Made in China. What do you think?

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: China, Ciência Geral, Comportamento, Tecnologia, desenvolvimento sustentável, desigualdade, jogos olímpicos, meio ambiente, sustentabilidade
Faz um tempo que quero postar sobre os Jogos Olímpicos, a China, o Brasil e a ciência. Tudo junto agora ao mesmo tempo! Mas esses dias não deu. Assim, vou colocar aqui umas informações soltas ao vento… Para refletirmos… Desenvolvimento sustentável, poluição, países, China, Jogos Olímpicos. Quer queira, quer mal queira, a China vai dominar o mundo! [Ai que síndrome minha de vilã...] Em segundo lugar, claro. Afinal, se ela apertar o calo do Titio Sam – nada sã – e outros, eles enviam as indústrias de tênis, roupas e afins para outro populoso e necessitado país. Abertura dos jogos O início com os tambores teve algo de ritualístico. Algo de Guerreiros de Terracota. Como me disseram, “lembrou os Trezentos”. A abertura dos Jogos Olímpicos foi uma demonstração de milênios de história, paciência/ treino/ educação oriental, militarismo, tecnologia, dinheiro, gente e um imenso mercado consumidor. O interessante é não foi um show de tecnologia. Os destaques eram as pessoas, protagonistas da história e do show. Tá ok, com um forte apelo militar. E, outro ok, para mostrar ao mundo como eles são contemporâneos, sua possibilidade de turismo e mercado consumidor. Nesses três, tudo ok. 8 é o símbolo do infinito Por alguns ângulos a China é admirável. ...

Cetesb e Reino Unido fazem acordo climático

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, São Paulo, desenvolvimento sustentável, meio ambiente, poluição, sustentabilidade
A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), órgão vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA), assinou contrato com o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido para implementação do Projeto de Apoio à Política Climática do Estado de São Paulo. O intuito é criar as bases para a elaboração oficial do inventário paulista das emissões de gases do efeito estufa, referência para a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas em tramitação. A partir dele a Cetesb quer estabelecer e mensurar ações para reduzir a poluição e criar um padrão comparativo. Também, fortalecer a posição brasileira no compromisso do Protocolo de Kyoto - que já não deu certo e ”apenas é bom para o sistema financeiro”, leia aqui. Mas a idéia de reduzir os gases do efeito estufa é ótima para meus olhos e meu nariz. A saúde agradece. Depois, o passo será a criação de um plano - nada mirabolante - que reúna e sistematize todas as formulações de políticas estaduais relacionadas à redução de emissões de gases do efeito estufa. No site da SMA é possível ver a condição do tempo em São Paulo neste exato momento. Agorinha, onde estou, marca “boa”. Gostei também do Projeto Ecoturismo na Mata Atlântica....

Desenvolvimento sustentável não existe

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Uncategorized, desenvolvimento sustentável, meio ambiente
Ontem, durante a reunião do Comitê Gestor da Rede de Pesquisas em Carvão Mineral, Guilherme Henrique Pereira, secretário e Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (Setec/MCT), disse que o crescimento do setor de carvão mineral deve observar a sustentabilidade. “É preciso conservar a natureza, ser socialmente adequado e economicamente eficaz”, afirmou em Brasília. Não se prendendo apenas a essa questão do carvão… Dia desses, estava conversando com um ambientalista que acompanha de perto projetos. Não resisti e perguntei. “Você acredita no desenvolvimento sustentável?”. Ele desconversou conversando, a resposta foi fácil de entender. “Não”. Assim, será que realmente pode existir desenvolvimento sustentável? Se até uma pessoa especializada na área tem as suas dúvidas, como será possível esse tipo de desenvolvimento? Fui conversar com mais gente, claro, para esclarecer. Falei com pessoas de diversas áreas, desde médicos até administradoras-do-lar, 70% delas acreditam que não. Aí é que está. O desenvolvimento em si requer muito do ambiente. Ele degrada. Ele explora. Ele polui. Compensar esse estrago só seria possível não o criando. Este ano é o Ano Internacional do Planeta. Até os nutricionistas estão discutindo essa questão - citei isso no meu post sobre emagrecimento. A VII Jornada de Nutrição do Hospital Sírio-Libanês, no próximo ...

A energia da balada vem das pisadas

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Londres, desenvolvimento sustentável, empresas, meio ambiente, sustentabilidade
Que idéia fantástica! A balada londrina Club4climate - clique aqui para ver o site - funciona com a energia dos próprios freqüentadores. O segredo está na pista “pisada elétrica” que usa cristais de quartzo e cerâmica para transformar cada salto ou pisada em eletricidade. Elas recarregam baterias conectadas no solo que proporcionam 60% da energia necessária para a luz e o som. O resto é proveniente de painéis solares. Por sua vez, a água dos banheiros é captada da chuva. E, se você chega no lugar de bicicleta, não paga para entrar. De acordo com o site Muy Interessante - não te lembra uma revista brasileira? - logo, logo o dono - veja o figura no site da balada! - abrirá uma filial no Rio de Janeiro! Vou me acabar na pista tecnera!

O meio ambiente é um grande negócio

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Comportamento, desenvolvimento sustentável, empresas, meio ambiente, sustentabilidade
Um produto deveria ter qualidade, marca conhecida e ser barato. A ordem era essa. Agora, também precisa ser “ecologicamente correto”. As empresas que ainda não perceberam a nova característica e valor agregados, a cada dia serão mais “excluídas” do mercado consumidor. E não é apenas uma fase não. Depois, não diga que não avisei… Veja três novíssimas campanhas ecos de empresas e instituições:  A multinacional 3M do Brasil lança a promoção EcoNomad. Inédita, a campanha facilita a troca de tapetes Nomad usados por novos. Ao adquirir um tapete Nomad, a 3M - por meio de seus distribuidores - comprará, dos estabelecimentos clientes, os tapetes antigos e usados por R$ 27,00 o m², caso sejam tapetes Nomad e por R$ 24,00 o m² os outros. Os produtos recolhidos serão vendidos para empresas de reciclagem, que poderão utilizá-los como matéria-prima para a produção de sacolas plásticas, tubos de PVC, mangueiras, entre outros. A receita gerada pela compra dos tapetes usados será revertida em brinquedos educativos, confeccionados com tapetes Nomad novos. Amarelinhas, jogos da velha e jogos de letras são alguns exemplos doados para a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Veja mais no site: www.ecoNomad.com.br . A campanha começa em 1º de julho e vai ...

Também temos o que ensinar!

Juscimar Silva @ Geófagos Categorias: Ciência Geral, Ciência Geral, Ciência do Solo, Fertilidade do Solo, Geral, Política Agrícola, agricultura, desenvolvimento sustentável, revolução verde, uso do solo, água
O texto escrito por Jeffrey D. Sachs, economista e diretor do Earth Institute da Columbia University publicado na Scientific American Brasil (Junho, Ano 6, no. 73) intitulado ‘A Revolução Verde Africana’ atraiu minha atenção nos seguintes aspectos: de acordo com as informações contidas no texto, a produtividade alimentícia no continente africano é de aproximadamente 1 tonelada métrica de grão por hectare de terra cultiva, o que corresponde a um terço da produtividade alcançada por outros continentes. Este insucesso creditado às mudanças climáticas e a depleção dos nutrientes do solo já atingiu proporções críticas nessas regiões. Assim, estes fatores aumetam a vulnerabilidade da África à insegurança alimentar, haja visto que os preços ascendentes de alimentos no mundo impuseram uma carga paralisante ao continente, na qualidade de importadora de alimentos. Ainda no início do texto, o autor cita que para o continente africano “já está na hora de uma benção agrícola como a que impulsionou as perpectivas da Ásia” e foi está frase que me fez indagar: por que a Ásia e não o Brasil? Indubitavelemente, concordo com o autor que postula o uso de sementes de alta produtividade, fertilizantes e manejo adequado da irrigação como sendo primordiais para aceleração da produtividade ...

Entendendo a contaminação de solos como uma bomba relógio

Carlos Pacheco @ Geófagos Categorias: Ciência Geral, Ciência Geral, Ciência do Solo, Geoquímica, agricultura, bombas químicas de tempo, contamição, degradação do solo, desenvolvimento sustentável, meio ambiente, poluição, vulnerabilidade de solos, água
Quando os solos recebem cargas de contaminantes, seus diversos componentes atuam no sentido de diminuir a mobilidade dessas substâncias. Isso caracteriza as barreiras geoquímicas de GLAZOVSKAYA (1990). Porém, os contaminantes outrora acumulados, se incorporados continuamente, atingirão a carga crítica do solo em questão. Essa carga crítica pode ser definida como sendo a quantidade máxima de um certo contaminante que um ecossistema pode suportar sem graves danos às suas funções ecológicas (NILLSSON & GREENFELT, 1988). A liberação dos contaminantes nos solos e sedimentos pode ocorrer quando: (1) teores de contaminantes superam a carga crítica do solo ou (2) a carga crítica do solo é reduzida devido a mudanças nas condições ambientais, modificando a capacidade de retenção de compostos ou elementos químicos individuais. Possíveis fatores de modificação são mudanças climáticas, acidificação, erosão, mudanças no uso da terra, entre outras (SMIDT, 1991). Uma vez liberados, os químicos podem atingir os suprimentos de água superficiais e subterrâneas ou serem absorvidos pelos vegetais via solução do solo. Pode-se antever então a possiblidade de entrada dessas substâncias na cadeia alimentar causando risco a toda biota. Geralmente as mudanças ambientais causadoras da liberação dos químicos são lentas, e os fatos acima descritos, então, caracterizam as chamadas ...
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