Contando com as abelhas

Carlos Hotta @ Brontossauros em meu jardim Categorias: Ciência Geral, Ciências da Vida, Vida maravilhosa, abelhas
Como indicado em um post anterior, abelhas sabem contar até quatro. Mais fascinante que o fato de almaque é todo o processo utilizados pelos pesquisadores para chegar a esta conclusão. A pesquisa, realizada na Austrália, utilizou abelhas comuns (Apis mellifera) para tentar responder a seguinte pergunta: insetos sabem contar? A pergunta é bastante simples, porém obter uma resposta aceitável já é mais difícil. Como descobrir isso? Os pesquisadores, para responder esta questão, construíram um tubo com várias marcas amarelas (abaixo). As abelhas eram liberadas uma a uma e recebiam um prêmio, na forma de comida, após passar uma das marcas. O treino durava de três a cinco dias. Após este período de treino, as abelhas eram liberadas dentro do tubo, só que sem nenhum prêmio e os locais nos quais as abelhas investigavam à procura da comida eram anotados. O resultado não poderia ser mais elegante: quando o prêmio ficava na primeira marca, as abelhas procuravam-no na região da primeira marca (abaixo, letra a). O mesmo acontece na segunda e na terceira marca (letras b e c, abaixo) e, em menor intensidade, na quarta marca (letra d, abaixo). Já, quando o prêmio era posto na quinta ...

De lado 15: Abelhas contam

Carlos Hotta @ Brontossauros em meu jardim Categorias: Ciência Geral, De lado, abelhas
Acabei de descobrir que abelhas sabem contar (até 4, aparentemente). Fiquei muito empolgado com esta novidade e devo escrever como chegou-se à esta conclusão amanhã. Fica aqui meu primeiro trailer de post. © Carlos Hotta for Brontossauros em meu jardim, 2008. | Permalink | No comment | Add to del.icio.us Post tags: , Feed enhanced by Better Feed from Ozh

O progresso da política climática +

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Ciência Geral, Hipertexto, Hubble, abelhas, alterações climáticas, energia, fotografia, galinhas, nível do mar, ondas electromagnéticas
Fotografia à chuva 35 bons exemplos. Smashing Magazine. Preparar para salvar o telescópio Hubble The Big Picture. Quanto subirá o nível do mar com os glaciares a derreter? Scientific American. “Smog” electrónico está a afectar a natureza a uma escala colossal The Independent (via Ondas). A árvore que é dona de si mesma Wikipedia. Os holandeses querem produzir energia para 90.000 casas… …a partir da bosta de galinhas. Nada mau. O fertilizante biológico que utilizo é basicamente bosta de galinha. Inhabitat. O progresso da política climática Um gráfico muito elucidativo que deita por terra todas as pequenas teorias dos fanáticos anti-ambientais. Numa palavra? As emissões globalmente aumentam como nunca. Climate Feedback (Nature).

Morte de abelhas catastrófica no Reino Unido +

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Amazônia, Ciência Geral, Hipertexto, abelhas, george w. bush, go green tube, joão miranda, magalhães, rebekka guðleifsdóttir
Go Green Tube Uma espécie de canal com filmes ambientais. Um exercício fútil Uma fotografia de Rebekka Guðleifsdóttir. Muitas vezes também acho isso. Flickr. Blogue da autora. Mãos à terra Blogue de Susana Gonçalves. Lula da Silva prega mais um prego no caixão para a Amazónia Estes líderes de má qualidade tornam fúteis todos os esforços das populações. Greenpeace via Ondas. Administração Bush tenta fragilizar protecção de espécies ameaçadas Por falar em líderes de má qualidade. Yahoo! News. Não é necessário fanatismo quanto ao aquecimento global Nem salvar o Mundo, alguém já o fez há 2.000 anos atrás. Think Progess. O mapa genético da Europa Distintos só mesmo os Finlandeses. Os italianos também, em boa parte. Interessante a vantagem civilizacional dos bebedores de leite. New York Times. Morte de abelhas catastrófica no Reino Unido Uma em cada três. Guardian. O mesmo assunto no Telegraph. O “Magalhães” Eu sabia que se perseverasse, um dia ia concordar com o João Miranda. Isso, e aparentemente ele não utilizar a “fórmula” quando escreve no DN. Blasfémias.

A poluição interfere com a capacidade das abelhas e outros insectos encontrarem as flores +

José Rui Fernandes @ Quinta do Sargaçal Categorias: Angola, Ciência Geral, Hipertexto, abelhas, bob geldof, little sparta, poluição
Há quem leve o relvado mesmo a sério Nem uma inundação impede de cortar a relva. Little Sparta O jardim de Ian Hamilton Finlay. É pena que as fotografias não abundem. A poluição interfere com a capacidade das abelhas e outros insectos encontrarem as flores Washington Post. As melhores coisas da vida não são coisas Kunstbetrieb. Angola é governada por criminosos Bob Geldof diz algo que nunca passou pela cabeça de ninguém. Bem, pelo menos nunca passou na cabeça do BES que o cantor tivesse o desplante de dizer algo que toda a gente sabe… É o apelidado tiro pela culatra (mas já vieram a terreiro demarcar-se). Público. Destruição dos mangais amplificou efeitos do ciclone na antiga Birmânia BBC.

Abelhas comendo flores (retificado)

Marcus V. Locatelli @ Orquidofilia e Orquidologia Categorias: Cattleya bicolor, Cattleya forbesii, Ciência Geral, Cohniella jonesiana, Coppensia varicosa, abelhas, abelhas-cachorro, controle de pragas, flores comidas, irapuá, polinização, políneas, pragas de orquídeas
As arapuás ou abelhas-cachorro, Trigona spinipes (Fabr.), são importantes pragas agrícolas, especialmente para as lavouras de fruteiras, como as de maracujá, manga, jaca, abacate e banana, seja por se alimentarem de seus tecidos florais, ou outros tão quanto tenros, como também por inibirem os seus respectivos polinizadores, como a outra abelha, a mamangava nas flores do maracujazeiro, por exemplo, trazendo prejuízos aos agricultores.Atacam também as orquídeas, especialmente os tecidos florais e, em menor frequência, outros órgãos mais tenros como gemas e as coifas das raízes.Utilizam-se das substâncias dos tecidos florais não só para se alimentarem, mas também para edificações de ninhos.O controle mais eficiente é o preventivo, destruição dos seus ninhos nas proximidades, embora exista a possibilidade de se controlar quimicamente, em ocasiões que você não tem como destruir o ninho pelo mesmo se encontrar na residência de algum vizinho.Prepara-se iscas açucaradas, por exemplo, as garrafas de beija-flor (que também são repelidos pelas arapuás), e periodicamente ao longo do dia vá-se pulverizando inseticidas na medida em que elas vão ajuntando-se nas iscas. ...
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