Drogas e afins: Dependência biológica ou psicológica?

Felipe Epaminondas @ Ciência e Psicologia Categorias: Ciência Geral, Drogas, Links - Psicologia, Mente e Cérebro, Psicologia, adicção, dependência, jogos, maconha, videogame, vício, warcraft
Felipe, qual a diferença entre indivíduos “viciados” em videogame e outros viciados, por exemplo, em trabalho ou literatura ou ciência? O conceito de vício aplicado a situações nas quais não há um catalizador químico podem ser entendidos como vício ou apenas como desvios comportamentais? Será que dá para definir um viciado por uma economia das atividades (ele passa mais tempo em frente ao computador negligenciando outros aspectos igualmente importantes da sua vida)? Do meu ponto de vista parece haver aí um conceito de eqüilíbrio que deveria ser explicitado e melhor fundamentado. O que você acha?” - por Daniel Christino Todo comportamento deve ser analisado levando em conta as bases biológicas, da aprendizagem (ou seja, dos processos comportamentais respondentes e operantes) e, claro, o contexto cultural em que ele ocorre. Meu papel como psicólogo é estudar a aprendizagem. É extremamente difícil (se não impossível) definir até onde a pessoa está dependente por um processo fisiológico ou se “é tudo psicológico”. Devemos nos lembrar que mesmos aqueles dependentes em drogas químicas como a nicotina, a maconha ou a cocaína possui outros ganhos além da “viagem” proporcionada. Existe o alívio de ansiedade, a socialização, a “companhia” do cigarro nas horas de ...

Breja ecologicamente correta

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Comportamento, Drogas, meio ambiente, sustentabilidade
A partir de agora os HHs - horas felizes - nunca mais serão os mesmos. A empresa Boxer do Brasil importa uma nova, ecológica e fina maneira de se embriagar. Trata-se da Honey Dew, fabricada pela Fuller’s - uma das mais antigas cervejarias do Reino Unido. A Honey Dew é uma cerveja “orgânica” – já disse que esse termo é péssimo - produzida com lúpulo selvagem. A cevada é cultivada sem pesticidas químicos ou fertilizantes. Possui 5% de teor alcoólico e composição de mel com maltes ingleses – très chic. Segundo a importadora, a “Honey Dew harmoniza com vários tipos de pratos tais como peixes, frutos do mar e até mesmo Spaghetti à Carbonara. Dica: experimente tomar a cerveja com gelo e um pedaço de limão. O limão aumenta o sabor natural criando assim uma bebida indicada para o verão”. Ela será bem baratinha. A garrafa de 500 ml custará, em média, R$ 22. Site da Boxer aqui. Site da gelada ali. ...

Bebida alcoólica engorda. E como!

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Comportamento, Drogas, Medicina, dica, álcool
Não adianta tomar caipirinha com adoçante. Assuma as calorias. A marvada pinga é derivada da cana-de-açúcar! Só para ter uma idéia do quanto o álcool é “engordativo”, de modo geral cada grama de bebida alcoólica possui sete calorias. Três a mais do que o açúcar comum! Chamadas de “vazias”, as calorias alcoólicas não oferecem nenhum nutriente. Quando ingeridas são metabolizadas e armazenadas no organismo como gordura. Por isso, quem bebe muita cerveja estupidamente gelada - ou quente, como preferir - ganha aquela barriguinha sexy. Um copo de cerveja de 200 ml, com 5% de teor alcoólico, contem 88 kcal. Assim, cinco copos fornecem 440 kcal ao organismo. Somada aos quitutes fritos do bar… Ai, ai… De acordo com a médica Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, a dieta diária e balanceada recomendada pelos nutricionistas é da ingestão de 1.220 a 1.500 calorias. “Se o objetivo é manter um corpo bem delineado, 440 kcal ganhadas no consumo de álcool podem comprometer o peso final”, diz. Posso beber as sagradas e depois compensar na malhação? Uma boa. Mas em uma hora de atividade aeróbica forte contínua, em média, o homem gasta 800 calorias e a mulher, 600. “É preciso ser cauteloso ...

Como burlar o bafômetro?

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Biologia, Ciência Geral, Comportamento, Drogas
Sábado à noite estava na casa de uma amiga conversando com pessoas que não encontrava fazia tempo… Tipo uma baladinha. Enquanto o povo - nacional e internacional - mandava a ver na caipirinha, surgiu a dúvida. Será que comer alho resolveria o problema caso um policial falasse para fazer o teste do bafômetro? Eu não quis arriscar. Fiquei na já famosa água tônica diet com gelo e limão. Sei, uó. Segundo um médico me explicou, comer alho ou qualquer coisa do gênero não adiantaria. Quando ingerimos o álcool, ele não é metabolizado imediatamente pelo organismo. Fica circulando na corrente sangüínea. No pulmão, os alvéolos, após absorver oxigênio, liberam gás carbônico, água e um pouquinho de outras coisas que temos no sangue como o álcool. Assim, quanto mais se bebe, mais álcool é liberado, pois a concentração no sangue é maior. Daí aquele bafo de pinga… Como funciona O bafômetro é feito com dois frascos de vidro contendo uma mistura para a reação química e um sistema de fotocélulas ligado a um medidor que avalia a mudança de cor associada com a reação química. Para medir o álcool, você respira dentro do dispositivo. A amostra de ar borbulha ...

Resumo XP

Igor Santos @ 42. Categorias: ANVISA, Alimento, Carro, Charadas, Ciência, Ciência Geral, Densidade, Drogas, Evolução, Física, Golfinhos, Gordura, História, Humor, Igor, Koch, Medicina, Metal, Morcegos, Natal, Nobel, Notícias, OMS, Ornitorrincos, Piadas, Plágio, Saúde, Submarinos, Trem, Tráfego, Trânsito, Ultra-sonografia, doença, etiquetas, gravidade, mulher, relógio, remédio, tempo, água, álcool
Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente. Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”. Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se. Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante. Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!); publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes); expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem); aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar); tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados); expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos; falei um pouquinho ...

Música alta aumenta o consumo de álcool

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência, Ciência Geral, Comportamento, Drogas, França, Música, curiosidade, pesquisa científica
Um estudo publicado na revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research afirma que a música alta dos bares incita a beber mais álcool em menos tempo. Os experimentos foram realizados em “botecos” franceses - que chique, né? Nicolas Guéguen e sua equipe da Université de Bretagne-Sud estudaram quarenta pessoas com idade entre 18 e 25 anos, que não sabiam que estavam sendo observadas. Os pesquisadores concluíram que a música alta deixa os indivíduos mais animadinhos e dificulta a integração social. E dá-lhe bebida! Outros estudos já diziam que música rápida faz você beber mais depressa, enquanto música ambiente o oposto. Leia matéria aqui, em espanhol, e a revista sobre alcoolismo aqui, em inglês. Para a lei seca, música nula, por favor.

Álcool - direção = transporte público

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Comportamento, Drogas, Sociedade, álcool
Último gole do vício do dia… Estava ouvindo locutores de rádio indignados. Afinal, como vamos voltar para a casa depois de dois copinhos de cerveja? Carona coletiva? Nem sempre seguem para o mesmo lugar. Ônibus? Hã, que ônibus? Metrô? Fecha antes da madrugada. Táxi? Financeiramente complicado. O jeito é apelar para o transporte público de madrugada. Ao menos em cidades grandes como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Segundo ouvi falar, a prefeitura de São Paulo está discutindo o assunto. Também, precisa colocar na pauta a segurança. Imagine que luxo andar pela cidade de madrugada? Ai Paris, ai Londres, ai Barcelona… É disso que mais tenho saudades dessas capitais. Antes que alguém fale… “Barça” - para os íntimos - é a capital da Catalunha.

Legislação sobre propaganda de medicamentos é revisada

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: ANVISA, Brasília, Ciência Geral, Drogas, Medicina, Sociedade, debate, remédio
Já que começamos o dia falando de drogas… Vai a overdose - piadinha insana! A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discutiu, na segunda-feira, a proposta de revisão da legislação sobre propaganda de medicamentos. O assunto foi debatido em audiência pública, em Brasília. O objetivo é combater os riscos para a população originados do uso incorreto de medicamentos adquiridos com base apenas em propaganda.  A propaganda de medicamentos é regulamentada pela Resolução RDC 102/2000 - veja aqui. A monitoração e a fiscalização realizadas pela Agência mostraram a necessidade de aperfeiçoamento das atuais regras. “A propaganda é uma atividade lícita, mas são necessárias normas para atingir o cidadão de forma adequada”, diz Dirceu Raposo de Mello, diretor-presidente da Anvisa. “A cada 42 minutos uma pessoa é intoxicada por uso indevido de medicamentos no Brasil”, afirma Maria José Delgado, a gerente de monitoramento e fiscalização de propaganda da Anvisa (Gprop), referindo-se às estatísticas do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fiocruz. Principais alterações Uma das modificações previstas no novo texto é em relação à propaganda de medicamentos isentos de prescrição. A proposta prevê diferentes advertências, específicas para os princípios ativos mais utilizados nesses medicamentos. Um exemplo é a cânfora, cuja proposta de advertência é “não use ...

Sinta os efeitos do uso de drogas

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência, Ciência Geral, Drogas, curiosidade, dica, site
Nossa, que muito louco! Você já usou maconha e tentou navegar na internet? Cheirou cocaína e fez o mesmo? Não? Calma… Não estou incentivando o uso das drogas. Nem seria necessário. O site “Try Drugs” faz isso por nós. Clique aqui e veja como seria usar a internet se estivesse “viajando”. Interessante. Ele apenas poderia ser maior…

Camundongos drogadinhos

Carlos Hotta @ Brontossauros em meu jardim Categorias: Ciência Geral, Dicas, Drogas
Por que as drogas viciam? Aliás, por que qualquer coisa vicia? Geralmente os vícios se originam através de alterações nas vias de recompensa no cérebro. Estas vias, mediadas pela dopamina, nos fazem se sentir bem depois de se completar uma atividade. As drogas de abuso mexem nestes vias (e em muitas outras no cérebro) levando ao vício.Aprenda como as drogas levam ao vício vendo esta animação em Flash.
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