Agora é oficial

Igor Santos @ 42. Categorias: Andressa, Ciência Geral, Igor, amor, vida
Será que o mundo já sabe? Não que importe quem sabe ou deixa de saber; eu e ela sabendo, para mim já é bom o suficiente. Mas, paradoxalmente, da mesma forma que apenas falar não basta e acabo precisando escrever para aumentar o número de meios de expressão e conseguir vazão adequada, dizer “amo você” também não chega e preciso falar “eu a amo” para o maior número de pessoas possível. Não que eu deva satisfações dos meus sentimentos a pessoa alguma senão eu mesmo, mas também não preciso alimentar meus vizinhos e todo fim de ano eles recebem quilos e mais quilos de caju que sobra da produção das minhas árvores. Minha audiência tem aumentado, e isso é bom, pois agora mais indivíduos lêem o que escrevo e sabem o que eu sinto quando escrevo algo como este texto. Totais desconhecidos, rostos sem formas, IP’s impessoais, mas pessoas que de toda forma estão lendo isto. Quanto mais, melhor, pois a elas eu quero/devo/preciso declarar o meu amor. Não sei fazer poemas, sou meio avesso a fotos e não tenho orkut, apenas sei escrever e tento o melhor possível me expressar claramente, portanto: Andressa, eu a amo. Podem espalhar, que agora é para o mundo ...

Uma embalagem de presente bem bonita…

Igor Santos @ 42. Categorias: Andressa, Ciência Geral, Igor, vida
…com uma coisa bem massa dentro. Às vezes recebemos um assim: por fora, imagem, plasticidade, orgia visual, cores harmônicas, etc, tudo perfeito. “Obviamente dentro tem uma caixa de fósforos queimados ou um cocô de plástico”, um cínico como eu pensaria. Mas, o quão surpreso fico quando o que está dentro é algo espetacular, “exatamente o que eu queria”. Mas não do tipo exatamente-o-que-eu-queria-de-sorriso-amarelo-e-risada-nervosa, mas aquilo que eu procurava e necessitava de verdade e que de algum modo sempre se fez difícil de achar e conseguir. Dia desses eu recebi um presente assim. Já havia visto a embalagem e me deslumbrado; já conhecia o conteúdo e invejava o possuidor, mas não via possibilidade de ter para mim algo tão extraordinariamente maravilhoso. Por mais que pensasse, não achava como tomar aquilo para mim de forma honesta, não havia como, e não haveria de considerar furto. E eis que, certo dia, o pacote me foi entregue. Completo; com fita, lacinho, cartão perfumado e embalagem perfeita e contendo exatamente o que eu necessitava e buscava incessantemente já há algum tempo. Já recebi vários presentes, bons e ruins, já sorri amarelo várias vezes, já demonstrei instantaneamente meu desgosto, já agradeci honestamente por algo que desejava e recebi, mas ...
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