Archive for the Ficção Científica
A Máquina do Tempo
Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho:O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“. A próxima palestra é já na próxima sexta-feira, 26 de Fevereiro, nas instalações daquele Centro no piso térreo do Departamento de Física da Universidade de Coimbra. O tema é o livro "A Máquina do Tempo" do escritor inglês H.G. Wells:
* Nome da Obra: "A Máquina do Tempo"
* Autor: H. G. Wells
* Palestrante: José Manuel Mota (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Sinopse do livro:
No final da época vitoriana, um cientista inventa a Máquina do Tempo e viaja até ao ano 802.700, onde encontra tudo mudado.
Nesta época, muito mais utópica, as criaturas que encontra pareciam viver em perfeita harmonia.
O Viajante do Tempo pensa poder estudar estes magníficos seres humanos, desvendar-lhes os segredos e regressar ao seu tempo. Até que descobriu que a sua invenção, o seu passaporte para a fuga, tinha sido roubada…
Ínformação sobre o ciclo "Ciência e Ficção":
Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (Departamento de Física da FCTUC), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram.
O mote será dado por uma determinada obra, num total de seis eventos, de Janeiro a Junho de 2010. Cada sessão terá um convidado especial, que fará uma exposição inicial, onde apresenta a obra em análise. Seguir-se-á um debate.
A ficção científica é bom pretexto para se discutir a própria ciência, mas também a literatura, a história e a sociedade. O debate a propósito de cada obra terá sempre o enfoque científico, mas num contexto que faz sair a própria ciência das suas fronteiras, em diálogo com todas as áreas do saber.
Concomitantemente, para cada um dos eventos, haverá uma edição do concurso “Ciência e ficção“. Este concurso desenvolver-se-á da seguinte forma: estará disponível no portal do CCVRC um questionário sobre o autor do mês para ser preenchido on-line. As respostas que obtiverem a melhor pontuação serão premiadas com um pacote de livros de divulgação científica.Continue a ler A Máquina do Tempo
O FINANCIAMENTO DA IDA À LUA

Ontem, a interessantíssima sessão de Maria Luísa Malato Borralho no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, em Coimbra, sobre Júlio Verne levou-me a reler passagens o livro "Da Terra à Lua". E na edição do projecto Gutenberg (Imprensa Nacional, 1874, tradução de Henrique de Macedo, "Lente de mathematica na escola polytechnica e astronomo no observatorio de marinha") do livro foi fácil encontrar a única referência a Portugal, que participou no projecto global (globalização "avant la lettre"!) com 30000 cruzados, pouco mas que, apesar de tudo, foi mais do que deu a Espanha, que andava a construir ferrovias (o TGV da época) e cujo espírito anti-científico é ridicularizado por Verne. Transcrevo o delicioso texto verniano, onde é patente uma humorística sociologia das nações, com o itálico meu sobre a contribuição ibérica:
"Tres dias depois da publicação do manifesto do presidente Barbicane estavam subscriptos nas differentes cidades da União, quatro milhões de dollars. Com esta somma, por conta de maior quantia, já o Gun-Club podia ir fazendo alguma cousa. Dias depois, noticiavam os despachos telegraphicos á America que as subscripções no estrangeiro eram cobertas com verdadeiro enthusiasmo. Alguns paizes faziam-se notaveis pela generosidade da sua offerta. A outros lá custava mais a desapertar os cordões á bolsa. Questão de temperamento.
Em summa, mais eloquentes são os algarismos que as palavras, e eis a descripção official das sommas que foram escripturadas no activo do Gun-Club, logoque se encerrou a subscripção.
A Russia deu como contingente a enorme quantia de trezentos sessenta e oito mil setecentos e trinta e tres rublos, e só poderá causar espanto a grandeza da quantia a quem desconhecer o gosto dos russos pelas sciencias, e o progresso que imprimem aos estudos astronomicos, devido aos numerosos observatorios que possuem, dos quaes um, o de mais importancia, custou dois milhões de rublos.
A França começou por se rir das pretensões dos americanos. Serviu ali a Lua de pretexto a mil calembourgs já estafados, e a algumas dezenas de vaudevilles em que o mau gosto e a ignorancia disputavam primazias. Porém os francezes, que já de antiga data trazem o habito de cantar e ainda em cima pagar, d'esta vez riram, mas tambem depois pagaram, subscrevendo com a quantia de um milhão e duzentos e cincoenta tres mil novecentos e trinta francos. Por este preço realmente assistia-lhes o direito de
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Informação recebida do Centro Ciência Viva Romulo de Carvalho:
O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“.
Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (situado Departamento de Física da FCTUC), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram.
A primeira secção será sobre a Obra "Da Terra à Lua" de Júlio Verne.
· Data: 29 de Janeiro de 2010
· Hora e local: 21h15, CCVRC, Departamento de Física da Universidade de Coimbra
· Palestrante: Maria Luísa Malato
· Tema: Espaços imaginários da Lua e outros planetasContinue a ler Ciência e Ficção
Substitutos? Naaah!
Podem ver aqui o trailer do filme:
É preciso saber distinguir a ficção da realidade. Os robôs representados no filme estão fora do nosso alcance, isto é, nem são possíveis hoje, nem é realista admitir que sejam tecnicamente possíveis em menos de 30 anos.
No entanto, a robótica actual tem sido usada para ajudar as pessoas. Não para as substituir, mas para permitir que realizem tarefas de uma forma mais simples e mais confortável. Um BOM exemplo é a utilização de robôs para melhorar a performance física daqueles que perderam qualidades motoras: por acidente, doença ou devido à idade. A Honda, por exemplo, lançou recentemente um protótipo que permite auxiliar a locomoção humana.
:-)Continue a ler Substitutos? Naaah!
Com a Cabeça na Lua
Informação recebida da editora Saída de Emergência:Antologia única em todo o mundo, com textos de vários autores, para comemorar os 40 anos da chegada à Lua.
Com autores tão distintos como Robert A. Heinlein,Isaac Asimov e Arthur C. Clarke
Em 20 de Julho de 1969, Neil Armstrong tornava-se o primeiro homem a pisar o solo lunar e, consequentemente, o primeiro ser humano a visitar um outro mundo que não a Terra. O feito, desde então inigualado, permanece como o maior desafio tecnológico a que a Humanidade se propôs. Antes, porém, de o Programa Apollo terproporcionado o célebre pequeno passo para o Homem, um salto de gigante para a Humanidade, inúmeros autores de Ficção Científica – até então considerada um género menor – tinham levado o Homem à Lua pelos mais variados meios e pelos mais diversos motivos.
Este livro mostra como a cabeça esteve na Lua antes dos pés lá estarem.Continue a ler Com a Cabeça na Lua
KNOWING
"Knowing", um misto de filme de ficção científica e filme de terror, que é actualmente o número um nas bilheteiras dos Estados Unidos e do Reino Unido, conta a história de um professor de astrofísica do MIT (Nicholas Cage), pai de um filho pequeno, que se confronta com forças ocultas e seres extraterrestres. Na acção - há mesmo muita acção - começa por surgir uma lista de números escritos por uma pequena vidente, 50 anos atrás, que prenuncia um rol de desgraças, algumas das quais se vão concretizando perante a impotência do astrofísico. O fim é mesmo o apocalipse na Terra, devido a uma catástrofe climática global de origem solar, salvando-se apenas... (adivinhem quem, não vou contar o fim). Um filme que é um sinal destes tempos pesados após o 11 de Setembro. Melhores dias virão. E melhores filmes, espero, também.Continue a ler KNOWING
O IMPOSSÍVEL ACONTECE

Minha crónica de hoje no "Sol":
Que não é impossível escrever um bom livro sobre o impossível prova-o “A Física do Impossível”, do físico norte-americano Michio Kaku, que acaba de sair na Bizâncio.
O impossível é uma questão fascinante. Tal como o autor podemos interrogar-nos: Mas impossível porquê? Por mera dificuldade técnica, o que significa que é afinal possível? Ou por absoluta impossibilidade científica, o que significa que é impossível de todo? Mas existirão estas impossibilidades totais e permanentes? Não é verdade que hoje sabemos muito mais que ontem e que amanhã saberemos ainda mais e que, por isso, o que declaramos impossível hoje pode já não o ser amanhã?
Kaku, o grande divulgador de ciência que já nos tinha dado “Visões – Como a Ciência Irá revolucionar o século XXI” e “Mundos Paralelos” (ambos na Bizâncio) e “O Cosmos de Einstein” (na Gradiva), divide os impossíveis em três classes:
I) O que, embora pareça impossível, é afinal possível porque não viola nenhuma lei da física, e será provavelmente concretizado neste século ou no próximo.
II) O que, embora pareça impossível, pode ser possível porque a ciência de base está actualmente na sua infância e, apesar de muito difícil, será provavelmente concretizado neste milénio ou nos próximos mil milénios.
III) O que é mesmo impossível e, por isso, nunca acontecerá, por violar leis da física que hoje conhecemos bem. Mas, se um dia, essas leis vierem a ser revistas...
Na primeira classe, o autor inclui a invisibilidade e o teletransporte (está-se a trabalhar nisso e há avanços recentes). Na segunda, as viagens no tempo e as viagens às estrelas (está-se a especular sobre isso). Na terceira, as máquinas de movimento perpétuo, isto é, máquinas que funcionariam graças à criação de energia a partir do nada, e a precognição. Há, como sempre houve, muitos impostores a tentar ganhar dinheiro com coisas impossíveis da classe III e é preciso ser céptico.
Kaku escolheu a física fascinado por Einstein e pelos filmes de ficção científica. Esta sua obra mistura sabiamente as duas coisas.
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Ficção científica não é a minha praia - aliás, após escrever essa frase paro, respiro fundo e pasmo no mar azul marinho, estou no litoral, também mereço! Mesmo assim, óbvio que adoro ciência, suas invenções, descobertas, filosofias, discussões e algumas das histórias mirabolantes. Principalmente, aquelas com certa ideologia como “1984″ e “Admirável Mundo Novo” - geniais.
Recentemente, fiquei incumbida de uma missão quase impossível. Descobrir a “verdade” sobre o mito de Atlântida. A ilha da fantasia existiu? Então, onde estariam suas ruínas? Matutei… E parti para a pesquisa. O que achei de obras esotéricas sobre o tema não está escrito. Mas eu queria algo o mais científico possível. Daí, conversei com oceanógrafos. Até eles disseram: “Que difícil”!
De link em link, livro em livro, texto em texto, encontrei um pesquisador bem interessante. Poxa, os primeiros escritos sobre a cidade foram feitos pelo Platão, em “Timeu e Crítias, ou Atlântida”. Então… nada melhor do que entrevistar um historiador, melhor ainda se ele também for arqueólogo! Eis que encontro a pessoa na Unicamp, chamada Pedro Paulo Abreu Funari.
É certo que alguns pesquisadores até encontraram vestígios de ruínas no fundo de vários mares. Porém comprovar cientificamente que eles são os restos da tal Atlântida - que existiu há mais de 10.000 anos - é outra história. Nesta, eu encotrei a cidade perdida. Duvida? Então, leia a matéria aqui.
Obs.: Este breve post faz parte do tema do mês, relação entre ficção científica e divulgação científica, do blog Roda de Ciência - espaço de discussão. Por favor, deixe os comentários aqui. A foto das ilhas tirei no meu preferido Posto 9, em Ipanema, Rio de Janeiro.
Posted in ciência, comportamento, estória
Space … The final Frontier
Espaço 1999,
Star Trek,
O Planeta dos Macacos,
2001 Odisseia no Espaço,
Blade Runner,
Encontros Imediatos de 3º Grau,
Dune, etc, etc...
A selecção das 50 melhores, mais representativas, mais importantes, imagens, resultantes de 50 anos de exploração espacial por parte da NASA é do melhor.
Não percam aqui .
Uma das minhas favoritas e uma das que nos mostra o planeta em toda a sua beleza e plenitude, é também, muito provavelmente, uma das que nos fez tomar consciência do espaço finito em que nos movemos.
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