Dez 10
“Desmatamento evitado” dá certo, diz ONG
Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Biologia, Ciência Geral, Paraná, Telêmaco Borba, estória, floresta, meio ambiente, natureza, sustentabilidade
Mastigação. O resultado do leilão do meu chiclete (!) saiu. Será doado R$ 1.100,25 para a instituição Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS). Conheci melhor o trabalho dessa organização no início do ano, enquanto apurava uma matéria. Na época, conversei com o diretor da entidade Clóvis Borges.
Confesso que fico meio cabrera quando o assunto é ONG. Tenho lá minhas desconfianças, críticas e restrições, mas o trabalho deles pareceu interessante. Principalmente, porque a SPVS possui ações para preservar a Mata Atlântica paranaense, ou melhor, as florestas de araucárias.
Óbvio que puxei sardinha para meu lado. Sou paranaense e apaixonada por esse tipo de mata. Adoro o clima da região, o cheiro do pinheiro molhado e toda a fauna sustentada por ele. Fiz matérias sobre suas lendas – leia aqui as histórias.
No começo do ano a SPVS se empenhava em um projeto chamado “Seguro Verde”. A idéia dos caras era realizar o que eles chamam de “desmatamento evitado”. Em vez de sair plantando árvores em tudo quanto é vão livre, eles queriam conservar áreas primárias - em bom estado - de matas com araucária. Afinal, se ninguém protegesse, elas inevitavelmente seriam derrubadas.
Funciona assim. A cada contratação ...
O rato aí em cima não se deu tão mal quanto a primeira foto faz parecer:
Segundo notícia do periódico inglês Telegraph, o roedor foi colocado na jaula do réptil para servir de alimento para a cobra (que havia sido resgatada de uma casa por bombeiros), mas virou o jogo e matou a rastejante.
mas dessa vez sem reviravolta…
Para saber quem ganhou a rusga,
Esse pássaro não foi caçado, ele CAIU NA TEIA!
Imaginem só!
Tem mais uma foto e uma
Este ano, o número de pinguins - sem acento, Acordo Ortográfico - que apareceram na costa brasileira foi recordista. Não tenho o total, mas esse dado biologistas me passaram. Todo inverno, as aves viajam da Patagônia em busca de alimento. Fogem do frio rigoroso de lá, porque falta comida. Como o mar de alguns estados do Nordeste, como a Bahia, estava com dois graus a menos na temperatura, eles conseguiram nadar além de Salvador.
Dentro do oceano, existem correntes de água - lembra-se do filme “Procurando Nemo”?. Eles pegam “carona” nelas e sobem para o Brasil. Alguns, geralmente os mais fracos - seleção natural -, se perdem do bando e param nas praias. Machucados, mordidos, famintos são cuidados por especialistas que, em seguida, mandam eles de volta para o mar. Veja







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