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Archive for the Biologia

Fotógrafo capta imagens microscópicas e em 3D de insetos e aranhas

Steve Gschmeissner usa microscópio eletrônico para capturar imagens milhões de vezes ampliadas.

Da BBC

Detalhes do inseto (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Detalhes do inseto (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Um fotógrafo britânico aposentado registrou, com o auxílio de um microscópio eletrônico, imagens tridimensionais milhões de vezes ampliadas de insetos e aracnídeos, como moscas, pulgas e aranhas-saltadoras.

Steve Gschmeissner, de 61 anos, usou um Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV) para registrar as criaturas.

Esse tipo de equipamento bombardeia o objeto com elétrons, que enviam mensagens de volta para que o microscópio gerando a imagem de alta precisão em 3D.

Equipamento permite registrar as criaturas (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Equipamento permite registrar as criaturas (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

O MEV, que segundo o fotógrafo pode custar mais de R$ 1 milhão, é muito mais potente que um microscópio óptico, que pode ampliar um objeto centenas de vezes.

“Poder usar um equipamento como esse na minha aposentadoria é a realização de um sonho”, disse o fotógrafo.

Cores bem definidas (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Cores bem definidas (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Gschmeissner decidiu fotografar os insetos justamente por causa dos incríveis detalhes e formas que as imagens ampliadas deles proporcionam.

“Os insetos foram um grande projeto para mim. O nível de detalhe em seus minúsculos exoesqueletos é simplesmente lindo”, declarou.

Close do inseto (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Close do inseto (Foto: Steve Gschmeissner/Science Photo Library )

Fonte: G1 – Ciências e Saúde  

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O que seria da ciência sem as mulheres?

De um modo geral, a mulher apresenta várias qualidades fundamentais para o desenvolvimento de uma carreira científica bem sucedida. Entre estas destacam-se a imaginação, o espírito criativo, a perseverança, o empenho e o entusiasmo. Estas qualidades tornam a mulher um importante impulsionador da ciência.

Neste dia internacional da mulher, é importante realçar a garra que as caracteriza e que tanto as fez envolver no mundo científico e nas maravilhosas descobertas ao longo dos séculos.

Assim sendo, podemos afirmar que a contribuição da mulher em áreas da ciência como a matemática, a astronomia, a química, a medicina, a agricultura ou a biologia, é já de longa data:

-Há quatro mil anos uma sacerdotisa na Babilónia dedicou-se ao estudo das estrelas, constituindo uma referência importante para os astrónomos e matemáticos que a sucederam.
-O conhecido “banho-Maria” que todos nós usamos diariamente no laboratório, e que contribuiu para o desenvolvimento de muitas áreas da ciência e da indústria, é atribuído a uma química, Maria la Hebrea, que viveu no século I em Alexandria.

Ao longo dos anos foram surgindo também outras referências importantíssimas que tornaram o papel das mulheres na ciência cada vez mais conhecido:

      - Marie Curie (imagem da direita) é sem dúvida o caso mais marcante que culminou com a atribuição de dois prémios Nobel (da física em 1903 juntamente com o seu marido, e da química em 1911, pela descoberta de dois elementos químicos).


- Elizabeth Blackwell foi a primeira mulher 
no mundo a licenciar-se em medicina e, a partir de então, dedicou-se à educação feminina na área da medicina.

- Florence Nightingale: quase se pode dizer que esta senhora inventou a profissão de enfermeira, tendo sempre trabalhado no sentido de estabelecer condições de higiene e segurança nos hospitais militares, numa altura em que era mais frequente os soldados morrerem de infecções do que das próprias lesões de combate.

- Margaret Sangre (imagem à esquerda): depois de verificar, de perto e ao vivo, o sofrimento das mulheres que se viam confrontadas com gravidezes não planeadas e indesejadas, dedicou a sua vida à enfermagem e a ajudar a população feminina a obter informação sobre e medicamentos contraceptivos.


- Rachel Carson: pioneira do movimento ambientalista, esta escritora, cientista, biólogo marinha, ecologista e ambientalista não descansou enquanto não sensibilizou os americanos e o mundo para as questões ambientais. Felizmente, conseguiu.

      - Sally Ride (imagem da direita): foi uma tenista de renome que trocou o desporto pela física, acabando por

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Nove espécies ameaçam mares do Brasil

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Por Danielle Brant, do PNUD

A costa brasileira abriga pelo menos nove espécies vindas de outros oceanos e que ameaçam a biodiversidade nos mares em 12 Estados do país, aponta o primeiro levantamento desse tipo já feito no Brasil. Ao menos uma representa risco para a saúde humana, e algumas delas, incluindo três muito usadas em aquários domésticos, podem prejudicar também a economia local (afetando a pesca, por exemplo).

 O Informe sobre as Espécies Exóticas Invasoras Marinhas no Brasil, concebido pelo Ministério do Meio Ambiente com apoio do PNUD, foi elaborado por pesquisadores para tentar descobrir os impactos, no litoral brasileiro, das espécies que interferem na capacidade de sobrevivência de outras ou afetam as atividades socioeconômicas ou a saúde humana.

O estudo identificou 58 espécies exóticas, ou seja, “estrangeiras”: 3 fitoplânctons, 6 zooplânctons, 6 fitobentos, 40 zoobentos e 4 peixes. Elas foram classificadas em estabelecidas (com presença significativa, mas sem apresentar impacto negativo), detectadas (com distribuição restrita, sem evidência de impacto) e invasoras (com impacto comprovado).

Em um mundo ideal, nativos e exóticos conviveriam seguindo o fluxo da cadeia alimentar. Porém, alguns invasores, trazidos por correntes marinhas e atividades econômicas como transporte marítimo ou aquicultura – produção em cativeiro de peixes, camarões, ostras e outros recursos–, acabam perturbando esse equilíbrio.

As invasoras são prejudiciais à biodiversidade porque competem com as nativas por espaço, luz ou alimento. Além disso, podem atuar como parasitas ou causar doenças em espécies localmente importantes, assim como produzir toxinas que se acumulam na cadeia alimentar, envenenando outros organismos ou apresentando risco direto à saúde humana. Todas estas características trazem perdas econômicas, devido às modificações na infraestrutura do país para combater o problema. Ao Brasil, a maior parte chegou por bioincrustação – ou seja, se prendem no casco de navios – ou pela água de lastro, usada para manter a estabilidade de embarcações.

No país, as nove espécies identificadas são as microalgas Coscinodiscus wailesii e Alexandrium tamarense, a alga marinha Caulerpa scalpelliformis, muito usada em aquários, os corais laranjas Tubastraea coccínea e Tubastraea tagusensis, também muito comuns em aquários domésticos, os mexilhões Isognomon bicolor e Myoforceps aristatus, o siri Charybdis hellerii e a ascídia (um tipo de invertebrado) Styela plicata.

Pelo menos 12 estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas) foram atingidos por alguma das espécies invasoras,

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Arraias invadem rios de São Paulo via lago de Itaipu e ferem pescadores

Antes, Sete Quedas restringiam espécies à bacia Paraná-Paraguai.
Parentes dos tubarões, elas já chegaram aos rios Paranapanema e Tietê.

O G1 publicou abaixo reportagem da 6ª edição da revista “Unesp Ciência”, lançada nesta sexta-feira (5). Você vai conhecer o trabalho de pesquisadores que mergulham no rio Paraná para desvendar a ecologia da infestação de arraias que aproveitaram o lago da hidrelétrica de Itaipu para proliferar e ocupar outros ambientes, ameaçando banhistas e pescadores. Clique aqui para ter acesso ao conteúdo completo da edição.

Amputação preventiva - Exemplar de 'Potamotrygon motoro' com a cauda mutilada. Pescadores costumam amputar o animal na expectativa de reduzir os acidentes, em uma prática conhecida como 'pesca negativa'; o ferimento, no entanto, prejudica a natação das arraias e uma de suas técnicas de defesa, que é se enterrar rapidamente (Foto: Cristiano Burmester / Unesp Ciência ed.6)

Amputação preventiva – Exemplar de 'Potamotrygon motoro' com a cauda mutilada. Pescadores costumam amputar o animal na expectativa de reduzir os acidentes, em uma prática conhecida como 'pesca negativa'; o ferimento, no entanto, prejudica a natação das arraias e uma de suas técnicas de defesa, que é se enterrar rapidamente (Foto: Cristiano Burmester / Unesp Ciência ed.6)

Quando a  luz apagou em boa parte do Brasil em 11 de novembro do ano passado, o pescador Alfredo Alves Cruz, de 32 anos, estava a ponto de desespero em sua casa, com o pé latejando de dor. Mais cedo ele tinha tomado uma ferroada de arraia quando pescava às margens do rio Paraná, em Três Lagoas (MS), e naquele momento tentava, com água quente, aplacar o sofrimento.

Há uma certa ironia da natureza em ele ter se acidentado em um dia de apagão, visto que o animal que o feriu só estava ali justamente porque 27 anos antes era inundada uma imensa área no Estado do Paraná para abastecer a maior usina hidrelétrica do mundo – Itaipu. As famosas Sete Quedas de Guaíra, que submergiram em outubro de 1982, historicamente serviram como barreira que impedia que as arraias, comuns no baixo e médio Paraná, subissem para o alto rio.

Com o lago criado, esses peixes parentes dos tubarões encontraram um novo caminho e rapidamente colonizaram uma região que até então desconhecia sua existência. Há milhões de anos, arraias marinhas do Caribe se adaptaram para viver nos rios da Amazônia. Dali, pelo Mato Grosso, chegaram ao Pantanal e desceram até a bacia Paraná-Paraguai, onde estavam restritas. Agora, pelo rio Paraná elas já chegaram até Ilha Solteira, a mais de 350 km do ponto inicial de dispersão (Foz do Iguaçu). E também alcançaram os rios Paranapanema e Tietê.

Quinze dias depois do acidente, quando

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24º Congresso Internacional Biologia da Conservação


Dear all

The quality and quantity of social science contributions to recent SCB meetings has been impressive, and this year will be no exception. A case in point: accepted symposia, workshops, and short courses have been posted on the SCB 2010 website. There is a great deal of social science content among the announced sessions – all told there are more than two dozen sessions with social science or integrative science themes! These include symposia on topics such as determining policy priorities, economic growth, conservation finance, human behavior in a conservation context, and many others! Workshops and short courses will address such topics as the role of social sciences in conservation planning, communications skills for conservation practitioners, collaboration with indigenous peoples, and examining the efficacy of dominant institutional paradigms in conservation, among many others.

For more information on the meeting, including detailed descriptions of symposia, workshops, and short courses, as well as instructions on submitting abstracts, please see the SCB 2010 website.

And please let me know if you have any questions.
Cheers,

Rich Wallace

Vice President and Program Committee Chair
Social Science Working Group, Society for Conservation Biology

About Richard L. Wallace, Ph.D.


Biography
Selected Publications



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Probição de pesca recuperou vida marinha em Grande Barreira, diz estudo

Um estudo divulgado na última segunda-feira indica que a proibição da pesca em 2004 em parte da Grande Barreira de Corais da Austrália possibilitou que a população de algumas espécies de peixes da região dobrasse.

O relatório, divulgado na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences, foi produzido por um grupo de pesquisadores da Austrália.

Em 2004, a pesca foi banida em uma área de 32% da barreira que se estende por 2,6 mil quilômetros e sobre uma área de 344 mil quilômetros quadrados na costa de Queensland, nordeste da Austrália. Hoje, a densidade de peixes nessa zona protegida é o dobro das demais regiões.

Um dos destaques é a truta dos corais (Plectropomus leopardus), cuja população dobrou em apenas dois anos a partir da proibição da exploração desses corais. A população de tubarões também é 100% maior na área protegida em relação ao restante da barreira, diz o estudo.

“Os resultados são realmente impressionantes”, disse Laurence McCook, líder do estudo.

“Manter uma grande proporção de áreas protegidas é bom para a vida marinha, é bom para os peixes e é bom para as pessoas que dependem dos corais para viver”, analisou McCook, referindo-se à indústria pesqueira e ao turismo.

Apesar da recuperação, McCook enfatiza que a Grande Barreira de Corais australiana, a maior cadeia de corais do mundo, ainda está sob grande risco por causa da mudança climática. O aumento da temperatura e da acidez da água do mar prejudica sensivelmente a vida nos corais.

Fonte: BBC Brasil / MSN Verde

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MOSQUITO MODIFICADO GENETICAMENTE PODE AJUDAR A COMBATER A DENGUE

Aedes aegypti

Aedes aegypti

Um mosquito geneticamente modificado poderá ser a chave para erradicar a dengue, anunciaram cientistas na segunda-feira. Em um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores britânicos e americanos revelaram como uma nova descendência do inseto poderá impedir a disseminação da doença - e suprimir a população original de transmissores em um período de seis a nove meses.

Para isso, a equipe espera que os machos com o DNA alterado cruzem com fêmeas selvagens e repassem seus genes. A ideia é distribuir dezenas de milhares de ovos de mosquitos geneticamente modificados para que as fêmeas de sua prole tenham um crescimento limitado das asas e, dessa forma, não consigam voar. Os machos da prole não são afetados pelo gene.

O novo método, de acordo com os cientistas, oferece uma alternativa segura e eficiente aos pesticidas e pode ser usado para prevenir outras doenças transmitidas por mosquitos, como a malária. “Todas as pessoas nas áreas tratadas são igualmente protegidas, independentemente de sua riqueza, poder ou educação”, disse o líder do estudo, Luke Alphey, da Universidade de Oxford.

Não há vacina ou tratamento contra a dengue, cujo vírus é transmitido através da picada da fêmea contaminada do mosquito Aedes aegypti. Estima-se que a doença acometa cerca de 50 milhões de pessoas por ano.

Fonte: VEJA

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Caça de baleias pode voltar, denuncia o Greenpeace

Integrantes da Comissão Internacional da Baleia (CIB) preparam uma nova emboscada contra as baleias e golfinhos do mundo.

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Um documento oficial, divulgado nesta terça-feira (23/02), abre uma perigosa brecha que pode permitir a volta da caça comercial das baleias, suspensa desde 1982 para controlar a matança que ameaçava diversas espécies desses animais em todo o mundo.

Nesta quarta-feira, representantes do Greenpeace e de outras organizações da sociedade civil questionaram o governo brasileiro, diretamente envolvido na formulação desse documento. A reunião foi com o ministro FábioVaz Pitaluga, representante do país na CIB, no Itamaraty.

Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de oceanos, esteve na reunião. Estiveram presentes também representantes do Ministério do Meio Ambiente, Instituto Chico Mendes (ICMBio), Instituto Baleia Jubarte, Baleia Franca, Centro de Conservacion Cetacea-Brasil, Sociedade Protetora dos Animais (WSPA),  Instituto Justiça Ambiental e entre outros.

Segundo o parecer de Brasília, não há nenhum acordo fechado sobre o tema, que ainda será debatido pelos membros da Comissão nas próximas reuniões. Para Pitaluga, apesar dos apelos de países conservacionistas membros do CIB, não há garantias de que a decisão final será favorável às baleias. “Essa é uma pressão  política exercida pelo Japão, que não aceita abrir mão da caça ilimitada de baleias sob o argumento de pesquisa científica”, revela Leandra.

Apesar da previsão de briga no ar, Leandra voltou satisfeita do encontro: “O discurso brasileiro é bom, favorável à conservação”. A próxima reunião do CIB acontece de 02 a 04 de março, na Flórida.

O documento que ameaça a proteção das baleias foi elaborado por um grupo de trabalho da CIB formado por 12 países, entre eles o Brasil, e é um retrocesso à Moratória da Caça Comercial de Baleias de 1982. O texto maquia a CIB como avançada, pois proíbe a caça para fins científicos, desculpa usada pelo Japão para na prática caçar baleias para consumo.

A contrapartida acachapante é a liberação da caça comercial com cotas. “O acordo beneficia claramente o Japão, pois coloca na legalidade uma prática que eles já realizam ilegalmente”, explica Leandra. “Pior ainda: as cotas serão propostas com justificativa duvidosa, a caça científica.”

A proposta é colocar a caça de grandes baleias sob o controle da CIB em dez anos, período em que serão estabelecidos seus limites e cotas, assim como um programa internacional de observação. Porém, o documento está coalhado de buracos, pois não apresenta nenhuma sugestão de quanto essas cotas poderão

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Animais: um terço das espécies em risco de extinção

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Mais de um terço das espécies animais conhecidas estão em perigo de extinção, segundo a última actualização divulgada hoje pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

De acordo com estes dados, na “lista vermelha” actualizada um total de 17 291 espécies estão ameaçadas de extinção entre as 47 677 conhecidas em todo o mundo.

Estão em perigo 21 por cento dos mamíferos, 30 por cento dos anfíbios, 12 por cento das aves, 28 por cento dos répteis, 35 por cento dos invertebrados, 37 por cento dos peixes de água doce e 70 por cento das plantas.

“As provas científicas de uma grave crise de extinção de espécies vão aumentando”, disse a directora do Grupo de Conservação da Biodiversidade da IUCN”, Jane Smart.

Entre os 5490 mamíferos do mundo, 79 estão extintos ou extintos no estado selvagem, 188 espécies permanecem em situação crítica, 449 estão ameaçadas e 505 são vulneráveis.

Fonte: IOnline

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A física quântica da fotossíntese


Segundo este estudo (3 de Fevereiro 2010), quase nenhuma energia é perdida no meio. Isso porque ela existe em vários lugares ao mesmo tempo, e sempre encontra o caminho mais curto.


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