Morte de abelhas catastrófica no Reino Unido +

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Amazônia, Ciência Geral, Hipertexto, abelhas, george w. bush, go green tube, joão miranda, magalhães, rebekka guðleifsdóttir
Go Green Tube Uma espécie de canal com filmes ambientais. Um exercício fútil Uma fotografia de Rebekka Guðleifsdóttir. Muitas vezes também acho isso. Flickr. Blogue da autora. Mãos à terra Blogue de Susana Gonçalves. Lula da Silva prega mais um prego no caixão para a Amazónia Estes líderes de má qualidade tornam fúteis todos os esforços das populações. Greenpeace via Ondas. Administração Bush tenta fragilizar protecção de espécies ameaçadas Por falar em líderes de má qualidade. Yahoo! News. Não é necessário fanatismo quanto ao aquecimento global Nem salvar o Mundo, alguém já o fez há 2.000 anos atrás. Think Progess. O mapa genético da Europa Distintos só mesmo os Finlandeses. Os italianos também, em boa parte. Interessante a vantagem civilizacional dos bebedores de leite. New York Times. Morte de abelhas catastrófica no Reino Unido Uma em cada três. Guardian. O mesmo assunto no Telegraph. O “Magalhães” Eu sabia que se perseverasse, um dia ia concordar com o João Miranda. Isso, e aparentemente ele não utilizar a “fórmula” quando escreve no DN. Blasfémias.

“Todo o investimento que requer subsídios ou é prematuro ou nunca será viável”1

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Contra o Mundo Moderno, energia eólica, joão miranda, subsídios
O João Miranda do Blasfémias, descobriu uma fórmula e então utiliza essa fórmula para tudo. Do aquecimento global aos restaurantes chineses, passando recentemente pela energia eólica. Um misto de afirmações supostamente chocantes para os defensores da tese contrária (qualquer assunto), com obviosidades, vacuidades, gráficos parciais, egoísmo não assumido e muito menos declarado e umas pitadas de ironia. Um dos alvos preferidos do João Miranda é o ambiente no sentido mais lato possível e não perde uma oportunidade de criticar tudo o que possa ser criticado. Agora é apropriadamente a energia eólica, porventura a encarnação mais parecida com um moinho de vento que modernamente se consegue encontrar. Outra vez os mesmos argumentos passados com o velhinho papel químico. Sempre os mesmos. O João Miranda, com a formação que tem ainda não conseguiu perceber que se não fossem os subsídios, hoje não andava de automóvel e que o mal não está no subsídio em si. Está permanentemente de má fé e para ele a “big picture” tem os limites serrilhados de um selo dos correios. Só discute subsídios ambientalmente meritórios. Os subsídios ao petróleo (Union of Concerned Scientists), por exemplo, não discute. Subsídios de George W. Bush, não discute (BBC). ...
Design by j david macor.com.Original WP Theme & Icons by N.Design Studio
Entries RSS Comments RSS Login