Agora é oficial

Igor Santos @ 42. Categorias: Andressa, Ciência Geral, Igor, amor, vida
Será que o mundo já sabe? Não que importe quem sabe ou deixa de saber; eu e ela sabendo, para mim já é bom o suficiente. Mas, paradoxalmente, da mesma forma que apenas falar não basta e acabo precisando escrever para aumentar o número de meios de expressão e conseguir vazão adequada, dizer “amo você” também não chega e preciso falar “eu a amo” para o maior número de pessoas possível. Não que eu deva satisfações dos meus sentimentos a pessoa alguma senão eu mesmo, mas também não preciso alimentar meus vizinhos e todo fim de ano eles recebem quilos e mais quilos de caju que sobra da produção das minhas árvores. Minha audiência tem aumentado, e isso é bom, pois agora mais indivíduos lêem o que escrevo e sabem o que eu sinto quando escrevo algo como este texto. Totais desconhecidos, rostos sem formas, IP’s impessoais, mas pessoas que de toda forma estão lendo isto. Quanto mais, melhor, pois a elas eu quero/devo/preciso declarar o meu amor. Não sei fazer poemas, sou meio avesso a fotos e não tenho orkut, apenas sei escrever e tento o melhor possível me expressar claramente, portanto: Andressa, eu a amo. Podem espalhar, que agora é para o mundo ...

A ciência comprova o amor eterno

Isis Nóbile Diniz @ Xis-Xis Categorias: Ciência Geral, Comportamento, Sexo, amor, bioquímica, homem, mulher, vida
“Até que a morte os separe”, dizem os padres há séculos. Toda mulher, por mais feminista/ blasé/ bravinha que possa ser - hãn-hãn -, sonha com um lindo amor encantado que seja infinito e imortal sem apagar a chama - sorry, Vinicius. Psicólogos e cientistas vivem em busca da chave capaz de explicar esse amor eterno. Quem procura, acha. Segundo um estudo das universidades Saint Andrews (Escócia) e Edimburgo, o hormônio oxitocina ou ocitocina é a causa para a existência da satisfação sexual com uma só pessoa. De acordo com Elisabeth Cornwell, do departamento de Psicologia da Universidade de Saint Andrews, a capacidade de prolongar as relações amorosas dependente desse hormônio. Ele permite modificar milhões de circuitos no cérebro e, assim, influencia a percepção de cada indivíduo. Pessoas que produzem menor quantidade de ocitocina têm dificuldade em permanecer muito tempo apaixonadas. Liderada por essas moléculas, a química sexual dura em média dois anos. Esse é o tempo da paixão. O amor surge quando a ocitocina toma o lugar das neutrofinas. O desejo dá lugar à ternura. Mas, os psicólogos afirmam que a bioquímica não faz tudo sozinha. Manter a relação depende também da razão, compreensão, habilidade e até do contexto histórico. Eu concordo. Não quero gostar de quem não gosta de ...

A química e a genética do amor

Rafael Bento da Silva Soares @ RNAm Categorias: Ciência Geral, Genética, amor
Acabou de entrar no ar uma empresa de serviços online para solteiros que querem achas seus companheiros ideais. Mas este site, ao contrário dos milhares que já existem nesta área, vem com uma idéia nova. Agrupar as pessoas pelo DNA.Um fato da teoria evolutiva é que a diversidade propicia evolução. Principalmente se a diversidade for do sistema imune. Portanto quanto mais diferente entre si for o sistema imune dos pais, uma criança vai ter uma defesa maior a infecções, um maior repertório para responder a microorganismos.Se esta informação estivesse só no DNA não conseguiríamos escolher as pessoas com sistema imune diferente do nosso, e a coisa seria aleatória. Mas alguns estudos têm mostrado que preferimos o odor natural de pessoas que têm o sistema imune mais diferente do nosso. Ou seja, os humanos usam o faro para ajudar na decisão de escolha de parceiro.Foi apostando nisto que o idealizador do site de encontros montou seu negócio. Por 1.995 dólares você recebe um kit para coletar células raspadas de sua boca e enviar para um laboratório que seqüenciará essas regiões de diversidade do sistema imune, conhecidas como MHC. Claro que ...

Posologia

Mauro Rebelo @ Você que é Biólogo... Categorias: Arte, amor, atração, paixão, repulsão, toxicologia
Uma vez uma mulher me disse: "O que atrai em você, é o mesmo que depois repele."Lembro de uma exposição que fui, contrariado, porque era de monocromáticos. Chamava-se Bleu, do francês Ives Klein. Impressionante! A primeira parede tinha vários pequenos quadros, todos monocromáticos, mas de cores diferentes, que, em composição, eram impactantes.Essa é uma boa palavra para a exposição: Impactante.Os quadros, todos azuis, como esse na figura, eram de uma profundidade incrível. E dava vontade de 'entrar' dentro da pintura. Muitas coisas me marcaram nessa exposição. Tenho hoje, na minha sala, uma 'Venus de Milo' toda azul, copiando a idéia do pintor.No final da exposição, ficávamos sentados em um sofá vendo dois quadros: um todo azul e o outro todo de ouro. O ouro, que deveria atrair, repelia. Porque? Não sei dizer. Tenho também um quadro todo azul e outro todo dourado na minha sala. Pra lembrar que o que parece monótono atrai, e o que deveria atrair, repele.Lembrei disso esses dias. Duas amigas leitoras do blog andaram pedindo pra eu falar de ...
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