Vidago
A propósito das obras que decorrem no Parque das Termas e no Hotel Palace de Vidago, recebemos do Eng. Jorge Moreira da Costa [contacto: jmfcosta(at)fe.up.pt] um artigo que merece a mais ampla divulgação:
........Era uma vez uma empresa chamada Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas. Embora fossem todas estâncias termais, Melgaço estava ali, no meio, provavelmente por soar melhor. Vidago e
Fotos de Eduardo Basto
«Não me estou a fazer à publicação no DcA, (...) mas achei que se calhar vos interessaria. A árvore, aparentemente mais acarinhada que o costume, fica em Veiros, que é uma terrinha mais ou menos entre Estarreja e a Murtosa -- até há uma placa na estrada a dizer "árvore monumental" ou algo parecido, já não me lembro bem. Não sei cá PAPs nem coisas nenhumas dessas, mas a
Tamariz no Largo de Cadouços, Foz do Douro - Abril de 2007
Trabutina mannipara é o nome científico do insecto que produz uma melada que foi chamada maná (Êxodo 16:1-35). «Javé disse a Moisés "farei chover para vós pão do Céu" (…) De manhã havia uma camada de orvalho ao redor do acampamento. (…) Quando a camada de orvalho se evaporou, na superfície do deserto apareceram pequenos flocos, como
Ulex europaeus - Parque Biológico de Gaia
Pelo caminho fora já o tojo se mostrava bonito, mas a partir dos Arcos tornou-se esplendoroso. Toda a serra estava em flor. E o amarelo do tojo deita luz. Deve ser porque a flor sendo labiada se fecha sobre si mesma, e guarda lá a luz. De certeza é um pedacinho de sol que lá se esconde e o tojo ilumina a própria atmosfera que o rodeia. A planta em si
Magnólia em Santo Tirso, 3 de Março de 2007
Há magnólias de folhas vivazes, grossas, revestidas de verniz brilhante, espesso e seco. As folhas vão caindo aos poucos, e pelo ano fora deixam no chão um desenho de cores com amarelo, castanho, verde, algumas até mesmo de preto se vestem. A sua ramagem é frondosa, e a árvore chega a ser enorme. As flores brancas fazem-se um pouco rogadas pois é
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«Este pequeníssimo bosque de castanheiros, carvalhos, sobreiros, pinheiros e pilriteiros, no Carvalhal de Pussos, concelho de Alvaiázere (Leiria), nasceu de um abandono.
Todo o palmo de terra, nesta terra, tem dono, e a propriedade é condição exigente de rentabilidade, num povo que foi (é?!), sem demagógicos discursos, pobre e iletrado.
São três os destinos possíveis para um palmo desta terra:
Foto de Francisco Oliveira
Num comentário aqui deixado há precisamente uma semana, Francisco Oliveira falou destes ginkgos numa escadaria de acesso à nova alameda das Antas - dos quais teve entretanto a amabilidade de nos enviar a foto. Para além do fenómeno do desfasamento de cores - um só ginkgo permanece verde numa afirmação de personalidade, enquanto os outros se conformam com o amarelo -,
Fotos cedidas pelo desNorte (clique para aumentar)
O Jardim Botânico de Munique foi fundado em 1812, mas só em 1914 se fixou na sua actual localização, um parque de 22 hectares nos arredores da cidade, contíguo ao palácio de Nymphenburg. Um jardim botânico com notáveis colecções, excelentemente planeado e mantido. As fotos que hoje publicamos (e outras que ficarão a aguardar melhor
Metrosideros excelsa
Quem os plantou não sabia que a mão de Deus ali estava.
Quantos anos se esperou por aquele deslumbramento?
Quantas gerações ali foram aguardando o milagre da Natureza?
Ninguém sabe? nem é preciso!
O importante é o presente que nos pertence e o privilégio de o vivermos.
Passar lá com sol, é enfiar os olhos no verde meio claro da ramagem que a luz viva embrulha!
Olhar as
Roubaram a minha Tília
Hoje voltei a fazer um percurso que me era habitual e que há bastante tempo não fazia. Ao subir a Rua Álvares Cabral (Porto) já só pensava em ver a minha Tília, ali no alto da Rua, no Jardim da Praça da República. Era uma Tília Perfeita, um exemplar maravilhoso. Dei-a a conhecer às minhas filhas e a alguns dos meus netos. Eles já sabiam que aquela era uma das árvores da Avó
«Quase ninguém ficou indiferente à invasão de traças que este fim-de-semana aconteceu na região do Porto. Tratou-se, entre outras, da espécie Autographa gamma, um lepidóptero da família Noctuidae. O batimento de asas é tão rápido que torna impossível ver o bonito desenho que as asas anteriores apresentam: uma ornamentação prateada em forma de gama sobre fundo em vários tons de castanho pode ser
«Foi, como nos descreve Carlos de Passos no seu Guia Histórico e Artístico do Porto, publicado em 1935 pela Casa Figueirinhas, "debaixo de um plano mui elegante", que no dia 4 de Abril de 1834 foi aberto ao público aquele que ainda hoje permanece como uma das jóias verdejantes da cidade do Porto: o Jardim de S. Lázaro, ou, na sua designação oficial, Jardim de Marques de Oliveira. Apesar de ter
É outra vez ao Eduardo que devemos estas notáveis fotos tiradas no Jardim Botânico de Coimbra. A magnólia agora em destaque é mesmo um caso especial, e vale uma ida urgente a Coimbra para admirar as suas maravilhosas flores: trata-se de uma Magnolia liliflora var. nigra, arbusto originário da China que, tendo o hábito de brotar rebentos das raízes, acaba por formar autênticas touceiras. A
Magnolia x soulangiana var. speciosa no Jardim Botânico de Coimbra (Quadrado Central). Fotos de Eduardo.
(PS. A folhagem e as bagas vermelhas talvez não sejam da mesma árvore, mas de uma outra magnólia no mesmo local.)
Foto: pva 0602 - Mathotiana rubra, mãe de Augusto L.G.P.
«Linda, a camélia da manhã. Puríssima. Eu entrava no horto quando era miúda e sim, lembro-me das camélias por serem das minhas flores preferidas, ainda não tinham nome de "Lavinia" ou "Margaret". Por isso é que hoje ao vê-las aqui, é como folhear um album de gente conhecida e amiga. Acho que, na verdade, as conheço bem. E por saber que
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