Nov 16
Assar castanhas no Sargaçal
José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Diário do Sargaçal, castanhas
Hoje fomos almoçar ao restaurante “O Meu Gatinho” e daí fomos até ao terreno apanhar e assar castanhas. O consumo imediatamente após a colheita é a melhor forma, mesmo com as castanhas que têm uma vida útil bastante apreciável. Muito boas castanhas assadas, muito boas mesmo.
Algo que notei é que apesar da humidade total, tem chovido muito pouco. Tanto o ribeiro como as nascentes têm muito pouca água. A erva não cresceu muito, mas está verde e húmida.
Dei uma pequena volta para ver como andam as árvores. Tudo quase bem… Uma camélia morta (a mais recente que adquiri nos Viveiros de Castromil, junto com as laranjeiras). E por falar em laranjeiras, as mais antigas recuperam bem de todas as agruras, as de Castromil apresentam-se raquíticas. Acho que foram comidas pelo gado há uns meses. Quase de certeza.
Quanto às castanhas, não há muitas. Mas as que há são boas e praticamente sem bicharada.
De resto, há lá tanto que fazer que nem vale a pena falar nisso. Este ano, para o Sargaçal, foi praticamente perdido.















…mas não foi exactamente como planeei. Primeiro, porque devido ao “planear, antecipar, imaginar”, custou-me muito a adormecer; pior foi acordar às 7h00 com uma dor nas articulações da anca, coisa tipo dor de dente e bastante incapacitante, principalmente para conduzir. Não passava, decidi que não podia ir. Mandei uma mensagem a um amigo meu que seria capaz de passar lá de manhã, a avisar que já não ia.
Lá para as 10h30, telefonou-me o Delfim a perguntar se não queria ir, ele conduzia. Tive de tomar um anti-inflamatório e lá fomos, ter ao Marco de Canavezes com o senhor Henrique, rumo ao Sargaçal.



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