No quintal

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Diário do quintal, agriões, alface, avô, courgettes, ronda di nisa, tomateiros
Durante o fim-de-semana, passei largas horas no quintal que de mau, ameaçava ficar com um aspecto péssimo. Arranquei montes de ervas e preparei uns canteiros para próximas sementeiras. Semeei mais feijões e transplantei umas alfaces (não fui eu que fiz a sementeira, nesta época as alfaces devem ser semeadas em local definitivo e mondadas). Também transplantei mais duas Lavandula dentata e devo transplantar mais duas em breve, preenchendo todo o espaço disponível e acabando a “divisória” da minha parte do quintal para o resto. Nos dias de hoje, do que tenho para aqui, a Lavandula dentata é a planta que mais me fascina. Tudo somado, acho que fiz bastante. O suficiente para sentir os músculos, o que pode também ser indicação que na verdade ando demasiado tempo sentado. Nestes dias, começo com uns objectivos mais ou menos definidos, mas nada de muito rígido. Onde morávamos há muitos anos, o meu avô encarava o quintal como trabalho sério e a sério. Era capaz de se levantar quando o Sol nascia e levava tudo seguido até à hora de jantar. Fazia apenas um intervalo para o almoço, habitualmente no pátio, para não sujar nada em casa. Além da horta, ainda tinha ...

Pouco mais que arrancar ervas

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Diário do quintal, agriões
Segundo canteiro de agriões de 2008 Este ano a horta não me está a correr demasiado bem. Entre chuva a mais e a falta da “sombra do jardineiro”, o meu lado do quintal apresenta um aspecto decrépito. Pouco mais tenho feito do que arrancar ervas daninhas que são aos milhões. Não é tarefa que me desconsole, aliás gosto bastante. Mas confesso que é tudo mais lindo quando a outros níveis está tudo estável e a correr bem, o que agora não é verdade. Bons tempos em que ia a meio da semana para Cinfães, nas calmas. Ao que parece, chamam-lhe crise. Consegui preparar o segundo canteiro de agriões à sombra do diospireiro. É uma planta que dadas as condições certas, germina no dia seguinte. Na fotografia pode-se ver o aspecto passados apenas três dias (para não falar das protecções anti-gato). Esta vitalidade tem um senão, pois com demasiado calor, espigam quase imediatamente — daí a sombra parcial providenciada pelo diospireiro.
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