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Este imponente sobreiro (Quercus suber), com a idade provável de cerca de 200 anos, classificado de interesse público em Outubro de 2001, fica localizado no lugar de Canhestros, freguesia e concelho de Silves. Na altura da visita, em Agosto de 2004, existia um arremedo de placa > ,tombado por terra, evidenciando o despeito que alguém sentia por aquele estatuto, impeditivo do avanço de parte do
Fotos de Eduardo Basto
«Não me estou a fazer à publicação no DcA, (...) mas achei que se calhar vos interessaria. A árvore, aparentemente mais acarinhada que o costume, fica em Veiros, que é uma terrinha mais ou menos entre Estarreja e a Murtosa -- até há uma placa na estrada a dizer "árvore monumental" ou algo parecido, já não me lembro bem. Não sei cá PAPs nem coisas nenhumas dessas, mas a
No Dispersamente: Carvalho com mais de 1000 anos? (conhecido por "carvalho do Padre Zé") no caminho branco -Reguengo do Fétal > , arredores de Leiria.No Naturalidades da Beira Interior: Azinheira feliz no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo >No Cores da Terra: Um árvore que se preza, sobreiro classificado com mais de 300 anos.
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Pinheiro manso (Pinus pinea) em Benagouro freguesia de Vilarinho da Samardã. Fica sobranceiro à estrada que liga Vila Real a Chaves e não passa despercebido à saída da curva mesmo ao pé do café Pinheiro. Visitámo-lo numa tarde quente de Setembro de 2003 -no mesmo dia em que também fomos conhecer o de Loivos. Com a provecta idade de 300 anos (de acordo com a documentação da DGF) foi
Fotos tiradas em Abril de 2006 durante uma visita organizada pela Campo Aberto. Ver álbum de fotos aqui.
Rododendros e azáleas em flor num dos jardins da Quinta de Santo Inácio (Avintes,Vila-Nova de Gaia). Estes jardins e o bosque foram recentemente classificados de interesse público. Na foto da direita em baixo vê-se um Eucalyptus obliqua que deverá ser o maior de Portugal.
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«Este pequeníssimo bosque de castanheiros, carvalhos, sobreiros, pinheiros e pilriteiros, no Carvalhal de Pussos, concelho de Alvaiázere (Leiria), nasceu de um abandono.
Todo o palmo de terra, nesta terra, tem dono, e a propriedade é condição exigente de rentabilidade, num povo que foi (é?!), sem demagógicos discursos, pobre e iletrado.
São três os destinos possíveis para um palmo desta terra:
Alertados por um emissário madrugador, chegámos ao local antes de subir o pano, e por isso as fotos saíram com a cor errada: em vez de verde-alface ficaram pintadas de amarelo-torrado, tom da folhagem embrionária dos carvalhos de Valinhas. Tal precipitação impõe-nos o grato dever de, no papel de inspectores cromáticos, lá voltarmos daqui a duas ou três semanas. É importante mantermos
Lisboa«A Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito da comemoração da Semana da Primavera (...), lançou no dia 25 de Março o primeiro roteiro online sobre árvores Classificadas de Interesse Público em Lisboa, fruto de um trabalho de pesquisa, actualização e georeferenciação, em coordenação com a entidade tutelar - Direcção-Geral de Recursos Florestais.»
Na página Lisboa Verde (do site da CML)
post reeditado No site da Direcção-Geral dos Recursos Florestais já se pode pesquisar por distrito as árvores Classificadas de Interesse Público.
«A Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito da comemoração da Semana da Primavera (...), lançou no dia 25 de Março o primeiro roteiro online sobre árvores Classificadas de Interesse Público em Lisboa, fruto de um trabalho de pesquisa, actualização e
UM DIAS DE MUITAS COISAS ... A PRIMAVERA É ASSIM
no jardinando sem parar
«(...)Como hoje, para além do dia da árvore, também é dia da infância, da poesia e do teatro, vou arriscar e, não sei bem se no papel de actor, de poeta, de criança ou de admirador de árvores monumentais, recitar a minha proposta (ou sonho, ou poema, ou ficção):
Lançar um programa de levantamento das árvores monumentais do
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Ginkgo biloba - Jardim das Virtudes, Dezembro 2006
Há pouco menos de uma semana era assim que se encontrava a "Rainha das Virtudes": nos derradeiros dias de doirada exuberância, como escreveu José Bandeira em Ginkgo, a biloba.
Os seus mais de 35 metros de altura e 4,3 m. de perímetro de tronco (a 1.30 m. do solo) dão-lhe direito a um lugar de destaque no ranking das maiores da Europa e, até
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Oliveiras (Olea europaea L. var. europaea) classificadas de interesse público em 2001
Ver mais fotos das oliveiras ao pé do aqueduto (por Vitor Oliveira- via Serpa (wikipedia)
Sobre estas oliveiras de Serpa, Ernesto Goes no seu Árvores Monumentais de Portugal (1984)escreveu o seguinte: «... em frente ao jardim público de Serpa e junto à estátua do Abade Correia da Serra , célebre botânico
Santo Inácio: carvalho-alvarinho, rododendros e Eucalyptus obliqua
O arvoredo oitocentista da Quinta de Sto. Inácio, que inclui uma colecção notável de camélias portuguesas, rododendros e kalmias, além de majestosos carvalhos, pinheiros mansos (cujo registo de plantio data de 1800), eugénias, avelaneiras, azevinhos, azereiros e cuningamias - companhias de uma elegante araucária brasileira e um
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Classificada de interesse público em 1995, esta araucária habita um pequeno jardim na rua de 5 de Outubro em Vila-Praia-de-Âncora (Concelho de Caminha). Media então 45 metros de altura, 3.40 m. de perímetro (a 1.30 m. do solo) , 13 a 14 m. de diâmetro de copa e -segundo a placa "identificativa" que se encontra ao seu lado- terá sido plantada em 1886. Trata-se de um dos mais altos exemplares da
Metrosideros excelsa- Av. Montevideu (Classificados de Interesse Público em Janeiro de 2005)
À semelhança das araucárias, das camélias e dos liquidâmbares, por exemplo, os metrosíderos são árvores cujo nome vulgar deriva directamente da designação científica do género, Metrosideros.
Este foi estabelecido por Joseph Banks (1743-1820) naturalista inglês e grande mecenas da ciência que
Metrosideros excelsa
Quem os plantou não sabia que a mão de Deus ali estava.
Quantos anos se esperou por aquele deslumbramento?
Quantas gerações ali foram aguardando o milagre da Natureza?
Ninguém sabe? nem é preciso!
O importante é o presente que nos pertence e o privilégio de o vivermos.
Passar lá com sol, é enfiar os olhos no verde meio claro da ramagem que a luz viva embrulha!
Olhar as
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Têm reparado nas flores, grandes, brancas, e no seu perfume de passagem? As Magnolias grandiflora estão a florir há já uma semana, o que ainda não acontecia quando visitei esta, em Cabanas. Não se trata de uma qualquer: secular, "guardiã", classificada de interesse público, foi cantada e amada por poetas:
«Alta magnólia, brônzea de folhagem,
E de flores de neve a arder no lume
De capitoso e
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Carvalho da Forca: Árvore de Interesse Público (no site oficial da CM): «Plantado na Praça do Município, este exemplar arbóreo foi finalmente classificado como de alto valor ecológico, paisagístico, cultural e histórico.
É um dos emblemas mais característicos da vila de Montalegre que viu finalmente ser-lhe reconhecido o seu alto valor patrimonial. Falamos do "Carvalho da Forca" (espécie
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«A "Árvore Grande" é um pedaço da alma de Alijó»
Por Nuno Amaral (textos) e Nelson Garrido (fotos) no Público de hoje
«O orgulho no plátano, mandado plantar há 150 anos, está espelhado no mais ínfimo pormenor da comunidade. No Dia Mundial da Floresta, câmara e freguesia convidam as crianças do concelho a plantarem 150 plátanos.
Sentada na borda da lareira, Maria Laura Rodrigues vai desfiando
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Há uns dias surgiu na blogosfera um apelo veemente no sentido de se salvarem os eucaliptos de grande porte que estão a ser abatidos na "estrada da Fóia" em Monchique, as últimas grandes árvores que teriam sobrado- (presumo que) nessa parte da estrada- do grande incêndio de 2004.
Também se interrogava Manuela Rocha sobre o destino das árvores que na estrada de Monchique para o Alferce se
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Pinheiro manso (Pinus pinea)
- altura total: 21 m - P.A.P.: 3,5 m - diâmetro da copa: 18 m
- idade provável: centenária
- localização: Av. da República (gaveto com a rua D. Pedro V), freguesia de Mafamude, concelho de Vila Nova de Gaia
- "Árvore de porte elevado que serve de referencial a esta zona da cidade"
- classificada em 25-Janeiro-1993
In Árvores isoladas, maciços e alamedas de
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É um dos contos que mais gosto de ler na escola; da autoria de Leonel Neves conta a história de um velho ulmeiro que os habitantes de uma vila descobrem com grande alegria estar na origem do nome da sua terra: Mosqueiro. Tudo graças à visita de um velho sábio, o doutor Pafúncio da Silva, que aproveitara a sua estadia nas termas da vizinhança para visitar a velha árvore de que tinha ouvido falar
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Carvalho roble ou carvalho alvarinho (Quercus robur L.) em Souto de Bairros, freguesia de Santiago de Bougado, concelho da Trofa. Com cerca de 200 anos, foi classificado de interesse público em 2002.
Mais informação sobre os Quercus robur (no Naturlink)
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