Esculturas de Georges Saulterre
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Matterhorn Icon (esta é uma das montanhas mais conhecidas dos Alpes Suiços)
O contraste do aspecto da Arapaho Glacier de 1960 e 2005. Essa era considerada a maior e mais famosa geleira do Colorada. Infelizmente, seu tamanho diminuiu drasticamente, ao ponto de quase não ser mais considerada uma geleira.
A geleira Grinell, em Montana, EUA. Da esquerda para a direita: em 1938, 1998 e 2006. Aqui tem mais algumas informações sobre esta geleira, com fotos inclusive. É bem chocante.

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Continue a ler Navegar é preciso: A rima do elemento MarinerObserve as imagens abaixo (clique para ampliar):
No painel acima, A, B e C são diferentes maneiras de se observar o Complexo de Golgi, uma estrutura celular responsável pelo processamento e distribuição de um grande número de proteínas sintetizadas por nossas células. Em A o Golgi é observado por uma técnica chamada Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), em B temos uma imagem de MET colorida artificialmente, e em C temos uma imagem do Golgi marcado com reagentes fluorescentes (que existem em várias cores, como o verde que observamos aqui).
OK, e qual a importância disso?
Em biologia celular e molecular, por exemplo, várias imagens que vemos são fruto de técnicas de coloração artificial, como por marcação com reagentes fluorescentes, por exemplo. Mas, convenhamos: existem células ou moléculas realmente COLORIDAS? Se afirmativo, quais as cores CORRETAS de cada uma delas?
Pensando nisso, e na hipótese de as pessoas assimilarem as cores artificiais vistas em Ciência com a realidade de uma célula, o artista plástico Luke Jerram buscou criar modelos transparentes tridimensionais de organismos importantes e de fácil reconhecimento por todos.

Os vírus HIV (AIDS), H1N1 (Gripe Suína ou Gripe A), e a bactéria Escherichia coli (que habita o intestino humano, mas pode ter formas patogênicas), por exemplo, podem ser vistos sem todos os "adereços carnavalescos" que precisamos utilizar no laboratório para identificar as regiões pesquisadas.
E, prá completar: os modelos são feitos de vidro! Vejam alguns deles (clique em cada imagem para ampliar):
Lindos, não? E, além disso, enquanto contribui para melhorar o entendimento do público em geral sobre a aparência mais "correta" de alguns organismos, Jerram aproveita prá expandir os limites da fabricação de esculturas de vidro assoprado. É preciso grande conhecimento técnico para que os modelos vistos aqui não colapsem em seu próprio peso, uma vez que são estruturas extremamente delicadas.
Outros textos que tratam sobre o assunto: Vírus de vidro (Massa Crítica), Gripe e Arte (H1N1 - Influenza A Blog), Glass Microbiology (Seed Magazine).
Para ver mais trabalhos de Luke Jerram, acesse o site Lukejerram.com.
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