Blogs de Ciência

Blogs de Ciência – Divulgação de todos os blogs em Português que versam a ciência. Parte do Projecto Divulgar a Ciência(.com)

Archive for the Açores

Efeito Dunning-Kruger +

Contra o arroz transgénico
Desta vez da Bayer e para consumo humano. É um nunca acabar de lutas. Stop OGM.

Nova Iorque em 3D
No Google Earth.

Efeito Dunning-Kruger
Explica muita coisa. Wikipedia.

Uma segunda sopa de plástico no Atlântico
Este Mundo está pronto para o juízo final. A fotografia de uma lixeira inacreditável na costa é dos Açores. Yahoo! News.

Os rivais da iPad (feminino porque é uma tablete)
Os “rivais” são uma tal de JooJoo que teve 90 pré-encomendas; HP Slate para Junho (rumores); Dell Streak sem data de comercialização. Boa sorte para os três e para o Diário Económico. A notícia acaba assim: — “Enquanto a estrela de Steve Jobs não chega a Portugal as alternativas começam a ser cada vez mais. Basta escolher a sua preferida”. Este jornal existe? Ah, a iPad também não tem data para Portugal e noutros países foi adiada 30 dias devido à procura nos EUA.

Art In My Coffee
É o que o nome indica. Acho incrível a qualidade destes sites e depois há quem se admire de eu me movimentar quase em exclusivo na web americana. Aqui com o dedo de Jina Bolton (visitem este blogue que vale a pena).

Sinais da Primavera 2010
A 16 está demais. The Big Picture.

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Possível Cratera de Impacto nos Açores


Foi descoberta no fundo do oceano, ao largo dos Açores, uma cratera com mais de seis quilómetros de diâmetro. Os cientistas portugueses estão a apresentar esta descoberta na reunião anual da União Geofísica norte- americana, a decorrer em S.Francisco. Nesta reunião discute-se a origem desta cratera. Terá sido um meteorito ou um vulcão.

Imagens foram feitas com sistema de sondagem especial (imagem: EMEPC)

A depressão tem um formato circular, com seis quilômetros de diâmetro e uma ampla cúpula e, devido ao seu formato, foi chamada de “Ovo Frito”.

Uma equipa de cientistas portugueses descobriu uma depressão no fundo do Oceano Atlântico, perto dos Açores, que acreditam ter sido provocada pelo impacto de um meteorito. A cratera, ligeiramente circular, possui um diâmetro de seis quilómetros, e foi já apelidade de “ovo estrelado”, em alusão à sua forma. Citado pela Agência Lusa, o investigador Frederico Dias, da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental Portuguesa (EMEPC), explica que esta é “uma descoberta importante do ponto de vista cientifico”, masressalva que “é necessário completar estudos para identificar a origem da formação geológica”. Já Manuel Pinto de Abreu, responsável da estrutura de Missão para a Extensão de Plataforma Continental, realçou, também à Lusa, a importância “económica” daquele tipo de formações geológicas. “No caso da nova formação geológica ter origem no impacto de um meteorito estará associada à concentração de metais, mas caso tenha resultado de um chamado vulcão de lama estará normalmente associado à ocorrência de metano, o que é importante do ponto de vista energético”, sublinhou. Estima-se que a colisão tenha ocorrido nos últimos 17 milhões de anos, a provável idade máxima do fundo basáltico da rocha submarina onde se encontra a cratera.

Fontes do Post : http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/12/091218_crateraatlanticofn.shtml

http://tsf.sapo.pt/paginainicial/portugal/

Tagged: "Cratera de Impacto nos Açores", "Cratera de Impacto", "Ovo estrelado", Açores, Geologia
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apontamentos

1-Muito apreciada a prendinha que me veio parar às mãos, chegadinha da ilha: o livro sobre Dragoeiros do Museu do Vinho que o Paulo já aqui referira. A fotografia do "bleeding dragon's heart" foi tirada no Botânico do Porto numa tarde de Maio. 2- De passagem pelo horto fiquei de olho numas Coprosma (que variedade de cores e que folhinhas brilhantes tão bonitas) e numas Gaultheria procubens (Continue a ler apontamentos

Devagar se vai

Quinta-feira, 4 de Outubro, Centro Cultural e de Congressos de Angra. A bilheteira deveria abrir às oito da tarde, mas só cinco minutos depois é que chega o funcionário. Entra no cubículo, confere o conteúdo da pasta, ordena metodicamente os papéis; escoados alguns minutos, atende por fim o primeiro cliente, começando por lhe estender uma planta do auditório. Há alguma hesitação e troca amena de Continue a ler Devagar se vai

Os ossos à mostra

Numa ilha pequena como a Terceira, o mar ocupa-nos todos os sentidos: se por momentos lhe fugimos da vista, é para logo o reencontrar. Mas, em vez de lhe fugir, tive vontade de chegar junto dele e de lhe pôr a mão. O que é muito fácil de fazer mesmo sem sair de Angra, onde há um pequeno areal cinzento num canto da baía, mas não era esse mar confinado que eu queria tocar. Pus-me a caminho na Continue a ler Os ossos à mostra

Lagoa das Patas

Sexta-feira, 5 de Outubro. Na falta de peixe grelhado, almoçava eu, no centro de Angra, um muito continental bacalhau à Zé do Pipo, deixando-me embalar distraidamente pelo som nervoso do telejornal, quando percebi que a notícia tinha a ver connosco, moradores ou visitantes da ilha. Tempestade ameaça os Açores: ondas alterosas, ventos desatados e chuva torrencial atingem o grupo central do Continue a ler Lagoa das Patas

Caça ao dragoeiro

Dracaena draco A acreditar na mitologia cristã, talvez a ilha açoriana mais apropriada para a caça ao dragão seja a de São Jorge; mas, como nunca lá fui, fiquei-me pela caça ao dragoeiro na ilha Terceira, aonde regressei para uma visita de três dias. Com as araucárias e os metrosíderos, os dragoeiros são as árvores mais estimadas pelos açorianos e as mais características dos jardins do Continue a ler Caça ao dragoeiro

Caldeiras

Lagoa da caldeira do Fogo, São Miguel, Açores.

Uma caldeira é uma depressão de forma mais ou menos circular de origem vulcânica limitada geralmente por paredes muito inclinadas, formada na sequência do colapso ou subsidância parcial do edifício vulcânico após os esvaziamento parcial da câmara magmática que o alimenta, geralmente ocorrido durante uma grande erupção.
Esse esvaziamento vai tornar o edifício vulcânico graviticamente instável e promover a formação de uma falha em anel por cima da câmara magmática, em cujo o interior se vai dar o colapso. Essa falha pode continuar a condicionar a actividade vulcânica pós colapso, controlando os locais onde ocorre nova actividade e manifestações de vulcanismo secundário (fumarolas, etc).
Nos Açores podem observar-se várias caldeiras, de diferentes idades e em diferentes estádios de evolução. As de São Miguel, mais antigas, encontram-se mais erodidas, preenchidas com lagos e com abundantes testemunhos de actividade posterior (pequenos cones e por vezes até fumarolas, como nas Furnas), enquanto que a do Faial, mais recente, não possui ainda lago e tem as paredes ainda muito inclinadas.
Para mais informação sobre a geologia dos Açores e em especial do Faial, recomenda-se o blog do Geocrusoe.


Lagoa da Caldeira das Furnas, São Miguel, Açores.


Caldeira das Sete Cidades, São Miguel, Açores.

Caldeira Velha, Faial, Açores.

Esquema simplificado de um dos mecanismos para a formação de uma caldeira.Continue a ler Caldeiras

Açores: a whola lotta shakin’ goin’ on


Três dias depois do último post sobre este assunto a actividade sísmica nos Açores está longe de diminuir, continuando a haver vários sismos diários tanto na zona dos Ilhéus das Formigas como a Oeste do Faial.
Contudo, para as autoridades responsáveis tal actividade é normal e não parece haver grandes razões para preocupação, e como eles percebem mais disso do que eu, que ainda por cima moro muito longe dos Açores, fico muito mais descansado.
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Sismos nos Açores


Uma notícia de hoje no Público online de hoje chamou-me a atenção para além da ocorrência de um sismo de magnitude bastante elevada entre São Miguel e Santa Maria, para uma nova crise sísmica nos Açores, desta vez afectando a ilha do Faial que nem se vê no mapa de distribuição de sismos naquele arquipélago disponibilizado pelo IM, tal é a quantidade de sismos ocorrida desde o início do mês, tendo dois destes sido sentidos pela população.
A localização destes epicentros na ilha onde se deu a última erupção vulcânica registada em território nacional (vulcão dos Capelinhos, 1957-1958; algumas fotos aqui) sugere uma possível ligação entre esta actividade sísmica e movimentações de magma que podem ou não dar origem a uma futura erupção mas sendo os Açores uma região sísmicamente muito activa e com uma tectónica complexa é também possível que estes abalos não estejam relacionados com qualquer tipo de actividade vulcânica. A única coisa é esperar para ver e estar atento ás notícias do Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores.

Mais informações sobre actividade sísmica nos Açores aqui e aqui.Continue a ler Sismos nos Açores
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