Archive for the Júpiter
Júpiter aproxima-se da Terra esta semana
Júpiter, o quinto planeta do sistema solar, vai estar mais próximo da Terra. Segundo o jornal espanhol “El País”, o planeta vai estar mais brilhante e mais visível a partir do nosso planeta esta sexta-feira, dia 14 de Agosto.Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar. O gigante gasoso apelidado com o nome do rei dos deuses da mitologia romana é quase só composto por hidrogénio e hélio. Júpiter é o primeiro dos planetas gasosos – planetas maiores e mais distantes do Sol que têm muito pouco material rochoso e são compostos quase só por gases. Ler o resto da notícia. (Retirado do Jornal Público, 10 de Agosto de 2009)
Júpiter atingido por um corpo celeste
20 de Julho 2009

Uma nova mancha negra do tamanho da Terra foi observada em Júpiter. Segundo os astrónomos esta mancha teve origem num impacto com um corpo celeste de dimensões consideráveis. Imagens da NASA que mostram um rasgão de milhares de quilómetros junto ao pólo sul. Contudo não deixa de ser uma pequena mancha face ao tamanho do enorme planeta vermelho, que é 2,5 vezes maior que todos os outros planetas do sistema solar juntos. Cientistas do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, em Pasadena, Califórnia, captaram as imagens após receberem uma indicação de um astrónomo amador na noite anterior.
“The impact was discovered by amateur astronomer Anthony Wesley in Murrumbateman, Australia at about 1330 GMT on Sunday. Wesley noticed a black spot in Jupiter’s south polar region (see image) – but he very nearly stopped observing before he saw it.”
Outros comentários, podem ser lidos em http://www.newscientist.com/article/dn17491-jupiter-sports-new-bruise-from-impact.html
Tagged: "Colisões cósmicas", "impacto com asteróides", Cometa, Júpiter
NASA escolheu lua Europa para procurar formas de vida no sistema solar
A missão ainda se encontra numa fase muito preliminar. Não haverá qualquer lançamento até 2020 e uma sonda só chegará ao sistema de Júpiter em 2025. A NASA apressou-se em dizer que isto não significava um retrocesso relativamente a Titã e ao sistema de Saturno, que continuarão a ter prioridade alta na lista das missões futuras, mas Europa era agora uma missão tecnicamente mais fácil. A NASA vai estar associada à Agência Espacial Europeia (ESA), que nessa altura terá uma sonda sua focada noutra lua de Júpiter, Ganimedes. Ler o resto da notícia
(Retirado do Jornal Público, 24 de Fevereiro de 2009)
“Por dentro da ciência” do Instituto Americano de Física (4/2/09)
4 de fevereiro de 2009
A Grande Mancha Vermelha Ficou Menor
Imagens mais nítidas mostram que a maior tempestade de Júpiter está encolhendo
Por Phillip F. Schewe
Colaborador do ISNS
Os cientistas que estudam a Grande Mancha Vermelha de Júpiter — o “furacão” joviano que gira rapidamente e tem duas vezes o diâmetro da Terra — produziram o melhor mapa, até agora, das velocidades dos ventos no planeta gigante, um lugar onde as rajadas de vento são freqüentemente de 480 km/h ou mais. Os mapas consistem de dezenas de milhares de medições de velocidades e fornecem uma imagem nítida do que está acontecendo com a Mancha.
Com efeito, de acordo com Xylar Asay-Davis, um cientista da Universidade da Califórnia em Berkeley, esses mapas representam os mapas planetários [de Júpiter] com a maior definição e maior precisão jamais produzidos. A Mancha é uma tempestade “anti-ciclônica” com a forma de um losango que tem exibido sua fúria em Júpiter por pelo menos três séculos. Tal com meteorologistas que estudam os furacões da Terra para compreender melhor o comportamento de tempestades violentas, os astrônomos planetários tentam registrar imagens detalhadas da Mancha para compreender melhor o tempo em Júpiter — um planeta sem uma superfície sólida visível e que é, pelo menos de nosso ponto de vista, somente um complexo de condições atmosféricas.
Imagens detalhadas são difíceis de obter, uma vez que a Mancha está sempre em movimento e tem que ser imageada por meio de uma complicada dança. Em primeiro lugar, o planeta como um todo gira a mais de 44.000 km/h no seu equador, o que o torna o planeta que gira mais rápido no Sistema Solar. Aí então, a Mancha está em movimento ao longo de sua faixa horizontal, uma faixa de nuvens que se estica em torno de todo o planeta. Por sua vez, a faixa está em movimento com relação a outras faixas paralelas em outras latitudes. Além disso, a mancha gira no sentido anti-horário, completando um giro a cada seis dias terrestres. Finalmente, a câmera que tira as fotografias, montada em espaçonaves que passam próximas a Júpiter, inclusive as Galileo e Cassini, estão, elas próprias, atravessando o espaço a milhares de quilômetros por hora.
Asay-Davis explica que uma outra complicação para medir a Mancha, é o fato de que as nuvens que não fazem verdadeiramente parte da Mancha, ficam pairando nas proximidades. Algumas dessas nuvens arrancam…
Continue a ler “Por dentro da ciência” do Instituto Americano de Física (4/2/09)Estrela falhada?

É claro que me interessei e li a pequena caixa de texto de meia dúzia de parágrafos. Era a oportunidade certa de me informar daquilo que existia na minha cabeça mais ou menos como um mito. É realmente Júpiter uma estrela falhada? Entretanto hoje pesquisei mais um pouco na net e vamos lá a isso..
Júpiter é um planeta gasoso gigante. Tem 2,5 vezes mais massa do que todos os outros planetas do sistema solar em conjunto e cerca de 300 vezes mais massa do que a Terra. A razão pela qual Júpiter é por vezes descrito como uma estrela falhada tem a ver com o facto de este planeta ter uma composicao muito semelhante à do Sol: essencialmente Hidrogénio (81%) e Hélio (17%). (O Sol tem cerca de 73% de Hidrogénio e 24% de Hélio). A enorme massa de Júpiter faz com que parte dos elementos que o constituem estejam altamente comprimidos na zona do núcleo gerando grandes quantidades de calor.
Ora acontece que o núcleo de Júpiter não está suficientemente comprimido de modo a iniciar o processo e fusão nuclear (processo em que dois ou mais núcleos atómicos se juntam para formar um outro núcleo de maior número atómico. A fusão nuclear requer muita energia, e geralmente liberta muito mais energia que consome). É este processo que fornece combustível às estrelas, como o Sol. Mas Júpiter não tem simplesmente massa suficiente para despoletar este processo.
Na verdade, Júpiter nem está perto de poder tornar-se numa estrela. Era preciso que tivesse 84 vezes mais massa para se tornar numa anã vermelha, o tipo "mais pequeno" de estrelas.
E nem sequer está perto de se tornar numa anã castanha, objectos, 10 a 83 vezes mais pesadas que Júpiter, que criam quantidades enormes de energia no seu interior, mas não têm massa suficiente para iniciar a fusão nuclear. As anãs castanhas são um pouco mais pesadas e muito mais quentes que os planetas gigantes e um pouco menos pesadas que um estrela. Desta forma são vistas como o "elo perdido"
…
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A NASA continua a brindar-nos com fabulosas fotos de Júpiter e das suas Luas tiradas pela sonda New Horizons, como a montagem acima da actividade vulcânica em Io ou a foto mais detalhada de sempre da famosa mancha vermelha de Júpiter abaixo.

Muito mais fotos e informação no site da New Horizons.Continue a ler Mais Júpiter, Io e companhia

