Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Charles Darwin

Órgãos vestigiais e evolução


A evolução de diferentes organismos ou partes de organismos num mesmo sentido, chamada evolução convergente, mostra que a selecção imposta pelos mesmos habitais sobre linhas evolutivas diferentes pode ocasionalmente resultar em funções semelhantes, apesar de não serem desempenhadas pela mesma estrutura anatómica.

No entanto, com excepção de tais eventos, a Anatomia Comparada seguiu a lógica de que os organismos que partilham estruturas derivadas de um grupo ancestral comum representam um percurso evolutivo divergente. As comparações efectuadas após dissecções anatómicas cuidadosas permitiram estabelecer os critérios para a construção de uma árvore evolutiva detalhada.
Um interesse particular dos anatomistas comparativos foi encontrar estruturas que pareciam ter perdido algumas ou mesmo todas as funções que tinham nos seus ancestrais. Do ponto de vista evolutivo, os anatomistas puderam explicar a presença de órgãos vestigiais ou rudimentares porque a adaptação a um novo ambiente geralmente implicou a existência de estruturas que evoluíram previamente e que posteriormente perderam a sua utilidade.

De acordo com o princípio da selecção natural, os indivíduos que consumirem menos energia na elaboração e manutenção de tais estruturas, terão maior probabilidade de sobreviver que os indivíduos que as mantiverem inalteradas quando estas tiverem perdido o seu papel biológico.

Além disso, algumas estruturas que já não são necessárias provavelmente interferem com o funcionamento das novas adaptações.
Com o passar do tempo, as estruturas obsoletas tenderão a evoluir regressivamente, mostrando apenas traços da sua anterior forma e função. Exemplos disto são encontrados num conjunto de pequenos ossos abdominais presentes nas baleias e nas cobras que são o que resta da sua antiga cintura pélvica. A presença de um esboço reduzido do olho nos crustáceos cegos, cavadores de galerias, também indica um processo evolutivo através do qual as estruturas obsoletas se foram gradualmente tornando rudimentares. Nos humanos, a presença de um certo número de estruturas vestigiais indica não só a sua actual obsolescência mas também a sua relação ancestral com outros mamíferos e primatas. Por exemplo, os músculos do ouvido externo, tal como os músculos do escalpe, são rudimentares nos humanos e geralmente não funcionais, mas são comuns a muitos mamíferos. A inflexão dos pés para escavar, em simultâneo com a extensão do dedo grande, é um traço dos primatas que é encontrado nos humanos na idade infantil mas que regride nos adultos.
A capacidade de preensão das mãos dos humanos mais jovens é também um traço vestigial, porque outros primatas a desenvolveram

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Evolução é um facto!!!


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Resenha: Além de Darwin – Reinaldo José Lopes

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Muito se falou no último EWCLiPo ( II Encontro de Weblogs científicos em língua portuguesa) sobre a eterna discussão entre Jornalistas e blogueiros de ciência. Acho que esta discussão já não é mais necessária e, como diria o Ed Young, ela já deveria ter terminado em 2006. Digo isso porque o problema é bem simples de ser resolvido. Existem, em termos gerais, dois tipos de divulgadores de ciência: os bons e os ruins. Dentre os bons temos pessoas de todas as áreas, inclusive jornalistas, como o grande Carl Zimmer. E dentre os ruins temos vários exemplos que não precisam ser citados, incluindo cientistas de renome. Tenho toda a certeza que o jornalista Reinaldo José Lopes pode ser classificado dentre os bons divulgadores de ciência, e posso resumir o porquê. O motivo é bem simples e acho que todos os cientistas, sem exceção, deveriam buscá-lo. Reinaldo consegue passar informações cientificamente corretas para um público que nunca passaria perto de um artigo científico. Nem perto de um livro dos grandes divulgadores de ciência como Richard Dawkins, Jay Gould, Carl Sagan. Considero o livro "Além de Darwin" (Editora Globo) do Reinaldo José Lopes o único livro de divulgação científica sobre evolução que eu daria para a minha mãe ler. E este é o auge do que precisamos em termos de divulgação científica, principalmente no Brasil.

Com certeza um dos motivos que fazem o "Além de Darwin" ser um ótimo presente para um público não iniciado em evolução está no seu formato. Mesmo não tendo gostado do título e, principalmente da capa (sabemos que o autor do livro é sempre o último a ver), acredito que o formato do livro dividido em textos curtos, em sua maioria com temas de grande apelo para o leitor (como, por exemplo, na página 23: "Vamos ao que interessa: sexo") e uma linguagem com termos coloquiais e mais simples atraem um público mais amplo. O problema talvez é que esse público alvo pode não chegar a abrir o livro, já que a foto do Darwin carrancudo e um título meio pesado podem afastar o leitor de ser iniciado (no bom sentido, claro). Algo como "Pílulas de evolução" refletiria melhor o que o livro apresenta. Não sei se atraria mais leitores, mas seria mais condizente com o conteúdo. Também não sei

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Arte e Ciência com Darwin: ‘Exuberâncias da Caixa Preta’ no Porto até Março


É Darwin sob todos os prismas: pintura, desenho, escultura, peças de anatomia e taxidermia, uma peça anatómica de um cérebro humano e até mesmo a primeira edição de um livro seu.

A exposição de arte e ciência chama-se “Exuberâncias da Caixa Preta” (a propósito do livro “A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais”, de Charles Darwin) e apresenta, em 270 metros quadrados, «uma visão mais contemporânea da obra de Darwin». Fica no Museu Soares dos Reis, Porto, até 21 de Março de 2010.


Publicado por Sílvio Mendes
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Creation: uma crítica

Quando li a notícia de que estavam fazendo um filme sobre como Darwin escreveu o Origem das Espécies fiquei bastante empolgado. Primeiro por que qualquer um que leu o livro biográfico escrito por Adrian Desmond e James Moore sabe que esta é uma excelente história a ser contada. Segundo por que o ator encarregado de interpretar o naturalista inglês é o Paul Bettany que já tinha interpretado um outro naturalista, fictício é verdade mas tremendamente inspirado em Darwin, no filme Mestre dos Mares.

Tive a oportunidade de assistir ao filme ontem que, numa tentativa infeliz de ironia, foi chamado de Creation. Tenho más notícias. Vou resumir o assunto já que os próximos parágrafos vão conter algum spoiler e eu não quero estragar nada para ninguém. O filme não se sustenta nem como filme, nem como cinebiografia. Aviso novamente, como reforço, OS PRÓXIMOS PARÁGRAFOS PODEM CONTER SPOILERS, portanto, siga por própria conta e risco.

Esteriótipos e Exageros

Antes de mais nada devo reforçar que toda a crítica que faço é, sobretudo, por oposição ao livro do Desmond e Moore. Obra que não tem relação direta com o filme, que foi baseado no livro Annie’s Box, de Randal Keynes que é também tataraneto de Darwin.

O filme se divide em duas linhas de tempo. A primeira tem como ponto central a figura de Anne Darwin, mostrando a relação privilegiada entre Charles e sua segunda, e preferida, filha até sua devastadora morte aos 10 anos de idade. A segunda linha de tempo mostra Darwin lutando contra sua doença e sua tentativa de terminar o Origem das Espécies para publicação.

A primeira coisa que me incomodou bastante é a maneira como tudo é construído. Tudo muito exagerado, tudo muito esteriotipado. Darwin é o gênio indomável que tenta conter a si próprio em respeito ao amor que sente por sua esposa, Emma, a beata que em nome da religião vê, sem reclamar, sua filha sendo torturada, ao mesmo tempo em que suprime os impulsos do marido na busca de salvação para sua alma. Anne é a criança gênio, feita à imagem e semelhança do pai.

E por exagerar transforma o “naturalista atormentado” de Desmond e Moore em um “naturalista alucinado”. Darwin passa metade do filme tendo visões do fantasma de sua filha, em uma crise existencial que relaciona o Origem das Espécies com a morte de Anne, com as dificuldades do casamento, com a doença misteriosa.

Para o filme,…

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Resenha: AB INITIO – Franklin David Rumjanek

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Estamos chegando ao final do chamado "Ano Darwin", onde comemoramos duas datas muito importantes para a história da ciência. A primeira foi dia 12 de Fevereiro, que marcou os 200 anos de nascimento de Charles Robert Darwin. A segunda foi dia 22 de novembro, onde lembramos os 150 anos de publicação do seu livro mais marcante, que mostrou para o mundo de forma magistral a relevância da evolução por seleção natural. O diferencial do livro escrito por Franklin David Rumjanek, lançado em pleno ano Darwin, está em não se manter no mar das mesmices lançadas neste ano.

Franklin David Rumjanek vai além da abordagem tradicional sobre Evolução, colocando para o público geral a importância de outros personagens na construção deste conceito, principalmente de um dos mais injustiçados de todos, o francês Jean-Baptiste de Lamarck. Apenas a contextualização de Lamarck em um livro direcionado ao público geral sobre ciências já seria uma importante contribuição para a divulgação científica nacional, mas este é o tema da segunda parte do livro. Na primeira parte Franklin David Rumjanek faz um levantamento da literatura recente que vai desde a origem do universo até os limites de complexidade da vida, um tema normalmente árido e vasto. O autor faz uma boa tentativa de tratar de um tema desta natureza utilizando uma linguagem mais fácil, largando um pouco os jargões da área. Mas talvez um dos pontos que poderiam ser criticados seria a falta de ligação entre seus os dois grandes temas. É claro que existe uma conexão intrínseca entre Origem da vida e Evolução (subtítulo deste livro), mas a falta de uma melhor ligação entre os dois temas centrais durante o livro foi marcante. Dois temas de tamanha complexidade poderiam ser melhor explorados se fossem abordados de forma separada, havendo assim mais espaço para o autor poder explorar seus argumentos e deixá-los um pouco menos complexos para o público leigo, ávido por ciência. Como o autor mesmo enfatiza ao longo do texto, este é o público para o qual o livro é direcionado. Em vários momentos Franklin David Rumjanek passa para o público noções de metodologia da ciência, o que faz o leitor entender melhor como o conhecimento científico é formado. Fazer com que uma área tão ligada a bioquímica seja passada para o grande público não é uma tarefa fácil, mas neste livro conseguimos ter uma boa e

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A Origem das Espécies


150º aniversário da publicação do livro “A Origem das Espécies”.


Sobre a Origem das Espécies através da Selecção Natural, ou a Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Vida, de Charles Darwin, foi publicado em Londres, em Novembro de 1859, pela firma de John Murray. Os anúncios do editor indicam que a data mais provável da publicação foi quinta-feira, dia 24 de Novembro.

A Origem das Espécies, de Charles Darwin, é sem dúvida um dos mais importantes livros científicos alguma vez escritos. Todavia, não se encaixa no estereótipo daquilo que hoje em dia esperamos que a ciência seja, pois é escrito num estilo maravilhosamente pessoal. Não contém gráficos, equações matemáticas nem linguagem especializada e não faz referência a figuras de bata branca em laboratórios. Os anos que antecederam a sua publicação foram recheados de contratempos inesperados, de encontros casuais, de grande emoção e de controvérsia.

O livro esgotou-se no dia da publicação e a polémica que suscitou alastrou como um rastilho no domínio público, dando origem ao primeiro debate científico verdadeiramente internacional da história. Os leitores atacavam-no ou louvavam-no, e esforçavam-se por alinhar convicções religiosas profundamente enraizadas com as ideias novas e perturbadoras de Darwin.

O livro foi desde o primeiro momento reconhecido como um contributo extraordinário para o panorama intelectual, abrangente, muito penetrante e cheio de dados que sustentavam as suas sugestões — mas ao mesmo tempo foi apaixonadamente criticado por sugerir que todos os seres vivos tinham origem em processos inteiramente naturais.

Macacos ou anjos, Darwin ou a Bíblia, foram temas escaldantes para os ingleses do tempo da rainha Vitória.

Muitas destas questões ainda são actuais nos nossos dias. Com efeito, a escrita e a forma controversa como foi recebida A Origem das Espécies, de Darwin, nunca foram isoladas num certo mundo frio e esotérico da ciência.

A sua história é, em muitos aspectos, a história do mundo moderno.
É óbvio que, de uma perspectiva actual, o papel de Darwin como um dos criadores dos tempos modernos nunca foi mais evidente.

Os seus escritos desafiaram todas as concepções anteriores sobre os seres vivos e tornaram-se um factor crucial nas transformações intelectuais, sociais e religiosas que ocorreram no Ocidente durante o século XIX.

Com o tempo, Darwin veio a tornar-se um dos cientistas mais famosos da sua época, uma celebridade vitoriana, e a sua obra, mesmo no seu tempo de vida, foi considerada uma pedra basilar do mundo moderno.

Fonte : Janet Browne.

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150 anos da «Origem das Espécies»


Faz hoje 150 anos que saiu nas livrarias Inglesas a primeira edição «Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural, ou a Preservação das Faças Favorecidas na Luta pela Vida» (no original: «On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life»), de Charles Darwin. As 1250 cópias da 1ª edição (apenas 1170 nas livrarias) esgotaram rapidamente e uma segunda edição de 3 mil exemplares foi impressa em Janeiro de 1860.

Embora escrito para o público não especializado (não se pode dizer  que tenha sido para o público, já que a maioria da população inglesa na época mal sabia ler), talvez nenhum livro científico anterior tenha tido tanto e tão imediato impacto na sociedade. Os comentários terão propagado também por pessoas que não terão lido o livro, levando a várias distorções. Mas o peso dos argumentos a favor da evolução expostos neste volume terão feito da ideia de evolução um tema de discussão incontornável.

Curiosamente, o mecanismo de selecção natural, proposto por Darwin como mecanismo natural capaz de explicar a origem das adaptações das espécies, não foi objecto de tão grande discussão, nem bem recebido inclusivamente por defensores de Darwin. O seu mais feroz defensor público, Thomas Henry Huxley, alcunhado de “buldogue de Darwin”, não perfilhava do mecanismo de selecção natural.

Contudo, passados 150 anos não há dúvida que a Evolução das espécies é um facto e que um dos mecanismos responsável pela evolução, e o único capaz de dar uma explicação material e natural para a origem de adaptações biológicas, é a selecção natural.

É certo que Darwin só publicou a «Origem» após ter recebido uma carta de Alfred Russel Wallace, expondo a ideia de evolução por selecção natural. (Curiosamente, ambos tiveram, independentemente, como fonte de inspiração para o mecanismo de selecção natural a leitura da obra de Malthus sobre o crescimento demográfico humano). Mas ninguém pode negar, e o próprio Wallace o reconheceu, que Darwin não só teve precedência no desenvolvimento da ideia, como durante os largos anos em que andou a cozinhá-la acumulou uma variedade e grandeza de factos e argumentos muito superior ao de Wallace. Em 1858, cartas de Wallace e Darwin foram lidas conjuntamente numa sessão da Sociedade Linneana, sem grande impacto social. Foi com a publicação da «Origem» que verdadeiramente se fundou a Biologia Evolutiva como área integradora de

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Os 150 anos de “On the origin of species”


Nunca fui de dar muita importância para datas “redondas” (os 100 anos do nascimento de alguém, os 10 anos de algum campeonato, os 40 anos de alguma tragédia…), mas compreendo a importância que certos números têm para o imaginário de nossa espécie. O Réveillon, por exemplo, é apenas uma noite como outra qualquer, mas é interessante pensar que ela é imbuída de um significado especial.

Em 24 de novembro de 2009 comemora-se o aniversário de cento e cinqüenta anos da publicação de “A origem das espécies”, de Charles Darwin, cujo título completo é On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life. Custando quinze Shillings, 1170 exemplares das 1250 cópias impressas foram postos à venda, e esgotaram-se quase que imediatamente. Em vida, Darwin fez seis edições de sua obra mais famosa, modificando gradualmente uma ou outra passagem do texto, realizando pequenas correções ou mesmo incorporando considerações a críticas e comentários. Por exemplo, a famosa expressão “survival of the fittest”, criada por Herbert Spencer, só aparece na “Origem das espécies” a partir da quinta edição. Não há nem sinal dela na primeira edição.

Charles Robert Darwin (1809-1882)

Tive o prazer de ler “A origem das espécies” pela primeira vez numa excelente publicação da Harvard University Press (veja na página prateleira), que é um fac-símile da primeira edição, de 1859. Antes do fac-símile propriamente dito, há um interessante prefácio de Ernst Mayr. Sei que é normal um autor modificar gradualmente sua obra, e que dessa forma muitos costumam considerar as últimas edições, contendo as revisões finais do autor, como as melhores. Isto é válido para um grande número de obras e de escritores, mas penso (e não estou sozinho…) que “A origem das espécies” contraria essa regra. Por diferentes razões, considero a primeira edição da “Origem” a melhor, a que mais evidencia o espírito revolucionário das idéias de Darwin. Em muitos aspectos, Darwin abrandou seus argumentos nas edições posteriores, chegando a retirar nessas edições algumas de suas alegações originais. Bastante compreensível, quando se tem em mente a imensa pressão que Darwin sofreu, vinda dos mais diversos ramos da sociedade, em seus últimos 20 anos de vida.

Infelizmente não há, até onde eu saiba, tradução em português da primeira edição de “A origem das espécies”. Todas as edições em português (e a…

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Evidências de Evolução

Um livro que acaba de sair - "The Greatest Show on Earth" de Richard Dawkins.
Sentei-me hoje na FNAC Norteshoping a passar os olhos nas páginas escritas em inglês e não dei conta do tempo voar (esqueci-me de comprar os carapaus). É um bom sinal quando um livro nos prende desta forma (ainda bem que o miudo gosta de lasanha).

Let´s look at the trailer....




“To call this book a defense of evolution utterly misses the point: The Greatest Show on Earth is a celebration of one of the best ideas humans have ever produced. It is hard not to marvel at Richard Dawkins’s luminous telling of the story of evolution and the way that it has shaped our world. In reading Dawkins, one is left awed at the beauty of the theory and humbled by the power of science to understand some of the greatest mysteries of life.”
—Neil Shubin, author of Your Inner FishContinue a ler Evidências de Evolução
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