Resumo XP

Igor Santos @ 42. Categorias: ANVISA, Alimento, Carro, Charadas, Ciência, Ciência Geral, Densidade, Drogas, Evolução, Física, Golfinhos, Gordura, História, Humor, Igor, Koch, Medicina, Metal, Morcegos, Natal, Nobel, Notícias, OMS, Ornitorrincos, Piadas, Plágio, Saúde, Submarinos, Trem, Tráfego, Trânsito, Ultra-sonografia, doença, etiquetas, gravidade, mulher, relógio, remédio, tempo, água, álcool
Outro sábado, outro apanhado de artigos meus para quem passa por aqui pelas manhãs dos fins-de-semana pois tem mais o que fazer da vida durante o expediente. Quem ainda não viu, tem mais um aqui, outro atrás deste link, mais um nesse canto e o último antes deste último pode ser encontrado no primeiro “último”. Cliquem nas palavras sublinhadas e divirtam-se. Minha produção foi drasticamente reduzida por vários motivos, mas mesmo assim eu ainda escrevi bastante. Por exemplo: descrevi minha mulher ideal (e acabei achando!); publiquei um trabalho (escrito por mim) que talvez comprometa a carreira de uma aspirante a médica (caso o professor dela esteja por aí verificando fontes); expliquei como funciona um ultrassom enquanto me preparava para ter um feito em mim (não estou grávido, ainda bem); aproveitei uma entrada num blogue dum amigo meu para me retratar de mentiras que espalhei sobre mamíferos peçonhentos (e cometi um erro matemático que ninguém notou mas ainda está lá para quem quiser apontar); tirei a graça de alguns adágios quasifamosos (apesar de sempre achar que todos eles jamais foram engraçados); expus meu próprio roubo de dois artigos excelentes sobre legislação de remédios e alimentos; falei um pouquinho ...

Porquê deixei de dirigir

Igor Santos @ 42. Categorias: Andar, Caminhada, Carro, Ciência Geral, Dirigir, Natal, Tráfego, estória, vida
Eu moro a três quilômetros do meu trabalho, seguindo o tráfego. Saio de casa, espero todos os carros que passam pela minha rua pararem de passar, mas preciso de um pouco de coragem e poderes de divinação, pois nela, que é mão-dupla e suficiente apenas para dois carros lado a lado a usarem, carros de passeio, camionetas, caminhões e kombis dividem espaço em ambos os lados da via, não estacionando apenas bloqueando os portões dos edifícios, mas sem pudor algum em parar às faixas amarelas que se estendem por três metros de cada lado das entradas ou em usar a calçada imediatamente em frente aos portões. Após conseguir finalmente ter os quatro pneus do carro sobre o calçamento da rua, preciso parar vinte metros à frente, no primeiro cruzamento, de uma pista igualmente apinhada com carros, mas agravada pela presença de um colégio cujos alunos maiores preenchem os meio-fios enquanto os pais dos menores fecham o resto da passagem estacionando em fila dupla. Isso me facilita um pouco. Após dirigir por uma via asfaltada, que se assemelha bastante à estrutura atômica (composta majoritariamente por espaço vazio, ou mais especificamente, buracos), tomando muito cuidado com os carros que nela adentram sem ...
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