Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Einstein

Curso Einstein – UFMG – segundo semestre 2010

= vagas esgotadas =

diante da possibilidade de surgimento de vagas, a serem geradas pela não-confirmação de pré-matrículas, estamos montando uma lista de candidatos às mesmas. Os interessados deverão enviar um e-mail -incluindo telefone de contato, já que as vagas surgem e evaporam rápido- para persiano@fisica.ufmg.br

O Curso Einstein no Terceiro Milênio – UFMG foi preparado para pessoas sensíveis à beleza e  harmonia do Universo, que querem entender o seu funcionamento, do micro- ao macrocosmos, e como tudo está interrelacionado, sem ter que recorrer a formalismos complexos. De maneira bastante simples e ao mesmo tempo profunda, conceitos da Mecânica Quântica, Relatividade Especial e Geral e da Cosmologia são transmitidos para o seu público-alvo, formado por profissionais e estudantes de nível superior de qualquer área do conhecimento. Desta forma as questões das ondas de matéria, Princípio da Incerteza, realidade não-localizada, contração do espaço, dilatação do tempo, nova Teoria da Gravidade, Big Bang, buracos negros e muitas outras serão estudadas de modo simples e com riqueza de detalhes. Assim, o cidadão do terceiro milênio terá uma melhor compreensão das maravilhas do mundo que o cerca, podendo, com conhecimento de causa, saber o que está por trás da Ciência e Tecnologia dos nossos dias.

As aulas teóricas serão ministradas com uma série de recursos didáticos, como demonstrações em sala, animações e visitas a laboratórios. Além da teoria, apresentada   pelo prof. Aba Cohen do Departamento de Física da UFMG, cada aula será ilustrada com uma palestra convidada, proferida por físicos e especialistas nos respectivos temas, como os professores Alaor Chaves, Benedicto Franco, Carlos Heitor Fonseca, Fernando Batista, José Francisco Sampaio, Rodrigo Tarsia, do corpo docente do DF-UFMG . Ao final do curso as discussões são estendidas para além do campo da Ciência, englobando sua relação com outras componentes do conhecimento e culturais, nos campos da Filosofia, Arte e Fé.

Esta será a oitava e última edição programada de um curso em que já participaram  mais de 300 inscritos, a maoria formada por profissionais e estudantes de nível superior de todas as habilidades e vocações, tendo se esgotado todas as vagas oferecidas nas 7 edições anteriores. Voltamos assim mais uma vez com este curso de grande sucesso, a ocorrer no bimestre setembro-outubro/2010. As aulas serão às 5as-feiras das 18:00 às 21:10  -entre 09/09/10 e 28/10/10. Os interessados poderão obter mais informações pelo telefone (31) 3409 4220 e também se inscrever ou nos postos da Fundep (Praça de Serviços -Campus UFMG-Pampulha, no Coservatório da UFMG

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Ficção Científica ou Realidade?

Vejam estas palestras engraçadas do Michio Kaku sobre algumas coisas que pensamos ser do reino da Ficção Científica, mas que poderão ser Realidade dentro de pouco tempo: Impossibilidades: Invisibilidade, Teleportação, Lightsaber: Telepatia, Viagens Espaciais, OVNIs, máquinas replicantes, bases lunares: Robots, Viajar no Tempo, Buracos de Verme, Vida Extraterrestre, Einstein: Posts relacionados:Palestras de bom nívelLightsaberSomos Reais?Viajar [...]Continue a ler Ficção Científica ou Realidade?

Einstein bate f(R)

Inovação Tecnológica: “Teoria de Einstein derruba dois competidores! (…) Dois novos estudos independentes puseram a Teoria da Relatividade Geral de Einstein à prova como nunca fora feito antes. (…) Um dos resultados questiona um modelo da gravidade concorrente com a Relatividade Geral, enfraquecendo os argumentos da hipótese conhecida como “gravidade f(R)”. O outro estudo mostra que a teoria de Einstein funciona [...]Continue a ler Einstein bate f(R)

Einstein e sua imbatível Teoria da Relatividade

Notícia divulgada hoje, 14/04/2010, no jornal O Estado de S. Paulo on-line revela dois novos estudos que comprovaram, mais uma vez, a Teoria da Relatividade Geral de Einstein, publicada em 1915. Segundo a reportagem, Dois novos estudos independentes submeteram a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein aos testes mais rigorosos já impostos a ela [...]Continue a ler Einstein e sua imbatível Teoria da Relatividade

O Sr. Tompkins no País das Maravilhas

Extrato do Sr. Tompkins no País das Maravilhas, G. Gamow, Biblioteca Cosmos Continue a ler O Sr. Tompkins no País das Maravilhas

o paper de Einstein

Vindo directamente de um professor amigo meu aqui na Universidade em Austin… Esta é a primeira página do paper/artigo científico original publicado em 1905 por Albert Einstein, em que ele explana a Teoria da Relatividade Restrita. No artigo, ele assume que a velocidade da luz (no vácuo) é a mesma para todos os observadores [...]Continue a ler o paper de Einstein

A força criadora do universo

Coluna Física Sem Mistério
Publicada em 20/03/2010
Ciência Hoje On-line.


Olhar para as estrelas inspira artistas e poetas há milhares de anos. A regularidade e a distribuição de estrelas com diferentes cores e tamanhos é um belo espetáculo, apesar de pouco acessível nas grandes cidades, onde a poluição ambiental e luminosa priva-nos cada vez mais dessa oportunidade.
Embora o céu nos proporcione uma bela visão, apenas observadores mais atentos percebem os movimentos celestes. Além da Lua e do Sol, que são os corpos mais facilmente observados, não reparamos como o céu muda ao longo do ano. Infelizmente, perdemos o hábito de olhar para cima, principalmente porque para admirar o céu é necessário paciência e um pouco de tempo, cada vez mais raros nos dias de hoje.

Na antiguidade, olhar para o céu era uma procura pelo divino. Diversos povos e civilizações encontraram seus deuses e heróis representados nas estrelas. As constelações são esses agrupamentos de estrelas. Cada povo usou lendas e histórias relacionadas com sua cultura e crença para explicar a distribuição das estrelas no céu. A astrologia, que nasceu com o objetivo de desvendar os destinos humanos, foi uma dessas tentativas de nos ligar com as estrelas. Entretanto, as interpretações astrológicas não têm nada de científicas e tampouco conseguem prever o que acontece conosco.
Já a distribuição de estrelas e os movimentos dos corpos celestes são governados por uma força invisível, mas muito presente. A força gravitacional cria a arquitetura estelar do céu. Embora seja considerada a força fundamental mais fraca, ela é responsável pela queda dos objetos em direção à superfície da Terra, por manter a Lua girando em torno de nós e pela estrutura geral do universo.

A gravitação universal de Newton

O conceito de gravidade foi proposto pelo físico inglês Isaac Newton (1642-1727). Embora exista a célebre história da queda da maçã madura no pomar de uma fazenda em Woolsthorpe, no interior da Inglaterra, no ano de 1666, o conceito de gravidade levou tempo para amadurecer. As ideias de Newton foram plantadas naquela época, mas apenas colhidas em 1687, quando ele publicou a lei da gravitação universal no livro Principia.
A lei da gravitação universal proposta por Newton baseia-se no princípio de que dois objetos se atraem devido a uma força diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separa. A atração ocorre sem que os dois corpos se

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Einstein – Pi – Schiaparelli

14 de Março é um dia em grande!! Celebra-se o aniversário do “marciano” Giovanni Schiaparelli (1835). Celebra-se o aniversário do genial Albert Einstein (1879). Albert Einstein foi dos maiores génios que a Humanidade já viu andar pela Terra. Está num grupo “all-stars” juntamente com Newton, Galileu, Aristóteles, Maxwell, Hawking, e muitos outros. Este é um [...]Continue a ler Einstein – Pi – Schiaparelli

Anarquistas da ciência

Coluna Física sem mistério
Publicada em 19 de fevereiro de 2010
Ciência Hoje On-line

A física é uma ciência que vem sendo construída ao longo de centenas de anos por diversos cientistas e pesquisadores. Alguns se destacam mais nessa empreitada, mas a grande maioria é formada apenas por pequenos coadjuvantes.
Por exemplo, milhares de artigos científicos na área da física são publicados por mês em todo o mundo, sendo que quase todos relatam apenas resultados e teorias incrementais, ou seja, que se tornam pequenos avanços – embora essenciais – para a compreensão do mundo físico. As grandes descobertas são raras e as que revolucionam profundamente a física são ainda mais difíceis de acontecer.
Esse fato mostra que a física é um campo de conhecimento sólido, que não é facilmente alterado, pois somente aquilo que é realmente verificado e testado de maneira independente e exaustiva se consolida.
Em certos momentos, alguns cientistas resolvem desafiar o status quo e propor ideias revolucionárias. Como se fossem ‘anarquistas científicos’, tentam quebrar os modelos e a ordem estabelecida dentro do campo científico.

Contraditoriamente, um dos maiores anarquistas da ciência durante a juventude transformou-se em um forte conservador quando ficou mais velho. Seu nome: Albert Einstein (1879-1955).
Em 1905, cinco anos após ter se graduado em física pela Escola Politécnica de Zurique (Suíça), Einstein ainda não tinha conseguido um cargo de pesquisador ou professor em alguma universidade europeia. Seu grande amigo dos tempos de universidade, Michele Besso (1873-1955), conseguiu uma indicação para ele trabalhar como analista de patentes no Bureau de Patentes em Berna (Suíça). Como o próprio Einstein dizia, lá havia tempo suficiente para realizar o seu trabalho e também ter ideias revolucionárias e anárquicas sobre a natureza da luz, da matéria, do tempo e do espaço.

Anarquia ‘einsteiniana’

A anarquia ‘einsteiniana’ foi iniciada em abril de 1905, com sua tese de doutoramento sobre as dimensões moleculares, e em maio, com sua análise do movimento browniano (movimento aleatório de partículas macroscópicas em um fluido como consequência dos choques das moléculas do fluido nessas partículas). Esses trabalhos possibilitaram a confirmação experimental definitiva da existência de átomos e moléculas, fato ainda não totalmente aceito na época.
Mas a rebeldia científica de Einstein não parou por aí. Para explicar um novo fenômeno descoberto alguns anos antes, o efeito fotoelétrico, Einstein

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Macau abre as portas do seu primeiro Centro de Ciência


Vista Exterior do Centro de Ciência de Macau, © CCM

«Arrastou-se durante vários anos, perdeu dimensão por via dos arranha-céus que nasceram nas imediações, foi inaugurado em Dezembro com pompa, circunstância e honras de Hu Jintao. Ontem, abriu finalmente as portas ao público, sem estar porém a funcionar na totalidade. Há quatro galerias ainda em construção, mas há muito para ver (e tocar) no Centro de Ciência de Macau.» (Ler texto de Isabel Castro no jornal macaense Ponto Final)

O projecto arquitectónico tem a assinatura de I.M. Pei (o mesmo que concebeu a Pirâmide do Louvre, em Paris) e oferece espaço para um Centro de Exibições, um Planetário e um Centro de Conferências. Isto, à margem das 14 galerias de ciência, pensadas para todas as faixas etárias, que se dedicam a áreas como a robótica, a astronomia, a ecologia, a saúde no desporto e a ciência alimentar, entre outras. Einstein, Newton, Goldbach e Darwin dividem as galerias para os mais pequenos, numa divisão espacial que não esquece também uma abordagem às ciências e tecnologias antigas da China.

Interior do Centro de Ciência de Macau, © Isabel Castro (Ponto Final)

Mais: Museu de Ciência de Macau (Website oficial)

Publicado por Sílvio Mendes
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