Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Júpiter

Flash óptico na superfície de Júpiter

Um astrónomo amador japonês detectou um flash óptico na superfície de Júpiter. O vídeo feito por um astrónomo amador, Sr. Masayuki Tachikawa na cidade de Kumamoto, com o uso de uma Philips Pro2 Toucam acoplada ao telescópio, Takahashi GAT-150 f1100mm com X5 teleview power mate X5 pode ser visto no youtube aqui. O flash óptico na [...]Continue a ler Flash óptico na superfície de Júpiter

Teoria da Nébula Reformulada

 

 

Em termos astronómicos, as estrelas condensam rapidamente. Uma vez satisfeitas as condições apropriadas, o nosso Sol teria con­densado e entrado em ignição interna durante cerca de 100 000 anos, deixando atrás um disco de poeira que formará o resto do sistema solar. O Sol contém 99,9% de toda a massa disponível. No exterior da nuvem de poeira que escuda o núcleo em combustão, as tempe­raturas são abaixo dos 30° C , não mais quente do que o dia mais quente de um típico Verão inglês.

E nesta região que as moléculas complexas produzidas durante muitas gerações de formação de estre­las são protegidas.

 Hoje em dia, poucas razões temos para supor que o ciclo de vida do nosso Sol tenha sido muito diferente da vida das estrelas de segunda geração do mesmo, ou de tamanho semelhante. Pode­mos convencermo-nos de que, se contarmos a história do nosso Sol, estamos a contar uma história que é muitas vezes repetida através do universo.

A presença do carbono a partir de gerações prévias de estre­las irá acelerar ligeiramente o processo de combustão do hidrogé­nio; de outro modo, o hidrogénio é forjado em hélio da forma prevista para as estrelas de primeira geração. A radiação libertada por esta reacção é transportada para a superfície do Sol, num pro­cesso que poderá demorar 10 milhões de anos, onde se liberta como luz e calor. O Sol fica mais leve e mais luminoso: perde massa e ganha brilho. E continua a fazê-lo. Tornar-se-á 10% mais luminoso a cada bilião de anos, ou cerca disso.

O Sol queima 4 milhões de toneladas de hidrogénio por segundo, mas, dado que a sua massa é de mais de 1O27 toneladas, demorará, pelo menos outros 5000 milhões de anos a esgotar o seu combustível.

Apenas as estrelas da População I, como o nosso Sol (for­mado a partir de nuvens com grande conteúdo de metais), têm planetas.

Antes de o Sol atingir a sua massa final, os planetas estão a ser formados a partir daquilo que sobra. Os desperdícios frios agregam-se lentamente com o tempo e, com a gravidade, formam-se rochas de todos os tamanhos, até ao tamanho de planetas. As partículas maiores atraem as mais pequenas e crescem, como bolas de neve a rolar.

As estimativas variam, mas pequenos proto-planetas, chamados planetesimais, com até l km de diâmetro, não levam mais do que umas poucas dezenas de milhares…

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Mercúrio acabará com a vida na Terra

A ideia que se tem é que o Sistema Solar é estável, sem modificações. Mas isso não corresponde à ideia certa, se atentarmos em anos galácticos… Utilizando simulações de computador, dois estudos independentes concluíram que o efeito gravitacional de Júpiter na órbita de Mercúrio vai fazer com que este atravesse a órbita de Vénus. Quando isso acontecer, o [...]Continue a ler Mercúrio acabará com a vida na Terra

Giovanni Cassini

Há 385 anos, em 8 de junho de 1625,  nascia o astrônomo Giovanni Cassini, que descobriu a divisão nos anéis do planeta  Saturno e quatro de suas luas, além das rotações dos planetas Vênus, Marte e Júpiter. Posts relacionados:ConstânciaO anel A de Saturno em rotaçãoMissão Cassini Estendida até 2017Etimologia: SATÉLITEEclipse pelo MITPowered by Contextual Related PostsContinue a ler Giovanni Cassini

Novo Impacto em Júpiter

Em 1994, o cometa Shoemaker-Levy 9 embateu em Júpiter. Em Julho de 2009, o astrónomo amador australiano Anthony Wesley viu a colisão de um objecto com Júpiter, deixando lá uma marca negra bem visível. Leiam este post, no blog. Sabe-se agora que a mancha foi devida à colisão de um asteróide. Leiam mais, aqui, aqui, aqui, e aqui. Ontem, [...]Continue a ler Novo Impacto em Júpiter

Júpiter a Infravermelho

Imagens pouco habituais de Júpiter capturadas pelo SOFIA (Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy), a 26 de Maio, a 10668 metros de altitude. Posts relacionados:Supernova de Tychovaivém AtlantisNuvem coloridaTriplo Nascer do SolCratera NereusPowered by Contextual Related PostsContinue a ler Júpiter a Infravermelho

As grandes luas devem ser chamadas de planetas-satélite?

O blockbuster de ficção científica cinematográfica “Avatar” apresentou aos espectadores a idéia de que uma lua poderia ser mais do que apenas uma esfera rochosa repleta de crateras. A imaginária lua Pandora, em órbita de um planeta gigante gasoso hipotético do sistema Alfa Centauri, é exibida como um verdadeiro paraíso, com florestas exuberantes e uma [...]Continue a ler As grandes luas devem ser chamadas de planetas-satélite?

Júpiter perde uma risca

Parece um truque de magia mas as fotografias não enganam. Júpiter perdeu uma das suas características riscas. Os cientistas não sabem a causa para o estranho fenómeno, mas supõem que tem a ver com o clima particular do quinto planeta do Sistema Solar.

Júpiter é caracterizado pelas listas escuras na sua atmosfera, uma no hemisfério norte e outra no sul. São uns cinturões escuros, descobertos em 1896 pelo astrónomo inglês A.S. Williams, que limitam um sistema de correntes de vento geralmente de grande intensidade. As imagens mais recentes mostram que o Cinturão Equatorial do Sul desapareceu sem deixar rastro, alterando o aspecto do planeta. Até ao final do ano passado a lista estava lá. As imagens foram recolhidas quando Júpiter se movimentou para próximo do Sol e pôde ser visto a partir da Terra. Quando o planeta se afastou dos reflexos da nossa estrela e pôde ser observado novamente, nos princípios de Abril, o cinturão do sul tinha desaparecido. Ler o resto da notícia. (Retirado de CiênciaHoje, 14 de Maio de 2010)
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Júpiter perdeu o cinturão SEB

Um colega aqui do escritório avisou-me acerca desta noticia, quando íamos para o almoço: “Então Júpiter perdeu um cinturão?” disse-me ele. A minha reacção foi algo do género “uh???”. Depois lá recuperei da pancada e perguntei-lhe onde é que ele tinha visto/lido isso e ele apontou-me este post. Obviamente fui ler. Pelos vistos é um fenómeno [...]Continue a ler Júpiter perdeu o cinturão SEB

Chuva de Hélio

Chove hélio nos planetas Júpiter e Saturno. Esta “chuva” tem uma temperatura de cerca de 5000 ºC Leiam mais, em inglês, aqui, aqui, e aqui. Posts relacionados:Chuva Vermelha de KeralaImagens MarcianasLíridasCoRoT-Exo-3bIndústria Espacial lucrouPowered by Contextual Related PostsContinue a ler Chuva de Hélio
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