Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Ficção Científica

Warp speed letal

Crédito: howstuffworks.com De acordo com William Edelstein, físico da Universidade John Hopkins, a velocidade warp, se pudesse ser posta em prática, seria letal quer para a tripulação, quer para a nave. Tudo por causa do…Hidrogénio existente no Espaço. Saiba porquê neste artigo. Veja aqui a explicação de métodos futuristas (pertences ainda à ficção científica) de viajar pelo Espaço, [...]Continue a ler Warp speed letal

A Máquina do Tempo

Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho:

O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“. A próxima palestra é já na próxima sexta-feira, 26 de Fevereiro, nas instalações daquele Centro no piso térreo do Departamento de Física da Universidade de Coimbra. O tema é o livro "A Máquina do Tempo" do escritor inglês H.G. Wells:

* Nome da Obra: "A Máquina do Tempo"
* Autor: H. G. Wells
* Palestrante: José Manuel Mota (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Sinopse do livro:

No final da época vitoriana, um cientista inventa a Máquina do Tempo e viaja até ao ano 802.700, onde encontra tudo mudado.

Nesta época, muito mais utópica, as criaturas que encontra pareciam viver em perfeita harmonia.

O Viajante do Tempo pensa poder estudar estes magníficos seres humanos, desvendar-lhes os segredos e regressar ao seu tempo. Até que descobriu que a sua invenção, o seu passaporte para a fuga, tinha sido roubada…

Ínformação sobre o ciclo "Ciência e Ficção":

Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (Departamento de Física da FCTUC), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram.

O mote será dado por uma determinada obra, num total de seis eventos, de Janeiro a Junho de 2010. Cada sessão terá um convidado especial, que fará uma exposição inicial, onde apresenta a obra em análise. Seguir-se-á um debate.

A ficção científica é bom pretexto para se discutir a própria ciência, mas também a literatura, a história e a sociedade. O debate a propósito de cada obra terá sempre o enfoque científico, mas num contexto que faz sair a própria ciência das suas fronteiras, em diálogo com todas as áreas do saber.

Concomitantemente, para cada um dos eventos, haverá uma edição do concurso “Ciência e ficção“. Este concurso desenvolver-se-á da seguinte forma: estará disponível no portal do CCVRC um questionário sobre o autor do mês para ser preenchido on-line. As respostas que obtiverem a melhor pontuação serão premiadas com um pacote de livros de divulgação científica.Continue a ler A Máquina do Tempo

O FINANCIAMENTO DA IDA À LUA


Ontem, a interessantíssima sessão de Maria Luísa Malato Borralho no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, em Coimbra, sobre Júlio Verne levou-me a reler passagens o livro "Da Terra à Lua". E na edição do projecto Gutenberg (Imprensa Nacional, 1874, tradução de Henrique de Macedo, "Lente de mathematica na escola polytechnica e astronomo no observatorio de marinha") do livro foi fácil encontrar a única referência a Portugal, que participou no projecto global (globalização "avant la lettre"!) com 30000 cruzados, pouco mas que, apesar de tudo, foi mais do que deu a Espanha, que andava a construir ferrovias (o TGV da época) e cujo espírito anti-científico é ridicularizado por Verne. Transcrevo o delicioso texto verniano, onde é patente uma humorística sociologia das nações, com o itálico meu sobre a contribuição ibérica:
"Tres dias depois da publicação do manifesto do presidente Barbicane estavam subscriptos nas differentes cidades da União, quatro milhões de dollars. Com esta somma, por conta de maior quantia, já o Gun-Club podia ir fazendo alguma cousa. Dias depois, noticiavam os despachos telegraphicos á America que as subscripções no estrangeiro eram cobertas com verdadeiro enthusiasmo. Alguns paizes faziam-se notaveis pela generosidade da sua offerta. A outros lá custava mais a desapertar os cordões á bolsa. Questão de temperamento.

Em summa, mais eloquentes são os algarismos que as palavras, e eis a descripção official das sommas que foram escripturadas no activo do Gun-Club, logoque se encerrou a subscripção.

A Russia deu como contingente a enorme quantia de trezentos sessenta e oito mil setecentos e trinta e tres rublos, e só poderá causar espanto a grandeza da quantia a quem desconhecer o gosto dos russos pelas sciencias, e o progresso que imprimem aos estudos astronomicos, devido aos numerosos observatorios que possuem, dos quaes um, o de mais importancia, custou dois milhões de rublos.

A França começou por se rir das pretensões dos americanos. Serviu ali a Lua de pretexto a mil calembourgs já estafados, e a algumas dezenas de vaudevilles em que o mau gosto e a ignorancia disputavam primazias. Porém os francezes, que já de antiga data trazem o habito de cantar e ainda em cima pagar, d'esta vez riram, mas tambem depois pagaram, subscrevendo com a quantia de um milhão e duzentos e cincoenta tres mil novecentos e trinta francos. Por este preço realmente assistia-lhes o direito de

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Ciência e Ficção


Informação recebida do Centro Ciência Viva Romulo de Carvalho:

O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“.

Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (situado Departamento de Física da FCTUC), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram.

A primeira secção será sobre a Obra "Da Terra à Lua" de Júlio Verne.

· Data: 29 de Janeiro de 2010

· Hora e local: 21h15, CCVRC, Departamento de Física da Universidade de Coimbra

· Palestrante: Maria Luísa Malato

· Tema: Espaços imaginários da Lua e outros planetasContinue a ler Ciência e Ficção

Substitutos? Naaah!

Apareceu recentemente nos cinemas um filme intitulado "Substitutos" ("Surrogates" no original em inglês). Segundo esse filme, os robôs viveriam por nós apesar de comandados pelo nosso cérebro através de uma ligação remota. Ficção científica e show-business. O habitual em Hollywood.

Podem ver aqui o trailer do filme:



É preciso saber distinguir a ficção da realidade. Os robôs representados no filme estão fora do nosso alcance, isto é, nem são possíveis hoje, nem é realista admitir que sejam tecnicamente possíveis em menos de 30 anos.

No entanto, a robótica actual tem sido usada para ajudar as pessoas. Não para as substituir, mas para permitir que realizem tarefas de uma forma mais simples e mais confortável. Um BOM exemplo é a utilização de robôs para melhorar a performance física daqueles que perderam qualidades motoras: por acidente, doença ou devido à idade. A Honda, por exemplo, lançou recentemente um protótipo que permite auxiliar a locomoção humana.



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Com a Cabeça na Lua

Informação recebida da editora Saída de Emergência:

Antologia única em todo o mundo, com textos de vários autores, para comemorar os 40 anos da chegada à Lua.

Com autores tão distintos como Robert A. Heinlein,Isaac Asimov e Arthur C. Clarke
Em 20 de Julho de 1969, Neil Armstrong tornava-se o primeiro homem a pisar o solo lunar e, consequentemente, o primeiro ser humano a visitar um outro mundo que não a Terra. O feito, desde então inigualado, permanece como o maior desafio tecnológico a que a Humanidade se propôs. Antes, porém, de o Programa Apollo terproporcionado o célebre pequeno passo para o Homem, um salto de gigante para a Humanidade, inúmeros autores de Ficção Científica – até então considerada um género menor – tinham levado o Homem à Lua pelos mais variados meios e pelos mais diversos motivos.

Este livro mostra como a cabeça esteve na Lua antes dos pés lá estarem.Continue a ler Com a Cabeça na Lua

KNOWING



"Knowing", um misto de filme de ficção científica e filme de terror, que é actualmente o número um nas bilheteiras dos Estados Unidos e do Reino Unido, conta a história de um professor de astrofísica do MIT (Nicholas Cage), pai de um filho pequeno, que se confronta com forças ocultas e seres extraterrestres. Na acção - há mesmo muita acção - começa por surgir uma lista de números escritos por uma pequena vidente, 50 anos atrás, que prenuncia um rol de desgraças, algumas das quais se vão concretizando perante a impotência do astrofísico. O fim é mesmo o apocalipse na Terra, devido a uma catástrofe climática global de origem solar, salvando-se apenas... (adivinhem quem, não vou contar o fim). Um filme que é um sinal destes tempos pesados após o 11 de Setembro. Melhores dias virão. E melhores filmes, espero, também.Continue a ler KNOWING

O IMPOSSÍVEL ACONTECE


Minha crónica de hoje no "Sol":

Que não é impossível escrever um bom livro sobre o impossível prova-o “A Física do Impossível”, do físico norte-americano Michio Kaku, que acaba de sair na Bizâncio.


O impossível é uma questão fascinante. Tal como o autor podemos interrogar-nos: Mas impossível porquê? Por mera dificuldade técnica, o que significa que é afinal possível? Ou por absoluta impossibilidade científica, o que significa que é impossível de todo? Mas existirão estas impossibilidades totais e permanentes? Não é verdade que hoje sabemos muito mais que ontem e que amanhã saberemos ainda mais e que, por isso, o que declaramos impossível hoje pode já não o ser amanhã?


Kaku, o grande divulgador de ciência que já nos tinha dado “Visões – Como a Ciência Irá revolucionar o século XXI” e “Mundos Paralelos” (ambos na Bizâncio) e “O Cosmos de Einstein” (na Gradiva), divide os impossíveis em três classes:


I) O que, embora pareça impossível, é afinal possível porque não viola nenhuma lei da física, e será provavelmente concretizado neste século ou no próximo.


II) O que, embora pareça impossível, pode ser possível porque a ciência de base está actualmente na sua infância e, apesar de muito difícil, será provavelmente concretizado neste milénio ou nos próximos mil milénios.


III) O que é mesmo impossível e, por isso, nunca acontecerá, por violar leis da física que hoje conhecemos bem. Mas, se um dia, essas leis vierem a ser revistas...


Na primeira classe, o autor inclui a invisibilidade e o teletransporte (está-se a trabalhar nisso e há avanços recentes). Na segunda, as viagens no tempo e as viagens às estrelas (está-se a especular sobre isso). Na terceira, as máquinas de movimento perpétuo, isto é, máquinas que funcionariam graças à criação de energia a partir do nada, e a precognição. Há, como sempre houve, muitos impostores a tentar ganhar dinheiro com coisas impossíveis da classe III e é preciso ser céptico.


Kaku escolheu a física fascinado por Einstein e pelos filmes de ficção científica. Esta sua obra mistura sabiamente as duas coisas.

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O segredo de Atlântida


Ficção científica não é a minha praia - aliás, após escrever essa frase paro, respiro fundo e pasmo no mar azul marinho, estou no litoral, também mereço! Mesmo assim, óbvio que adoro ciência, suas invenções, descobertas, filosofias, discussões e algumas das histórias mirabolantes. Principalmente, aquelas com certa ideologia como “1984″ e “Admirável Mundo Novo” - geniais.

Recentemente, fiquei incumbida de uma missão quase impossível. Descobrir a “verdade” sobre o mito de Atlântida. A ilha da fantasia existiu? Então, onde estariam suas ruínas? Matutei… E parti para a pesquisa. O que achei de obras esotéricas sobre o tema não está escrito. Mas eu queria algo o mais científico possível. Daí, conversei com oceanógrafos. Até eles disseram: “Que difícil”!

De link em link, livro em livro, texto em texto, encontrei um pesquisador bem interessante. Poxa, os primeiros escritos sobre a cidade foram feitos pelo Platão, em “Timeu e Crítias, ou Atlântida”. Então… nada melhor do que entrevistar um historiador, melhor ainda se ele também for arqueólogo! Eis que encontro a pessoa na Unicamp, chamada Pedro Paulo Abreu Funari.

É certo que alguns pesquisadores até encontraram vestígios de ruínas no fundo de vários mares. Porém comprovar cientificamente que eles são os restos da tal Atlântida - que existiu há mais de 10.000 anos - é outra história. Nesta, eu encotrei a cidade perdida. Duvida? Então, leia a matéria aqui.

Obs.: Este breve post faz parte do tema do mês, relação entre ficção científica e divulgação científica, do blog Roda de Ciência - espaço de discussão. Por favor, deixe os comentários aqui. A foto das ilhas tirei no meu preferido Posto 9, em Ipanema, Rio de Janeiro.

Posted in ciência, comportamento, estória      
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Space … The final Frontier

Para quem, como é o meu caso, cresceu tendo a exploração espacial como o maior dos desígnios da espécie humana, salpicados aqui e ali por muita ficção científica:
Espaço 1999,
Star Trek,
O Planeta dos Macacos,
2001 Odisseia no Espaço,
Blade Runner,
Encontros Imediatos de 3º Grau,
Dune, etc, etc...

A selecção das 50 melhores, mais representativas, mais importantes, imagens, resultantes de 50 anos de exploração espacial por parte da NASA é do melhor.
Não percam aqui .
Uma das minhas favoritas e uma das que nos mostra o planeta em toda a sua beleza e plenitude, é também, muito provavelmente, uma das que nos fez tomar consciência do espaço finito em que nos movemos.


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