Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Divulgação de Ciência

Sir David Attenborough explica a evolução das espécies

Este vídeo é parte integrante no projecto Tree of Life, desenvolvido pela Welcome Trust. No site do projecto pode-se encontrar, para além deste vídeo, uma simulação interactiva da árvore da vida e, para cada espécie explorar-se simulações 3d, diversas imagens, textos, links, etc.

Publicado por Pedro Falcão

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Vê-se à segunda (6): The Scientist Vídeo Awards com filmes para todos os gostos

A iniciativa The Scientist Vídeo Awards partiu da revista The Scientist e conheceu em 2009 a sua primeira edição. Começamos esta semana espreitando alguns dos vídeos vencedores da competição.
Há duas categorias (vídeos individuais e vídeos institucionais) e dois vencedores por categoria, o primeiro por escolhe de um júri e o segundo por escolha do público.

O primeiro vídeo que aqui partilhamos chama-se Synaptic Clef e convenceu o júri para o prémio individual. Trata-se de um rap conduzido por um grupo de alunos da Universidade de Standford que explicam com criatividade e humor alguns mecanismos das neurociências.

O segundo, produzido pela Amgen, conquistou o público e havia sido lançado em Abril do ano passado durante uma reunião da American Association for Cancer Research (AACR). Pioneering New Frontiers in Tumor Angiogenesis recorre a uma impressionante animação de interacções moleculares para explicar a angiogénese (desenvolvimento de novos vasos sanguíneos num tecido vivo).

Todos os outros vídeos vencedores e restantes finalistas também podem ser vistos na página da iniciativa, numa visita mais que justificada.

Publicado por Sílvio Mendes

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Mais ciência em Alice no País das Maravilhas

Ainda o fumo em torno de Alice no País das Maravilhas, hoje em estreia no grande ecrã numa versão assinada por Tim Burton.

Ontem falámos na Matemática, hoje viramos as agulhas para outros lados. Primeiro, um texto publicado por Luís Azevedo Silva, no blogue Ciência ao Natural, faz o paralelismo entre o Chapeleiro Louco e o canto das aves. Que têm em comum? A resposta está no Mercúrio.

«- Naquela direcção – disse o Gato, levantando a pata direita – vive um Chapeleiro, e naquela, agitando a outra pata, mora uma Lebre de Março. Visita o que quiseres, ambos são loucos.
- Mas eu não quero estar ao pé de gente louca – respondeu Alice.
- Oh, não podes evitá-lo – disse o Gato. – Aqui todos são loucos. Eu sou louco. Tu és louca.»

O segundo apontamento vai para Câmara Clara, programa da RTP2 conduzido por Paula Moura Pinheiro, que no próximo domingo (7 de Março) parte do universo de Alice no País das Maravilhas e «de muitas outras invenções» para debater a relação entre cérebro, emoções e arte. Afonso Cruz e Mário Simões são os convidados da noite.


E já que tanto falamos em Alice, aqui fica a versão que preenche o meu imaginário (antes que Burton o reconfigure).

Publicado por Sílvio Mendes

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A matemática de Alice (no País das Maravilhas)

Estreia amanhã (4 de Março) nos cinemas portugueses a aguardada versão cinematográfica de Alice no País das Maravilhas, segundo a lente de Tim Burton.

Não é garantido que a questão tenha a mesma expressão na tela, mas a estreia volta a colocar Alice no centro do mundo e, aqui entre nós, a curiosidade científica que envolve a obra de Lewis Carroll (pseudónimo do matemático britânico Charles Lutwidge Dodgson) também volta à baila. Jogos de cartas, enigmas, problemas de lógica formam um dos grandes motores da força das personagens do livro. E tal dificilmente será por acaso, não derivassem as palavras da caneta de um matemático.

O divulgador de ciência português, Nuno Crato, assina semanalmente uma coluna de opinião no Semanário Expresso e dedicou as últimas três aos mistérios científicos de Alice no País das Maravilhas. Contemos com ele.

Um (17 de Fevereiro): «Os trocadilhos e as pequenas brincadeiras revelam uma preocupação com o significado das palavras e expressões e a construção de contradições derivadas de ambiguidades. É um uso da lógica e da matemática que ainda hoje surpreende os leitores»

Dois (24 de Fevereiro): « Os dois livros de Alice revelam o humor de um matemático que brinca com a lógica e faz alusões veladas a temas científicos. A maioria das vezes, as alusões são indirectas, e muito se tem discutido sobre algumas passagens. Logo no capítulo 2, por exemplo, Alice parece enganar-se nas contas: “quatro vezes cinco é doze, e quatro vezes seis é treze, e quatro vezes sete – oh! Assim nunca mais chego a vinte!»

Três (3 de Março): «Mais à frente, no capítulo 4, aparece um gigantesco corvo que escurece subitamente a cena e interrompe a luta entre os dois caricatos irmãos. O episódio parece ter sido inspirado numa história verídica de uma batalha do século VI a. C. O biólogo e evolucionista britânico J. B. S. Haldane, nascido em Oxford em 1892, quando o autor de Alice ainda aí residia e trabalhava, não tem dúvidas. No seu livro de ensaios “Possible Words” (1927, p. 8), diz que “A verdadeira história é a seguinte: Aliates, rei da Lídia, estava há cinco anos em guerra com Ciaxares, rei dos Medos. No seu sexto ano, em 28 de Maio de 585 a. C., como se sabe, a batalha foi interrompida por um eclipse total do Sol. Os reis pararam a batalha”. Nas palavras do historiador grego

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Ciclo “Cinema e Ambiente” na Cinemateca

“Entre Setembro de 2009 e Julho de 2010, ao ritmo de uma sessão mensal, a Cinemateca Portuguesa e a Fundação Calouste Gulbenkian colaboram na organização de um Ciclo centrado em temáticas ambientais. Cada sessão é comentada por um convidado ou uma convidada, numa escolha (dos filmes e dos comentadores) presidida pela vontade de diversificar ao máximo os temas e as abordagens.

Já no dia 9 de Março (Sala Dr. Félix Ribeiro, às 21:30), numa sessão comentada por Paula Moura Pinheiro, mostra-se INTO THE WILD, de Sean Penn, que nos conta “o percurso do jovem Christopher McCandless (uma notável interpretação de Emile Hirsch) que após se licenciar na universidade de Emory, resolve desfazer-se de todos os símbolos da civilização, dando aos amigos os seus haveres e as suas economias (24.000 dólares) para obras de caridade, partindo, em seguida, à boleia, para o Alasca para viver a “vida selvagem”.

Publicado por Pedro Falcão

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Vê-se à segunda (5): Radioactividade segundo os Kraftwerk (ah! e Henri Becquerel)


A 1 de Março de 1896, o físico francês Henri Becquerel descobria a radioactividade (ou, pelo menos, dava um grande contributo nesse sentido). Esse trabalho valeu-lhe o Prémio Nobel da Física em 1903, que partilhou com Marie e Pierre Curie. O primeiro vídeo de hoje explica-nos mais a fundo o que aconteceu e explora ainda o trabalho que Ernest Rutherford (Nobel da Química em 1908)  desenvolveu com substâncias radioactivas.

Quem decidiu, em 1975, contar a sua versão sobre a radioactividade foram os alemães Kraftwerk, num álbum conceptual que também dedica algumas letras à actividade da rádio. Aqui fica uma das aparições ao vivo dos grandes teóricos da música electrónica.

«Radioactivity is in the air for you and me
Radioactivity discovered by madame curie»

Publicado por Sílvio Mendes

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Tragédia na Madeira, ou porque vale a pena ver a RTP2

Publicado por André Levy

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Ainda na Revista Visão: Soares, a catástrofe da Madeira e a Ciência


«A verdade é que a Ciência deu aos homens um enorme poderio, capaz de destruir os equilíbrios da natureza e o próprio planeta. Nunca houve, que saibamos, tantas e tão graves catástrofes ditas naturais. Tremores de terra, tsunamis, erupções vulcânicas, inundações, calores excessivos, ventos ciclópicos, escassez de água potável, presumivelmente provocados pelas alterações climáticas.»

Mário Soares, “A catástrofe da Madeira” (Visão nº 886)

Publicado por Sílvio Mendes

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con(s)ciência: ANICT quer mais diálogo entre Investigadores e decisores políticos

Visita de Deputados ao Centro de Investigação da Universidade do Minho (Maio de 2009)

A 8 de Janeiro de 2010, a Associação Nacional de Investigadores Científicos e Tecnológicos (ANICT) era formalmente constituída. A recém-formada instituição pretende representar os interesses profissionais dos Investigadores Científicos Doutorados a trabalhar em Portugal e tem já um horizonte de acção muito bem delineado. Promete acção como «parceiro no diálogo entre os Investigadores e o Governo (assim como outras instituições que participam na definição da política de Ciência em Portugal)» e no contributo para a «disseminação do conhecimento científico para o público em geral».

Os representantes da ANICT apontam como assunto mais urgente a criação de «um consenso sobre o que será o mercado de trabalho em Ciência em Portugal». «Gostávamos que um cientista a trabalhar em Portugal soubesse claramente quais as oportunidades presentes e futuras», afirmam numa entrevista exclusiva ao blogue Viver a Ciência, que aqui disponibilizamos na íntegra.

Publicado por Sílvio Mendes

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Vê-se à segunda (4): Festa da Química e a canção dos elementos

A União Europeia apoia carreiras científicas. E para que todo o mundo o saiba, decidiu difundir (em 2008) um magnífico vídeo de promoção do programa Marie Curie Actions, que apresenta (com recurso a uma humorística personificação) as relações que alguns elementos químicos estabelecem entre si. É o primeiro vídeo desta segunda-feira, e apareceu-nos via blogue Bordado Inglês.

O segundo vídeo é um clássico assinado em 1959 pelo humorista Tom Lehrer, que musicou com mestria a lista de elementos químicos (re)conhecidos na altura.

Publicado por Sílvio Mendes

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