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Archive for the interferentes endócrinos

Dicas para a escolha de um protetor solar

Esta é parte de uma resposta que dei para a Silvia Chiros sobre proteção solar (filtros). Achei que merecia destaque, pois muita gente não sabe o que procurar nos rótulos.
Existem dois tipos de produtos: os protetores químicos, chamados filtros solares, que podem bloquear os raios UVB, UVA ou ambos (dependendo da substância), com nomes químicos bem complicados, e os bloqueadores solares (físicos), que bloqueiam literalmente os raios e que você pode reconhecer pois são basicamente dois: Óxido de Zinco e Dióxido de Titânio.

Para ajudar vou dar uma listinha de nomes que você vai achar nos rótulos e que deve evitar, se possível:

benzofenona 3 (benzophenone 3),
octilmetoxicinamato (OMC ou octyl-methoxycinnamate),
oxibenzona (oxybenzone),
parabenos (qualquer um deles: metil, butil, etc...),
nanopartículas ( às vezes chamada de micro, ultrafinas, microfinas, etc...) e
cânforas (terminam em canfor).

Dê preferência aos produtos destinados a bebês, pois dos 6 meses aos 2 anos eles só devem usar bloqueadores físicos e não filtros químicos. Mas atenção, quanto mais transparente for o bloqueador, mais provável a presença de nanopartículas.
Já aviso, não vai ser fácil encontrar no mercado, mas considere que o risco de câncer de pele é muito alto em nosso meio por conta da altíssima radiação ao qual nos expomos. Assim, se você tiver que se expor ao sol e não tiver fatores de risco em seu histórico familiar, então use um protetor talvez menos ideal, mas que possa diminuir os riscos da sua exposição.
Use o bom senso, escolha os melhores horários e não fique "fritando" por horas e horas. Procure um bom guarda-sol, de tecido espesso, que possa servir como escudo e curta suas férias.

PS: Não esqueça de proteger os olhos, pois a radiação UV aumenta muito a incidência de catarata, assim, use um bom par de óculos escuros. Lembre-se que a areia, superfícies cimentadas, neve e etc, REFLETEM estes raios.
Bastam 10 minutos diários de exposição à luz solar para obter todos os benefícios para o seu corpo. Não necessariamente nas horas de pico e não necessariamente de uma vez. Então, usufruam do sol com critério.Continue a ler Dicas para a escolha de um protetor solar

Bom senso FPS 100!

Como sabemos, vivemos em um país onde a incidência de radiação solar é alta e a exposição também. A Sociedade Brasileira de Dermatologia sugere o uso continuado de filtros solares no intuito de diminuir a incidência de tumores de pele, frequentes em nosso meio.
Portanto a escolha do filtro é de grande importância e assim a relevância destas informações para a melhor escolha do produto ideal.
Estudo do grupo da Divisão de Toxicologia Molecular do Dep. de Ciências Farmacêuticas da Universidade da Basileia (Swiss Center for Applied Human Toxicology) tem o intuito de fornecer uma elemento a mais para a triagem de potenciais agentes com atividade endócrina em etapas cruciais do desenvolvimento.
O grupo suiço observa que tem havido um aumento na prevalência de desordens reprodutivas e cânceres testiculares na população masculina e pelo fato da exposição a interferentes endócrinos estar associada a estes distúrbios, é de grande importância a identificação destes agentes e seus alvos.
Eles elaboraram um banco de dados estrutural em 3D, para facilitar a identificação dos interferentes.
Depois eles usaram farmacóforos da 17beta-hidroxiesteróide desidrogenase tipo 3(17beta-HSD3), que cataliza a última etapa da síntese da testosterona nas células de Leydig no testículo (etapa importantíssima no desenvolvimento sexual masculino) para triagem deste banco de dados.
Entre outras substâncias, os filtros UV do tipo benzofenona, foram antecipados como inibidores potenciais da 17beta-HSD3.
Análises biológicas revelaram que a (2,4 dihidroxifenil)-fenilmetanona, também conhecida como benzofenona 1 ou BP1 demonstrou-se um inibidor da 17 beta-HSD3 humana e também um bloqueador eficaz da androstenediona para testosterona em roedores em ensaios enzimáticos.
Além disto, a BP-1 antagonizou a ativação dos receptores androgênicos dependentes de testosterona, mostrando uma atividade sinérgica aos efeitos anti-androgênicos da BP1 inibindo a produção de testosterona por bloqueio da ativação do receptor.
A análise de diversos filtros comumente utilizados sobre as enzimas metabolizadoras do 17beta-HSD mostraram que a 3-benzilideno cânfora (3-BC) e a $-metilbenzilideno cânfora (4-MBC) são inibidores da 17beta-HSD em doses micromolares.
Os autores concluem que a triagem da estrutura química de substâncias suspeitas de possuir atividade endócrina, pode facilitar sua identificação. Eles sugerem que os achados em relação aos filtros solares relatados e estudados necessitam de estudos complementares e devem ser considerados no que diz respeito à segurança destas substâncias químicas.

Para saber mais:

Nashev LG, Schuster D, Laggner C, Sodha S, Langer T, Wolber G, Odermatt A.
The UV-filter benzophenone-1 inhibits 17beta-hydroxysteroid dehydrogenase type 3: Virtual screening as a strategy to identify potential endocrine disrupting chemicals.
Biochem Pharmacol. 2009 Dec 11Continue a ler Bom senso FPS 100!

Mamãe passou açúcar em mim 2009-09-11 16:45:00

No Journal of Alzheimer’s Disease, um artigo de Ming Tong e colaboradores do Dep. de Neuropatologia da Warren Alpert Medical School-Brown University sobre os efeitos das nitrosaminas sobre a resistência insulínica me chamou bastante a atenção.
Como se sabe, recentemente estamos diante de uma sorte de "epidemia" de doenças relacionadas à resistência insulínica: Diabetes melitus do tipo 2 (DM2), Esteato-hepatite não alcoólica (NASH), e também Doença de Alzheimer (DA). Os autores afirmam que a exposição às nitrosaminas seriam uma causa de resistência insulínica.
A Estreptozotocina, uma molécula relacionada às nitrosaminas, já havia sido investigada pelo grupo que concluiu que causava resistência insulínica inclusive neurodegeneração do tipo Alzheimer. Os autores então hipotizaram que a exposição crônica às nitrosaminas poderia contribuir para a patogênese destas três síndromes e para isto expuseram ratos a um tratamento com N-nitrosodietilamina (NDEA) e após 2-4 semanas estes animais foram avaliados para disfunção cognitiva e motora, resistência insulínica e degeneração neural usando abordagem comportamental, bioquímica e molecular. Os ratos tratados apresentaram deficits na função motora e no aprendizado espacial, peroxidação lipídica, perda celular, níveis aumentados de proteína precursora de amiloide-β, amiloide-β fosfo-tau e imunoreatividade da ubiquitina, alteração da expressão (upregulation) das citocinas pró-inflamatórias e dos genes pró-ceramidas, que juntos levam à resistência insulínica. O tratamento causou diabetes do tipo 2 e esteatose hepática.
Em base a estes resultados, os autores concluiram que a exposição ambiental às fontes dietéticas ou não de nitrosaminas são um fator crítico para a patogênese destas síndromes e que uma maior detecção, e consequentemente prevenção, poderia ser útil no combate a esta epidemia.

*Nitrosaminas são encontradas facilmente em alimentos processados e também em cosméticos. São também produzidas em nossos corpos (suco gástrico).
Fontes comuns de nitrosaminas:
Alimentos: bacon frito, cerveja, leite em pó, salames, salsichas, alimentos curados.
Exposição ocupacional: produtos derivados do tabaco, do látex, indústria da borracha, metalúrgicas, pesticidas, indústrias químicas, cosméticos.

O que procurar e evitar nos rótulos de cosméticos (INCI):
Bronopol (2-bromo-2-nitropropane-1,3-diol)
Brononitrodioxane
Cocamidopropil betaíne
DEA (e condensados)
DEA-sodium lauryl sulfate
Morpholine
Padimate-O (octyl dimethyl PABA)
Quaterniums
TEA


Para ler o artigo:
Tong M, Neusner A, Longato L, Lawton M, Wands JR, de la Monte SM.
Nitrosamine Exposure Causes Insulin Resistance Diseases: Relevance to Type 2 Diabetes Mellitus, Non-Alcoholic Steatohepatitis, and Alzheimer's Disease.
J Alzheimers Dis. 2009 Jun 19.

* "Mamãe passou açúcar em mim", Copyright: S. Goraieb,2006Continue a ler Mamãe passou açúcar em mim 2009-09-11 16:45:00

Tireoide plastificada

Um grupo de pesquisadores do Key Laboratory of Reproductive Medicine, Institute of Toxicology, Nanjing Medical University, na China, nos traz um trabalho publicado na Toxicology Letters sobre os efeitos in vitro dos ftalatos.
Os autores avaliaram a atividade hormonal do dibutil ftalato (DBP), mono-n-butil ftalato (MBP) and di-2-etilhexil ftalato (DEHP) através de ensaios do gene reporter da luciferase.
Os resultados mostraram que DBP, MBP e DEHP, não somente exibiam uma potente atividade antiandrogênica como também possuiam atividade androgênica. Os autores observaram também que todos os três possuiam atividade antagonista do receptor tireoideo (TR) e que nenhum deles possuia atividade agonista, o que sugere que os receptores tireoideos sejam o alvo destas substâncias químicas industriais.
Nos ensaios do gene reporter do receptor estrogênico mediado, o DBP demonstrou-se fracamente estrogênico na concentração de 1.0x10(-4)M.
Segundo os autores os resultados demonstram que os três ftalatos poderiam simultâneamente interferir na função de um ou mais receptores hormonais, e assim estes compostos deveriam ser considerados nos paineis de risco para a saúde humana.

Para saber mais:

Shen O, Du G, Sun H, Wu W, Jiang Y, Song L, Wang X.
Comparison of in vitro hormone activities of selected phthalates using reporter gene assays.
Toxicol Lett. 2009 Jul 28.

e leia também:

Chin Jia Lin, Angela Silva Barbosa
Técnicas de Análise da Regulação da Transcrição Gênica e suas Aplicações na
Endocrinologia Molecular - REVISÃO, disponível no Scielo (grátis):http://www.scielo.br/pdf/abem/v46n4/12788.pdfContinue a ler Tireoide plastificada

Genisteína, efeitos no desenvolvimento embrionário

A Genisteina (GNT), uma isoflavona natural, composto encontrado em produtos derivados da soja, afeta várias funções celulares, incluindo proliferação, diferenciação e morte celular.
Pesquisadores da Chung Yuan Christian University de Formosa, particularmente do Bioscience Technology and Center for Nanotechnology, emcabeçados por Wen-Hsiung Chan, vem elucidando aspectos não tão brilhantes da exposição a este composto.
Já em um estudo anterior, eles haviam assinalado os efeitos citotóxicos da genisteína nos blastocistos de camundongos e sua associação com defeitos no seu desenvolvimento in vitro. Em um novo artigo, apenas publicado, eles investigaram os efeitos da GNT na maturação do oocito e subsequentemente o desenvolvimento pré e pós implantação, tanto in vitro como in vivo.
Os pesquisadores observaram que a genisteína induziu a uma redução significante na taxa de maturação dos oocitos, de fertilização e de desenvolvimento embrionário in vitro. A exposição de oocitos à genisteína durante a maturação in vitro (IVM) levava a um aumento na reabsorção dos embriões pós-implantados e uma diminuição do peso fetal e placentário.
Em um modelo in vivo (camundongo), os pesquisadores demonstraram que o consumo de água contendo genisteína levou a uma diminuição da maturação e da fertilização in vitro, como também lesões precoces de desenvolvimento. Eles acreditam, em base a seus achados, que tenha acontecido uma inibição seletiva dos receptores do ácido retinóico nos blastocitos tratados com genisteína durante a maturação do oocito.
O artigo foi publicado na Reproductive Toxicology de Julho.

Para ler mais:

Chan WH.
Impact of genistein on maturation of mouse oocytes, fertilization, and fetal development.
Reprod Toxicol. 2009 Jul;28(1):52-8.Continue a ler Genisteína, efeitos no desenvolvimento embrionário

Mamãe passou açúcar em mim 2009-08-27 16:29:00



No vídeo o Dr. Robert M. Carey, presidente da "Endocrine Society", anuncia o primeira declaração científica da Sociedade em relação aos interferentes hormonais e em seguida o Dr. Hugh Taylor, professor, pesquisador e endocrinologista reprodutivo na Yale University, dá uma entrevista sobre conselhos em relação ao bisfenol A.
O som não é esplêndido, infelizmente e o vídeo é em inglês, mas representa uma importante tomada de posição.

Para saber mais: http://www.endo-society.org/Continue a ler Mamãe passou açúcar em mim 2009-08-27 16:29:00

Efeitos de longo prazo sobre o comportamento e a fisiologia reprodutiva por interferentes hormonais

Este é o título do artigo de duas pesquisadoras do North Carolina State University em Raleigh, as Dr.as Heather B. Patisaul e Heather B. Adewale, publicado no "Frontiers in Behavioral Neurosciences" de Junho.
As autoras abordam a interferência endócrina e seus efeitos sobre o feto, cujas manifestações podem levar décadas para serem evidenciadas além de abordar a influência destas experiências precoces no comportamento e na fisiologia reprodutiva através de mecanismos epigenéticos (tais como acetilação de histonas e metilação do DNA, por exemplo).

Para os fãs da soja na alimentação infantil, vale dar uma olhadinha (ver genisteína).

Para saber mais, o artigo (em inglês) está disponível gratuitamente em: http://www.pubmedcentral.nih.gov/picrender.fcgi?artid=2706654&blobtype=pdf.Continue a ler Efeitos de longo prazo sobre o comportamento e a fisiologia reprodutiva por interferentes hormonais

Santo de casa.

Me chamou a atenção o artigo "Components of plastic: experimental studies in
animals and relevance for human health" publicado pela Philosophical Transactions of the Royal Society - B onde dois co-autores são brasileiros. Um deles da Universidade Federal do Paraná e o outro da Fiocruz. O artigo é bem escrito e aborda vários agentes tais como ftalatos, bisfenol, retardantes de chama,...
A referência é:

Talsness CE, Andrade AJ, Kuriyama SN, Taylor JA, vom Saal FS
Components of plastic: experimental studies in animals and relevance for human health.
Philos Trans R Soc Lond B Biol Sci. 2009 Jul 27;364(1526):2079-96

Finalmente alguém por aqui resolve publicar sobre o tema.Continue a ler Santo de casa.

Inseticidas e Leucemia

Trabalho realizado por pesquisadores de diversas instituições americanas, entre elas a Division of Cancer Epidemiology and Genetics do National Cancer Institute, National Institutes of Health, Department of Health and Human Services; da School of Public Health da University of California–Berkeley; Northern California Cancer Center; Children’s Hospital of Central California de Madera e do Battelle Memorial Institute de Columbus, investiga as relações entre a exposição residencial a inseticidas e o risco de leucemia na infância.
Os autores justificaram o estudo por conta do aumento significativo da incidência de casos de leucemia em países desenvolvidos entre 1975 e 2004 cujas causas não foram claramente estabelecidas.
Eles usaram pó de carpetes como indicador de exposição para examinar o risco de leucemia na infância em relação à exposição residencial a substâncias químicas organocloradas, entre estas seis PCBs (Polifenois biclorados) e os pesticidas alfa e gama clordane, p,p′-DDT (diclorodifeniltricloroetano) , p,p′-DDE (diclorodifenildicloroetileno) , metoxiclor e pentaclorofenol.
O estudo foi realizado em 35 regiões da California setentrional e central durante os anos de 2001 a 2006 e incluiu 184 casos de Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) na idade de 0 a 7 anos.
Os autores observaram que a detecção de qualquer PCB na poeira dos carpetes nas salas onde as crianças passavam a maior parte do tempo, aumentou em 2 vezes o risco de LLA (OR= 1,97; CI 95%), 1.22-3.17) Comparado com aqueles no quartil mais baixo de PCBs totais, o quartil mais alto foi associado a cerca 3 vezes maior risco (OR = 2.78 ; 95% CI, 1.41–5.48). A tendência positiva foi estatísticamente significativa (p = 0.017). A tendência foi evidente para o aumento das concentrações de PCBs, em especial os congêneres 118, 138 e 153, mas não para clordane, DDT, DDE, metoxiclor ou pentaclorofenol.
Em base aos resultados, os autores concluem que os pesticidas Polifenois biclorados, que são considerados prováveis carcinógenos e causam interferência no sistema imunitário, podem representar um risco previamente não reconhecido para a incidência de leucemia na infância.
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Para saber mais:

Mary H. Ward, Joanne S. Colt, Catherine Metayer, Robert B. Gunier, Jay Lubin, Vonda Crouse, Marcia G. Nishioka, Peggy Reynolds, and Patricia A. Buffler
Residential Exposure to Polychlorinated Biphenyls and Organochlorine Pesticides and Risk of Childhood Leukemia
Environmental Health Perspectives Volume 117, Number 6, June 2009

http://www.ehponline.org/members/2009/0900583/0900583.pdfContinue a ler Inseticidas e Leucemia

Mais uma sobre o Bisfenol A

Muitos artigos na literatura indicavam a toxicidade do Bisfenol A (BPA) sobre o aparato reprodutor feminino, mas faltavam evidências de efeitos carcinogênicos do BPA neste caso, uma vez que os estudos disponíveis diziam respeito apenas às mamas e à próstata. No entanto uma nova pesquisa de cientistas do NIEHS (National Institute of Environmental Health Sciences, National Institute of Health) capitaneada pela Dr.a Retha Newbold, indica que a exposição a baixas doses de BPA (em camundongos) pode causar alterações potencialmente carcinogênicas nos tecidos do aparelho reprodutor feminino.
As autoras usaram baixas doses de BPA (0,1, 1, 10, 100 ou 1000 microgramas/kg/dia) consideradas dentro de padrões ambientalmente relevantes na janela entre os dia 9 e 16 da gestação e observaram os filhotes na fase adulta tardia (16-18 meses) avaliando seus orgãos reprodutores.
As autoras observaram a incidência de cistos ovarianos benignos foi de 67% naqueles que receberam doses de 1 micrograma/kg/dia e naqueles expostos a doses maiores apresentaram lesões ovarianas mais severas como cistoadenomas, ausentes no grupo controle. Foram também observadas metaplasia esquamosa do Utero, remanescência proeminente mesonéfrica (Wolff), e adenose vaginal, embora não estatísticamente significativa. Outras patologias presentes no grupo tratado com BPA incluiram hiperplasia atípica e polipos estromais uterinos, sarcona de cérvix, e adenocarcinoma mamário que não foram observadas no grupo controle.

Para ler mais:

Retha R. Newbold, Wendy N. Jefferson, and Elizabeth Padilla-Banks
Prenatal Exposure to Bisphenol A at Environmentally Relevant Doses Adversely Affects the Murine Female Reproductive Tract Later in Life.
Environmental Health Perspectives Volume 117, Number 6, June 2009
O artigo em pdf está disponível gratuitamente em:
http://www.ehponline.org/members/2009/0800045/0800045.pdfContinue a ler Mais uma sobre o Bisfenol A
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