2008 passará para a história da Amazônia como o ano em que os números derrotaram a imprensa. Ofuscada por estatísticas mensais da degradação florestal, a cobertura jornalística mal se deu conta da área total desmatada de 706,9 mil quilômetros quadrados, que já equivale a quase metade (45,1%) do Estado do Amazonas e corresponde a pouquíssimo [...]
Esta notícia recebi via Greenpeace. O Ministério Público do Pará divulgou hoje detalhes de como hackers contratados por 107 madeireiras e carvoarias invadiram o sistema de controle de transporte de madeira que se chamava Documento de Origem Florestal (DOF). Eles são acusados de falsificarem os registros on-line para aumentar a quantidade permitida para comercialização. Atenção: o estado do Pará abriga quadrilhas de hackers, especializadas em fraudar o sistema bancário.
Cerca de 1,7 milhão de metros cúbicos de madeira ilegal - suficiente para encher 680 piscinas olímpicas - foram hackeadas. As multas aplicadas pelo Ministério Público superam os R$ 2 bilhões. “Ao invadir o sistema, essas empresas transformam seus carregamentos ilegais em madeira legal, como se viesse de planos de manejo florestal”, explica André Muggiati, do Greenpeace. “Os sistemas adotados pelos estados e pelo governo federal não são seguros. Além disso, a quantidade de auditores não é suficiente para monitorar e evitar fraudes”, completa.
Para piorar… “Aproximadamente metade das empresas envolvidas no escândalo têm outras acusações pendentes por crimes ambientais ou uso de trabalho escravo“, diz o promotor Daniel Avelino. A polícia começou a investigar hackers suspeitos em abril de 2007. No total, 202 pessoas são acusadas. Eles serão obrigados a reflorestar ...
O desmatamento da floresta Amazônica voltou a subir em agosto, afirma o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo dados do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), 756,7 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos no período - índice três vezes maior do que o registrado em agosto de 2007.
O Pará voltou a ser o estado que mais destrói a Amazônia, com 435 quilômetros quadrados de florestas derrubados, seguido por Mato Grosso, com 229 quilômetros quadrados desmatados. O desmatamento do mês de agosto foi alavancado pelos municípios com os maiores rebanhos de gado. Para o Greenpeace, a retomada do desmatamento está ligada à diminuição da presença da fiscalização nos últimos meses na região.
Para provar, o Greenpeace transmitiu, ao vivo, imagens de destruição da floresta. Veja aqui. Ontem, dia 29, Carlos MInc, ministro do Meio Ambiente, divulgou uma lista dos 100 maiores desmatadores. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) - pô, um órgão do governo! - lidera como o campeão da destruição da floresta. Aqui está a lista completa que “dá nomes aos bois”.
Foto: Greenpeace.
A terra é um ser vivo
Ontem, conversei com o pesquisador oceanógrafo Ronald Buss de Souza, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ele ...
O projeto ProVárzea/IBAMA, ao longo dos seus levantamentos e estudos pôde desenvolver com grande propriedade documentos cartográficos de extrema importância para a região Amazônica, esses documentos foram aglomerados e deram origem ao Atlas da Várzea, o livro apresenta grande importância por revelar a diversidade biológica que está diretamente relacionada com a grande diversidade de ambientes extremamente dinâmicos, que são determinados principalmente pelo regime hidrológico da região e se justifica por fazer análises dos maiores rios do mundo, que estão no centro da maior floresta tropical do planeta e ainda estão em uma região de grande dinâmica geomorfológica.
Os recursos naturais da várzea devem ser criteriosamente gerenciados, para que ocorra o desenvolvimento de sua sociedade local, sem que ocorram impactos negativos sobre os diversos ambientes naturais daquela região.
Gostaria aqui de parabenizar os técnicos do ...
Não estou ganhando nada pela propaganda, mas acho que vale a pena repassar as dicas.
A Scientific American Brasil está relançando uma ótima coleção de DVDs sobre Evolução. São sete episódios que cobrem diversos tópicos, indo desde a vida de Darwin até o “conflito” Evolução Religião. A coleção faz parte de um grande projeto lançado em 2001 pela emissora de tv americana PBS que além dos DVDs, inclui também um excelente livro escrito por Carl Zimmer (lançado no Brasil pela Ediouro, com o título ” O Livro de Ouro da Evolução”) e um fantástico site que pode ser acessado por aqui.
A coleção com quatro DVDs, cada um com duas horas de duração, pode ser comprada em bancas de revistas e jornais, ou pelo site da Scientific American Brasil. A coleção completa sai por quase R$ 120,00, o preço não é lá muito acessível, mas o investimento vale a pena, acabei ontem de assistir todos os episódios e vale cada centavo pago!
Outra boa dica que está nas bancas é uma coleção de três revistas sobre a Amazônia que também está sendo lançada pela Scientific American Brasil, transcrevo abaixo uma breve descrição sobre a ...
O desenvolvimento econômico da Amazônia passa pela questão do gerenciamento eficaz e racional para controle do território. O Brasil, e não menos o mundo, não conhece a Amazônia ou as Amazônias (como diria Carlos Walter), e dentro desse contexto está um dos estados de maior importância histórico, social, político e ambiental no cenário amazônico, que é o Pará.
De antemão, é indispensável lembrar do Projeto RADAM (década de 70) que foi a primeira medida para tentar conhecer o território amazônico, responsável pelo levantamento de parte significante dos recursos naturais na Amazônia – “até hoje não totalmente descobertos”. O projeto utilizou para seus levantamentos imagens de Radar de visada Lateral SLAR (Side Looking Airborne Radar) para tentar minimizar os problemas de incidência de nuvens e a precipitação pluviométrica intermitente na região, processo que foi retomado com o advento do projeto SIVAM/SIPAM, que hoje faz o monitoramento da região por meio de imagens de Radar de Abertura Sintética - SAR.
Desde a criação do RADAM até a implantação do SIPAM o estado do Pará criou alguns órgãos que deprenderam esforços para a construção cartográfica, padronização, obtenção de informações e suporte ao controle do território. Há alguns anos a ...
-Tomara que esse poeirão, não acabe com o meu pulmão.
-Bom dia!, abro um sorriso e alongo as vocais para o rosto conhecido, afinal, hoje é sexta-feira.
-Bom dia!, e continua seu trabalho varrendo o meio-fio.
Conheci o Lixeiro Poeta há um mês. O local, hora e roupa laranja eram os mesmos. Ofereceu-me seu livro. Infelizmente, como o recheio da minha carteira raramente é maior que cinco reais, não pude ler sua obra. Mesmo assim, em silêncio, desejei vê-lo novamente. É a pitada de lirismo que toda vida vulgar merece. Eis que, hoje, no Dia da Amazônia, sou contemplada com um versinho. A rima pode até parecer pobre para alguns, mas enriqueceu o começo do leve dia.
Amazônia foi reflorestada
Guardei um post na manga, especialmente, para hoje. A revista New Scientist, veja matéria inteira aqui em inglês, publicou um texto afirmando que há 600 anos a floresta foi desmatada. Os próprios índios fizeram isso para criar uma rede urbana de cidades, vilas e aldeias.
Arqueólogos descobriram restos de civilização urbana do século XIII, antes dos colonos “descobrirem” o “Novo Mundo”. Tinha até muro! Assim, cerca 20 mil quilômetros quadrados da parte ocidental da Amazônia não é de floresta virgem. E onde foram ...
Esta vem quente do forno e para fechar bonitamente a semana: um artigo saído hoje na Science por uma equipe mista de americanos e brasileiros mostra evidências de uma sociedade urbana na Amazônia antes do descobrimento. O título do artigo é “Pre-Columbian Urbanism, Anthropogenic Landscapes, and the Future of the Amazon“, por Michael J. Heckenburger et al. Um comentário ao artigo pode ser lido aqui e o artigo na íntegra pode ser lido aqui para os que possuem acesso ao periódico. Aos que não possuem, transcrevo o resumo do mesmo em inglês:
“The archaeology of pre-Columbian polities in the Amazon River basin forces a reconsideration of
early urbanism and long-term change in tropical forest landscapes. We describe settlement and
land-use patterns of complex societies on the eve of European contact (after 1492) in the Upper
Xingu region of the Brazilian Amazon. These societies were organized in articulated clusters,
representing small independent polities, within a regional peer polity. These patterns constitute a
“galactic” form of prehistoric urbanism, sharing features with small-scale urban polities in other
areas. Understanding long-term change in coupled human-environment systems relating to these
societies has implications for conservation and sustainable development, notably to control
ecological degradation ...
O intenso sobe e desce da economia afeta diretamente a conservação da natureza. Embora não percebamos nossas vidas e principalmente o nosso futuro está atrelado ao interesse de poucas pessoas bem relacionadas, que através de relações comerciais e principalmente políticas definem o presente dos recursos naturais. Um ótimo exemplo é o fato do maior produtor individual de soja do mundo - “Blairo Maggi” - coincidentemente ser o governador do estado do Mato Grosso, e responsável pela fronteira agrícola que mais avança sobre a Amazônia. Um exemplo mais recente é a aprovação no senado da MP 442/08, que triplicará a devastação da Amazônia em curto prazo, com ganhos nem um pouco distribuídos -O segundo melhor negócio do mundo.O crescimento econômico deveria ser atrelado a um planejamento estratégico, isto é aproveitar o momento favorável da economia brasileira e mundial para desenvolver políticas sérias de controle produtivo e ambiental. Um exemplo para região Amazônica seria a extração madeireira seletiva, o uso de sistemas agro-florestais e o desenvolvimento de um turismo inteligente. Com nossas imensas quantias de florestas, teríamos madeira boa e cara por gerações a ...
A execução do projeto Cartografia da Amazônia, executado sob liderança do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), será concluído dois anos antes do planejado, em 2012. Isso ocorrerá porque houve decisão do governo em acelerar a injeção de recursos no projeto. O valor total dos investimentos não foi alterado: é de R$ 350 milhões. A diferença é que houve decisão de aumentar os valores dos repasses anuais, que sobem de R$ 50 milhões para R$ 70 milhões.
Com essa mudança, o projeto Cartografia da Amazônia deverá ser concluído em cinco anos, e não mais em sete anos (ou seja, em 2014), conforme originalmente previsto. A decisão de acelerar o projeto, por meio do aumento de 40% nos repasses anuais, foi anunciada pelo ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General-de-Exército Jorge Armando Félix durante realização da III Reunião da Comissão de Implantação do Projeto de Cartografia da Amazônia, na sede do Censipam, em Brasília, nesta segunda-feira (01/06).
Estima-se que 1,8 milhão de hectares da Amazônia não estejam mapeados por cartografia terrestre
O projeto Cartografia da Amazônia é coordenado pelo Censipam e realizado em parceria com Exército, ...
Por: Luis Sadeck
O sensoriamento remoto é hoje uma das ferramentas de maior importância para a obtenção de informações da superfície terrestre, tendo como princípio a obtenção da mesma sem contato físico e de forma sistemática, assim como em um intervalo de tempo regular.
A obtenção dessa informação pode ser feita através de dois tipos de sensores, os Passivos e os Ativos. Nesse artigo nos deteremos a falar sobre os sensores Ativos, mais especificamente os sensores de microondas, nos quais está inserido o Radar de Abertura Sintética – SAR.
Esse tipo de sensor tem uma forma de obtenção de dados bastante característica, que é através de pulsos eletromagnéticos enviados à superfície na velocidade da luz, tendo como retorno ecos na mesma velocidade. Geralmente a antena é posicionada com seu eixo longitudinal na parte inferior da aeronave que transporta o sensor, emitindo pulsos em forma de leque proporcionando a criação da imagem. Dentre os parâmetros para geração da imagem, os mais importantes são a distância em relação à antena e a intensidade do eco (energia refletida), pois é a partir desses que será produzida a imagem.
Por causa de suas propriedades esse tipo de sensor esta sendo bastante cogitado ...
A modelo “(…) declarou que se preocupa muito com o meio-ambiente e que os defensores da Amazônia conquistam sua simpatia. Ela disse que o cantor Sting, o motociclista italiano Andrea Dovizioso e o ex-técnico da Itália Marcello Lippi são os homens ’sexies’, porque defendem a floresta.” Leia a matéria da Folha aqui.
Não, meu blog não virou um site de fofoca. Para quem não sabe, a modelo-mais-bem-paga-do-mundo-por-vários-anos Gisele Bündchen virá para o Brasil desfilar pela Colcci, no domingo, no SPFW. A bilionária mal chegou e já entrou na pegada verde e na discussão sobre a Amazônia.
Tendo isto constatado, não poderia deixar de checar o blog “verde” e o site “do bem” da modelo. Em ambos Gisele defende as florestas, as criancinhas e por aí vai. Tem informações engraçadinhas e uteizinhas. Lembra-se de quando ela foi visitar os índios no Xingu? O site tem até um vídeo com depoimentos próprios e explicando o projeto ”Y Ikatu Xingu” ou “Salve a Água Boa do Xingu”. Veja o site aqui e o blog ali. Foto tirada do blog do - adoro - Tutty Vasques.
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Porquê tantos tornados?
Time.
Minigarden
É um sistema de cultivo vertical, com patente portuguesa da QuizCamp e visto daqui está muito bem concebido. Para ser perfeito o plástico devia de ser reciclado (não sei se não é, mas habitualmente quando é, as empresas fazem logo bandeira).
Índios de uma tribo da Amazónia nunca contactada foram fotografados
É minha opinião que hoje à luz dos conhecimentos, estas pessoas deviam ser deixadas em paz e sossego. Não há nada que justifique a sua perturbação e não reconheço o direito a ninguém de os “descobrir” ou aos seus lugares. O que acontece hoje na Amazónia é um colossal crime contra esta humanidade em primeiro lugar, mas também contra toda a outra. Os responsáveis deviam ser julgados em conformidade. MSNBC.
Hoje, às 17h30 o petista Carlos Minc irá se encontrar com o Presidente Lula para fazer, pelo menos, dez sugestões que serão a base de sua gestão frente ao Ministério do Meio Ambiente. Gosto de propostas abertas e de caminhos predefinidos.Então, para sempre refrescar minha memória, quero listar estas 10 intenções:Forças Armadas na defesa das unidades de conservação.Mais agilidade nos licenciamentos ambientais.Programa Desmatamento Zero na Amazônia.Participação do Ministério do Meio Ambiente na estratégia de saneamento ambiental nacional.Mais pesquisas da comunidade científica na Amazônia.Crédito de Biodiversidade.Remuneração para os agricultores que plantarem matas ciliares.Diminuir ICMS para as prefeituras da Amazônia que comprovem que tem política ambiental correta.Incentivo as tecnologias limpas com financiamento do BNDS.Gestor local do PAS (Plano Amazônia Sustentável).Complementando o PAS (Plano Amazônia Sustentável), vejo com interesse uma reivindicação antiga, de várias OnGs e do atual Presidente do BNDS ( Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) Luciano Coutinho, "desmatamento zero em sete anos".Quem viver, verá!
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) disponibiliza um conjunto de informações em formato shapefile, incluindo dados de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), bases de dados sobre a Amazônia e Mata...
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et al. é a abreviação da expressão latina et alicui que significa “e colaboradores”. Explico: na maioria das revistas científicas a citação de um trabalho com mais de dois autores é feita usando-se o sobrenome do primeiro autor acompanhado de et al. (por exemplo, Silva et al. 2007, só pra escrever um dos sobrenomes mais populares do Brasil).
Uma vez ouvi não sei onde a expressão “et eu”. Morri de rir. É usada pejorativamente contra o manjado tipo de professor-pesquisador que não cansa de dizer “Eu isso, Eu aquilo, Eu aquele outro, Eu, Eu, Eu….”. Também é usado para cientistas que só enxergam o próprio umbigo na hora de escrever: você lê o paper e o cara se cita toda hora. Bem, nem sempre é tão pecado assim. Pode ser que ele seja um dos poucos a tratar daquele assunto usando uma abordagem recente ou diferente. (Hum….).
Certa vez li em uma revista científica famosa um trabalho de 30 páginas de um pesquisador estrangeiro que admiro. Havia 15 citações e 14 se referiam ...
Apesar de toda a propaganda do governo com relação a diminuição do desmatamento da Amazônia, uma coisa é certa: o Brasil tem se tornado um dos grandes vilões do aquecimento global. E o que é diferente dos outros países, essa contribuição não é devido a industria e sim por causa do desmatamento. Deste modo, o Brasil age duplamente contra a natureza: destrói toda a floresta Amazônica para aumentar as áreas de pasto, cana e soja, e ainda contribui imensamente com o aquecimento global.Reportagem do Jornal Estado de São Paulo:O Brasil continua entre os maiores emissores de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, porque mantém taxas elevadas de desmatamento da Amazônia.Segundo uma projeção feita pelo especialista José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo, à qual o Estado teve acesso, o País emitiu 1,141 bilhão de toneladas em 2006, das quais cerca de 855 milhões (75%) viriam de mudanças no solo - corte e queimada da floresta. O valor mantém o País em 5º lugar (sem contar a contribuição da União Européia).A secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Thelma Krug, ...
Cada dia mais os cientistas nos dão mais provas da importância da Amazônia para o Brasil e o resto do mundo. Somente um governo relapso e sem preocupação com a questão ambiental para não lutar com todas as forças contra a devastação desse imenso termostato natural.Mais uma vez, me parece que somente quando a situação realmente se tornar catastrófica, alguma solução tentará ser tomada.Fábio Amato escreve para a “Folha de SP”:A elevação da temperatura média na Amazônia nos próximos anos deverá implicar uma maior ocorrência de chuvas fortes e intensas na região da bacia do rio da Prata, que inclui os Estados do Sudeste e do Sul do país, além de parte da Argentina e do Paraguai.Isso significa que, no futuro, a região poderá registrar com maior freqüência problemas como enchentes e perdas na agricultura em razão do aquecimento global.As conseqüências desse cenário são algo que qualquer cidadão paulistano já sente na pele todo verão: tempestades que alagam a cidade em questão de horas, matam gente -sobretudo nas regiões mais pobres- e causam prejuízos.É o que conclui o pesquisador do Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos ...
O Blog do Geoprocessamento disponibiliza para download o Mapa de Bacias e sub-bacias do rio Amazonas (Bacia Amazônica) , produzido a partir de dados disponibilizados pelo IBGE e pela ANEEL.Para...
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Vale a pena ler um especial que a Revista Ciência Hoje publicou sobre a Amazônia com artigos muito interessantes sobre os temas mais atuais e relevantes sobre este importante bioma. Clique nos links...
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O site agenciaamazonia informa que em apenas 24 horas foram registrados mais de 140 focos de queimadas. Foi observado um aumento de 23% de focos detectados em relação ao ano passado. Um fator que esta contribuindo para estes indicadores é a falta de chuvas e a baixa umidade relativa do ar. Par ler o artigo na integra clique no link http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1433&Itemid=112
Artigo publicado na Revista Árvore. Este periódico científico esta disponível online e gratuitamente no site do Scielo. Para acessar o artigo na integra em formato PDF clique no link : http://www.scielo.br/pdf/rarv/v26n4/a02v26n4.pdf
INFLUÊNCIA DA RESOLUÇÃO ESPACIAL DE IMAGENS ORBITAIS NA IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS DA PAISAGEM EM ALTAMIRA-PA
Flávio Jorge Ponzoni e e Ana Carolina Pinto Rezende
Um artigo interessante publicado na revista Science afirma que o sistema de monitoramento de queimadas na Amazônia feita pelo INPE ficou mais transparente e confiável. O artigo cita que 25% da emissão de CO2 no planeta vem da derrubada, queima e transformação da floresta em áreas agrícolas, e que portanto o monitoramento e de grande importância. O artigo na íntegra em inglês no formato PDF pode ser baixado do link http://www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/haze.pdf . Para aqueles que não dominam o inglês existe um analise em portugues do artigo no link http://agenciact.mct.gov.br/index.php/content/view/44082.html
Artigo publicado na Revista Brasileira de Cartografia, cujo resumo pode ser lido abaixo e o texto integral do artigo pode ser baixado do link : http://www.rbc.ufrj.br/_pdf_58_2006/58_03_4.pdf Vários experimentos que proporcionaram grande disponibilidade de dados de altimetria foram realizados na Floresta Nacional do Tapajós no Estado do Pará. Alguns dados foram produzidos utilizando tecnologias da fronteira do conhecimento cujas potencialidades ainda estão em processo de investigação e sendo atualmente objeto de ativas pesquisas. Em 1999, foram coletados perfis de laser (LIDAR - Light Detection and Ranging) associados a dados de videografia. Em 2000, foram coletados dados aerotransportados de interferometria Radar (InSAR) em multifreqüência. Os dados InSAR quando coletados em banda P produzem potencialmente um modelo digital do terreno (MDT) devido à penetração da radiação através do dossel da floresta, podendo atingir o chão. Quando coletados em banda X , os dados InSAR produzem potencialmente um modelo digital de superfície (MDS) do topo da floresta. A disponibilidade do modelo digital do terreno correspondente ao chão e do modelo digital de superfície correspondente ao topo da floresta é de grande interesse para aplicações cartográficas e medidas da biomassa em grandes extensões. Ainda no ano ...