Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the África

Rokia Traore – Mouneissa


Canção do primeiro album de Rokia Traore Mouneissa (1998)Sítio oficialRokia Traore
Bio [uk]


Rokia Traoré is a singer/songwriter/guitarist /dancer from Mali.
In many parts of West Africa, professional musicians are often from a certain lowly caste called the 'griots'. However, Traoré's family are from the Bamana ethnic group who do not observe this restriction so strictly. Therefore when Rokia was young she was able to sing with others at wedding celebrations, despite coming from a privileged background.
As Rokia's father was a diplomat, her family spent a lot of time in different countries while Rokia was growing up. She came into contact with many local and international styles of music, although her parents were reluctant for her to become a musician. When she was a bit older Rokia stayed at the lycée in Bamako while her parents were in Brussels and there she developed her voice and first performed in public.
In 1997 she met Ali Farka Toure who gave her quite a lot of guidance and then in 1998 she recorded her first album, Mouneïssa. The tracks on 2000's Wanita CD are all in Bamanan except 'Château de sable', which is in French. Her lyrics cover issues like respect, traditions and relationships. She is joined by Boubacar Traoré on the track 'Mancipera'. Coco Mbassi does the backing vocals on several tracks and Toumani Diabaté plays kora. Hauntingly beautiful gentle tracks make this a real treasure trove. The hallmark of Rokia's music is trance-like rhythms, in contrast to many of the other women musicians from Mali like Kandia Kouyate. The accompanying instruments Traore chooses are unique as they are traditional like the balafon (giant wooden xylophone) and the tiny n'goni, which are not normally heard together. She also uses kora and calabash percussion.



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Apud “O Jardineiro Fiel”

Os primeiros resultados de um amplo estudo realizado em dez países da África sub-saariana (ou seja, África meridional, abaixo da região do Saara) revela que uma alta porcentagem de medicamentos utilizados no tratamento da malária é de qualidade muito inferior à necessária. E, por conseqüência, podem levar ao surgimento de linhagens resistentes do parasita causador [...]Continue a ler Apud “O Jardineiro Fiel”

Um jovem do Malawi, os moínhos de vento e o papel das redes sociais


William Kamkwamba

Agora também é a vez do BioTerra de contar a história de William Kamkwamba
William Kamkwamba, do Malawi, é um inventor nato. Com 14 anos, construiu um moinho de vento a partir de sucata, com base em esquemas rudimentares que descobriu num livro da biblioteca local intitulado Using Energy, alterando-os para que satisfizessem os objectivos a que se propunha. A sua máquina ainda hoje alimenta quarto lâmpadas e dois rádios, na casa dos pais.
Após ler sobre William no blogue Hactivate (que, por sua vez, tinha tomado conhecimento da história através de um jornal local do Malawi), o director de conferências da TEDGlobal, Emeka Okafor, passou várias semanas a tentar contactar o inventor, e convidou-o para as conferências TED Talks (na íntegra, aqui). William partilhou o seu sonho de construir um moinho de vento ainda maior, que pudesse providenciar água a toda a aldeia, e manifestou o desejo de regressar à escola.
Após a sua intervenção, uma enorme onda de solidariedade foi gerada, em seu torno e do seu trabalho. Membros da comunidade TED uniram-se para o ajudar a melhorar o sistema de abastecimento eléctrico (incorporando energia solar), e promoveram o seu regresso à escola, com o apoio de tutores. Subsequentemente, outros projectos foram desenvolvidos na aldeia: abastecimento de água potável através de energia solar, prevenção da malária, fornecimento de energia eléctrica para mais seis casas e um sistema de irrigação gota-a-gota. William voltou à escola e frequenta, actualmente, a African Leadership Academy, na África do Sul.
A sua história foi publicada em livro (The Boy Who Harnessed the Wind: Creating Currents of Electricity and Hope) e um pequeno documentário, intitulado Moving Windmills, venceu vários galardões, no ano passado. Mais detalhes podem ser encontrados em MovingWindmills.org.”
Espera-se a tradução do título. Ansiosamente.
Tradução de TED: Ideas Worth Spreading (aqui)
Foto aqui

Postagem retirada do blogue adrian&pandora addthis_pub = 'bioterra';(merece um marcador!)


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Excelente desenvolvimento: comunidades sustentáveis em África (estudo de caso)


In this pair of films, designed for schools, Excellent Development provide case studies of their conservation driven development and community-led approach in semi-arid Kenya through the lenses of sustainable farming and sustainable development. These films and the series of mini-films which explore each individual element of the charity’s holistic approach to soil and water conservation offer a valuable insight into how communities can strengthen their long-term sustainability and make a positive grassroots contribution to fighting global climate change.


For more information about Excellent Development visit the website :)

Muito útil para Áreas de Projecto e até disciplina de Inglês do Ensino Básico e Secundário.



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Documentário sobre Sudão Attendre, Marie-Claude Harvey, 1995, 32 min 53 s


Documentaire sur les Dinkas, peuple d'une extrême patience vivant au sud du Soudan. Résignés, le ventre creux, ils attendent la prochaine récolte. Depuis quarante ans, une guerre civile intermittente a coupé le pays en deux. Trop souvent, la famine a frappé. La voici de retour. Elle ravage les corps et multiplie les deuils. La population d'Alek a demandé de l'aide. Des sacs de grains tombent du ciel mais pour éviter les émeutes, la distribution ne peut avoir lieu avant l'arrivée des renforts. La réalisatrice a tenté de découvrir le visage de la faim pendant cette semaine interminable.
Site officiel


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Pessimismo Geneticamente Monetizado

As alterações climáticas que ocorrem no mundo parecem ser uma excelente notícia para as empresas multinacionais de sementes e agroquímicos.african-centre-for-biosafety

O Centro Africano de Biossegurança (ACB) reportou através de um documento (publicado em 1 de Outubro de 2009) que o aumento da temperatura global provoca um interesse em estudar as plantas nativas do território africano que apresentam resistência a temperaturas elevadas. Isso se justifica pois o estudo dos genes responsáveis por essa resistência poderia gerar patentes  destes genes de  adaptação ao calor.

Tendo isso em vista, a Monsanto, a Syngenta e outras empresas já começaram a corrida para colocar a mão nestas patentes.

A utilização de plantas transgênicas resistentes ao calor é apresentada por estas empresas como a solução para as futuras plantações africanas, o que pode ser um problema principalmente nas regiões mais pobres do continente, tornando alguns países ainda mais dependentes e submissos às tecnologias dos países desenvolvidos.

Não bastasse a pobreza, a África será uma das regiões mais afetadas pelo aquecimento global. Na região subsaariana, as alterações climáticas podem alterar drasticamente o regime de chuvas, o que é um grande problema, já que a maior parte das plantações depende da irrigação vinda das águas da chuva.

SyngentaLogo_2PMS

Além disso,o aumento da temperatura média será 50% maior na África em relação aos outros continentes, o que é calculado em um aumento em torno de 3 a 4 graus até o fim do século XXI (ou antes).

Por todos estes motivos, o ACB deixa bem claro que condena tais empresas em tentar lucrar em cima de uma tragédia pelos seus próprios interesses corporativos e acredita que as soluções propostas por estas multinacionais são apenas distrações que desviam olhares do problema real e da busca por tecnologias e soluções africanas.

O ACB ainda pede aos governos dos países africanos que investiguem a possibilidade da prática de biopirataria durante o processo de busca pelos genes e registro das patentes.Monsanto logo

Fica aqui minha reflexão: Tirar de quem já tem é roubo, mas tirar de quem não tem nada é desumano.

Ainda mais quando se está tentando lucrar em cima de algo que o mundo todo deveria estar lutando para evitar.

Ricardo Oliveira

Esse texto foi escrito a partit do artigo: http://www.biosafety-info.net/article.php?aid=633

E do documento: http://www.biosafety-info.net/file_dir/17225619254ac3067689f7a.PDF

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Um tio orgulhoso – uma acção voluntária do meu sobrinho na Serra Leoa





Gustavo Vinagre foi meu Aluno há já alguns anos e mantemos uma enorme empatia e amizade desde aí. Resolvi tratá-lo como meu sobrinho.È um estudante de Medicina e este ano cumpriu um sonho da sua vida (terá certamente mais, pois claro): fazer voluntariado e fazê-lo na Serra Leoa. As (poucas) fotos que aqui trago, falam por si!


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Oumou Sangaré – Yayoroba


Biografia desta excelente cantora (wiki-inglês)
Oumou Sangaré foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade (ver discurso) da FAO em 2003 e ganhou o prémio UNESCO em 2001.

Para conhecer melhor o Mali
1. Ver estes diapositivos maravilhosos.
2.
Mapa e informações sobre a bacia do Rio Níger (em inglês)

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É a vida no campo uma ilusão elitista? +

Almargem denuncia destruição de núcleo de planta rara por obras de esgotos em Castro Marim
A saque. Barlavento, via Ondas.

Agora também se atacam árvores com ácido
A reportagem não sei se educa, ou se dá “ideias”. Mas vale a pena ver para ouvir o vereador do ambiente da CM do Montijo a exclamar indignado que o ataque foi um acto de “quase de incivilidade”. Quase. Para ser uma incivilidade completa, era de motoserra e os plátanos caíam em cima dos carros. A Sombra Verde.

É a vida no campo uma ilusão elitista?
Questão pertinente colocada no TreeHugger. Porque uma coisa é cultivar uma horta biológica nos tempos livres, tendo rendimentos altos e regulares; outra muito diferente é partir as costas todos os dias para subsistir.

Rosmaninho-menor, Lavandula stoechas
No Jardinagem.org.

A África Ocidental enfrenta mega-secas
Com ou sem alterações climáticas. A última terá sido há 250 anos e a próxima é inevitável. BBC.

Veneno a matar leões em África
É um pesticida agrícola utilizado pelas pessoas para envenenar animais de todo o tipo. É um pesticida americano chamado Furadan fabricado pela FMC. Que reagiu assim à reportagem do programa 60 minutos (mas a verdade é que o Furadan já matou milhões de pássaros nos EUA por exemplo).

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Mais que apenas um jogo

Um dos chavões sobre a esquerda brasileira é que ela não era unida nem na prisão. Bem, parece que isto não é só um defeito de brasileiros. Na Robben Island, ilha símbolo do regime racista sul-africano conhecido como apartheid, os presos políticos de diversas facções também não se bicavam, nem na hora do futebol. Futebol [...]
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