N' O Primeiro de Janeiro : «Passeio à descoberta de exemplares monumentais
Um passeio destinado a visitar as árvores monumentais do Porto levou ontem 50 pessoas à Cordoaria. O objectivo passa pelo enquadramento da ancestralidade das árvores na evolução da cidade e na consciencialização da necessidade de preservar esse património arbóreo.
"Quantos anos tem?". "De onde é originária?". "Qual a
No Dispersamente: Carvalho com mais de 1000 anos? (conhecido por "carvalho do Padre Zé") no caminho branco -Reguengo do Fétal > , arredores de Leiria.No Naturalidades da Beira Interior: Azinheira feliz no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo >No Cores da Terra: Um árvore que se preza, sobreiro classificado com mais de 300 anos.
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«Este pequeníssimo bosque de castanheiros, carvalhos, sobreiros, pinheiros e pilriteiros, no Carvalhal de Pussos, concelho de Alvaiázere (Leiria), nasceu de um abandono.
Todo o palmo de terra, nesta terra, tem dono, e a propriedade é condição exigente de rentabilidade, num povo que foi (é?!), sem demagógicos discursos, pobre e iletrado.
São três os destinos possíveis para um palmo desta terra:
No "freaky" Neatorama:
10 Most Magnificent Trees in the World (via Quinta do Sargaçal)
Na verdade são 10+2...:
BaobabBristlecone Pine: Methuselah and Prometheus, the Oldest Trees in the World > Banyan Tree: Sri Maha Bodhi Tree > Montezuma Cypress: The Tule Tree > Quaking Aspen: Pando (The Trembling Giant)Chapel-Oak of Allouville-Bellefosse > Coast Redwood: Hyperion and Drive > Thru Trees- Giant
UM DIAS DE MUITAS COISAS ... A PRIMAVERA É ASSIM
no jardinando sem parar
«(...)Como hoje, para além do dia da árvore, também é dia da infância, da poesia e do teatro, vou arriscar e, não sei bem se no papel de actor, de poeta, de criança ou de admirador de árvores monumentais, recitar a minha proposta (ou sonho, ou poema, ou ficção):
Lançar um programa de levantamento das árvores monumentais do
Fotos de Juan Pombriego enviadas por Inês Ramos Neto (um autêntico trabalho de equipa! obrigadinha Tiné ;-)
Hoje publicam-se as imagens do velhinho freixo de Vermoim, na Maia, árvore que terá sido plantada há mais de meio milénio pelos monges do mosteiro local, e que foi há cerca de um mês alvo da atenção dos media. Entre outras coisas, ficou então a saber-se que estaria a ser elaborado um
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A julgar pelas do Porto, a magnólia monumental dos jardins da Casa da Ínsua deverá estar no auge da sua floração (e o mesmo será de esperar das camélias).
Agora, quem quiser, poderá ler on line (Fundo Antigo - FCUP> ) a descrição de José Marques Loureiro, publicada em 1890, no Jornal de Horticultura Prática, destes jardins e matas verdadeiramente notáveis pela beleza, porte e
Alberto Rocha, que conhecemos na noite de lançamento do livro, bem nos tinha dito, abrangendo com um gesto a ampla sala onde tinha decorrido a sessão: ela não cabe aqui dentro. E no passado sábado, quando visitámos o jardim da Sra. Joaquina Moreira, no lugar de Crasto, em Perosinho (Gaia), as expectativas ainda foram ultrapassadas: esta Camellia japonica é de facto um portento, levando de
Reportagem de Hugo Silva com foto de Adelino Meireles no JN
Vermoim venera árvore que tem mais de 600 anos
«Aloíso Nogueira, presidente da Junta, recorda estudos da Faculdade de Ciências do Porto que lhe dão mais de 600 anos. Mas há documentos que, segundo o Diagnóstico Social da Maia, permitem atribuir mais de oito séculos de vida ao freixo. "A árvore terá sido plantada pelos monges do mosteiro
Cedro-do-Himalaia -Cedrus deodara
«No Parque do Solar de Mateus, em Vila Real, um exemplar plantado em 1870, que é constituído por uma rebentação de toiça, com 6 rebentos, cada um com 0,80 a 1 m de diâmetro na base. » Em 1984, Ernesto Goes in Árvores Monumentais de Portugal
do Jardim Botânico de Coimbra mencionadas por Ernesto Goes (1984)
Vista panorâmica: ao centro, por detrás das palmeiras, a copa da Ficus macrophylla (árvore da borracha)
e ao lado direito, o cimo do Cedrus deodara (cedro-do-Himalaia).
Araucaria bidwillii (sem referência de medidas),
Ficus macrophylla, "o maior exemplar existente no País com 11, 5 m de PAP e 32 m de diâmetro de copa;
Cedrus
A rever amanhã na visita a Tibães!
. Pinus pinaster monumental em Tibães- Novembro 2003
« Na Quinta do Convento de Tibães, próximo de Braga, há o mais espectacular e belo pinheiro bravo do País, e talvez o mais volumoso, em que o tronco tem 3,95 m. de PAP e está limpo de ramos até 22 m. de altura. Esta árvore tem no total a altura de 32 m. e uma copa bastante ampla.»
Ernesto Goes, Árvores
Fotos: manueladlramos- Agosto de 2003 .......clicar nas imagens para aumentar
«Azinheira da herdade do Vale da Rebola- pertencente à Casa de Bragança, fica na freguesia e concelho de Portel, a 3 km desta vila, próximo da estrada de Oriela-Portel. Esta árvore situa-se junto a uma linha de água próximo do "Monte", tendo as seguintes dimensões: 4,3 m. de P.A.P., 24 m. de diâmetro de copa e 25
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Oliveiras (Olea europaea L. var. europaea) classificadas de interesse público em 2001
Ver mais fotos das oliveiras ao pé do aqueduto (por Vitor Oliveira- via Serpa (wikipedia)
Sobre estas oliveiras de Serpa, Ernesto Goes no seu Árvores Monumentais de Portugal (1984)escreveu o seguinte: «... em frente ao jardim público de Serpa e junto à estátua do Abade Correia da Serra , célebre botânico
Está na altura de regressarmos, passadas já três semanas, ao caso dos jardins da CCDRN, um património que esse organismo quer vedar abusivamente ao usufruto público, privatizando-o em benefício dos seus funcionários e dirigentes. O uso que faço da palavra privatizar não é retórico: a CCDRN, na placa com que pretende proibir os utentes de aceder aos terrenos da Casa Allen à face da rua António
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A Magnólia do Convento
«A magnólia do convento pode munto bem ser a arve más antiga da nossa serra e nã era d'a admirar qu' ela t'vesse sentido o tremor de terra de 1755 e já ser até crecidinha.
Já há uns belos tempos qu' andava a sentir soidades dela. Olhav'-à cá de baxo e as vistas f'cavam-me presas naquela copa. D'zia qu' havera d' ir lá, mái nã m' opunha. E o empenho era maior de dia
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S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954
Na terra onde nasci há um só poeta.
Os meus versos são folhas dos seus ramos.
Quando chego de longe e conversamos,
É ele que me revela o mundo visitado.
Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada,
E a luz do sol aceso ou apagado
É nos seus olhos que se vê pousada.
Esse poeta és tu, mestre da inquietação
Serena!
Tu, imortal avena
Que harmonizas o vento
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foto: agosto de 2003
Eucaliptos monumentais em Monchique (por trás do Hospital) na estrada que vai para o Barranco dos Pisões
(onde existe o célebre plátano- ver aqui e aqui )
A altura da primeira destas árvores ultrapassa os 30 metros (a pessoa que mal se vê encostada ao tronco mede 1.60 m). São muitíssimo maiores do que os eucaliptos abatidos na estrada para a Fóia e os assinalados na
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«A "Árvore Grande" é um pedaço da alma de Alijó»
Por Nuno Amaral (textos) e Nelson Garrido (fotos) no Público de hoje
«O orgulho no plátano, mandado plantar há 150 anos, está espelhado no mais ínfimo pormenor da comunidade. No Dia Mundial da Floresta, câmara e freguesia convidam as crianças do concelho a plantarem 150 plátanos.
Sentada na borda da lareira, Maria Laura Rodrigues vai desfiando
Alguém a conhece? Precisamos de saber mais informações já que nas nossas fontes habituais não encontrámos nenhum registo. Onde fica ao certo?
Os Amics arbres perguntaram-nos e nós não soubemos responder; nem nós nem pelos vistos algumas entidades de Castro Verde a quem estes amigos catalãos escreveram.
Por isso, por favor, passem a palavra... alguém conhece esta azinheira a que o fotógrafo,
No seu Árvores Monumentais de Portugal (1984), Ernesto Goes lista os seguintes cedros monumentais fazendo preceder cada espécie de uns curtos parágrafos.
«Cedros (Cedrus).
Pertencem à família das Pináceas. No género Cedrus há a considerar no País 3 espécies que atingem dimensões assinaláveis, que são: Cedrus deodara, Cedrus atlantica e Cedrus libani.
Qualquer destas espécies têm sido bastante
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