Archive for the Antropologia
«A história da vida individual de cada pessoa é acima de tudo uma acomodação aos padrões de forma e de medida tradicionalmente transmitidos na sua comunidade de geração para geração. Desde que o indivíduo vem ao mundo os costumes do ambiente em que nasceu moldam a sua experiência dos factos e a sua conduta. Quando começa a falar, ele é o frutozinho da sua cultura, e quando crescido e capaz de Continue a ler Herança cultural e autonomia
"Antes do que se pensava"
Pela madrugada, os dados tidos como certos estão maduros, pois estão caindo aos montes. E lá se vai mais um:Na Folha.com (Fonte original: FRANCE PRESSE): Ferramentas de pedra eram usadas quase 1 mi de anos antes que se pensava.
Pensava-se que as ferramentas teria surgido mil anos depois de Lucy, mas parece que ela já usava!
Já postei isso várias vezes, mas repito: "Todos os vossos cálculos são quiméricos" (Livro dos Espíritos, questão 55). Um dia chegaremos aos cálculos corretos.
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III Mostra LEME de Fotografias e Filmes Etnográficos
Durante o III Seminário LEME serão realizadas exposições de ensaios fotográficos e exibição de filmes etnográficos. A seleção do material é voltada para as produções situadas em contextos de pesquisas etnográficas. Os Trabalhos fotográficos estarão expostos durante todo o evento e no dia 28 ocorrerá a mostra de filmes etnográficos.
Para mais informações visite o Blog da III Mostra LEME: www.3leme.blogspot.com
Sobre as inscrições:
Já estão disponíveis na seção "Inscrições" as informações para o participante efetuar a sua inscrição no evento. Lá vocês terão acesso a todas as informações necessárias pra fazer parte do evento, como local de pagamento, valores e prazos.
Hospedagem para Estudantes:
Os estudantes de outros estados que queiram participar do III Seminário do LEME e III Mostra de Fotografias e Filmes Etnográficos e procuram um lugar para ficar, temos a opção de hospedagem na Casa das Irmãs, localizada na Av. da Universidade, quase em frente ao prédio das Ciências Sociais/UFC. São 40 (quarenta) quartos com banheiro e 60 (Sessenta) camas. Sendo possível hospedar até 100 (cem) pessoas no local.
Local: Recanto do Sagrado Coração.
Endereço: Av. da Universidade, 3106 - Benfica (Próximo à reitoria da UFC).
Telefone: (85) 3281-4139 (Falar com irmã Terezinha).
Email: irmaterezinhasilva@gmail.com
Tabela de Preços:
Diária completa - R$45,00;
Diária com café da manhã e Jantar - R$30,00;
Diária com café da manhã - R$25,00;
Diária (sem refeição) - R$20,00.
OBS.: Pagamento com 15 dias de antecedencia.
Contatos - Comissão organizadora:
MAPPS - (85) 31019887 / Maíra - (85) 86253287
De frente com Gabi – Entrevista com Roberto da Matta
25/7/2010 - Roberto DaMatta (Antropólogo) Marília Gabriela recebeu no De Frente Com Gabi deste domingo, 25 de julho, o antropólogo Roberto DaMatta. Brasileiro que adora estudar o Brasil, ele dedicou toda sua vida profissional a fazer isso e descobriu coisas muito interessantes sobre nosso país e sobre nós. Já publicou 17 livros sobre esse assunto, morou por mais de 12 anos nos Estados Unidos, formou-se pela Universidade de Harvard e foi chefe do Departamento de Antropologia da Universidade Notre Dame, no estado americano de Indiana. Há 6 anos, Roberto voltou a morar e a lecionar no Brasil. Na entrevista, DaMatta falou sobre o comportamento dos brasileiros depois de mais de 20 anos de eleições livres, o sentimento do nosso povo em relação aos deveres do Estado, comenta também a política nacional, o voto obrigatório, corrupção, futebol, entre outros temas. + Assista ao programa na íntegra http://www.sbt.com.br/defrentecomgabi/videos/default.asp?id=b2457d28bac3645af418761f38606f03 ____________________________________________________ |
Quem vê cara…
...não vê origem evolutiva.
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Na última sexta-feira (23) o Instituto Nacional de Antropologia e História do México divulgou imagem de uma mulher que viveu provavelmente entre 10 mil e 12 mil anos atrás. O "retrato" reconstruído mostra uma semelhança entre pessoas que vivem no sudeste asiático (Indonésia, por exemplo). Isso bastou para que o arqueólogo do governo mexicano, Alejandro Terrazas, apoiasse a refutação da teoria de única migração Ásia-América.
Os cientistas especialistas estão divididos quanto à aceitação do fato como sendo plausível para apoiar a ideia de múltiplas migrações.
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Fonte: ASSOCIATED PRESS
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Fórum discute patrimônio genético, patentes e pirataria
No Ano Internacional da Biodiversidade, o Museu Exploratório de Ciências (MC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realiza no dia 12 de agosto, em Campinas, o fórum “Biodiversidade em perspectiva: patrimônio genético, patentes e pirataria”. Afinal, a quem deve pertencer os royalties das descobertas científicas no Brasil e no resto do mundo?
O evento é gratuito e acontece no Auditório do Centro de Convenções da Unicamp (CDC) das 9 às 17 horas. Podem participar pesquisadores, professores, estudantes e demais interessados no assunto. As inscrições devem ser realizadas no site da Coordenadoria Geral da Universidade da Unicamp (CGU) até o dia 10 de agosto.
Pela manhã, às 9h30, haverá a palestra "Problemas e potencialidades da biodiversidade brasileira: patentes e biopirataria", com Gonçalo Guimarães Pereira, professor titular da Unicamp e revisor de diversos periódicos científicos.
Em seguida, às 11h, acontecerá a mesa redonda “Biotecnologia, Patentes e Biopirataria”, com Márcio Schuler, Diretor do Departamento do Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente (DPG) e Lara Sette, do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp (CPQBA).
No período da tarde, às 14h, o pesquisador Roberto Berlinck da Universidade de SãoPaulo apresenta a palestra "Cientistas brasileiros não são biopiratas". Na seqüência, às 15h15,Spartaco Astolfi Filho, professor titular de biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, e Herton Escobar, repórter do Jornal O Estado de São Paulo, participam da mesa redonda"Biodiversidade: quadro atual, potencialidades, perdas, impactos e propostas para o futuro".
Camila Delmondes
Assessoria de Imprensa
(19) 3521 1729/9281 0354
Colombo e Bolívar. Para quando Henriques?

Novo texto de António Piedade, saído no "Diário de Coimbra":
Os restos mortais do General que libertou praticamente toda a América do Sul, no século XIX, do colonialismo Castelhano, foram televisionados no passado fim-de-semana (madrugada de sábado, dia 18 de Julho), numa cerimónia pomposa em que a guarda de honra envergou fatos alvos, protectores e não contaminantes (aqui). A razão para esta exumação é, em parte, cientifica e envolve descobrir a razão para a morte do Libertador, de ascendência castelhana, mas natural da Venezuela e ídolo de milhões de pessoas. Em Abril deste ano, o médico forense Paul Auwaerter (Universidade de Johns Hopkins, EUA) sustentou a teoria segundo a qual Bolivar teria morrido envenenado por sais de arsénio (aqui). Isto está em desacordo com até há pouco conhecido e que indica que El Libertador teria sucumbido derrotado por uma bactéria, a Mycobacterium tuberculosis perfinges, principal causadora da tuberculose. Gabriel García Marquez, deixa-o morrer no seu livro “O General no seu Labirinto”, a olhar Vénus no firmamento e a ouvir “os escravos a cantarem a salve-rainha das seis, nos moinhos”.
Venezuela, que significa pequena Veneza em italiano, foi assim baptizada por Américo Vespúcio na terceira viagem de Cristóvão Colombo à procura das Índias (ao navegarem pelo delta do rio Orinoco, Vespúcio terá comparado a beleza paradisíaca da natureza que contemplava com a dos canais de Veneza!). Os restos mortais de Colombo, durante séculos pensados a repousar na lindíssima Catedral de Sevilha, também têm sido alvo de estudos forenses. O objectivo tem sido o de comparar geneticamente as ossadas com a de seus descendentes e resolver, com base científica, a hipótese de que Colombo sempre esteve sepultado no monumento, edificado em sua memória o Farol de Colombo, na cidade de Santo Domingo, capital da República Dominicana (aqui).
D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, foi o único militar a conseguir a independência de Castela de um território da península Ibérica. Feito por ventura menor em tamanho mas seguramente comparável ao de Bolívar na bravia, na liderança e na estratégia militar. Sabemos da qualidade da metodologia científica com que a Doutora Eugénia Cunha (Departamento das Ciências da Vida – Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra) tentou estudar os restos mortais do fundador (aqui), na Capela-Mor da Igreja de Santa Cruz em Coimbra, e como isso foi impedido superiormente na
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Continue a ler Colombo e Bolívar. Para quando Henriques?dica de filme: A Tribo dos Krippendorf (Krippendorf’s Tribe)
A Tribo dos Krippendorf (Krippendorf's Tribe)
Sinopse
James Krippendorf (Richard Dreyfuss) é um professor de antropologia viúvo, que tinha recebido uma verba em 1996 (na época sua mulher estava viva) para encontrar a última tribo da Nova Guiné. James fracassa em seu projeto e, com a morte da esposa, que o deixou muito abatido além de ter agora três crianças para cuidar sozinho, acaba gastando todo o dinheiro. Ao invés de admitir que fracassou, ele relata que encontrou a tribo perdida dos "Shelmikedmu", nome este surgido quando ele juntou Shelly (Natasha Lyonne), Mike (Gregory Smith) e Edmund (Carl Michael Lindner), que são os nomes dos seus filhos. Assim ele se vê obrigado a fantasiar sua família como se fossem membros desta tribo desconhecida e filmá-los como prova de sua "descoberta". Veronica Micelli (Jenna Elfman), uma jovem antropóloga, acredita na sua "descoberta" mas Ruth Allen (Lily Tomlin), uma outra professora e antropóloga, vê que sua descoberta com os "Galinkas" publicada na National Geographic foi relegada a segundo plano e sente um certo ciúmes do sucesso do professor Krippendorf. Além disto tem certeza de que tudo é uma farsa e está disposta a fazer algo para desmascarar James.
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Sinopse
James Krippendorf (Richard Dreyfuss) é um professor de antropologia viúvo, que tinha recebido uma verba em 1996 (na época sua mulher estava viva) para encontrar a última tribo da Nova Guiné. James fracassa em seu projeto e, com a morte da esposa, que o deixou muito abatido além de ter agora três crianças para cuidar sozinho, acaba gastando todo o dinheiro. Ao invés de admitir que fracassou, ele relata que encontrou a tribo perdida dos "Shelmikedmu", nome este surgido quando ele juntou Shelly (Natasha Lyonne), Mike (Gregory Smith) e Edmund (Carl Michael Lindner), que são os nomes dos seus filhos. Assim ele se vê obrigado a fantasiar sua família como se fossem membros desta tribo desconhecida e filmá-los como prova de sua "descoberta". Veronica Micelli (Jenna Elfman), uma jovem antropóloga, acredita na sua "descoberta" mas Ruth Allen (Lily Tomlin), uma outra professora e antropóloga, vê que sua descoberta com os "Galinkas" publicada na National Geographic foi relegada a segundo plano e sente um certo ciúmes do sucesso do professor Krippendorf. Além disto tem certeza de que tudo é uma farsa e está disposta a fazer algo para desmascarar James.
VAGAS PARA PROFESSOR ADJUNTO DE CIÊNCIA POLÍTICA E ANTROPOLOGIA NA UFC
Prezados colegas, Estão reabertas duas vagas para concurso de Professor Adjunto, áreas de Antropologia e Ciência Política (uma vaga para cada área), regime de 40 horas, com dedicação exclusiva, no Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Ceará. As inscrições poderão ser feitas até o dia 5 de julho. Os setores de estudo são: "Etnografia, Religião e Poder" (vaga de antropologia) e "Pensamento Político Contemporâneo" (vaga de Ciência Política). Os candidatos devem ter diploma de graduação e título de doutor, no mínimo. Interessados podem inscrever-se de forma presencial ou via Correios, na secretaria do Departamento (Avenida da Universidade, 2995 – Bloco1 – 1º Andar – Campus do Benfica – Fortaleza/CE – CEP 60.020-180. Fones: 33667419/ 3366.7415). Documentação exigida: a) Cópia autenticada em cartório do documento de identificação com fotografia; b) Cópia do histórico escolar do curso de graduação e do curso de doutorado; c) Projeto de pesquisa, em três vias, na área do setor de estudo. d) Comprovante de pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 168,00 (banco do Brasil). Atenção: 1. A comprovação do título de doutor não é exigida no ato da inscrição. O candidato aprovado poderá comprovar sua titulação até a data da posse (o que deverá ocorrer somente no início de 2011, por força da lei eleitoral). 2. Os programas, editais e resoluções que regem os concursos poderão ser consultados no sítio: www.srh.ufc.br/editais.htm (edital da vaga de antropologia n° 95/2010 e edital da vaga de ciência política nº 132/2010). |
Por favor, divulgem o mais rápido possível entre seus alunos, amigos e possíveis candidatos.
Grata,
Profª. Isabelle Braz
II Festival do Filme Etnográfico do Recife
| O Festival |
Edição Anterior | I FFER - 2009 |
O II Festival do Filme Etnográfico do Recife tem por objetivo premiar produções cinematográficas/videográficas, produzidas a partir de 2008, que apresentem qualidade técnica reconhecida na área. Poderão ser inscritas produções nacionais e internacionais de documentários, que abordem questões socioculturais contemporâneas sobre pessoas, grupos sociais, processos históricos abordando temas de interesse antropológico. Serão premiados o melhor filme etnográfico e o melhor documentário. Haverá também uma premiação especial do juri popular.
Este festival é uma promoção dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia e Comunicação Social da Unversidade Federal de Pernambuco.
E Para essa segunda edição do festival as instituições abaixo relacionadas estão presentes como co-promotoras:
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Centre for Visual Antrhopology of Goldsmiths London University | Cineforum – Coontro - Sguardi Da Universidade de Perugia |
Festival International du Film Ethnographique du Québec |
Apoio Instituicional:
Associacão Brasileira de Antropologia | Grupo de Trabalho de antropologia Visual |







