Jun 28
Marcapasso contra a depressão
Felipe Epaminondas @ Ciência e Psicologia Categorias: Behaviorismo, Ciência, Ciência Geral, Comportamento, Medicina, Psicologia, Psiquiatria, Saúde, depressão, doença mental, farmácia
Passeando pela net, me deparei com este artigo, a seguir um trecho:
“Uma novidade pode reforçar o arsenal da medicina contra a depressão. Grupos de pesquisadores estão testando a eficácia de marcapassos no controle dos sintomas da doença, [...] Embora ainda experimentais, os estudos têm apresentado resultados animadores.
O objetivo da implantação dos marcapassos é o mesmo dos medicamentos orais usados hoje contra a enfermidade. As duas estratégias têm como finalidade reequilibrar a concentração no cérebro de substâncias associadas às emoções.“
Eu achei essa idéia tão absurda que juro que nem soube por onde começar a comentar, escrevi e apaguei este primeiro parágrafo umas três vezes pois em todas acabei sendo “radical” demais ou ofendendo alguém. Melhor apenas defender minha postura:
Eu não acredito que a depressão seja de origem genética nem que seja uma doença. Mas eu acredito que nosso corpo possui uma estrutura biológica herdada filogeneticamente para sentir, e em nossa ontogenia, ou seja, durante nosso desenvolvimento, esse corpo vai se adaptando ao meio que vivemos e em conjuntos de situações mais complexas como na perda de um ente querido, dificuldades financeiras, dificuldades de relações interpessoais, entre vários outras possíveis situações agravantes, acabamos adotando comportamentos rotulados como ...
“Uma novidade pode reforçar o arsenal da medicina contra a depressão. Grupos de pesquisadores estão testando a eficácia de marcapassos no controle dos sintomas da doença, [...] Embora ainda experimentais, os estudos têm apresentado resultados animadores.
O objetivo da implantação dos marcapassos é o mesmo dos medicamentos orais usados hoje contra a enfermidade. As duas estratégias têm como finalidade reequilibrar a concentração no cérebro de substâncias associadas às emoções.“
Eu achei essa idéia tão absurda que juro que nem soube por onde começar a comentar, escrevi e apaguei este primeiro parágrafo umas três vezes pois em todas acabei sendo “radical” demais ou ofendendo alguém. Melhor apenas defender minha postura:
Eu não acredito que a depressão seja de origem genética nem que seja uma doença. Mas eu acredito que nosso corpo possui uma estrutura biológica herdada filogeneticamente para sentir, e em nossa ontogenia, ou seja, durante nosso desenvolvimento, esse corpo vai se adaptando ao meio que vivemos e em conjuntos de situações mais complexas como na perda de um ente querido, dificuldades financeiras, dificuldades de relações interpessoais, entre vários outras possíveis situações agravantes, acabamos adotando comportamentos rotulados como ...
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