Archive for the filme
Durante o III Seminário LEME serão realizadas exposições de ensaios fotográficos e exibição de filmes etnográficos. A seleção do material é voltada para as produções situadas em contextos de pesquisas etnográficas. Os Trabalhos fotográficos estarão expostos durante todo o evento e no dia 28 ocorrerá a mostra de filmes etnográficos.
Para mais informações visite o Blog da III Mostra LEME: www.3leme.blogspot.com
Sobre as inscrições:
Já estão disponíveis na seção "Inscrições" as informações para o participante efetuar a sua inscrição no evento. Lá vocês terão acesso a todas as informações necessárias pra fazer parte do evento, como local de pagamento, valores e prazos.
Hospedagem para Estudantes:
Os estudantes de outros estados que queiram participar do III Seminário do LEME e III Mostra de Fotografias e Filmes Etnográficos e procuram um lugar para ficar, temos a opção de hospedagem na Casa das Irmãs, localizada na Av. da Universidade, quase em frente ao prédio das Ciências Sociais/UFC. São 40 (quarenta) quartos com banheiro e 60 (Sessenta) camas. Sendo possível hospedar até 100 (cem) pessoas no local.
Local: Recanto do Sagrado Coração.
Endereço: Av. da Universidade, 3106 - Benfica (Próximo à reitoria da UFC).
Telefone: (85) 3281-4139 (Falar com irmã Terezinha).
Email: irmaterezinhasilva@gmail.com
Tabela de Preços:
Diária completa - R$45,00;
Diária com café da manhã e Jantar - R$30,00;
Diária com café da manhã - R$25,00;
Diária (sem refeição) - R$20,00.
OBS.: Pagamento com 15 dias de antecedencia.
Contatos - Comissão organizadora:
MAPPS - (85) 31019887 / Maíra - (85) 86253287
Into the Wild
Into the Wild is a 1996 non-fiction book written by Jon Krakauer. The book depicts the two-year wilderness trek of Christopher McCandless from 1990 through 1992 and is an expansion of Krakauer's 9,000-word article, "Death of an Innocent", which appeared in the January 1993 issue of Outside.[1] The book was adapted into a 2007 movie of the same name directed by Sean Penn with Emile Hirsch starring as McCandless.
Contents |
//< ![CDATA[
if (window.showTocToggle) { var tocShowText = "show"; var tocHideText = "hide"; showTocToggle(); }
//]]>
Background
Chris McCandless grew up in suburban Annandale, Virginia. After graduating in 1990 with high grades from Emory University, McCandless ceased communicating with his family, gave away his savings of approximately $25,000 to Oxfam and began traveling, later abandoning his car.
In April 1992, McCandless hitchhiked to the Stampede Trail in Alaska. There, McCandless headed down the snow-covered trail to begin an odyssey with only 10 pounds of rice, a .22 caliber rifle, several boxes of rifle rounds, a camera, and a small selection of reading material — including a field guide to the region's edible plants, Tana'ina Plantlore. He declined an acquaintance's offer to buy him sturdier clothing and better supplies. After surviving more than 100 days, he died sometime in August and his body was found, in early September, by a couple and a group of moose hunters.
Summary
The book begins with the discovery of McCandless's body inside an abandoned bus in Alaska (63°52′06.23″N 149°46′09.49″W / 63.8683972°N 149.7693028°WCoordinates: 63°52′06.23″N 149°46′09.49″W / 63.8683972°N 149.7693028°W)[2][3] and retraces his travels during the two years after college graduation. McCandless shed his real name early in his journey, adopting the moniker "Alexander Supertramp". He spent time in Carthage, South Dakota laboring for months in a grain elevator owned by Wayne Westerberg before impulsively hitchhiking for Alaska. Krakauer interprets McCandless's intensely ascetic personality as possibly influenced by the writings of Continue a ler Into the Wild
O Véu Pintado: uma análise sociológica
Começámos as aulas de Sociologia vendo o filme O Véu Pintado, de John Curran, baseado no romance homónimo de Somerset Maugham. Pedi aos alunos para o analisarem de um ponto de vista sociológico. O melhor trabalho foi da Daniela Pinto, do 12º E. No filme é retratada a vida de Kitty, que, tendo crescido na sociedade britânica dos anos 20 do século XX, onde o papel da mulher era casar, servir o Continue a ler O Véu Pintado: uma análise sociológica
Confronto de Titãs
Nas salas de cinemas portuguesas está a ser exibido um filme que não vi e que provavelmente não verei: Confronto de Titãs. A avaliar pelo trailer é muito, muito mau, apesar de levemente inspirado na interessante mitologia grega. Eis um confronto de Titãs muito melhor: Frank Sinatra e Johnny Hartman cantando “I See Your Face Before Me”. Até os deuses gregos teriam dificuldade em escolher o melhorContinue a ler Confronto de Titãs
Filme "Sea Rex 3D"
Mais um "trailer" de um filme a não perder: Sea Rex 3D. Com plesiossauros, mosassauros e outros aspectos dos mares mesozóicos.
Continue a ler Filme "Sea Rex 3D"
Continue a ler Filme "Sea Rex 3D"
Napëpë versus O segredo da tribo
Ontem recebi o email da Professora Isabelle Braz Peixoto da Silva.
Achei que deveria apresentar isso para vocês. Aquele Abraço.
Caros,
boa noite!
Escrevo para comentar um assunto que me parece ser de enorme interesse para nós, tanto como cientistas sociais quanto como pesquisadores em geral, e da ciência, em particular.
Em 2004, uma aluna da Ciências Sociais da USP, minha colega de Faculdade, Nadja Marin, fez um excelente documentário chamado Napëpë sobre a luta dos Yanomami para recuperar suas amostras de sangue retiradas no final dos anos 1960 por uma equipe de pesquisadores norte-americanos que pretendiam comparar as amostras de sangue Yanomami, como grupo de controle, com as amotras de sangue dos sobreviventes da bomba de Hiroshima. Na época, quem intermediou o contato dos cientistas com os Yanomamis foi o antropólogo Napoleon Chagnon que conviveu um ano entre os índios e sobre eles escreveu inúmeros artigos e livros de sociobiologia sobre o caráter e a "natureza" dos Yanomami. Unindo pesquisa genética com análises culturais, o antropólogo criou uma imagem dos Yanomami como um povo guerreiro e violento, o que acabou levando os militares, durante a ditadura, a propor a demarcação descontínua das terras Yanomami na tentativa de isolar os índios em "ilhas" e evitar, assim, as guerras entre as diferentes tribos Yanomami. Desnecessário dizer que o território Yanomami é uma das reservas mais ricas em minérios, os mais variados. Essa demarcação descontínua, como sabemos, não ocorreu, mas isso não eliminou os conflitos ligados a essa pesquisa. As amostras de sangue Yanomami retiradas, na época, continuaram a ser usadas em pesquisas genéticas longo dos anos 1980, 1990 e 2000 sendo, inclusive, parte do projeto Genoma Humano. Acontece que os Yanomamis não foram avisados de que suas amostras de sangue seriam guardas o que, para a cultura deles, é totalmente inadmissível, sobretudo depois que a pessoa morre, já que o cerimonial funeral envolve a destruição de todo o corpo do morto. Bem, eles estão numa disputa enorme para que se reconheça que se trata de um caso explícito de biopirataria e ter as suas amostras de volta. Foi sobre isso que a Nadja fez um belíssimo documentário que inclusive ganhou o 8th Gottingen International Ethographic Film Festival. O documentário está disponível no you tube em quatro partes (acessíveis pelos links abaixo) e
Achei que deveria apresentar isso para vocês. Aquele Abraço.
Caros,
boa noite!
Escrevo para comentar um assunto que me parece ser de enorme interesse para nós, tanto como cientistas sociais quanto como pesquisadores em geral, e da ciência, em particular.
Em 2004, uma aluna da Ciências Sociais da USP, minha colega de Faculdade, Nadja Marin, fez um excelente documentário chamado Napëpë sobre a luta dos Yanomami para recuperar suas amostras de sangue retiradas no final dos anos 1960 por uma equipe de pesquisadores norte-americanos que pretendiam comparar as amostras de sangue Yanomami, como grupo de controle, com as amotras de sangue dos sobreviventes da bomba de Hiroshima. Na época, quem intermediou o contato dos cientistas com os Yanomamis foi o antropólogo Napoleon Chagnon que conviveu um ano entre os índios e sobre eles escreveu inúmeros artigos e livros de sociobiologia sobre o caráter e a "natureza" dos Yanomami. Unindo pesquisa genética com análises culturais, o antropólogo criou uma imagem dos Yanomami como um povo guerreiro e violento, o que acabou levando os militares, durante a ditadura, a propor a demarcação descontínua das terras Yanomami na tentativa de isolar os índios em "ilhas" e evitar, assim, as guerras entre as diferentes tribos Yanomami. Desnecessário dizer que o território Yanomami é uma das reservas mais ricas em minérios, os mais variados. Essa demarcação descontínua, como sabemos, não ocorreu, mas isso não eliminou os conflitos ligados a essa pesquisa. As amostras de sangue Yanomami retiradas, na época, continuaram a ser usadas em pesquisas genéticas longo dos anos 1980, 1990 e 2000 sendo, inclusive, parte do projeto Genoma Humano. Acontece que os Yanomamis não foram avisados de que suas amostras de sangue seriam guardas o que, para a cultura deles, é totalmente inadmissível, sobretudo depois que a pessoa morre, já que o cerimonial funeral envolve a destruição de todo o corpo do morto. Bem, eles estão numa disputa enorme para que se reconheça que se trata de um caso explícito de biopirataria e ter as suas amostras de volta. Foi sobre isso que a Nadja fez um belíssimo documentário que inclusive ganhou o 8th Gottingen International Ethographic Film Festival. O documentário está disponível no you tube em quatro partes (acessíveis pelos links abaixo) e
…
Continue a ler Napëpë versus O segredo da triboE por falar em espaço-tempo
Posso parecer chato ao observar esses detalhes que geralmete são insignificantes para a maioria. Mas, observem aquela propaganda da Varicell (medicamento para varizes e hemorróidas), ela mostra algo que pode ser concebido como um anti-marketing, dependendo da visão física sobre as mudanças no espaço-tempo. É mais ou menos assim: um indivíduo chega a uma vidente/cigana que diz a ele que seu futuro está repleto de hemorróidas, e logo em seguida ele indaga o que pode ser feito, e ela responde que ele deve usar varicel (foto). Ora, ora, ora, pensem bem, quando se fala na possibilidade de "prever" o futuro temos que considerar que a previsão já é algo terminativo. Não faz sentido prever algo que não vai acontecer (não seria uma previsão, é claro). É óbvio que podemos argumentar que um indivíduo pode mudar seu futuro, e eu concordo plenamente, mas numa previsão todas as decisões estatisticamente possíveis já aconteceram, logo, já é o que realmente vai acontecer. Mas voltando ao comercial, é possível ter DOIS pensamentos sobre o freguês da cigana (e por extenção, freguês da Varicel): 1) ele não comprou o produto e não melhorou da hemorróida (já que a previsão aponta para um futuro com hemmorróidas) ou 2)ele fez uso do produto e não melhorou em nada (devido àquela previsão). De fato, é um comercial condenado. Talvez ninguém tenha percebido isso, mas quem sabe o subconsciente das pessoas note esse anti-marketing.
Falando em previsão do futuro...
Com essa propaganda no ar, lembrei de um filme chamado "O Pagamento" de 2003. Mais um filme de ficção que abordou o tema espaço-tempo, um filme com boa história, bom desenvolvimento, segue uma linha teórica plausível até o fim, aliás, quase até o fim. No geral, o personagem principal desenvolve uma máquina que consegue "prever" o que acontecerá dentro de alguns minutos apenas, entretanto, no final do filme o mocinho vê sua morte na tal máquina, o que, na verdade, não acontece no final. Quebrou toda a credibilidade da produção apenas para criar um suspense idiota sobre a morte do protagonista (fala sério!), faz sentido você ter uma previsão que, no fim, não acontece? Isso seria, tecnicamente, apenas um palpite e não uma previsão do futuro!Continue a ler E por falar em espaço-tempo
Intervalo para o Filme

Há duas sextas-feiras o SBT exibiu o filme "O som do trovão", lançado em 2005. Mas como eu não o vi quando foi lançado, me animei para esperar o filme já que o tema principal era "volta no tempo", "curvatura do contínuo espaço-tempo" e etc. Entretanto, a decepção foi logo de cara, pois os efeitos eram horríveis, para se ter uma idéia, os atores ficavam em frente a uma tela onde a cidade "futurista" aparecia, uma coisa de quinta. Pelo que notei eles tiveram condições de produzir apenas um ou dois veículos "reais", o resto era uma animação daquelas. Seria melhor se tivessem feito em forma de desenho. Mas o pior não foi isso. Sabe-se que para produzir um filme que envolva volta no tempo é necessário um estudo prévio bem rico, pois há um risco grande de a história ficar embananada nos detalhes. É obvio que, como volta no tempo não existe, sempre haverá algumas lacunas. Esse tal filme colocava a idéia de vigem no tempo por: i)curvatura do espaço-tempo e ii)desintegração atômica dos passageiros e objetos, e a passagem se dava por uma espécie de túnel do tempo no estilo buraco-de-minhoca (foto), mas o ponto negativo está em isso não ser explorado, já que a proposta inicial é de ficção científica, por esse motivo o filme começa a se tornar frio. Além disso, quando a tal alteração no passado acontece (na era dos dinossauros) as mudança no presente são poucos criativas, imagine que inventaram um 'ser' que era uma fusão de dinossauro com gorila, ora a chance maior era o aparecimento de um outro ser vivo diferente desses dois. E mais, no desfecho do filme, quando vamos descobrir o que causou a alteração espaço-temporal, uma bela 'surpresa', a instabilidade foi causada por uma BORBOLETA na bota de um dos indivíduos que foi levado ao passado(inacreditável!). Nossa! Não podia ser mais original? Uma borboleta? Não me diga que ele queria fazer uma alusão ao conhecido "Efeito Borboleta". Bom, mas eu acompanhei até o final por que não podia perder a oportunidade de dar boas risadas.Continue a ler Intervalo para o Filme
Para onde queremos ir?
A Hora do Planeta, cujo objectivo é chamar a atenção para o problema das alterações climáticas, é já no próximo sábado, dia 27. Eu vou desligar as luzes entre as 20.300 e as 21.30, eu vou votar no Planeta. Para reflexão, deixo este belo filme de Simon Hergueta que fui buscar ao blogue argentino "Porque Quiero Más" de Cris, a quem agradeço.
Eu não acredito que haja um dia para salvar a terra. Mas acredito que as nossas acções de todos os dias contam. E o caminho consumista e irreflectido que levamos, não é seguramente o correcto. Se consumimos os recursos deste planeta a uma velocidade maior do que a que ele consegue repôr, para onde é que iremos? Não é preciso estudar muito para perceber isto, mas é preciso parar para pensar.
Continue a ler Para onde queremos ir?
Eu não acredito que haja um dia para salvar a terra. Mas acredito que as nossas acções de todos os dias contam. E o caminho consumista e irreflectido que levamos, não é seguramente o correcto. Se consumimos os recursos deste planeta a uma velocidade maior do que a que ele consegue repôr, para onde é que iremos? Não é preciso estudar muito para perceber isto, mas é preciso parar para pensar.
A verdade desesperante
«Nessa noite dormiram na areia, com a fogueira a repelir o frio (…). Ele acordou a tossir e levantou-se e bebeu um gole de água e arrastou mais alguma lenha para a fogueira, toros inteiros que levantavam grandes torrentes de faúlhas. A madeira salgada ardia em cambiantes alaranjados e azuis no âmago do fogo e ele ficou sentado a contemplá-la durante muito tempo. Mais tarde caminhou ao longo da Continue a ler A verdade desesperante
