Blogs de Ciência

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Archive for the alterações climáticas

Infografia da Semana: How Much Is Left? The Limits of Earth’s Resources, Made Interactive, por Scientific American





Uma infografia de excepcional qualidade. Clica aqui.


This Web-only article is a special rich-media presentation of the feature, "How Much Is Left?," which appears in the September 2010 issue of Scientific American. The presentation was created by Zemi media. Find all our other interactive offerings here.
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População Humana- Vidas Comuns


  VídeoPremiado no Typophile Film Festival, 2007 — Opening Credits de Cole Nielsen


Num mundo muito desequilibrado ainda...por exemplo:

Bill Rankin, criou estes gráficos sobre a distribuição da população mundial de uma forma bastante interessante. Utilizou para isso a Latitude e Longitude para verificar a distribuição da população mundial.


Qual é então a população óptima? 
A população humana irá subir dos actuais 6.8 biliões para 9.15 biliões em 2050.  O World Population Clock continua a contagem. Estamos rapidamente a desestabilizar o clima e destruir o natural world dos quais dependemos hoje e para o futuro das gerações vindouras.

 

Attenborough é a favor da redução da taxa da  população humana .



Concerned about the speed of global warming?
About food, water and energy scarcity - the effects of overpopulation on a plundered planet?
 
Conheça mais:
Support the Optimum Population Trust
Support research into optimum population sizes

Read the report: Fewer emitters, lower emissions, less cost by Thomas Wire.
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Consumo de bebidas, hábitos alimentares e gases efeito de estufa (GEE)

Um enorme rancho de gado, Brasil (fonte: Guardian)
Num artigo científico (ler pdf ) , as autoras chegaram à conclusão que o leite é a bebida que mais contribui para os GEE. A analisar portanto, com mais pormenores. 
Entretanto, é a própria ONU (ver pdf) que neste relatório conclui que a mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, pobreza de combustíveis e dos piores impactos da mudança climática. A previsão é de que a população mundial chegue a 9.1 bilhões de pessoas em 2050 e o apetite por carne e laticínios é insustentável, diz o relatório do programa ambiental da ONU (UNEP).





Notícias completas: 

UN urges global move to meat and dairy-free dietGuardian de 2 de Junho 2010  (seguir os links também)

Nutrient density of beverages in relation to climate impact aqui


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Mundo: Incêndios e cheias reacendem debate sobre mudanças climáticas (actualização)




Leituras Aconselhadas (em Inglês)

Pakistan floods, Russia heat fit climate trend 

Drought in Russia; Floods in Pakistan and China; High Temps in the U.S. Consistent with Climate Change Projections

Long, hot summer of fire, floods fits predictions

See also

and
Climate Change 2007 - Impacts, Adaptation and Vulnerability. both in Fourth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).

No contexto das novas calamidades naturais na Rússia, Paquistão, China e Índia
Sexta, 13 Agosto 2010 em O País

Até 2020, projecta-se que entre 75 e 250 milhões de pessoas, em África, sejam expostas à maior escassez de água, em função da mudança do clima. A Rússia também enfrenta a pior seca em 130 anos e o governo já declarou estado de emergência em mais 20 regiões do país. 2010 foi o ano com mais recordes de registo de altas temperaturas no mundo.

Desde o fim da Conferência de Copenhaga sobre mudanças climáticas em Dezembro de 2009, o debate sobre o aquecimento global e ou mudanças climáticas foi posto em “banho-maria”. Porém, a ocorrência, nas últimas semanas, de incêndios, secas prolongadas e forte calor despertou as preocupações relativas às mudanças climáticas.

Tese reforçada

As mudanças climáticas globais podem ser parcialmente responsáveis pelo clima quente e seco, que vem causando incêndios na Rússia e tem feito com que a capital Moscovo esteja, há dias, sob uma espessa camada de fumo, afirmam cientistas.

De acordo com Jeff Knight, cientista especializado em variações climáticas do UK Met Office, o centro nacional de meteorologia da Grã-Bretanha, a situação vivida por Moscovo pode ser atribuída a diversos factores, entre eles, a concentração de gases causadores do efeito estufa, que vem aumentando de forma constante.

“Anomalias de circulação (de ar) tendem a criar anomalias de calor e frio. Enquanto está muito quente no oeste da Rússia, está mais frio que a média em partes da Sibéria. Isto faz com que recordes antigos de temperatura tenham sido quebrados, como, por exemplo, o de temperatura mais alta em Moscovo, 39 graus. Nós esperamos mais temperaturas extremamente altas com as mudanças climáticas”, diz Knight.

Calor e fogo

Segundo os

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10/10/10 – Dia de Acção pelo Clima

Os movimentos 350.org e tcktcktck preparam um dia de festa e trabalho a nível global para daqui a oito semanas - a 10 de Outubro - com o objectivo de chamar a atenção de todos e dos políticos para a necessidade de reduzir as emissões de gases com efeito estufa, a que chamaram 10/10/10 - Global Work Party ou Festa de Trabalho Global.

Por todo o mundo estão a ser organizadas acções para redução das emissões e eventos para o dia 10/10/10. A melhor maneira de explicar o objectivo, é transcrever o texto de Bill McKibben que consta da página de 350.org, e que deixo mais abaixo, a azul.

Atreva-se a organizar uma acção ou evento na sua localidade. Veja aqui as sugestões, ou use a sua criatividade.  Acabei de criar uma acção para  Vila Nova de Famalicão (veja mais aqui  e registe-se aqui). Faro também já tem lançada uma acção (registo aqui, mais informação aqui). Ainda há muito a fazer.



Tem sido um ano difícil: na América do Norte, petróleo se derramando no Golfo do México; na Ásia, algumas das mais altas temperaturas alguma vez registradas; no Ártico, o mais rápido derretimento de gelo oceânico alguma vez visto; na América Latina, uma quantidade recorde de chuvas vem fazendo derrocar encostas inteiras.

Por isso vamos fazer uma festa.

Marque 10/10/10 no seu calendário. É essa a data. O lugar é onde quer que você viva. E a ideia é fazer alguma coisa que ajude a dar resposta ao problema do aquecimento global na sua cidade ou comunidade.

Estamos chamando isso de Festa Global de Trabalho, com ênfase tanto na “festa” como no “trabalho”. Em Auckland, na Nova Zelândia, vai haver um gigantesco dia de conserto de bicicletas, par a ver se todas as bicicletas da cidade ficam em condições de voltar às estradas. Nas Maldivas, vão montar painéis solares no gabinete do Presidente. Em Kampala, no Uganda, vão plantar milhares de árvores, e na Bolívia vão instalar fornos solares para um gigantesco piquenique carbono zero.

Visto que já trabalhamos no duro para fazer telefonemas, enviar e-mails, petições e protestos para que os políticos se mexam, e eles não têm se mexido rápido o suficiente, agora chegou a hora de mostrar que realmente temos as ferramentas de que necessitamos para enfrentar a crise de clima de verdade.

A 10/10/10 vamos mostrar que temos as pessoas que podem fazer

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Sinais do tempo, sinais do clima

Foram 36 "posts" em que ao longo dos últimos 17 meses aqui se referiu o tema do aquecimento global e das alterações climáticas. Sobretudo apelando a uma mudança de comportamentos com vista à redução de emissões de CO2. 
A luta pela exigência de políticas sérias e justas para o combate às emissões de CO2, ficou gravemente "ferida" com o fracasso da cimeira de Copenhaga. Para aumentar o desânimo, o caso "climategate" serviu bem os interesses dos detentores dos sectores energéticos do petróleo e do carvão ao confundir e baralhar as pessoas.

É incrível como poucos negacionistas do aquecimento global conseguem deitar por terra o trabalho de milhares de cientistas e activistas ao longo de mais de duas décadas. As razões porque isso acontece, não as sei, mas atrevo-me a lançar algumas hipóteses: a) as pessoas preferem não fazer esforços para mudar comportamentos, pelo que preferem acreditar em quem nega o aquecimento global, ou que o mesmo tenha causas humanas; b) os políticos são fracos e estão comprometidos, não com o povo que os elegeu, mas com quem financia as campanhas e outros projectos de "interesse estratégico"; c) as petrolíferas pagam muito bem a alguns cientistas para desmentir o trabalho de seus colegas; ...

Entretanto, novos estudos apontam que as consequências das alterações climáticas ainda são mais graves do que o que concluíram os estudos anteriores. E o planeta está a dar demasiados sinais, basta ler, ver ou ouvir as notícias. São só alguns exemplos recentes:


Inundações no Paquistão
«Número de afectados pelas chuvas no Paquistão sobe para 15 milhões - Mais de 1600 mortos, 15 milhões de pessoas afectadas, 650 mil casas destruídas, pelo menos 550 mil hectares de terra agrícola alagada. As cheias no Paquistão, as piores dos últimos 80 anos, não dão sinais de abrandar» (fonte: Público, 08/08/2010)
«Milhões de crianças paquistanesas precisam de ajuda por causa de inundações - Cerca de três milhões de menores afetados por uma das piores inundações da história do Paquistão precisam de assistência especial, enquanto as águas continuam causando estragos em quase todas as províncias, informou hoje à Agência Efe uma fonte do Unicef(fonte: Agência EFE, 09/08/2010)

Onda de calor e incêndios na Rússia
«Onda de calor na Rússia sem precedentes nos últimos mil anos - O director dos Serviços Meteorológicos russos, Alexandre Frolov, declarou hoje, segunda-feira, que o país nunca conheceu uma onda de

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HUMOR: AQUECIMENTO GLOBAL 3

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HUMOR: AQUECIMENTO GLOBAL 2

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HUMOR: AQUECIMENTO GLOBAL 1

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Universidade Verão: Anthropogenic pollutants: a threat to ecosystem sustainability?

09 Anthropogenic Pollutants... Ecosystem Sustainability

Pollutants, including synthetic organic materials and heavy metals, are known to adversely affect physiological systems in all animal species studied to date. While many individual chemicals can perturb normal functions, the combined actions of multiple pollutants are of particular concern because they can exert effects even when each individual chemical is present at concentrations too low to be individually effective.
The biological effects of pollutants differ greatly between species
reflecting differences in the pattern of exposure, routes of uptake, metabolism following uptake, rates of accumulation and sensitivity of the target organs. Thus, understanding of the effects of pollutants on wildlife  and ecosystems will require detailed study of many different species, representing a wide range of taxa.
However, such studies can be informed by knowledge obtained in more
controlled conditions which may indicate likely mechanisms of action and suitable endpoint measurements.

Responses may be exacerbated by interactions between the effects of pollutants and environmental stressors, such as under-nutrition or osmotic stresses and so changes in such variables associated with climatic changes may exacerbate physiological responses to pollutant burdens.



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