Exemplo de condicionamento operante em cães

Felipe Epaminondas @ Ciência e Psicologia Categorias: Behaviorismo, Ciência Geral, Ciência Geral, aprendizagem, condicionamento, cães, operante, videos
Como todo psicólogo comportamental, nunca me canso de falar sobre condicionamento operante. Outro dia conheci um estudante do 1° período da minha faculdade que mostrou esse vídeo: Ele ensinou sua cadela a sentar e rolar usando pedaços de carne como reforçador. No vídeo vemos o resultado final. O processo requer paciência… em um momento ela senta mas não rola e ele sabiamente não disponibiliza o reforço enquanto todo o comportamento é executado. O mais engraçado é a outra cachorrinha no maior desespero querendo comida também! (e ainda ganha! desespero reforçado heheh) © Felipe Epaminondas for Ciência e Psicologia, 2008. | Permalink | No comment | Add to del.icio.us Post tags: , , , , Feed enhanced by Better Feed from Ozh

Lidando com crianças birrentas

Felipe Epaminondas @ Ciência e Psicologia Categorias: Ciência Geral, Mente e Cérebro, crianças, operante, supernanny, videos
Recentemente me mostraram este vídeo de uma criança birrenta que tem tudo para participar do Supernanny: Sem dúvida ela apresenta comportamentos bem bizarros, mas a explicação é muito mais simples do que se imagina, tentarei mostrá-la em poucas palavras: Nós humanos (assim como outros organismos vivos) herdamos filogeneticamente uma estrutura que nos permite adaptar ao ambiente, e esta adaptação (ou interação) entre organismo e ambiente se dá através do comportamento. Os comportamentos que nos beneficiaram de alguma maneira passam a ocorrer com mais frequência em situações semelhantes, enquanto que outros menos eficazes diminuem de frequência. Este processo ocorre a todo momento quer saibamos descrevê-lo ou não. A criança muito nova, ainda incapaz de falar, costuma chorar quando quer atenção da mãe, tanto que aos poucos a mãe consegue distinguir um “choro de fome” de outro (e a criança também). A criança então começa com comportamentos mais ou menos aleatórios e a medida que um mais adequado é reforçado ele aumenta de frequência enquanto outros vão desaparecendo aos poucos. Mas o que aconteceria se comportamentos inadequados são reforçados? Um exemplo é o vídeo logo no início deste post! Não dá para eu deduzir o que levou esta criança a emitir tais comportamentos sem uma história ...
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