Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Arte

Esculturas de Georges Saulterre


Um vídeo muito belo. Sensível, onde os corpos, a matéria e o cosmos se unem me torno de esculturas magníficas.A conhecer: seu ateliê e sítio!


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Politics of Snow: pintando as mudanças climáticas

Vamos de arte dessa vez. Mas sem deixar de lado a preocupação ambiental.
E vamos também direto com gelo e neve, já que estamos todos tão ambientados a este clima gelado depois das Olimpíadas de Inverno em Vancouver.
A artista Diane Burko resolveu trazer às telas e pincéis uma realidade muito comentada ultimamente, mas talvez não tão fisicamente exposta para o grande público: em sua exposição Politics of Snow, fez pinturas de paisagens de montanhas geladas em série, mostrando a mudança do aspecto destas paisagens durante o último século.
Para isso, ela desenvolveu todo um projeto de pesquisa com especialistas da US Geological Survey's, do National Snow and Ice Data Center da Universidade do Colorado, entre outros, para conseguir informações e fotografias dos aspectos de algumas montanhas de diferentes épocas. Então ela pintou tudo isso em quadros seriados, mostrando o avanço do degelo destas paisagens, acompanhando o aquecimento global.
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Einstürzende Neubauten- Armenia


Arte Performativa e experimental
Letra*Lyrics
Brennt auf den Naegeln eine Frage nur:
Sind die Vulkane noch taetig?
Sind die Vulkane noch taetig?
Bitte enttaeusch mich nicht!
Ich glaub wieder an Voodoo
Steck Nalden ins Telefonbuch
Bitte enttaeusch mich nicht!

English translate:

Burning on the pegs, merely a question:
Are the volcanoes still active?
Are the volcanoes still active?
Please don't disappoint me!
I believe in voodoo again
stick needles in telephone books
Please don't disappoint me!


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Os cientistas e suas fotos

O blog de Ciência Hoje, de Portugal, criou em sua página uma seção dedicada a uma segunda paixão dos Cientistas do blog: A FOTOGRAFIA. Na página “Os cientistas e suas fotos” há uma lista com o nome dos Cientistas Fotógrafos. Clicando no nome escolhido, aparecerá diversas fotos numa galeria, em miniaturas, podendo ser maximizadas. As fotos vão [...]Continue a ler Os cientistas e suas fotos

Arte, Música e Ciência- um divertido e criativo teledisco Oxidate It Or Love It / Electron to the Next One


Estudantes da Stanford University Derrick Davis a Tom McFadden, com o apoio do seu Professor Dale Kaiser, fizeram este vídeo rap acerca do metabolismo. É uma também uma criativa homenagem aos 50 Cent’s 'Hate It or Love It' e Jay-Z’s 'On to the Next One.' De facto está muito bom e verdadeiro nas informações científicas "encaixadas". Podemos seguir a letra e cantar com eles. ´Bora lá!
Annotations in video contain lyrics,now you can sing along too!

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Navegar é preciso: A rima do elemento Mariner

No ano de 1986, a equipe liderada por J.W Jacobson, isolou um novo elemento transponível , o Mariner, retirado de um mutante de Drosophila mauritiana de olhos brancos, cujo a mutação foi denominada de peach (pêssego). O elemento recebeu esse nome em referência ao antigo poema "The Rime of the Ancient Mariner" do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge, que fala sobre um velho marinheiro que se perde em suas navegações e que passa por eventos sobrenaturais.
Esse elemento transponível é provavelmente o mais difundido entre os seres vivos, sendo encontrado na maioria dos insetos, crustáceos, aracnídeos e até mesmo no genoma humano, onde é possível encontrar o Hsmar1 fusionado a uma proteína, e em torno de ~1000 cópias do Hsmar2
( Homo sapiens mariner 2), localizado no cromossomo 17. Pesquisas recentes apontam para uma relação com doenças humanas como a Charcot-Marie-Tooth.

A transferência horizontal desse elemento possui fortes evidências de ter ocorrido em diversas espécies, como entre a mosca de chifres Hematobia irritans e o mosquito Anopheles gambiae, que divergiram evolutivamente a 200 milhões de anos atrás e que possuem 90% de identidade similar do elemento. Uma possível transferência horizontal de mariner também foi identificada entre a vespa parasitóide Ascogaster reticulatus e sua larva hospedeira, a Adoxophyes honmai, contendo similarididade de 97.6% e não sendo identificado em espécies próximas a esses grupos.


Um acontecimento importante na nossa evolução, dos primatas, foi a possível fusão entre a histona metiltransferase SET com uma enzima (transposase) de um elemento mariner o Hsmar1, que deu origem a um gene quimérico do grupo dos primatas, o SETMAR, num evento que deve ter ocorrido há 40–58 milhões de anos atrás.
Esses elementos também foram encontrados em planárias, nas hydras e em morcegos, o que torna o transposon Mariner um dos melhores navegadores do "oceano genético" que circunda a todos nós.

Referências:

Cordaux, R., S. Udit, M. A. Batzer, and C. Feschotte. 2006. Birth of a chimeric primate gene by capture of the transposase gene from a mobile element. Proc. Natl. Acad. Sci. USA 103:8101-8106

Mikio Yoshiyama, Zhijian Tu, Youichi Kainoh, Hiroshi Honda, Toshio Shono, and Kiyoshi Kimura: Possible Horizontal Transfer of a Transposable Element from Host to Parasitoid Mol Biol Evol 2001 18: 1952-1958

Liehr, Thomas: Localization of mariner DNA Transposons in the Human Genome by PRINS Genome Res.

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Vidro, maçarico, e a “real” aparência das coisas.

Observe as imagens abaixo (clique para ampliar):

ImagensGolgi.jpg

No painel acima, A, B e C são diferentes maneiras de se observar o Complexo de Golgi, uma estrutura celular responsável pelo processamento e distribuição de um grande número de proteínas sintetizadas por nossas células. Em A o Golgi é observado por uma técnica chamada Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), em B temos uma imagem de MET colorida artificialmente, e em C temos uma imagem do Golgi marcado com reagentes fluorescentes (que existem em várias cores, como o verde que observamos aqui).

OK, e qual a importância disso?

Em biologia celular e molecular, por exemplo, várias imagens que vemos são fruto de técnicas de coloração artificial, como por marcação com reagentes fluorescentes, por exemplo. Mas, convenhamos: existem células ou moléculas realmente COLORIDAS? Se afirmativo, quais as cores CORRETAS de cada uma delas?

Pensando nisso, e na hipótese de as pessoas assimilarem as cores artificiais vistas em Ciência com a realidade de uma célula, o artista plástico Luke Jerram buscou criar modelos transparentes tridimensionais de organismos importantes e de fácil reconhecimento por todos.

lukejerram_with_glass_0.jpg

Luke com seus modelos.

Os vírus HIV (AIDS), H1N1 (Gripe Suína ou Gripe A), e a bactéria Escherichia coli (que habita o intestino humano, mas pode ter formas patogênicas), por exemplo, podem ser vistos sem todos os "adereços carnavalescos" que precisamos utilizar no laboratório para identificar as regiões pesquisadas.

E, prá completar: os modelos são feitos de vidro! Vejam alguns deles (clique em cada imagem para ampliar):

ecoli_lukejerram.jpg

round_swine_flu.jpg

large_hiv_luke_jerram.jpg

Lindos, não? E, além disso, enquanto contribui para melhorar o entendimento do público em geral sobre a aparência mais "correta" de alguns organismos, Jerram aproveita prá expandir os limites da fabricação de esculturas de vidro assoprado. É preciso grande conhecimento técnico para que os modelos vistos aqui não colapsem em seu próprio peso, uma vez que são estruturas extremamente delicadas.

Outros textos que tratam sobre o assunto: Vírus de vidro (Massa Crítica), Gripe e Arte (H1N1 - Influenza A Blog), Glass Microbiology (Seed Magazine).

Para ver mais trabalhos de Luke Jerram, acesse o site Lukejerram.com.

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DO ESPAÇO E DO TEMPO


Vale a pena ver, na Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (no Monte da Cparaica), dirigida por José Moura, a exposição "Do Espaço e do Tempo" de Mário Cabrita Gil.Continue a ler DO ESPAÇO E DO TEMPO

À DESCOBERTA DA ARTE BARROCA


Informação recebida da Museu Sem Fronteiras (MWNF)

Depois de cinco anos de preparação, o Museu Virtual À Descoberta da Arte Barroca está on line desde 21 de Janeiro de 2010.

Oito países europeus, incluindo Portugal, participaram na criação deste segundo ciclo temático do Museu Virtual, implementado pelo Museu Sem Fronteiras, dando assim origem ao maior Museu Virtual de todo o mundo.

O Museu Virtual pode ser visitado através do portal MWNF ou directamente através de www.discoverbaroqueart.org .

Segundo os princípios orientadores do Museu Sem Fronteiras, que defendem a contextualização dos artefactos expostos e desvendam tesouros desconhecidos, trazendo-os para a ribalta, o Museu Virtual À Descoberta da Arte Barroca conjuga peças barrocas europeias, desconhecidas do grande público, com obras de arte universalmente conhecidas, relativas ao período compreendido entre o Concílio de Trento (1653) e o Congresso de Viena (1815).

A Colecção Permanente permite usufruir de artefactos provenientes de setenta e oito museus associados e de parceiros, tal como de monumentos e de sítios barrocos de oito países. A base de dados e respectivas funcionalidades (pesquisa simples e pesquisa avançada) foi concebida tendo em vista os interesses específicos de estudantes e visitantes em geral. As descrições estão acessíveis em inglês e, na maior parte dos casos, na língua de cada país parceiro. Aqueles que pretendem utilizar a informação disponível para preparar um circuito cultural, poderão encontrar os contactos actualizados de cada monumento e sítio. A secção dos Museus Parceiros do Museu Virtual permite-nos obter mais informação sobre os museus, as universidades e os organismos do património cultural que contribuíram para a realização desta colecção. O “Meu Museu” permite que os visitantes registados criem a sua própria colecção de artefactos e de monumentos.

Portugal participa no Museu Virtual À descoberta da Arte Barroca com 50 artefactos, oriundos de vinte e nove museus ou colecções, e 35 monumentos, ilustrados por oitocentas e cinquenta imagens. A Casa - Museu Anselmo Braamcamp Freire é o parceiro nacional, em cooperação com 63 entidades e 18 municípios envolvidos, distribuídos por todo o território, incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Cristina Correia, coordenadora nacional e vice-presidente do Museu Sem Fronteiras, contou com a colaboração de 51 investigadores, historiadores e curadores das diferentes entidades para a redacção dos textos, bem como com a colaboração directa ou indirecta de cerca de 61 fotógrafos. A presença de Portugal no Museu

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O TÚMULO DE NEWTON


Fotografia que fiz recentemente ao túmulo de Newton na Abadia de Westminster (um lugar obrigatório para quem visita Londres), uma verdadeira obra de arte. Mesmo ao lado está a campa, rasa e muito mais simples, de Charles Darwin.Continue a ler O TÚMULO DE NEWTON
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