeiramente que as relações humanas sejam sustentáveis. Livres ...
Fev 03
Leis e ambiente
Ricardo Raele @ Ricardo Raele - Ecologia Humana Categorias: Ambiente, Ciência Geral, Política, consumo, empresas, poluição, sustentabilidade
É de se espantar a falta de iniciativa política das autoridades frente ao problema ambiental. Todos mundo fala, mas ninguém faz. Para mudar comportamentos anti-ecológicos, que vão dos saquinhos plásticos nos supermercados às embalagens não recicláveis não basta discurso. Acredito ser preciso mudar o código legislativo da cidade, do estado e do país. É preciso proibir a fabricação e o consumo de certos insumos.Além disso, é preciso uma política fiscal que incentive produtos "limpos" e cobre impostos adicionais para os produtos não amigáveis com o meio ambiente.Também é preciso responsabilizar as empresas pelo dano ambiental que seus produtos causam. Por que não temos leis proibindo a produção de certos produtos se eles pioram a qualidade de vida da população? A sociedade precisa se mobilizar e exigir um código legal que proteja o meio ambiente e incentive as benfeitorias que nele são necessárias.
Jan 21
Uma pequena crítica
Ricardo Raele @ Ricardo Raele - Ecologia Humana Categorias: Ambiente, Ciência Geral, hipocrisia, poluição
Hoje li uma bobagem numa revista ambiental. Ela dizia que lucro e aumento na produção eram compatíveis com preservação ambiental... E continuava argumentando, dizendo que uma empresa que diminue a porcentagem de resíduos produtivos colabora com o meio ambiente gerando lucro... Ora, é um argumento que pode enganar olhos desatentos... Realmente, diminuir o índice de sucata aumenta o lucro da empresa, mas daí dizer que o aumento de produção gera menor impacto ambiental... Por favor, respeitem minha inteligência. É óbvio que o aumento de produção aumenta o impacto ambiental. E pior, a necessidade de aumento de produção é algo muito mais importante que a diminução da sucata. É caros leitores. A verdade é dura. O regime captalista é deprimente. Chega ao ponto de justificar o injustificável. Aumento de produção com menor impacto ambiental... Será que o mundo não percebe que a matéria prima que acaba nos rios e nos aterros sanitários depois do consumo é a mesma que chega lá em forma de sucata??? E que a diferença entre as duas formas de poluição (produto acabado e sucata) é só uma questão de tempo?! E a revista continuava com bobagens absurdas não só nas ...
Mar 06
Poluição asiática dá a volta ao mundo ( e ao clima)
Rui M @ T Categorias: aerossóis, alterações climáticas, poluição
As nuvens persistentes com três kilómetros de espessura constituídas por poeiras, fuligem e aerossóis que cobrem partes da China, Índia, Bangladesh e outros países do Sudeste Asiático concorrem com o efeito de estufa para reclamar o primeiro lugar na categoria de "efeito antropogénico mais nocivo do século".Estas nuvens, derivadas de emissões proveniente de actividades industriais e da queima de biomassa, para além de serem óbvias fontes de problemas respiratórios, vão bloquear a radiação solar diminuindo a temperatura diurna na região por elas coberta e afectando a produtividade das colheitas da região.Vão também agir como núcleos de condensação de nuvens por toda a região do Índico e Pacífico, condensando gotículas mais pequenas dentro de cada nuvem. Isto vai inibir a sua coalescência e consequente precepitação sob a forma de chuva, modificando os padrões de precipitação nessas regiões, incluindo a duração e distribuição da Monção Indiana, vital para a agricultura naquela parte do mundo.Mas não é só a Monção Indiana que é afectada, estes aerossóis vão influenciar toda a distribuição de tempestades na região do Pacífico, condicionando inclusive o padrão de ocorrência das ...


Recent Comments