“Contos assombrosos da superciência”
Mas então, vamos ao tema principal e mais estranho da capa dessa revista, a "Interpretação dos muitos mundos".
De acordo com Hugh Everet III, a teoria possibilita o pensamento de que todo o universo e mecânico quântico, pois ate então teoricamente(e em experiências) o universo e divido em duas formas: no mundo quântico das partículas, átomos e moléculas, onde ocorrem eventos microscópicos indeterministas, governados por probabilidades, e o mundo clássico, que é determinista, onde os eventos do nosso dia dia de carros subindo as estradas, e garotas semi-nuas lutando na lama (isso não faz parte do meu dia, mas...), onde a mecânica newtoniana é aplicada. Só que o mundo clássico é construído pelo mundo quântico. E a mecânica quântica diz que as partículas que constroem o mundo clássico se encontram numa superposição de todos os estados possíveis, e somente no momento da "visualização" dessas particulas que elas colapsam somente num único estado, que é o observável. Everet III ampliou esse fenômeno de superposição para todo o universo, e o renomeou como "descoesão", como se cada vez que ocorrese um evento, o universo iria se desdobrar em todos os possíveis, e todos os eventos iriam ocorrer nestes muitos mundos. Assim, naquela entrevista de emprego que não passei, num outro universo eu fui empregado , ou aquela moça ou rapaz que te deu um fora está "feliz para sempre" na Disneylândia com você.Só que essa teoria entra em conflito com a interpretação de Copenhagen, proposta por Niels Bohr e Werner Heinsenberg, que encerram a história mostrando que, de todas as possibilidades, somente uma e observada e ponto final...
Stephen Hawking disse uma vez que gostaria de fazer que a ciência fosse tão incrível quanto a ficção cientifica, e muitas vezes…
Continue a ler “Contos assombrosos da superciência”
Em experimento liderado por Kyung-An Han, professor associado de biologia e Neuroscientista da Penn State Univesity, onde as moscas foram submetidas a altas doses de vapores de etanol- o ingrendiente tóxico nas bebidas alcoólicas, para mimetizar os efeitos do abuso da bebida, tanto fisiológicos como comportamentais. Para isso, eles construiram um aparato feito de plástico para acomodar e reunir as moscas, que foi batizado de "Flypub", onde foram filmadas interagindo umas com as outras. E o que descobriram foi que os machos, quando recebiam uma dose diária de etanol, começavam a cortejar outros machos, e apresentavam traços de plasticidade comportamental. Já as fêmeas, que normalmente são passivas durante a corte, mesmo expostas ao etanol, nao cortejavam outras fêmeas, o que sugere que os efeitos homossexuais se limitam aos machos. Mas o efeito do etanol não direcionou a escolha sexual de parceiro, e sim aumentou a frequência de machos cortejando machos, e ao mesmo tempo cortejando fêmeas (quando postos em conjunto no "Flypub"), um tipo de "swing de dípteras".